Mostrar mensagens com a etiqueta Festival de Cannes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Festival de Cannes. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Festival de Cannes 2019: Vencedores

Os vencedores do Festival de Cannes 2019 foram anunciados no passado Sábado. A Palma de Ouro foi para o filme Parasite, de Bog Joon Ho.


Eis os vencedores da Competição Oficial e Un Certain Régard:

Competição Oficial

Palma de Ouro
GISAENGCHUNG (PARASITE), de BONG Joon Ho

Grande Prémio do Júri
ATLANTIQUE, de Mati DIOP

Melhor Realizadores
LE JEUNE AHMED, de Luc DARDENNE e Jean-Pierre DARDENNE

Prémio do Júri (EX-AEQUO)
LES MISÉRABLES, de Ladj LY
BACURAU, de Kleber MENDONÇA FILHO e Juliano DORNELLES

Melhor Argumento
PORTRAIT DE LA JEUNE FILLE EN FEU, de Céline SCIAMMA

Melhor Actriz
EMILY BEECHAM em LITTLE JOE, de Jessica HAUSNER

Melhor Actor
ANTONIO BANDERAS em DOLOR Y GLORIA, de Pedro ALMODÓVAR

Menção Especial
Elia SULEIMAN por IT MUST BE HEAVEN

Palma de Ouro Honorária
ALAIN DELON

Palma de Ouro para Melhor Curta-metragem
THE DISTANCE BETWEEN US AND THE SKY, de Vasilis KEKATOS

Menção Especial - Curta-metragem
MONSTRUO DIOS, de Agustina SAN MARTIN

Un Certain Regard

Prémio Un Certain Regard
A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, de Karim AÏNOUZ

Prémio do Júri - Un Certain Regard
O QUE ARDE, de Oliver LAXE

Prémio Especial do Júri - Un Certain Regard
LIBERTÉ, de Albert SERRA

Prémio de realização Un Certain Regard
BEANPOLE, de Kantemir BALAGOV

Prémio de Interpretação
CHIARA MASTROIANNI em CHAMBRE 212, de Christophe HONORE

Menção Especial do Júri
JEANNE, de Bruno DUMONT

A lista completa de vencedores e outras informações podem encontrar-se em https://www.festival-cannes.com/fr/festival/palmares/competition-1.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Cannes 2019: Semana da Crítica e Quinzena dos Realizadores

Foram revelados os filmes que farão parte da Semana da Crítica e da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2019. Os portugueses Dia de Festa, de Sofia Bost, e Invisível Herói, de Cristèle Alves Meira, serão exibidos na Semana da Crítica e Les Extraordinaires Mésaventures de la jeune fille de pierre, de Gabriel Abrantes, é um dos seleccionados para a Quinzena dos Realizadores.


A 58.ª edição da Semana da Crítica do Festival de Cannes acontece de 15 a 23 de Maio. Eis a lista completa de seleccionados:

Competição
Longas-metragens
Abou Leila, de Amin Sidi-Boumédiène
Ceniza Negra, Sofía Quirós Ubeda
Hvítur, Hvítur Dagur, Hlynur Pálmason
J’ai perdu mon corps, Jérémy Clapin
Nuestras Madres, César Díaz
The Unknown Saint, Alaa Eddine Aljem
Vivarium, Lorcan Finnegan

Curtas-metragens
Dia de festa, Sofia Bost
Fakh, Nada Riyadh
Ikki illa meint, Andrias Høgenni
Journey Through a Body, Camille Degeye
Kolektyviniai sodai, Vytautas Katkus
Lucía en el limbo, Valentina Maurel
The Manila Lover, Johanna Pyykkö
Mardi de 8 à 18, Cecilia de Arce
She Runs, Qiu Yang
Ultimul Drum Spre Mare, Adi Voicu

Sessões Especiais
Longas-metragens
Litigante, Franco Lolli - Filme de Abertura
Tu mérites un amour, Hafsia Herzi
Les héros ne meurent jamais, Aude Léa Rapin
Chun jiang shui nuan, Gu Xiaogang - Filme de Encerramento

Curtas-metragens
Demonic, Pia Borg
Naptha, Moin Hussain
Please Speak Continuously and Describe Your Experiences as They Come to You, Brandon Cronenberg
Invisível Herói, Cristèle Alves Meira
Tenzo, Katsuya Tomita

A 51.ª Quinzena dos Realizadores acontece entre 15 e 25 de Maio e conta com filmes de Quentin DupieuxTakashi Miike, Robert Eggers Bertrand Bonello, entre outros. Robert Rodriguez dará uma masterclass, e The Staggering Girl, de Luca Guadagnino, será apresentado em Sessão Especial.

