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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

LEFFEST'15:Chronicle of a Disappearance, de Elia Suleiman (1996)

*7/10*

Um dos homenageados desta edição do Lisbon & Estoril Film Festival foi Elia Suleiman que marcou presença no festival. Na passada Quinta-feira, dia 12 de Novembro, o realizador deu uma masterclass após a exibição do seu filme Chronicle of a Disappearance, no Espaço Nimas.


Fiel ao seu estilo provocador e cómico, o cineasta usa o non sense para adensar o desconforto e as injustiças entre Israel e Palestina. Parece que brinca, mas usa o cinema cómico para tratar assuntos muito sérios, na sua sempre forte crítica sócio-política. 

Em Chronicle of a Disappearance, Suleiman regressa à Palestina e a Israel após 12 anos de exílio em Nova Iorque, deparando-se com um território que já não conhece. O filme demonstra a tensão entre os dois povos através de uma série de vinhetas.

Todos os hilariantes acontecimentos surgem em torno de uma misteriosa mulher que... desaparece.

sábado, 9 de novembro de 2013

LEFFEST'13: Encontro com Elia Suleiman no Nimas

O realizador Elia Suleiman estará no LEFFEST para um encontro como o público - Elia Suleiman - Work in Progress – onde falará sobre a sua carreira e os seus projectos. O encontro terá lugar amanhã, 10 de Novembro, pelas 18h00, no Espaço Nimas. A entrada é livre.


Comparado a Jacques Tati ou Buster Keaton, pela conjugação entre elementos burlescos e poéticos nos seus filmes, o realizador palestiniano viveu algum tempo em Nova Iorque, onde assinou dois trabalhos: Introduction to the End of an Argument (como co-realizador), uma sátira à representação do povo árabe nos media ocidentais; e Homage by Assassination, um documentário crítico da Guerra do Golfo, em que utiliza declarações anedóticas de alguns ex-combatentes.

Em 2002, o seu filme A Intervenção Divina foi seleccionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes. Nesse filme conheceu a sua mulher, Yasmine Hamdan, cantora que dará um concerto no Lisbon & Estoril Film Festival, no dia 11, no CCB

A sua última longa metragem, O Tempo Que Resta (2009), retrata o nascimento do Estado de Israel, desde a fundação, em 1948, até aos nossos dias. O cineasta recria situações familiares inspiradas em memórias pessoais, nos diários do seu pai — que combateu na resistência palestiniana — e nas cartas que a sua mãe escreveu a familiares que foram forçados a abandonar o país.