Hoje vi(vi) um filme: Oscars 2012: O Balanço

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Oscars 2012: O Balanço

E foi mais uma longa noite de Oscars, desta vez ainda menos empolgante. Surpresas não houve, Billy Crystal não encantou, e nem o Cirque du Soleil conseguiu fazer esquecer a falta das interpretações dos nomeados para Melhor Canção Original.

Meryl Streep e Jean Dujardin, os vencedores nas categorias de Melhor Actriz e Melhor Actor
A comitiva de O Artista, com o tão famoso Uggie.
Christopher Plummer com a tão merecida estatueta
Octavia Spencer que protagonizou um momento emocionante ao receber o Oscar
Asghar Farhadi, realizador de Uma Separação, com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

O que mais me agradou: Christopher Plummer a vencer finalmente um Oscar aos 82 anos de idade e mais de 50 de carreira. Woody Allen a ser reconhecido com o prémio de Melhor Argumento Original por Meia-noite em Paris. A Invenção de Hugo a ganhar cinco Oscars.

O que menos me agradou: A cerimónia em si que parece perder, cada vez mais, a vitalidade. A total previsibilidade dos vencedores deste ano, que fizeram com que se perdesse, ainda mais, o interesse. Martin Scorsese ter perdido para Michel Hazanavicius no prémio para Melhor Realizador.


5 comentários:

Sam disse...

A actuação do Cirque du Soleil foi tão "memorável" que já nem me lembrava que tinham participado na cerimónia... :)

Inês Moreira Santos disse...

A sensação deste lado é parecida também. Se eu quisesse ver circo ia ao circo, não ia ver os Óscares. Eles e as suas manias... x)

Cumprimentos cinéfilos,

Inês

C. disse...

eu também achei uma cerimónia mesmo chatinha :x não admira que o Woody se tenha baldado! ahaha

ArmPauloFer disse...

Não achei uma cerimónia aborrecida (mas a verdade é que adormeci a vê-la...). É showbiz... não houve sobressaltos, tudo certinho e as apresentações dos convidados ao palco não deslumbraram mas também não prejudicaram nada.

Concordo plenamente com os destaques sobre o que mais agradou e mais desagradou.
Achei gritante e ultrajante não darem a Scorcese o Oscar de melhor Realização, quando é incomparável a dimensão do que ele teve de dirigir perante o Michel Hazanavicious, que teve uma tarefa elaborada sim mas mais simples.

Gostei do teu Blogroll e muito obrigado. Também já adicionei (e acompanho o feeds RSS).
Força!

Para o ano há mais... e os Oscars são isto mesmo!

Inês Moreira Santos disse...

Cátia: Esperto foi ele. :P

Armindo: Um bocadinho mais de animação não fazia mal... :P E a falta das canções nomeadas... é uma pena.
Sim, o "roubo" ao Scorsese foi das coisas que mais que irritou. Aquela gente ficou demasiado deslumbrada com O Artista e deu nesta vergonha.

Obrigada,

Cumprimentos cinéfilos,
Inês