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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Dia Internacional do Beijo: Os Melhores Beijos de 2017

Como é hábito, no Hoje Vi(vi) um Filme celebramos o Dia Internacional do Beijo com os mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico. De 2017, aqui estão oito beijos que ficaram na memória do público e que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro (nos cinemas portugueses). Um ano marcado tanto por histórias românticas como por beijos muito traiçoeiros. Nada como recordar (e cuidado com os spoilers se não viram os filmes).

La La Land - Melodia de Amor - Mia e Sebastian


Moonlight - Chiron e Kevin



A Bela e o MonstroBelle e o Monstro


Alien: Covenant - David e Walter



Mulher-Maravilha - Diana e Steve Trevor



Lady MacbethKatherine e Sebastian



It - Beverly e Bill



Blade Runner 2049 Agente K e Joi


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Os Melhores do Ano: Top 20 [20º-11º] #2017

2018 já começou mas estamos sempre a tempo de fazer o balanço do ano que terminou. Sobre 2017, o Hoje Vi(vi) um Filme apresenta, como de costume, o seu top 20 (sempre tendo em conta a estreias no circuito comercial de cinema em Portugal ao longo do ano) do que de melhor se fez no cinema.

Aqui ficam os meus eleitos, do 20º ao 11º lugares.

Baseado no livro homónimo de Stephen King, It, realizado por Andy Muschietti, vem relembrar a todos que a maior fraqueza do Homem são os seus medos. Um filme de terror como já se tinha saudades, com um aterrador palhaço como vilão. Muschietti consegue criar um ambiente onde o perigo espreita nas sarjetas e faz-se acompanhar por um balão vermelho, tornando pesado e aterrorizante o dia-a-dia dos protagonistas. As cores fortes e alegres do palhaço contrastam fortemente com o que ele simboliza. Olhos bem abertos e cuidado! É preciso aprender a distinguir o real da alucinação.

Ele Vem à Noite constrói-se em redor da desconfiança permanente em que vive a família protagonista. Perante um inimigo invisível - será algo sobrenatural, a doença ou os humanos? - o estado de alerta é total e a tranquilidade não faz parte do dicionário. Uma única porta dá acesso ao exterior e quem por ali entra deve ser escrutinado até à exaustão. A mínima mudança na rotina pode arruinar a vida da família, que acredita que o perigo espreita entre as árvores da floresta. Ele Vem à Noite pode ser encarado como um retrato psicossocial hiperbolizado (mas não muito) da sociedade ocidentalizada. O medo é o demónio que aterroriza aquela casa e os monstros são cada um dos Homens.

A Força está com Rian Johnson e com Star Wars: Os Últimos Jedi, um filme emotivo desde o início, ou não fosse o último de Carrie Fisher enquanto a eterna Princesa Leia. Por outro lado, neste novo capítulo da saga, Rian Johnson segue um caminho ligeiramente diferente do seu antecessor. Cria excelentes momentos de humor, a par de uma história com bons plot twists e dá profundidade psicológica às personagens, desde as principais às secundárias. São duas horas e meia que passam a voar na sala de cinema mesmo que este seja o capítulo mais longo da saga que, por coincidência, completa 40 anos este ano. É uma excelente forma de comemorar a data.

17. A Cidade Perdida de Z (The Lost City of Z), de James Gray, 2016
James Gray regressou com uma fabulosa história de exploradores. Entre as florestas tropicais, o rio Amazonas, as tribos de índios e os perigos que por ali espreitam, A Cidade Perdida de Z acompanha a jornada de sonhos, lendas e muita força de vontade do inglês Percy Fawcett, no início do século XX. A par das imagens, as interpretações de Charlie HunnamRobert Pattinson adicionam valor a um filme que passou mais despercebido do que merecia.

