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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Dia Internacional do Beijo: Os Melhores Beijos de 2017

Como é hábito, no Hoje Vi(vi) um Filme celebramos o Dia Internacional do Beijo com os mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico. De 2017, aqui estão oito beijos que ficaram na memória do público e que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro (nos cinemas portugueses). Um ano marcado tanto por histórias românticas como por beijos muito traiçoeiros. Nada como recordar (e cuidado com os spoilers se não viram os filmes).

La La Land - Melodia de Amor - Mia e Sebastian


Moonlight - Chiron e Kevin



A Bela e o MonstroBelle e o Monstro


Alien: Covenant - David e Walter



Mulher-Maravilha - Diana e Steve Trevor



Lady MacbethKatherine e Sebastian



It - Beverly e Bill



Blade Runner 2049 Agente K e Joi


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Os Melhores do Ano: Top 20 [20º-11º] #2017

2018 já começou mas estamos sempre a tempo de fazer o balanço do ano que terminou. Sobre 2017, o Hoje Vi(vi) um Filme apresenta, como de costume, o seu top 20 (sempre tendo em conta a estreias no circuito comercial de cinema em Portugal ao longo do ano) do que de melhor se fez no cinema.

Aqui ficam os meus eleitos, do 20º ao 11º lugares.

Baseado no livro homónimo de Stephen King, It, realizado por Andy Muschietti, vem relembrar a todos que a maior fraqueza do Homem são os seus medos. Um filme de terror como já se tinha saudades, com um aterrador palhaço como vilão. Muschietti consegue criar um ambiente onde o perigo espreita nas sarjetas e faz-se acompanhar por um balão vermelho, tornando pesado e aterrorizante o dia-a-dia dos protagonistas. As cores fortes e alegres do palhaço contrastam fortemente com o que ele simboliza. Olhos bem abertos e cuidado! É preciso aprender a distinguir o real da alucinação.

Ele Vem à Noite constrói-se em redor da desconfiança permanente em que vive a família protagonista. Perante um inimigo invisível - será algo sobrenatural, a doença ou os humanos? - o estado de alerta é total e a tranquilidade não faz parte do dicionário. Uma única porta dá acesso ao exterior e quem por ali entra deve ser escrutinado até à exaustão. A mínima mudança na rotina pode arruinar a vida da família, que acredita que o perigo espreita entre as árvores da floresta. Ele Vem à Noite pode ser encarado como um retrato psicossocial hiperbolizado (mas não muito) da sociedade ocidentalizada. O medo é o demónio que aterroriza aquela casa e os monstros são cada um dos Homens.

A Força está com Rian Johnson e com Star Wars: Os Últimos Jedi, um filme emotivo desde o início, ou não fosse o último de Carrie Fisher enquanto a eterna Princesa Leia. Por outro lado, neste novo capítulo da saga, Rian Johnson segue um caminho ligeiramente diferente do seu antecessor. Cria excelentes momentos de humor, a par de uma história com bons plot twists e dá profundidade psicológica às personagens, desde as principais às secundárias. São duas horas e meia que passam a voar na sala de cinema mesmo que este seja o capítulo mais longo da saga que, por coincidência, completa 40 anos este ano. É uma excelente forma de comemorar a data.

17. A Cidade Perdida de Z (The Lost City of Z), de James Gray, 2016
James Gray regressou com uma fabulosa história de exploradores. Entre as florestas tropicais, o rio Amazonas, as tribos de índios e os perigos que por ali espreitam, A Cidade Perdida de Z acompanha a jornada de sonhos, lendas e muita força de vontade do inglês Percy Fawcett, no início do século XX. A par das imagens, as interpretações de Charlie HunnamRobert Pattinson adicionam valor a um filme que passou mais despercebido do que merecia.

É neste enredo simples de descoberta da amizade e do amor que surgem temas mais sensíveis como a morte, pedofilia, alcoolismo, toxicodependência, etc. A abordagem é directa e inocente, aos olhos de uma criança, onde o bem e o mal já começam a estar definidos. Cada um dos pequenos órfãos convive à sua maneira com a solidão que sente, bem como a falta de amor paternal, manifestando-o das mais distintas formas, desde a timidez à agressividade. E assim se forma aquela família de órfãos, professores e tutores, onde a felicidade das crianças vem acima de tudo. Ali cultivam-se valores e constroem-se personalidades fortes.