Eis a lista completa de seleccionados para a Quinzena dos Realizadores:

Longas-metragens
Alice et le Maire, Nicolas Pariser
And Then We Danced, Levan Akin
Ang Hupa, Lav Diaz
Canción sin nombre, Melina Leon
Le Daim, Quentin Dupieux
Ghost Tropic, Bas Devos
Give Me Liberty, Kirill Mikhanovsky
Hatsukoi, Takashi Miike
Huo zhe chang zhe, Johnny Ma
Koirat eivät käytä housuja, Jukka-Pekka Valkepaa
The Lighthouse, Robert Eggers
Lillian, Andreas Horwath
Oleg, Juris Kursietis
On va tout péter, Lech Kowalski
Les particules, Blaise Harrison
Parwareshgah, Shahrbanoo Sadat
Perdrix, Erwan Le Duc
Por el dinero, Alejo Moguillansky
Sem seu sangue, Alice Furtado
Tlamess, Ala Eddine Slim
Une fille facile, Rebecca Zlotowski
Wounds, Babak Anvari
Yves, Benoit Forgeard
Zombi Child, Bertrand Bonello

Curtas e médias-metragens
Deux sœurs qui ne sont pas sœurs, Beatrice Gibson
Les Extraordinaires Mésaventures de la jeune fille de pierre, Gabriel Abrantes
Grand Bouquet, Nao Yoshigai
HãY TỉNH THứC Và SẵN SàNG, An Pham Thien
Je te tiens, Sergio Caballero
Movements, Dahee Jeong
Olla, Ariane Labed
Piece of Meat, Jerrold Chong & Huang Junxiang
Plaisir fantôme, Morgan Simon
That Which Is to Come Is Just a Promise, Flatform

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Cannes 2019: Selecção Oficial

A 72.ª edição do Festival de Cannes acontece de 14 a 25 de Maio e já se conhecem os filmes que compõem a selecção oficial. Terrence Malick, Pedro Almodóvar e Xavier Dolan são alguns dos nomes confirmados na edição de 2019, mas podem ainda juntar-se outros até ao início do festival - Quentin Tarantino é um dos mais ansiados, apesar do seu filme ainda estar em fase de pós-produção. The Dead Don't Die, de Jim Jarmusch, é o filme de abertura desta edição.

O poster oficial do Festival de Cannes 2019, relevado recentemente, presta homenagem à recém-falecida cineasta Agnès VardaAlejandro G. InarrituNadine Labaki presidem os júris da competição principal e Un Certain Regard, respectivamente. O actor Alain Delon receberá a Palma de Ouro Honorária. 


Eis a Selecção Oficial do 72.º Festival de Cannes:

Em Competição
Dolor y gloria, Pedro Almodovar
Il traditore, Marco Bellocchio
Wild Goose Lake, Yinan Diao
Parasite, Bong Joon-ho
Le jeune Ahmed, The Dardenne Brothers
Roubaix, une lumière, Arnaud Desplechin
Atlantique, Mati Diop
Matthias & Maxime, Xavier Dolan
Little Joe, Jessica Hausner
Sorry We Missed You, Ken Loach
Les Miserables, Ladj Ly
A Hidden Life, Terrence Malik
Bacurau, Kleber Mendonca Filho, Juliano Dornelles
The Whistlers, Corneliu Porumboiu
Frankie, Ira Sachs
The Dead Don't Die, Jim Jarmusch
Portrait de la jeune fille en feu, Celine Sciamma
It Must Be Heaven, Elia Suleiman
Sybil, Justine Triet 

Fora de Competição
Rocketman, Dexter Fletcher
Les plus belles années d'une vie, Claude Lelouch
Maradona, Asif Kapadia
La Belle Epoque, Nicolas Bedos
Too Old to Die Young, Nicolas Winding Refn (dois episódios da série de TV)

Sessões Especiais
Share, Pippa Bianco
Family Romance LLC, Werner Herzog
Tommaso, Abel Ferrara
To Be Alive and Know It, Alain Cavalier
For Sama, Waad Al Kateab, Edward Watts

Sessões da Meia-noite
The Gangster, The Cop, The Devil, Lee Won-Tae

Un Certain Regard
A Vida Invisível, Karim Aïnouz
Beanpole, Kantemir Balagov
The Swallows of Kabul, Zabou Breitman & Eléa Gobé Mévellec
A Brother’s Love, Monia Chokri
The Climb, Michael Covino 
Jeanne , Bruno Dumont
A Sun That Never Sets, Oliver Laxe
Chambre 212, Christophe Honoré
Port Authority, Danielle Lessovitz
Papicha, Mounia Meddour
Adam, Maryam Touzani
Zhuo Ren Mi Mi, Midi Z
Liberté, Albert Serra
Bull, Annie Silverstein
Summer of Changsha, Zu Feng
EVGE, Nariman Aliev  

terça-feira, 30 de maio de 2017

Cannes 2017: Os vencedores

Os vencedores do Festival de Cannes 2017 foram anunciados no passado fim-de-semana. O filme português Fábrica do Nada, de Pedro Pinho, conquistou o Prémio da Crítica (Prémio FIPRESCI), na Quinzena dos realizadores.


Eis os vencedores da Competição Oficial e Un Certain Régard:

Competição Oficial

Palma de Ouro
THE SQUARE, de Ruben ÖSTLUND

Grande Prémio do Júri
120 BATTEMENTS PAR MINUTE, de Robin CAMPILLO

Melhor Realizadora
THE BEGUILED, de Sofia COPPOLA

Prémio do Júri 
NELYUBOV, de Andrey ZVYAGINTSEV

Melhor Argumento (ex-aequo)
THE KILLING OF A SACRED DEER, de Yórgos LÁNTHIMOS e EFTHIMIS FILIPPOU e YOU WERE NEVER REALLY HERE, de Lynne RAMSAY

