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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Cinema ao ar livre no Jumbo de Alverca a 19 e 20 de Julho

A Galeria Comercial Jumbo Alverca recebe duas sessões de cinema ao ar livre nos próximos dias 19 e 20 de Julho.


Bohemian Rapsody e Como Treinares o teu dragão: O Mundo Secreto serão as duas longas-metragens exibidas a 19 e 20 de Julho, respectivamente, às 21h30. A Galeria Comercial Jumbo Alverca transforma o seu parque exterior numa sala de cinema ao ar livre, com capacidade para receber até 500 pessoas, gratuitamente.

Vencedor de quatro Oscars, Bohemian Rhapsody retrata a vida de Freddie Mercury, vocalista dos Queen. Já Como Treinares o teu dragão: O Mundo Secreto traz o cinema de animação a Alverca, contando a terceiro capítulo da história de amizade do viking Hiccup e do seu dragão Desdentado.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Oscars 2019: Melhor Filme

A cerimónia dos Oscars 2019 acontece hoje, dia 24 de Fevereiro, e nada melhor do que uma breve análise aos nomeados. São oito os candidatos na corrida para Melhor Filme e há cinema para todos os gostos, num ano com vários potenciais vencedores. Aí ficam os nomeados, por ordem de preferência.



É A Favorita e é também a preferida do Hoje Vi(vi) um Filme. Não dá para resistir. Eis o trio de actrizes mais triunfal do ano: Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone. Com A Favorita, Yorgos Lanthimos sai da sua zona de conforto, onde deixa a plateia desconfortável com os seus retratos-limite da sordidez humana (Canino, A Lagosta, O Sacrifício de um Cervo Sagrado...), para se aventurar num filme menos complexo mas repleto das suas marcas autorais e influências. E temos de confessar, nem num filme de época ele nos dá sossego. E ainda bem. 



Mais um realizador que arriscou e teve sucesso. Green Book é uma das melhores surpresas entre os nomeados. É na simplicidade e, fundamentalmente, nos protagonistas que o filme de Peter Farrelly se revela uma aposta ganha. Um filme que não quer ser mais do que aquilo que é - passa uma mensagem séria e ainda actual, através do humor, com um guião bem escrito e tão bem interpretado. Mahershala Ali e Viggo Mortensen formam uma dupla insuperável.



Vice é uma espécie de filme biográfico sem papas na língua que Adam McKay realizou sobre o vice-presidente mais influente na Casa Branca, Dick Cheney. Leva-nos num mergulho frontal e sarcástico - quase mórbido - no mundo impenetrável da política norte-americana, fazendo-nos conhecer o mentor do estado a que o país chegou. A influência de um homem quase invisível teve repercussões assustadoras. É em jeito de paródia (ou farsa) que McKay nos confronta com uma realidade demasiado dolorosa para ser mentira.



BlacKkKlansman é um entusiasmante relato de uma história real, quase inacreditável - e por isso mesmo tão genial. Spike Lee usa uma estética muito própria com uma acção ritmada e viciante. A longa-metragem passa-se nos anos 70 mas é especialmente actual ao tocar as tensões raciais, políticas e sociais nos Estados Unidos, que também se têm reacendido desde o início da administração Trump. BlacKkKlansman é entretenimento do bom e ainda dá uma lição de História e de valores a todos. Bem feito Spike Lee.



Roma é um filme parcialmente autobiográfico em que o cineasta pretende homenagear a empregada que o criou. Cuarón tomou as rédeas da realização, mas igualmente do argumento e direcção de fotografia. Um filme muito pessoal, criado para ser universal. E que, apesar de toda a perfeição técnica, à medida que o tempo passa, para mim, tem perdido o fulgor inicial, tornando-se cada vez mais banal.



Eis o remake dos tempos modernos de um filme que já teve várias leituras ao longo da História do Cinema, Assim Nasce Uma Estrela. A nova visão do clássico não traz nada de muito novo, mas é um filme agradável, competente, onde as interpretações surpreendem, em especial Bradley Cooper. Muita música e um bom trabalho de som, ao mesmo tempo que os planos acompanham as emoções que se vivem em palco e fora dele.



A Marvel chegou ao rol de nomeados para Melhor Filme com Black Panther, o nomeado mais inesperado(?) do ano. O filme de super-heróis distancia-se dos seus "parentes", em especial, pelo universo onde se insere a história que conta e pelo elenco maioritariamente de ascendência africana. Apesar da competência de Ryan Coogler, não me parece que Black Panther devesse fazer parte dos nomeados na categoria principal dos Oscars.



A ascensão de Freddie Mercury e dos Queen, desde o tempo em que o cantor dava pelo nome de Farrokh Bulsara, ao afastamento e posterior reunião da banda para o Live Aid, em 1985. É este o percurso que Bohemian Rhapsody segue, com Rami Malek numa interpretação poderosa. Contudo, ao filme falta, sem dúvida, toda a alma da banda. Nós merecíamos mais.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Crítica: Bohemian Rhapsody (2018)

"How many more Galileos do you want?"
Roger Taylor


*5/10*

A ascensão de Freddie Mercury e dos Queen, desde o tempo em que o cantor dava pelo nome de Farrokh Bulsara, ao afastamento e posterior reunião da banda para o Live Aid, em 1985. É este o percurso que Bohemian Rhapsody segue.