Podia ser uma simples história de amores proibidos mas não é. Está muito longe disso. Há personagens e atitudes sinistras por toda a parte, rituais desconhecidos, todos agem de forma estranha, fazendo-nos temer por Chris, mas, ao mesmo tempo, tratando-o o melhor possível. O telemóvel e a curiosidade do protagonista são duas armas poderosas à medida que o filme avança e que os segredos começam a ser revelados. Foge é um alerta, irónico e sarcástico, mas, igualmente adulto e singular na sua forma e propósito. Uma excelente surpresa na estreia de Jordan Peele na realização. 

Ao longo de mais de duas horas, aceitamos o convite para conhecer este mundo alienado, onde as drogas conduzem a diversão e a adrenalina, e os jovens, quais zombies modernos, passam as noites, sem dormir, sem fraquejar - fraquejos só são admitidos nas coisas do coração. Em transe, seguimos o rumo da história, que, tal como os jovens, não o tem. Acompanhamos conversas ilógicas, tentativas de conquista, sempre ao som da insistente banda sonora, inseparável companheira de festa.

Moonlight é um filme de auto-descoberta, com um argumento que explora a toxicodependência, o bullying e a homossexualidade. O filme de Barry Jenkins apregoa a liberdade de ser escolher e sonhar, para que todos possam brilhar como o luar, sem preconceitos.


Comovente, romântico e sonhador são qualidades do mais recente filme do empenhado Damien Chazelle. Só mesmo o argumento apressado quebra ligeiramente a magia do musical moderno que homenageia os veteranos. No entanto, é fácil deixarmo-nos levar pelas danças, música, nostalgia e, principalmente, pelo casal protagonista: Ryan Gosling e Emma Stone. O La La Land inesquecível chegaria daqui a uns anos, na sua plenitude. 

11. A Criada (Ah-ga-ssi; The Handmaiden), de Park Chan-wook, 2016
Park Chan-wook é surpreendente, assim como a dupla de actrizes que protagonizam A Criada. Um filme subversivo, violento, erótico e provocador, dividido em três partes que nos dão a conhecer a história a partir de diferentes pontos de vista. Surpreendente, viciante e tecnicamente exemplar, como o realizador já nos tem habituado.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Podia Ser Eu #8

A música e o amor são as grandes forças e fraquezas de Sebastian, de La La Land. Ele é um lutador, um sonhador, romântico, humilde e sincero. Mesmo que não partilhemos todas as características, há qualquer coisa nele com que me identifico bastante.


Sebastian, La La Land

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Oscars 2017: Melhor Filme

A cerimónia dos Oscars 2017 está mesmo a chegar e nada como a breve análise do costume aos nomeados. Num ano em que os nomeados para Melhor Filme não foram, certamente, os melhores de 2016, ficaram de fora títulos como o meu tão querido Animais Noturnos. Dos nove filmes na corrida, há especialmente três que mereceriam vencer o grande prémio da noite e dois que nem deviam fazer parte da lista. Aí ficam os nomeados, por ordem de preferência.

É quase o outsider da lista de nomeados e, é quase certo, que não vence. Não deixa, ainda assim, de ser o meu favorito dos nove. O contacto cinematográfico com extra-terrestres tem-se repetido, ao longo dos anos, das mais variadas formas. Contudo, são poucos os que conseguem alcançar a subtileza de Denis Villeneuve. O Primeiro Encontro é um filme sobre a humanidade e a falta de compreensão entre humanos - e extra-terrestres. Vale bem a aventura.

Comovente, romântico e sonhador são qualidades do mais recente filme do empenhado Damien Chazelle. Só mesmo o argumento apressado quebra ligeiramente a magia do musical moderno que homenageia os veteranos. La La Land não deixa apesar disso de reunir um dos melhores casais protagonistas de sempre e um trabalho técnico soberbo.