Melhor Actor
JOAQUIN PHOENIX por YOU WERE NEVER REALLY HERE

Melhor Actriz
DIANE KRUGER, por AUS DEM NICHTS

Caméra d’Or
JEUNE FEMME, de Léonor SERRAILLE

Palma de Ouro para Melhor Curta-metragem
XIAO CHENG ER YUE, de QIU Yang

Menção Especial - Curta-metragem
KATTO, de Teppo AIRAKSINEN

Prémio do 70.º Aniversário
NICOLE KIDMAN

Un Certain Regard

Prémio Un Certain Regard
LERD, de Mohammad RASOULOF

Prémio do Júri - Un Certain Regard
LAS HIJAS DE ABRIL, de Michel FRANCO

Prémio de realização Un Certain Regard
WIND RIVER, de Taylor SHERIDAN

Prémio de Interpretação
JASMINE TRINCA por FORTUNATA

Prémio Poesia no Cinema
BARBARA, de Mathieu AMALRIC

A lista completa de vencedores e outras informações podem encontrar-se aqui.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Cannes 2017: Selecção Oficial

O Festival de Cannes acontece entre 17 e 28 de Maio e já se conhecem os filmes que compõem a selecção oficial. Ismael’s Ghosts, de Arnaud Desplechin é o filme de abertura desta edição, cujo júri será presidido por Pedro Almodóvar.


Eis a Selecção Oficial do 70.º Festival de Cannes 2017:

Em Competição:
Loveless – Andrey Zvyagintsev
Good Time – Benny Safdie and Josh Safdie
You Were Never Really Here – Lynne Ramsay
A Gentle Creature – Sergei Loznitsa
Jupiter’s Moon – Kornél Mundruczó
L’Amant Double – François Ozon
The Killing of a Sacred Deer – Yorgos Lanthimos
Radiance – Naomi Kawase
The Day After – Hong Sang-soo
Le Redoutable – Michel Hazanavicius
Wonderstruck – Todd Haynes
Rodin – Jacques Doillon
Happy End – Michael Haneke
The Beguiled – Sofia Coppola
120 Battements Par Minute – Robin Campillo
Okja – Bong Joon-ho
In the Fade – Fatih Akin
The Meyerowitz Stories – Noah Baumbach

Fora de Competição:
Ismael’s Ghosts – Arnaud Desplechin
Blade of the Immortal – Takashi Miike
How to Talk to Girls at Parties – John Cameron Mitchell
Visages, Villages – Agnès Varda & JR

Un Certain Regard:
Barbara – Mathieu Amalric
The Desert Bride – Cecilia Atan and Valeria Pivato
Closeness – Kantemir Balagov
Beauty and the Dogs – Kaouther Ben Hania
L’Atelier – Laurent Cantet
Lucky – Sergio Castellitto
April’s Daughter – Michel Franco
Western – Valeska Grisebach
Directions – Stephan Komandarev
Out – Gyorgy Kristof
Before We Vanish – Kiyoshi Kurosawa
The Nature of Time – Karim Moussaoui
Dregs – Mohammad Rasoulof
Jeune Femme – Léonor Serraille
Wind River – Taylor Sheridan
After the War – Annarita Zambrano

Sessões da Meia-noite:
The Villainess – Jung Byung-Gil
The Merciless – Byun Sung-Hyun
Prayer Before Dawn - Jean Stephane Sauvaire

Sessões Especiais:
An Inconvenient Sequel – Bonni Cohen e Jon Shenk
12 Jours – Raymond Depardon
They – Anahita Ghazvinizadeh
Clair’s Camera – Hong Sang-soo
Promised Land – Eugene Jarecki
Napalm – Claude Lanzmann
Demons in Paradise – Jude Ratman
Sea Sorrow – Vanessa Redgrave
Twin Peaks – David Lynch (primeiros dois episódios)
24 Frames – Abbas Kiarostami
Come Swim – Kristen Stewart 
Top of the Lake: China Girl – Jane Campion e Ariel Kleiman
Carne y arena – Alejandro González Iñárritu (instalação em Realidade Virtual)

domingo, 22 de maio de 2016

Cannes 2016: Os vencedores

Já são conhecidos os vencedores do Festival de Cannes 2016.


Competição Oficial

Palma de Ouro
I, DANIEL BLAKE, de Ken LOACH

Grande Prémio do Júri
JUSTE LA FIN DU MONDE (IT'S ONLY THE END OF THE WORLD), de Xavier DOLAN

Melhor Realizador (Ex-aequo)
Olivier ASSAYAS (PERSONAL SHOPPER) e Cristian MUNGUI (GRADUATION)

Prémio do Júri 
AMERICAN HONEY, de Andrea ARNOLD

Melhor Argumento
THE SALESMAN (FORUSHANDE), de Asghar FARHADI

Melhor Actor:
Shahab HOSSEINI, em THE SALESMAN (FORUSHANDE)

Melhor Actriz
Jaclyn JOSE, em MA' ROSA

Caméra d’Or
DIVINES, de Houda BENYAMINA

Palma de Ouro para Melhor Curta-metragem
TIMECODE, de Juanjo GIMÉNEZ

Menção Especial - Curta-metragem
A MOÇA QUE DANÇOU COM O DIABO, de João Paulo MIRANDA MARIA

Palma de Ouro Honorária
Jean-Pierre LÉAUD

Palme Dog (póstumo)
Nellie, em PATERSON

Un Certain Regard

Prémio Un Certain Regard
THE HAPPIEST DAY IN THE LIFE OF OLLI MÄKI (HYMYILEVÄ MIES), de Juho KUOSMANEN

