*6.5/10*
Começou a Guerra. Chegou o terceiro e penúltimo filme da saga
The Hunger Games e a fasquia alta deixada pelo segundo capítulo desce agora consideravelmente com
The Hunger Games: A Revolta - Parte 1. O ritmo abranda, mas os ânimos continuam exaltados e a revolta começou sob o contra-ataque - como sempre - cruel do
Capitólio.
Francis Lawrence traz a força de
Katniss Everdeen de volta para agrado dos fãs que aguardarão com entusiasmo o capítulo final desta saga.
Encaremos este mais ou menos tranquilo primeiro capítulo de
The Hunger Games - A Revolta como a estratégia de preparação para a Guerra aberta propriamente dita - apesar da mesma ter início, sem qualquer dúvida, neste filme. O foco agora é a promoção, o
marketing em volta da revolta dos distritos contra o
Capitólio. O importante aqui é motivá-los, fazê-los acreditar na possibilidade de vitória através de uma "imagem de marca": o mimo-gaio
Katniss Everdeen. Será ela e os que a rodeiam e apoiam os principais alvos a abater pelos vilões da história.
Quando
Katniss (
Jennifer Lawrence) destrói os jogos, ela é levada para o
Distrito 13, depois do
Distrito 12 ser destruído. Ali, conhece a
Presidente Coin (
Julianne Moore), que a convence a ser o símbolo da rebelião, enquanto tenta salvar
Peeta (
Josh Hutcherson) do
Capitólio.
Francis Lawrence surpreendeu pela positiva no segundo filme da saga: as emoções ficaram ao rubro, o público sofreu com as personagens. Agora, perto do fim, os ânimos abrandam para preparar toda uma estratégia de como convencer e motivar as massas, onde a televisão volta a ter um papel importante, sendo o único meio de contactar todos os Distritos e uni-los - aqui, a presença da equipa de filmagens, liderada pela realizadora
Cressida (aplausos para a decidida e corajosa
Natalie Dormer, numa personagem algo diferente do habitual e com visual a condizer), que acompanha
Katniss até nos cenários de guerra, é de extrema importância. O tom opressivo reina, como sempre, com ataques grotescos e impiedosos a marcar este início da Guerra, e com a ideia de tortura por parte do
Capitólio sempre a pairar e a semear o medo e o terror.
Lê a crítica completa no Espalha-Factos: "The Hunger Games: A Revolta – Parte 1: A Esperança no Mimo-Gaio"