Praticamente empatado com La La Land nas minhas preferências está MoonlightBarry Jenkins coloca no ecrã uma bela história de vida, com uma realização de génio forte. O filme apregoa a liberdade de ser, escolher e sonhar, para que todos possam brilhar como o luar, sem preconceitos.

Quando deixamos de pertencer à terra onde nascemos ou crescemos, nem os laços familiares podem, por vezes, curar a ferida. Manchester by the Sea faz-nos seguir a trágica família Chandler, e a sua realidade dura e triste. Kenneth Lonergan escreve e filma um drama familiar bem construído, focado essencialmente em dois elementos da mesma família: tio e sobrinho - os dois que restam. 


Hell or High Water - Custe o Que Custar! é uma obra consistente de David Mackenzie, que supera as expectativas. Um retrato cru dos tempos que correm, onde também o elenco em muito contribui para o sucesso do produto final. É mais um outsider na lista de nomeados.

Elementos Secretos realça bem a segregação racial (e mesmo de género) que se vivia ainda nos anos 60, tratando um tema sensível com humor, com os diálogos a assumirem um papel fulcral. Ao mesmo tempo, o filme de Theodore Melfi homenageia três importantes nomes femininos da História da NASA. Actualmente, num momento sociopolítico tão instável e incerto para o ocidente, esta longa-metragem é uma excelente forma de relembrar que a História foi feita por todos.

Vedações traz o teatro ao cinema, mas consegue fazê-lo cativando a plateia que, apesar de estranhar tantas palavras e menos estímulos visuais, vai embrenhar-se da história da família Maxson e segui-la com verdadeiro interesse e preocupação. É muito mais um filme de emoções e sentimentos do que de acontecimentos ou acções, e vive, em especial dos seus actores, com destaque para o casal protagonista Denzel Washington e Viola Davis.

Mel Gibson regressa à realização com O Herói de Hacksaw Ridge onde fé e patriotismo se alistam em conjunto. Entre o drama do religioso objector de consciência, traumatizado desde a infância, e a brutalidade da guerra, o filme parece dividir-se em dois, com ritmos bastante distintos. É claramente um dos mais fracos desta lista.

Sabe-se que o epíteto "baseado numa história verídica" nem sempre é sinónimo de qualidade e Lion - A Longa Estrada para Casa é mais um exemplo disso. Realmente, o argumento do filme tem por base o passado de um homem com muito para contar. Denuncia desigualdades e problemas muito preocupantes no que respeita às crianças indianas, contudo, isso não chega. É o outro elo mais fraco.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Crítica: La La Land - Melodia de Amor (2016)

"I guess I'll see you in the movies."
Sebastian

*8/10*

Damien Chazelle é bom - e frenético - no que faz, mas depois do surpreendente Whiplash, a ideia que se traduziu em La La Land merecia mais tempo para amadurecer. No entanto, é fácil deixarmo-nos levar pelas danças, música, nostalgia e, principalmente, pelo casal protagonista: Ryan Gosling e Emma Stone.

O filme começa como tudo começa em Los Angeles: na auto-estrada. Este é o lugar onde o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) encontra a aspirante a actriz Mia (Emma Stone), pela primeira vez. Sebastian tenta fazer com que as pessoas gostem de jazz tradicional no século XXI. Mia gostava de conseguir chegar ao fim de uma audição. Mas nenhum dos dois espera que o seu fatídico encontro os leve onde nunca poderiam chegar sozinhos.


Este musical dos tempos modernos, saudoso dos clássicos, chega cheio de memórias e um trabalho técnico soberbo. Já o argumento é um tanto banal, surpreendendo-nos com alguns momentos inesperados, mas perdendo-se, por vezes, em diálogos de repetição sem fim. Seria bom seguir a máxima que diz que "um olhar vale mais que mil palavras", mas tal só se aplicou mesmo no final do filme. Ainda assim, deixamo-nos levar pela música e pelo romance, pela melancolia e pelos sonhos a realizar, pelas cores vibrantes que nos transportam para outros tempos - que nunca existiram, afinal - onde o tradicional e o mais moderno se unem numa fusão divertida e arriscada. Guarda-roupa e direcção artística fazem um trabalho excelente no que toca a transportarem-nos para essa modernidade clássica.