Prémio do Júri - Un Certain Regard
HARMONIUM (FUCHI NI TATSU), de Kôji FUKADA

Prémio de realização Un Certain Regard
CAPTAIN FANTASTIC, de Matt ROSS

Prémio de Melhor Argumento - Un Certain Regard
Delphine COULIN, Muriel COULIN, por THE STOPOVER (VOIR DU PAYS)

Prémio Especial Un Certain Regard
THE RED TURTLE (LA TORTUE ROUGE), de Michael DUDOK DE WIT


A lista completa de vencedores e outras informações podem encontrar-se aqui.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Curtas-metragens: Que é Feito dos Dias na Cave, de Rafael Almeida

Rafael Almeida continua o seu percurso pelas curtas-metragens e desta vez chegou a Cannes. Que é Feito dos Dias na Cave faz parte da selecção Short Film Corner do Festival de Cannes, que acontece entre os dias 16 e 22 de Maio (o festival em si começa no dia 11). O terror psicológico percorre o filme, tornando-o, mais do que assustador, verdadeiramente perturbador.

Seguimos a tentativa de fuga de Marco, um jovem paciente internado num hospital psiquiátrico. Pelos corredores labirínticos e desoladores, Marco tem de ultrapassar vários obstáculos, incluindo os seus próprios fantasmas que o confundem e lhe perturbam os sentidos. Ele quer escapar, do asilo e de si próprio.


Um argumento simples, mas envolvente. Que é Feito dos Dias na Cave mune-se da sua premissa para construir a adrenalina e os riscos da fuga através de um excelente trabalho técnico. Tudo começa com Marco sentado numa sala com a psicóloga. Assim que ela se ausenta, percebemos que a câmara o irá seguir, pelos corredores e quartos obscuros daquele hospital - o jovem convida-nos a ir com ele. 

Rafael Almeida e a sua equipa oferecem-nos um plano-sequência ou, melhor ainda, um filme todo ele plano-sequência. Bem filmado, coreografado e com um excelente trabalho de fotografia onde a iluminação assume um papel fundamental nesta fuga, entre a realidade e as alucinações, Que é Feito dos Dias na Cave coloca-nos no papel de espectador participante ou, mais propriamente, no papel de um dos fantasmas de Marco: só ele nos vê e faz questão que o acompanhemos no seu plano.

Inevitavelmente, vamos torcer pelo protagonista, mesmo desconhecendo o seu passado, e sabendo do que é capaz para atingir o seu objectivo com sucesso.


A curta-metragem de Rafael Almeida tem argumento de Tiago Primitivo e conta com as interpretações de João Sério, Ana Varela e Salvador Nery. Conhece mais sobre Que é Feito dos Dias na Cave em http://diasnacave.tumblr.com/facebook.com/diasnacave e instagram.com/diasnacave.

sábado, 16 de abril de 2016

Cannes 2016: Selecção Oficial

O Festival de Cannes acontece de 11 a 22 de Maio e já conhecemos os filmes da selecção oficial. O evento abre com Café Society, de Woody Allen. O júri desta edição é presidido por George Miller.


Eis a Selecção Oficial de Cannes:

Em Competição

Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha)
Julieta, de Pedro Almodóvar (Espanha)
American Honey, de Andrea Arnold (Reino Unido)
Personal Shopper, de Olivier Assayas (França)
The Unknown Girl (La Fille Inconnue), de Jean-Pierre Dardenne & Luc Dardenne (Bélgica)
It’s Only The End Of The World (Juste La Fin Du Monde), de Xavier Dolan (Canadá)
Slack Bay (Ma Loute), de Bruno Dumont (França)
From The Land Of The Moon (Mal De Pierres), de Nicole Garcia (França)
Staying Vertical (Rester Vertical), de Alain Guiraudie (França)
Paterson, de Jim Jarmusch (Estados Unidos)
Aquarius, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
I, Daniel Blake, de Ken Loach (Reino Unido)
Ma’ Rosa, de Brillante Mendoza (Filipinas)
Graduation (Bacalaureat), de Cristian Mungiu (Roménia)
Loving, de Jeff Nichols (Estados Unidos)
The Handmaiden (Agassi), de Chan-wook Park (Coreia do Sul)
The Last Face, de Sean Penn (Estados Unidos)
Sierra-Nevada (Sieranevada), de Cristi Puiu (Roménia)
Elle, de Paul Verhoeven (Holanda)
The Neon Demon, de Nicolas Winding Refn (Dinamarca)

Fora de Competição

Café Society, de Woody Allen (filme de abertura) (Estados Unidos)

The BFG, de Steven Spielberg (Estados Unidos)
Goksung, de Hong-Jin Na (Coreia do Sul)
Money Monster, de Jodie Foster (Estados Unidos)
The Nice Guys, de Shane Black (Estados Unidos)