É neste enredo simples de descoberta da amizade e do amor que surgem temas mais sensíveis como a morte, pedofilia, alcoolismo, toxicodependência, etc. A abordagem é directa e inocente, aos olhos de uma criança, onde o bem e o mal já começam a estar definidos. Cada um dos pequenos órfãos convive à sua maneira com a solidão que sente, bem como a falta de amor paternal, manifestando-o das mais distintas formas, desde a timidez à agressividade. E assim se forma aquela família de órfãos, professores e tutores, onde a felicidade das crianças vem acima de tudo. Ali cultivam-se valores e constroem-se personalidades fortes.

Podia ser uma simples história de amores proibidos mas não é. Está muito longe disso. Há personagens e atitudes sinistras por toda a parte, rituais desconhecidos, todos agem de forma estranha, fazendo-nos temer por Chris, mas, ao mesmo tempo, tratando-o o melhor possível. O telemóvel e a curiosidade do protagonista são duas armas poderosas à medida que o filme avança e que os segredos começam a ser revelados. Foge é um alerta, irónico e sarcástico, mas, igualmente adulto e singular na sua forma e propósito. Uma excelente surpresa na estreia de Jordan Peele na realização. 

Ao longo de mais de duas horas, aceitamos o convite para conhecer este mundo alienado, onde as drogas conduzem a diversão e a adrenalina, e os jovens, quais zombies modernos, passam as noites, sem dormir, sem fraquejar - fraquejos só são admitidos nas coisas do coração. Em transe, seguimos o rumo da história, que, tal como os jovens, não o tem. Acompanhamos conversas ilógicas, tentativas de conquista, sempre ao som da insistente banda sonora, inseparável companheira de festa.

Moonlight é um filme de auto-descoberta, com um argumento que explora a toxicodependência, o bullying e a homossexualidade. O filme de Barry Jenkins apregoa a liberdade de ser escolher e sonhar, para que todos possam brilhar como o luar, sem preconceitos.


Comovente, romântico e sonhador são qualidades do mais recente filme do empenhado Damien Chazelle. Só mesmo o argumento apressado quebra ligeiramente a magia do musical moderno que homenageia os veteranos. No entanto, é fácil deixarmo-nos levar pelas danças, música, nostalgia e, principalmente, pelo casal protagonista: Ryan Gosling e Emma Stone. O La La Land inesquecível chegaria daqui a uns anos, na sua plenitude. 

11. A Criada (Ah-ga-ssi; The Handmaiden), de Park Chan-wook, 2016
Park Chan-wook é surpreendente, assim como a dupla de actrizes que protagonizam A Criada. Um filme subversivo, violento, erótico e provocador, dividido em três partes que nos dão a conhecer a história a partir de diferentes pontos de vista. Surpreendente, viciante e tecnicamente exemplar, como o realizador já nos tem habituado.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Oscars 2017: Melhor Filme

A cerimónia dos Oscars 2017 está mesmo a chegar e nada como a breve análise do costume aos nomeados. Num ano em que os nomeados para Melhor Filme não foram, certamente, os melhores de 2016, ficaram de fora títulos como o meu tão querido Animais Noturnos. Dos nove filmes na corrida, há especialmente três que mereceriam vencer o grande prémio da noite e dois que nem deviam fazer parte da lista. Aí ficam os nomeados, por ordem de preferência.

É quase o outsider da lista de nomeados e, é quase certo, que não vence. Não deixa, ainda assim, de ser o meu favorito dos nove. O contacto cinematográfico com extra-terrestres tem-se repetido, ao longo dos anos, das mais variadas formas. Contudo, são poucos os que conseguem alcançar a subtileza de Denis Villeneuve. O Primeiro Encontro é um filme sobre a humanidade e a falta de compreensão entre humanos - e extra-terrestres. Vale bem a aventura.

Comovente, romântico e sonhador são qualidades do mais recente filme do empenhado Damien Chazelle. Só mesmo o argumento apressado quebra ligeiramente a magia do musical moderno que homenageia os veteranos. La La Land não deixa apesar disso de reunir um dos melhores casais protagonistas de sempre e um trabalho técnico soberbo.

Praticamente empatado com La La Land nas minhas preferências está MoonlightBarry Jenkins coloca no ecrã uma bela história de vida, com uma realização de génio forte. O filme apregoa a liberdade de ser, escolher e sonhar, para que todos possam brilhar como o luar, sem preconceitos.