Os sonhos comandam a narrativa e os protagonistas, que mereciam mais, brilham no meio do argumento imaturo. Há décadas que não se via um casal com tanta química como Gosling e Stone, que fazem par no cinema pela terceira vez (antes vimo-los juntos em Amor, Estúpido e Louco e Gangster Squad). Excelentes actores, desdobram-se também em cantores e bailarinos e saem-se bem nos três papéis, reforçando o talento que já sabíamos que tinham. A muito expressiva Emma Stone confirma aqui, por completo, o seu talento para a comédia, mostrando ainda como também sabe emocionar nos momentos dramáticos. Ryan Gosling mostra a sua versatilidade, provando como se sabe reinventar e surpreender.


A par da dupla de protagonistas, realização, montagem e direcção de fotografia fazem um trabalho exímio. Chazelle prossegue com o seu modo enérgico de filmar, onde a câmara dança com personagens e figurantes, perseguindo o jazz que o acompanha desde sempre, quer em Whiplash - Nos Limites, (e na curta-metragem homónima), quer na sua primeira longa-metragem, em 2009, Guy and Madeline on a Park Bench. Em La La Land um pouco menos de presença da câmara podia vir em seu benefício já que aqui, os sonhos e a nostalgia deveriam ter um pouco mais de destaque e mereciam ser apreciados com alguma calma. 

O trabalho de fotografia, de Linus Sandgren, compensa, todavia, todos os planos alvoraçados. As cores, o trabalho de luz e sombra iluminam de tal modo La La Land que nos hipnotizam por longos momentos, seja quando Sebastian e Mia dançam juntos em busca do carro dela ou observam as estrelas, ou quando o pianista toca, inspirado, deixando de lado as canções de Natal, ou mesmo quando Mia canta, emocionada, numa audição. A banda sonora de Justin Hurwitz torna ainda mais especial este musical (que nada seria sem o compositor), com temas alegres e difíceis de esquecer.


Comovente, romântico e sonhador são qualidades do mais recente filme do empenhado Damien Chazelle. Só mesmo o argumento apressado quebra ligeiramente a magia do musical moderno que homenageia os veteranos. O La La Land inesquecível chegaria daqui a uns anos, na sua plenitude. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Sugestão da Semana #257

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o tão falado La La Land: Melodia de Amor, de Damien Chazelle, o musical protagonizado por Emma Stone e Ryan Gosling.

LA LA LAND: MELODIA DE AMOR


Ficha Técnica:
Título Original: La La Land
Realizador: Damien Chazelle
Actores: Ryan Gosling, Emma Stone, Rosemarie DeWitt
Género: Comédia, Drama, Musical
Classificação: M/12
Duração: 128 minutos

sábado, 28 de janeiro de 2017

Estreias da Semana #257

Foram oito os filmes que chegaram esta Quinta-feira aos cinemas portugueses. Das seis estreias e duas reposições, destaque para La La Land: Melodia de Amor.

A Desaparecida, o Aleijado e os Trogloditas (2015)
Bone Tomahawk
Velho Oeste (EUA), finais do séc. XIX. A chegada de um forasteiro à cidade de Bright Hope levanta algumas suspeitas aos seus habitantes. Quando é interrogado,  recusa-se a dar explicações e tenta fugir. Desconfiado, o xerife Franklin Hunt dá-lhe um tiro na perna e coloca-o atrás das grades. A enfermeira Samantha O'Dwyer é chamada para tratar dos ferimentos. Na mesma noite, o local é atacado por um bando de selvagens conhecidos pelas suas práticas de canibalismo e, na manhã seguinte, Samantha, o prisioneiro e o guarda prisional são dados como desaparecidos. Hunt decide seguir as pistas e resgatá-los. A seu lado, numa viagem ao inferno na Terra, estarão Chicory, John Brooder e Arthur O'Dwyer, o desconsolado marido de Samantha...

A Mulher Canhota (reposição) (1978)
Die linkshändige Frau
Viagem solitária de uma mulher após decidir separar-se do marido, ficando sozinha com o filho.