Un Certain Regard

Inversion (Varoonegi), de Behnam Behzadi (Irão)
Apprentice, de Boo Junfeng (Singapura)
The Stopover (Voir Du Pays), de Delphine Coulin & Muriel Coulin (França)
The Dancer (La Danseuse), de Stéphanie Di Giusto (França)
Clash (Eshtebak), de Mohamed Diab (Egipto)
The Red Turtle (La Tortue Rouge), de Michael Dudok De Wit (Holanda)
Harmonium (Fuchi Ni Tatsu), de Fukada Kôji (Japão)
Personal Affairs (Omor Shakhsiya), de Maha Haj (Israel)
Beyond The Mountains And Hills (Me’ever Laharim Vehagvaot), de Eran Kolirin (Israel)
After The Storm, de Hirokazu Kore-Eda (Japão)
The Happiest Day In The Life Of Olli Maki (Hymyilevä Mies), de Juho Kuosmanen (Finlândia)
Francisco Sanctis’s Long Night (La Larga Noche De Francisco Sanctis), de Francisco Márquez & Andrea Testa (Argentina)
Dogs (Caini), de Bogdan Mirica (Roménia)
Pericle Il Nero, de Stefano Mordini (Itália)
The Transfiguration, de Michael O’shea (Estados Unidos)
Captain Fantastic, de Matt Ross (Estados Unidos)
The Student (Uchenik), de Kirill Serebrennikov (Rússia)

Midnight Screenings

Gimme Danger, de Jim Jarmusch (Estados Unidos)
Train To Busan (Bu-San-Haeng), de Sang-Ho Yeon (Coreia do Sul)

Sessões Especiais

The Last Resort (L’Ultima Spiaggia), de Thanos Anastopoulos (Grécia) & Davide Del Degan (Itália)
Hissein Habré, A Chadian Tragedy (Hissein Habré, Une Tragédie Tchadienne), de Mahamat-Saleh Haroun (Chade)
Exil, de Rithy Panh (Cambodja)
Last Days Of Louis XIV (La Mort De Louis XIV), de Albert Serra (Espanha)
Le Cancre, de Paul Vecchiali (França)

Mais informações sobre o Festival de Cannes, filmes e secções podem ser consultadas aqui: http://www.festival-cannes.fr/en.html

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Cannes 2015: Os vencedores

Já são conhecidos os vencedores do Festival de Cannes 2015.

Dheepan, de Jacques Audiard

Competição Oficial

Palma de Ouro
Dheepan, de Jacques Audiard

Grande Prémio do Júri
Saul Fia (Son of Saul), de László Nemes

Melhor Realizador
Hou Hsiao-hsien por Nie Yinniang (The Assassin)

Prémio do Júri 
The Lobster, de Yorgos Lanthimos

Melhor Argumento
Chronic, de Michel Franco

Melhor Actor
Vincent Lindon em La Loi du Marché

Melhor Actriz (Ex-aequo)
Rooney Mara em Carol e Emmanuelle Bercot em Mon Roi

Caméra d’Or
La Tierra y la Sombra, de Cesar Acevedo

Palma de Ouro para Melhor Curta-metragem
Waves '98, de Ely Dagher


Un Certain Regard

Prémio Un Certain Regard
Hrútar (Rams), de Grímur Hakonarson

Prémio do Júri - Un Certain Regard
Zvizdan (The High Sun), de Dalibor Matanic

Prémio de realização Un Certain Regard
Kishibe No Tabi (Journey to the Shore), de Kiyoshi Kurosawa

Prémio Un Certain Talent
Comoara (The Treasure), por Corneliu Porumboiu

Prémio do Futuro (Ex-aequo)
Nahid, de Ida Panahandeh e Masaan, de Neeraj Ghaywan


Palm Dog
Lucky, de As Mil e uma Noites - Volume 2, O Desolado

A lista completa de vencedores e outras informações podem encontrar-se aqui.

terça-feira, 12 de maio de 2015

As Mil e Uma Noites de Miguel Gomes já tem trailer

O novo filme de Miguel Gomes, As Mil e Uma Noites está prestes a estrear na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes - é já no dia 16 de Maio - e já podemos assistir ao seu trailer. Depois de filmes como Tabu ou Aquele Querido Mês de Agosto, a expectativa é alta em torno deste novo trabalho. As Mil e Uma Noites estará dividido em três volumes: O Inquieto, O Desolado e O Encantado.


A estreia em Portugal está prevista para Setembro. Para já, contentemo-nos com este trailer.

sábado, 24 de maio de 2014

Cannes 2014: Os vencedores

Já são conhecidos os grandes vencedores do Festival de Cannes 2014. Aqui ficam os vencedores:


Palma de Ouro
Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan

Grande Prémio do Júri
The Wonders, de Alice Rohrwacher

Melhor Realizador
Bennett Miller, por Foxcatcher

Prémio do Júri (ex-aequo)
Goodbye to Language, de Jean-Luc Godard
Mommy, de Xavier Dolan

Melhor Argumento
Leviathan, de Andrei Zviagyntsev & Oleg Negin

Melhor Actor
Timothy Spall, por Mr. Turner

Melhor Actriz
Julianne Moore, por Maps to the Stars

Caméra d’Or
Party Girl de Marie Amachoukeli, Claire Burger, Samuel Theis

Palma de Ouro para Melhor Curta-metragem
Leidi, de Simón Mesa Soto

Menções Honrosas - Curtas-metragens
Aissa, de Clément Trehin-Lalanne
Yes We Love (Ja vi elsker), de Hallvar Witzo



Un Certain Regard

Prémio Un Certain Regard
Fehér Isten (White God), de Kornél Mundruczó

Prémio do Júri Un Certain Regard
Turist, de Ruben Östlund

Prémio Especial Un Certain Regard
The Salt of the Earth, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado

Prémio de Elenco
Party Girl, de Marie Amachoukeli, Claire Burger e Samuel Theis

Melhor Actor
David Gulpilil, por Charlie's Country

terça-feira, 22 de abril de 2014

IndieLisboa'14: A Caça Revoluções e Boa Noite Cinderela no Festival de Cannes

Duas curtas-metragens seleccionadas para a Competição Nacional IndieLisboa'14 - A Caça Revoluções, de Margarida Rêgo, e Boa Noite Cinderela, de Carlos Conceição - fazem parte da selecção do Festival de Cannes.