Envolvido em polémicas desde o início (e ainda continuam...), o biopic dos Queen realmente aconteceu, realizado por Bryan Singer - que deixou as filmagens semanas antes do filme estar concluído -, e protagonizado por Rami Malek. Mas todos merecíamos um filme com a mesma alma da banda - e essa não está lá.


Bohemian Rhapsody conta a história por detrás da ascensão da banda através de suas canções e som revolucionário. Relata também a quase implosão da própria banda graças ao estilo de vida corrosivo de Mercury, e da sua reunião triunfante em vésperas do Live Aid, onde Mercury, lutando contra uma doença mortal, guia a banda por uma das maiores actuações da história do rock. 

É através da música que nos sentimos ligados ao filme, bem como aos elementos da banda - todos tão semelhantes aos originais -, por entre um argumento pouco eficaz em cativar a plateia, tocando os temas de forma superficial e pouco corajosa. Os momentos com Mary e o concerto no Live Aid são, sem dúvida, os grandes momentos de Bohemian Rhapsody.


E é mesmo Rami Malek quem conduz o filme e o faz valer a pena. Uma interpretação quase idêntica ao verdadeiro Freddie, o que vai para além da caracterização ou parecenças físicas. Malek estudou minuciosamente os gestos, os movimentos a forma de andar de Freddie Mercury... Uma interpretação convincente e cheia de dedicação.

A celebração de Queen e o recordar do ícone que Mercury foi e continua a ser para todos é o que realmente podemos guardar de mais positivo de Bohemian Rhapsody - e, claro, Rami Malek - "porque o espectáculo tem de continuar"

domingo, 4 de novembro de 2018

Estreias da Semana #349

Sete filmes estrearam na passada Quarta-feira nos cinemas português. Bohemian RhapsodyFahrenheit 11/9O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos são alguns dos filmes em destaque.

Bohemian Rhapsody (2018)
Bohemian Rhapsody é uma celebração da banda Queen, da sua música e do seu vocalista Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados em todo o mundo. O filme conta a história por detrás da ascensão dos Queen através das suas canções e som revolucionário. Relata também a implosão da banda graças ao estilo de vida corrosivo de Mercury, e da reunião triunfante antes do Live Aid, onde Mercury, lutando contra uma doença mortal, guia a banda numa das maiores actuações da história do rock.

Em Guerra (2018)
En Guerre
Apesar dos duros sacrifícios financeiros por parte dos trabalhadores e dos elevados lucros do ano anterior, a administração da Perrin Industries decide fechar uma das suas fábricas. Liderados por Laurent Amédéo, o seu porta-voz, os 1100 trabalhadores decidem lutar contra esta decisão brutal, dispostos a tudo para salvar os seus empregos.

Fahrenheit 11/9, de Michael Moore, é uma visão cómica e provocadora dos tempos que vivemos. Explora as duas questões cruciais da era Trump: Como diabo viemos aqui parar? E como diabo saímos nós daqui?

O Interminável (2018)
The Endless
Os irmãos Justin e Aaron recebem uma mensagem misteriosa que os leva a visitar o culto do qual escaparam em crianças. Quando começam a ocorrer eventos e fenómenos perturbadores, os irmãos são forçados a perguntar-se se as crenças do culto sobre o sobrenatural poderão afinal não ser totalmente inventadas, e se, agora que regressaram, conseguirão voltar a escapar.

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos (2018)
The Nutcracker and the Four Realms
Tudo o que Clara (Mackenzie Foy) quer é uma chave - uma chave única que irá desbloquear uma caixa que tem um presente inestimável. Um fio de ouro, oferecido na festa anual pelo padrinho, Drosselmeyer (Morgan Freeman), leva-a à tão cobiçada chave, que rapidamente a faz desaparecer para um mundo paralelo e misterioso. É lá que Clara encontra um soldado chamado Phillip (Jayden Fowora-Knight), um grupo de ratos e os regentes que governam os três Reinos: a Terra dos Flocos de Neve, a Terra das Flores e a Terra dos Doces. Clara e Phillip devem enfrentar o sinistro Quarto Reino, lar da tirana Mãe Ginger (Helen Mirren), para recuperarem a chave de Clara e trazerem de volta a harmonia.

Raiva (2018)
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode, subitamente. Vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de Seara de Vento, de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX.

Wildling - A Criatura (2018)
Wildling
Anna (Bel Powley) vive isolada do mundo desde que nasceu, com um homem a quem sempre chamou papá (Brad Dourif) e que tem feito todos os possíveis para lhe esconder a verdade sobre as suas origens. No entanto, quando Anna é exposta ao mundo real sob a protecção de uma polícia resoluta chamada Ellen (Liv Tyler), torna-se óbvio que a jovem está longe de ser uma adolescente normal. Incapaz de se ajustar à vida mundana, Anna é atraída pela liberdade selvagem da floresta, enquanto tenta resistir aos estranhos instintos e à crescente sede de sangue que desperta dentro de si.