Ama-san (2016)
Ama-San é um documentário que segue a vida quotidiana de três mulheres de diferentes idades que, durante 30 anos, mergulharam juntas no mar em redor de uma pequena vila de pescadores na península de Shima, no Japão. Filmado entre o mundo silencioso subaquático e a vida rural em terra, é o retrato de uma tradição que não se espera que sobreviva por muito mais tempo. Em geral, as mulheres que ainda hoje mergulham têm entre 50 e 85 anos de idade e são descendentes de uma tradição que poderá ter 2000 anos.

Aqui Há Gato! (2016)
Nine Lives
Tom Brand (Kevin Spacey) é um bilionário viciado no trabalho, com um estilo de vida que o afastou da família, da sua bela mulher Lara (Jennifer Garner) e da sua filha Rebeca (Malina Weisman). Quando se aproxima a data do aniversário de Rebeca ela faz o mesmo pedido de todos os anos: um gato. Tom detesta gatos, mas não pensou em alternativas e está sem tempo. O GPS leva-o até uma loja de animais mística, recheada de gatos estranhos e exóticos, onde o excêntrico proprietário Felix Perkins (Christopher Walken) lhe apresenta um gato majestoso chamado Sr. Patas Peludas. A caminho da festa de aniversário, Tom tem um acidente terrível. Quando recupera a consciência percebe que ficou preso no corpo do gato. Adoptado pela própria família, começa a experiência de aprendizagem do que é a vida de um animal doméstico. Para ter alguma esperança de regressar à sua família, Tom terá de perceber porque foi colocado nesta situação peculiar e percorrer o longo caminho para merecer a sua existência humana de volta.

As Asas do Desejo (reposição) (1987)
Der Himmel über Berlin
Na Berlim pós-segunda guerra mundial, os anjos Damiel e Cassiel deambulam pela cidade. Invisíveis aos mortais, ouvem, do topo dos edifícios, os seus pensamentos – medos, esperanças, sonhos – tentando confortar as almas que encontram. Mas quando Damiel se apaixona por uma trapezista, dispõe-se a deixar a sua imortalidade para ficar na terra ao seu lado, experimentando pela primeira vez as alegrias e tristezas de cada dia.

La La Land - Melodia de Amor (2016)
La La Land
O filme começa como tudo começa em Los Angeles: na auto-estrada. Este é o lugar onde o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) encontra a aspirante a actriz Mia (Emma Stone), com uma buzinadela de desdém num engarrafamento que espelha o impasse em que navegam as suas vidas. Ambos possuem o tipo de esperanças impossíveis que são a alma da cidade: Sebastian tenta fazer com que as pessoas gostem de jazz tradicional no século XXI. Mia gostava de conseguir chegar ao fim de uma audição. Mas nenhum dos dois espera que o seu fatídico encontro os leve onde nunca poderiam chegar sozinhos. Os seus movimentos, em direcção um do outro e para os seus grandiosos sonhos artísticos, criam um mundo próprio, essencialmente cinematográfico, em La La Land - que com luz, cor, som, música e palavras, viaja directamente para os êxtases da felicidade que perseguimos e ao sofrimento das paixões que nunca iremos superar.

O Divã de Estaline (2016)
Le Divan de Staline
Na residência secreta onde um Estaline nos seus últimos anos de vida descansa alguns dias, o jovem Danilov vem apresentar o projecto de um monumento póstumo à glória do governante. Foi Lidia, a amante do ditador, quem seleccionou o artista e o apresentou a Estaline. Num cenário de medo, suspeição e mentira, Lidia e Danilov jogam o seu destino frente ao tirano.

Resident Evil: Capítulo Final (2017)
Resident Evil: The Final Chapter
A acção recomeça imediatamente após os acontecimentos de Resident Evil: Retaliação. Após a traição de Wesker, a humanidade está a prestes a soltar o último fôlego. Alice regressa ao ponto onde o pesadelo começou - Raccoon City. É lá que a Umbrella Corporation está a reunir as suas forças para um ataque final contra os derradeiros sobreviventes do apocalipse. Numa corrida contra o tempo, Alice vai reunir-se com velhos amigos e conhecer um aliado improvável.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Globos de Ouro 2017: Os Vencedores

A 74.ª edição dos Globos de Ouro acontece na madrugada de Domingo, em Los Angeles. Por aqui, estaremos a actualizar em tempo real os vencedores das categorias de cinema.