Realizado por Margarida Rêgo, A Caça Revoluções está seleccionado para a Quinzena dos Realizadores em Cannes. O filme explora a relação entre duas gerações, dois tempos e duas lutas diferentes. A curta-metragem mostra a Revolução de Abril a inspirar as gerações que a conhecem através de relatos dos que a viveram e das fotografias de que se apropriam para a tornar sua. A Caça Revoluções passa no IndieLisboa no dia 25 de Abril, às 19h00 no Pequeno Auditório da Culturgest, 26 de Abril, às 18h00 no Grande Auditório da Culturgest, e dia 27 de Abril, às 16h45 no Pequeno Auditório da Culturgest.


Por seu lado, Boa Noite Cinderela, realizado por Carlos Conceição, foi seleccionado para a secção competitiva da Semana de Crítica, na secção de curtas e médias-metragens. O realizador recria o famoso conto de fadas, protagonizado por João Cajuda, David Cabecinha e Joana de Verona. Boa Noite Cinderela é exibido no IndieLisboa a 27 de Abril, às 18h00 no Grande Auditório da Culturgest, 30 de Abril, às 19h00, no Pequeno Auditório da Culturgest e dia 2 de Maio, às 21h45 no Pequeno Auditório da Culturgest.

Mais informações sobre o IndieLisboa'14 aqui.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

DocLisboa'13: Cativeiro / Captivity (2012)

*8.5/10*

Cativeiro, de André Gil Mata, já tinha passado pelo DocLisboa em 2012, e repete agora o feito na presente edição, após ganhar o Prémio Doc Alliance 2013, em Cannes. A primeira longa-metragem do realizador debruça-se sobre a sua avó, o seu quotidiano, num retrato duro da rotina e da velhice, do passar do tempo, mais ou menos, consciente.

A casa da avó de Gil Mata, dona Alzira, serve de palco a este Cativeiro de tempo e espaço, a esta rotina que nos amedronta, tal como ao realizador. É ele que narra o documentário, de marcado tom pessoal, inevitavelmente, mas que nos consegue dizer quase tanto como ao seu autor. 

Filmado em 16mm e em vídeo - este predomina, mas o primeiro revela-se igualmente essencial, adensando a sensação de nostalgia e pertença ao local-, André Gil Mata partilha connosco medos, intimidade e indecisões. Dona Alzira é o centro do filme, mas no seu Cativeiro surgem outras personagens como Irene Julieta, que ajudam cuidam dela, e, ao mesmo tempo, sentimos a presença do realizador, o seu neto. "São as coisas do André", diz, a certa altura, uma das companhias da protagonista.

A acompanhar as imagens da casa e da avó, do seu gato que por lá passeia, ouvimos os desabafos do realizador, as suas preocupações, os seus objectivos, numa espécie de diário de filmagens. Desde a vontade de filmar o amanhecer na cozinha, à sua concretização, ao receio de não conseguir ali passar os 15 dias a que se propôs gravar junto da avó, Gil Mata tem-nos como seus confidentes.


E, tal como para ele é difícil encarar a realidade que filma, também para nós é duro assistir àquela rotina, às dificuldades de Alzira, à solidão, ao repetir do toque do sino da Igreja... No fundo, é duro assistir ao tempo a passar. Também nós, tal como o realizador, percebemos, a certo momento, como "o passado existe, realmente" e como não temos "noção desse futuro" que o passar do tempo faz chegar.

Cativeiro está repleto de planos, normalmente estáticos, que nos envolvem, nos entristecem e comovem, que nos fazem recordar locais ou pessoas. Perto do fim, Gil Mata percorre a casa da sua avó filmando o tecto, num plano-sequência inesquecível.

"O que são os espaços sem as pessoas que lhes pertencem?", questiona o realizador. A resposta pode estar neste documentário, que marca qualquer um que o assista. No fundo, cada um tem o seu Cativeiro.

Cativeiro passa no DocLisboa'13 no próximo Sábado, dia 2 de Novembro, às 16:45, na sala 3 do Cinema São Jorge.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Crítica: Até Ver a Luz (2013)

"Vive de dia, descansa de noite."
Nuvem
*7.5/10*

O bairro da Reboleira serve, uma vez mais, de palco ao trabalho de Basil da Cunha. O realizador luso-suíço viu a sua primeira longa-metragem, Até Ver a Luz, na Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes deste ano, e estreou-a agora no circuito comercial de cinema.

Um protagonista que vive de noite, na Sombra que lhe dá o único nome que lhe conhecemos, é o nosso guia pelas estreitas ruas do bairro. Ele leva-nos ao centro dos conflitos e da festa, a uma realidade ficcionada mas com personagens de carne e osso, e com uma espiritualidade muito singular. Até Ver a Luz quase que funde o documentário com a ficção, onde a segunda predomina claramente. Os actores são realmente os moradores da Reboleira, e a naturalidade com que agem perante as câmaras é fabulosa. 