Quando deixamos de pertencer à terra onde nascemos ou crescemos, nem os laços familiares podem, por vezes, curar a ferida. Manchester by the Sea faz-nos seguir a trágica família Chandler, e a sua realidade dura e triste. Kenneth Lonergan escreve e filma um drama familiar bem construído, focado essencialmente em dois elementos da mesma família: tio e sobrinho - os dois que restam. 


Hell or High Water - Custe o Que Custar! é uma obra consistente de David Mackenzie, que supera as expectativas. Um retrato cru dos tempos que correm, onde também o elenco em muito contribui para o sucesso do produto final. É mais um outsider na lista de nomeados.

Elementos Secretos realça bem a segregação racial (e mesmo de género) que se vivia ainda nos anos 60, tratando um tema sensível com humor, com os diálogos a assumirem um papel fulcral. Ao mesmo tempo, o filme de Theodore Melfi homenageia três importantes nomes femininos da História da NASA. Actualmente, num momento sociopolítico tão instável e incerto para o ocidente, esta longa-metragem é uma excelente forma de relembrar que a História foi feita por todos.

Vedações traz o teatro ao cinema, mas consegue fazê-lo cativando a plateia que, apesar de estranhar tantas palavras e menos estímulos visuais, vai embrenhar-se da história da família Maxson e segui-la com verdadeiro interesse e preocupação. É muito mais um filme de emoções e sentimentos do que de acontecimentos ou acções, e vive, em especial dos seus actores, com destaque para o casal protagonista Denzel Washington e Viola Davis.

Mel Gibson regressa à realização com O Herói de Hacksaw Ridge onde fé e patriotismo se alistam em conjunto. Entre o drama do religioso objector de consciência, traumatizado desde a infância, e a brutalidade da guerra, o filme parece dividir-se em dois, com ritmos bastante distintos. É claramente um dos mais fracos desta lista.

Sabe-se que o epíteto "baseado numa história verídica" nem sempre é sinónimo de qualidade e Lion - A Longa Estrada para Casa é mais um exemplo disso. Realmente, o argumento do filme tem por base o passado de um homem com muito para contar. Denuncia desigualdades e problemas muito preocupantes no que respeita às crianças indianas, contudo, isso não chega. É o outro elo mais fraco.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Sugestão da Semana #258

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana recomenda Moonlight, de Barry Jenkins. Podes ler ou reler a crítica do Hoje Vi(vi) um Filme aqui.

MOONLIGHT


Ficha Técnica:
Título Original: Moonlight
Realizador: Barry Jenkins
Actores: Naomi Harris, Mahershala AliAlex R. Hibbert, Ashton Sanders, Trevante Rhodes
Género: Drama
Classificação: M/16
Duração: 111 minutos

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Estreias da Semana #258

Esta Quinta-feira, chegaram aos cinemas portugueses cinco novos filmes. O maior destaque das estreias vai para Moonlight, de Barry Jenkins.

Elementos Secretos (2016)
Hidden Figures
Dorothy Vaughn, Mary Jackson e Katherine Johnson fazem parte da equipa de mulheres afro-americanas que fornece dados matemáticos vitais para o lançamento das primeiras missões espaciais por parte da NASA, mas é mantida na sombra e impedida de receber o reconhecimento devido pelo seu trabalho.

Fragmentado (2017)
Split
Kevin evidenciou ter 23 personalidades durante as consultas com a Dra. Fletcher (Betty Buckley), a seu psiquiatra de confiança. Mesmo assim, continua a existir uma ainda submersa, programada para se materializar e dominar todos as outras. Compelido a raptar três adolescentes que esconde na cave, Kevin inicia uma guerra pela sobrevivência entre as personalidades nele contidas, enquanto a sua sanidade se desmorona cada vez mais.