Melhor Filme - Drama
O Herói de Hacksaw Ridge
Hell or High Water - Custe o Que Custar
Lion - A Longa Viagem para Casa
Manchester by the Sea
Moonlight

Melhor Actriz - Drama
Amy AdamsO Primeiro Encontro (Arrival)
Jessica ChastainMiss Sloane
Isabelle Huppert, Ela (Elle)
Ruth NeggaLoving
Natalie PortmanJackie

Melhor Actor - Drama
Casey AffleckManchester by the Sea
Joel EdgertonLoving
Andrew GarfieldO Herói de Hacksaw Ridge
Viggo Mortensen, Capitão Fantástico (Captain Fantastic)
Denzel WashingtonVedações (Fences)

Melhor Filme - Comédia ou Musical
Mulheres do Século XX (20th Century Women)
Deadpool
La La Land: Melodia de Amor
Florence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)
Sing Street

Melhor Actriz - Comédia ou Musical
Annette BeningMulheres do Século XX (20th Century Women)
Lily CollinsRules Don't Apply
Hailee SteinfeldEdge of Seventeen
Emma StoneLa La Land: Melodia de Amor
Meryl StreepFlorence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)

Melhor Actor - Comédia ou Musical
Colin FarrellA Lagosta (The Lobster)
Ryan GoslingLa La Land: Melodia de Amor
Hugh GrantFlorence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)
Jonah HillOs Traficantes (War Dogs)
Ryan ReynoldsDeadpool

Melhor Filme de Animação
Kubo e as Duas Cordas (Kubo and the Two Strings)
Vaiana (Moana)
My Life as a Zucchini (Ma vie de Courgette)
Cantar! (Sing!)
Zootrópolis (Zootopia)

Melhor Filme Estrangeiro
Divines
Ela (Elle)
Neruda
O Vendedor (The Salesman)
Toni Erdmann

Melhor Actriz Secundária
Viola Davis, Vedações (Fences)
Naomie HarrisMoonlight
Nicole KidmanLion - A Longa Viagem para Casa
Octavia SpencerElementos Secretos (Hidden Figures)
Michelle WilliamsManchester by the Sea

Melhor Actor Secundário
Mahershala AliMoonlight
Jeff BridgesHell or High Water - Custe o Que Custar
Simon HelbergFlorence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)
Dev PatelLion - A Longa Viagem para Casa
Aaron Taylor JohnsonAnimais Noturnos (Nocturnal Animals)

Melhor Realizador
Damien ChazelleLa La Land: Melodia de Amor
Tom FordAnimais Noturnos (Nocturnal Animals)
Mel Gibson, O Herói de Hacksaw Ridge
Barry JenkinsMoonlight
Kenneth LonerganManchester by the Sea

Melhor Argumento
Damien ChazelleLa La Land: Melodia de Amor
Tom FordAnimais Noturnos (Nocturnal Animals)
Barry JenkinsMoonlight
Kenneth LonerganManchester by the Sea
Taylor SheridanHell or High Water - Custe o Que Custar

Melhor Banda Sonora Original
MoonlightNicholas Brittell
La La Land: Melodia de AmorJustin Hurwitz
O Primeiro Encontro(Arrival), Jóhann Jóhannsson
Lion - A Longa Viagem para CasaDustin O'Halloran e Hauschka
Elementos Secretos (Hidden Figures)Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer

Melhor Canção Original
Can't Stop the FeelingTrolls
City of StarsLa La Land: Melodia de Amor
FaithCantar! (Sing!)
GoldGold
How Far I'll GoVaiana (Moana)

Prémio Cecil B. DeMille
Meryl Streep

Artigo actualizado pela última vez às 4h05.

sábado, 5 de novembro de 2016

Novo trailer de La La Land

O musical La La Land tem um novo trailer. O filme é realizado por Damien Chazelle (Whiplash), e protagonizado por Emma Stone e Ryan Gosling. Já se fala em nomeações para os Oscars.


La La Land tem estreia prevista em Portugal para Janeiro de 2017.