Até Ver a Luz gira em torno de Sombra, que, acabado de sair da prisão, volta à vida de dealer no bairro da Reboleira. Entre o dinheiro emprestado que não consegue recuperar e aquele que deve, uma iguana pouco comum, uma jovem vizinha sempre por perto e um chefe de gang que duvida da sua boa fé, Sombra começa a pensar que, de facto, mais valia ter ficado dentro.


Basil da Cunha oferece-nos um argumento simples, com um cenário e personagens cativantes. A história de acção e desconfiança de Até Ver a Luz alia-se a um tom, por vezes, cómico, mas sempre eficaz nesse registo. As personagens são reais e credíveis, e é fácil criar empatia com elas - em especial, com Sombra, Nuvem e Clarinha.

Ao contrário do que seria de esperar de um filme que se passa neste tipo de ambiente (no caso, um bairro problemático dos arredores da capital), Basil da Cunha não pretende abordar qualquer temática moralista. Não há lições de moral a dar ou críticas sociais a lançar, disso está o mundo farto. Até Ver a Luz consegue ir mais além e ser mais profundo, até mesmo espiritual. Mostra-se a vida no bairro, de noite, o presente de Sombra, Olos, Mix, Nuvem, e de todos os outros que discutem, conversam, dançam, tocam... e que dão vida ao bairro e à longa-metragem a que assistimos. Em fusão perfeita com o realismo do filme, está a fantasia, uma espécie de estado de transe ou alucinação - onde não faltam as superstições -, que não surge, em momento algum, desfasada da narrativa. Pelo contrário, torna-a ainda mais próxima de quem assiste.

No elenco - amador, mas a demonstrar grande profissionalismo -, destaque para o protagonista, Pedro Ferreira, que veste a pele de Sombra. Ele anda pelos telhados da Reboleira, tem medo da luz do dia e um carinho especial por uma iguana de estimação que, como a si mesmo, priva da luz do Sol. Uma personagem que surge deslocada do seu mundo, mas que nutre sentimentos fortes pelos poucos que lhe dão algum tipo de conforto. Nelson da Cruz Duarte Rodrigues volta a ser Nuvem (depois de ter protagonizado a curta-metragem homónima de 2011) com um desempenho muito competente. A personagem, apesar de ter pouco tempo de antena, transmite as mensagens mais fortes. Já no trailer temos a inesquecível "Vive de dia, descansa de noite", um conselho a acatar. João Veiga, como Olos, e Paulo Ribeiro, como Mix, são outros dois desempenhos a realçar, bem como todo o restante elenco secundário, que nos diverte e envolve na acção.


Da competência técnica, à banda sonora cheia de ritmos africanos que nos põem a dançar, passando pela originalidade com que a narrativa é conduzida, Até Ver a Luz deveria ser o filme falado em português - e crioulo - (não é considerado filme português, já que a produção é apenas suíça) obrigatório do ano. Basil da Cunha prova, agora com a sua primeira longa-metragem, o jovem e prometedor talento que tem em si.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Sugestão da Semana #78

Até Ver a Luz, de Basil da Cunha, fez parte da Quinzena dos Realizadores em Cannes, chegou na passada Quinta-feira aos cinemas portugueses e é a Sugestão da Semana do Hoje Vi(vi) um Filme.

ATÉ VER A LUZ

Ficha Técnica:
Título Original: Até Ver a Luz
Realizador: Basil da Cunha
Actores: Pedro Ferreira, João Veiga, Nelson da Cruz Duarte Rodrigues, Paulo Ribeiro
Género: Acção
Classificação: M/16
Duração: 95 minutos

domingo, 26 de maio de 2013

Cannes 2013: Os Vencedores

O 66º Festival de Cannes chegou ao fim, e ficámos há pouco a conhecer os grandes vencedores desta edição. O Júri, presidido pelo realizador Steven Spielberg, atribuiu a Palma de OuroLa Vie d'Adèle, de Abdellatif Kechiche. O filme debruça-se sobre o amor entre duas mulheres - interpretadas por Adèele Exarchopulos e Léa Seydoux.


Bérénice Bejo (Le Passé) e Bruce Dern (Nebraska) arrecadaram os prémios de interpretação e, por sua vez, Amat Escalante foi premiado pelo seu trabalho como realizador de Heli.

Aqui fica a lista completa dos principais vencedores desta 66ª edição do Festival de Cannes:

PALMA DE OURO
La Vie d'Adèle, de Abdellatif Kechiche

GRANDE PRÉMIO
Inside Llewyn Davis, de Ethan Coen e Joel Coen

PRÉMIO DE INTERPRETAÇÃO FEMININA
Bérénice Bejo (Le Passé)

PRÉMIO DE INTERPRETAÇÃO MASCULINA
Bruce Dern (Nebraska)

PRÉMIO DE REALIZAÇÃO
Amat Escalante (Heli)

PRÉMIO DO JÚRI
Tal Pai, Tal Filho, de Hirokazu Kore-eda

PRÉMIO DE ARGUMENTO
Jia Zhang-ke (A Touch of Sin)

PALMA DE OURO PARA MELHOR CURTA-METRAGEM
Safe, de Moon Byoung-Gon

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O Festival de Cannes já começou


Começou na noite de Quarta-feira (dia 15) e tem todas as atenções cinéfilas do mundo centradas em si até dia 26 de Maio. Falo, é claro, do Festival de Cannes, que cumpre este ano a sua 66ª edição. A abrir esteve o muito esperado THE GREAT GATSBY, de Baz Luhrmann - com estreia marcada em Portugal para esta Quinta-feira -, a fechar, o filme de Jérôme Salle, ZULU.