Seguimos Chiron ao longo de três momentos da sua vida: em criança, adolescente e jovem adulto. O protagonista cresce num bairro problemático de Miami, onde o tráfico de droga é uma constante. Vive com a mãe, sofre de bullying na escola e luta por encontrar o seu lugar no mundo.

Patriots Day - Unidos por Boston (2016)
Patriots Day
Relato das acções de Ed Davis, Comissário da Polícia de Boston, nos dias que antecederam o atentado bombista na Maratona de Boston, em 2013, e após a tragédia, incluindo a gigantesca caça ao homem levada a cabo para descobrir os terroristas responsáveis.

Uma Discussão Com 50 Anos (2014)
The 50 Year Argument
O documentário navega pelas ondas da história literária, política e cultural traçadas pelo The New York Review of Books, o principal jornal de ideias da América durante mais de 50 anos. Provocador, idiossincrático e incendiário, o filme une material de arquivo raramente visto, entrevistas de autores que contribuíram para a publicação e trechos de textos da autoria de ícones como James Baldwin, Gore Vidal e Joan Didion, juntamente com material original filmado nos escritórios da NYRB em West Village.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Crítica: Moonlight (2016)

"In moonlight, black boys look blue. You're blue"
Old lady
*8/10*

Barry Jenkins
coloca no ecrã uma bela história de vida, com uma realização de génio forte. Marcante e atordoante, a câmara do realizador transporta-nos para um filme que de comercial e hollywoodesco só tem o argumento e, mesmo aí, quebra tabus. Falo de Moonlight, um trabalho rigoroso, que faz realizador e actores brilharem ao luar.

Uma vida em três actos é a proposta de Jenkins, baseada na peça In Moonlight Black Boys Look Blue, de Tarell Alvin McCraney, que nunca chegou a ser produzida, e cujo título surge nas linhas de diálogo de Moonlight.


Seguimos Chiron ao longo de três momentos da sua vida: em criança, adolescente e jovem adulto. O protagonista cresce num bairro problemático de Miami, onde o tráfico de droga é uma constante. Vive com a mãe, sofre de bullying na escola e luta por encontrar o seu lugar no mundo.

Moonlight é um filme de auto-descoberta, com um argumento que explora a toxicodependência, o bullying e a homossexualidade. Não sendo a narrativa muito original, trata os dois primeiros assuntos de forma cruel e exímia, com a experiência do próprio realizador, que cresceu com uma mãe viciada em droga, a traduzir-se numa muito realista relação mãe-filho. Barry Jenkins aborda igualmente sem rodeios a temática do bullying e só é pena que não tenha sido tão directo no que à homossexualidade diz respeito. Ainda assim, o tema é introduzido através de uma óptima introspecção dos actores. Subtil, mas eficaz - especialmente para Hollywood.


Contudo, é tecnicamente que Moonlight se ilumina. A realização que recorre frequentemente à hand-held camera persegue as personagens e faz-nos entrar nos seus sentimentos e sensações. Jenkins arrisca nos planos sequência estonteantes, nas cores hipnóticas, fazendo-nos sentir medo ou desnorte. Ao mesmo tempo, a direcção de fotografia tira o melhor partido das cores e da noite, com o luar a iluminar o bom trabalho de James Laxton, e a inesperada banda sonora transporta-nos para uma realidade intemporal num excelente trabalho de Nicholas Britell.


O elenco é outra força do filme, com os secundários a destacarem-se: Naomi Harris tem uma interpretação atordoante como Paula, com uma degradação física e psicológica imensa ao longo do filme; e Mahershala Ali faz-se notar, numa prestação muito emotiva na pele de Juan. O casting foi também certeiro no que toca aos três actores que interpretam ChironAlex R. Hibbert, o mais jovem e estreante nas lides da representação, oferece-nos um Chiron solitário, revoltado e assustado. Por sua vez, Ashton Sanders reforça a revolta contra o mundo, mas intensifica a auto-descoberta típica da adolescência. Trevante Rhodes, o Chiron mais velho, mantém as suas principais características em criança, com muito mais independência, coragem e controlo.