EM COMPETIÇÃO temos diversos títulos, todos eles com temáticas cativantes. São eles:

BEHIND THE CANDELABRA, de Steven Soderbergh

BORGMAN, de Alex Van Warmerdam

GRIGRIS, de Mahamat-Saleh Haroun

HELI, de Amat Escalante

INSIDE LLEWYN DAVIS, de Ethan Coen e Joel Coen

JEUNE & JOLIE (YOUNG & BEAUTIFUL), de François Ozon

JIMMY P. (PSYCHOTHERAPY OF A PLAINS INDIAN), de Arnaud Desplechin

LA GRANDE BELLEZZA (THE GREAT BEAUTY), de Paolo Sorrentino

LA VÉNUS À LA FOURRURE (VENUS IN FUR), de Roman Polanski


LA VIE D'ADÈLE - CHAPITRE 1 & 2 (BLUE IS THE WARMEST COLOUR), de Abdellatif Kechiche

LE PASSÉ (THE PAST), de Asghar Farhadi

MICHAEL KOHLHAAS, de Arnaud Des Pallières

NEBRASKA, de Alexander Payne

ONLY GOD FORGIVES, de Nicolas Winding Refn

ONLY LOVERS LEFT ALIVE, de Jim Jarmusch

SOSHITE CHICHI NI NARU (LIKE FATHER, LIKE SON), de Kore-Eda Hirokazu

THE IMMIGRANT, de James Gray


TIAN ZHU DING (A TOUCH OF SIN), de Jia Zhangke

UN CHÂTEAU EN ITALIE (A CASTLE IN ITALY), de Valeria Bruni Tedeschi

WARA NO TATE (SHIELD OF STRAW), de Takashi Miike
 
As minhas atenções estão especialmente viradas para os novos filmes de Soderbergh, Polanski, Refn, Payne e James Gray, mas todos, no geral, me suscitam interesse.


Na secção UN CERTAIN REGARD - que abre com o novo filme de Sofia Coppola, The Bling Ring -, os filmes são os seguintes: 

AS I LAY DYING, de James Franco


BENDS, de Flora Lau

DAST-NEVESHTEHAA NEMISOOZAND (MANUSCRIPTS DON'T BURN), de Mohammad Rasoulof

DEATH MARCH, de Adolfo Alix Jr.

FRUITVALE STATION, de Ryan Coogler

GRAND CENTRAL, de Rebecca Zlotowski

L'IMAGE MANQUANTE (THE MISSING PICTURE), de Rithy Panh

L'INCONNU DU LAC (STRANGER BY THE LAKE), de Alain Guiraudie

LA JAULA DE ORO, de Diego Quemada-Diez

LES SALAUDS (BASTARDS), de Claire Denis

MIELE, de Valeria Golino

MY SWEET PEPPER LAND, de Hiner Seleem

NORTE, HANGGANAN NG KASAYSAYAN (NORTE, THE END OF HISTORY), de Lav Diaz

OMAR, de Hany Abu-Assad

SARAH PRÉFÈRE LA COURSE (SARAH PREFERS TO RUN), de Chloé Robichaud

THE BLING RING, de Sofia Coppola


TORE TANZT (NOTHING BAD CAN HAPPEN), de Katrin Gebbe

WAKOLDA, de Lucía Puenzo



Por seu lado, as CURTAS-METRAGENS seleccionadas para Cannes este ano são as seguintes:

37°4 S, de Adriano Valerio

BISHTAR AZ DO SAAT (MORE THAN TWO HOURS), de Ali Asgari

CONDOM LEAD, de Mohammed Abunasser (ARAB), Ahmad Abunasser (TARZAN)

HVALFJORDUR (WHALE VALLEY), de Gudmundur Arnar Gudmundsson

INSEKI TO IMPOTENCE (METEORITE + IMPOTENCE), de Omoi Sasaki

MONT BLANC, de Gilles Coulier

OLENA, de Elzbieta Benkowska

OPHELIA, de Annarita Zambrano


SAFE, de Byoung-Gon Moon


Todas as informações sobre o Festival podem ser consultadas AQUI, bem como todos os filmes da selecção oficial.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Festival de Cannes: o Poster

O poster do 66º Festival de Cannes já é conhecido. A ilustrá-lo estão Paul Newman e Joanne Woodward numa imagem do do filme de 1963, A New Kind of Love, de Melville Shavelson.


Depois de no 65º aniversário ter sido Marilyn Monroe a imagem do Festival, nesta edição o eleito foi o casal que "encarna na perfeição o espírito do cinema", palavras da organização.

O Festival de Cannes acontece entre 15 e 26 de Maio na cidade com que lhe dá o nome. O filme de abertura será O Grande Gatsby, de Baz Luhrmann, e Steven Spielberg é o presidente do júri deste ano.