Moonlight apregoa a liberdade de ser, escolher e sonhar, para que todos possam brilhar como o luar, sem preconceitos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Globos de Ouro 2017: Os Vencedores

A 74.ª edição dos Globos de Ouro acontece na madrugada de Domingo, em Los Angeles. Por aqui, estaremos a actualizar em tempo real os vencedores das categorias de cinema.


Melhor Filme - Drama
O Herói de Hacksaw Ridge
Hell or High Water - Custe o Que Custar
Lion - A Longa Viagem para Casa
Manchester by the Sea
Moonlight

Melhor Actriz - Drama
Amy AdamsO Primeiro Encontro (Arrival)
Jessica ChastainMiss Sloane
Isabelle Huppert, Ela (Elle)
Ruth NeggaLoving
Natalie PortmanJackie

Melhor Actor - Drama
Casey AffleckManchester by the Sea
Joel EdgertonLoving
Andrew GarfieldO Herói de Hacksaw Ridge
Viggo Mortensen, Capitão Fantástico (Captain Fantastic)
Denzel WashingtonVedações (Fences)

Melhor Filme - Comédia ou Musical
Mulheres do Século XX (20th Century Women)
Deadpool
La La Land: Melodia de Amor
Florence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)
Sing Street

Melhor Actriz - Comédia ou Musical
Annette BeningMulheres do Século XX (20th Century Women)
Lily CollinsRules Don't Apply
Hailee SteinfeldEdge of Seventeen
Emma StoneLa La Land: Melodia de Amor
Meryl StreepFlorence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)

Melhor Actor - Comédia ou Musical
Colin FarrellA Lagosta (The Lobster)
Ryan GoslingLa La Land: Melodia de Amor
Hugh GrantFlorence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)
Jonah HillOs Traficantes (War Dogs)
Ryan ReynoldsDeadpool

Melhor Filme de Animação
Kubo e as Duas Cordas (Kubo and the Two Strings)
Vaiana (Moana)
My Life as a Zucchini (Ma vie de Courgette)
Cantar! (Sing!)
Zootrópolis (Zootopia)

Melhor Filme Estrangeiro
Divines
Ela (Elle)
Neruda
O Vendedor (The Salesman)
Toni Erdmann

Melhor Actriz Secundária
Viola Davis, Vedações (Fences)
Naomie HarrisMoonlight
Nicole KidmanLion - A Longa Viagem para Casa
Octavia SpencerElementos Secretos (Hidden Figures)
Michelle WilliamsManchester by the Sea

Melhor Actor Secundário
Mahershala AliMoonlight
Jeff BridgesHell or High Water - Custe o Que Custar
Simon HelbergFlorence, Uma Diva Fora de Tom (Florence Foster Jenkins)
Dev PatelLion - A Longa Viagem para Casa
Aaron Taylor JohnsonAnimais Noturnos (Nocturnal Animals)

Melhor Realizador
Damien ChazelleLa La Land: Melodia de Amor
Tom FordAnimais Noturnos (Nocturnal Animals)
Mel Gibson, O Herói de Hacksaw Ridge
Barry JenkinsMoonlight
Kenneth LonerganManchester by the Sea

Melhor Argumento
Damien ChazelleLa La Land: Melodia de Amor
Tom FordAnimais Noturnos (Nocturnal Animals)
Barry JenkinsMoonlight
Kenneth LonerganManchester by the Sea
Taylor SheridanHell or High Water - Custe o Que Custar

Melhor Banda Sonora Original
MoonlightNicholas Brittell
La La Land: Melodia de AmorJustin Hurwitz
O Primeiro Encontro(Arrival), Jóhann Jóhannsson
Lion - A Longa Viagem para CasaDustin O'Halloran e Hauschka
Elementos Secretos (Hidden Figures)Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer

Melhor Canção Original
Can't Stop the FeelingTrolls
City of StarsLa La Land: Melodia de Amor
FaithCantar! (Sing!)
GoldGold
How Far I'll GoVaiana (Moana)

Prémio Cecil B. DeMille
Meryl Streep

Artigo actualizado pela última vez às 4h05.