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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

#MeToo... but not this way

Sou mulher e, como a maioria (senão a totalidade) do sexo feminino, tenho várias razões para me juntar ao movimento #MeToo. Ainda assim, não pretendo defendê-lo nas proporções que tem tomado, onde se julgam pessoas em praça pública e a presunção de inocência a que todos têm direito é totalmente esquecida.


Todos se lembram onde o movimento começou: Harvey Weinstein. Após muitas décadas de opressão, as mulheres colocaram o medo de lado e denunciaram abusos por parte do produtor cinematográfico. Os nomes mais sonantes envolvidos são os de Rose McGowan, Ashley Judd, Jessica Barth, Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Cara Delevingne ou Lea Seydoux.

Depois do tiro de partida, muitas mais acusações surgiram: Brett Ratner, Bill Cosby, John Lasseter, Dustin Hoffman, James Toback, Kevin Spacey... Com Spacey o caso tomou proporções especialmente marcantes. O actor foi afastado de House of Cards e substituído, a poucas semanas da estreia, por Christopher Plummer em Todo o Dinheiro do Mundo. E começa aqui a questão: onde fica a linha que separa o pessoal do profissional? Kevin Spacey é um dos melhores actores da sua geração e não são acusações de assédio que podem apagar esse facto. Alfred Hitchcock assediava a maior parte das suas actrizes e continua a ser o mestre do suspense...


No evoluir das polémicas e com o surgimento do #MeToo e do #TimesUp, Dylan Farrow lembrou-se que seria excelente altura para voltar a acusar Woody Allen de abuso sexual. O cineasta foi investigado na época das acusações nos anos 90 e nada ficou provado, sendo o mais provável que tudo não passasse de uma invenção de Dylan, na época com sete anos, potenciada pela pressão de Mia Farrow. De tempos a tempos, esta história volta à ribalta, com Dylan, agora com 32 anos, a acreditar verdadeiramente no que diz. Todavia, de repente, a cobardia tomou conta de Hollywood e mesmo quem já foi investigado e tido como inocente passa a ser julgado e condenado, sem provas, pelos seus pares e opinião pública - que, como sempre, tem dois pesos e duas medidas. E já nem falemos do caso Polanski e dos seus apoiantes (Mia Farrow, por exemplo...) e oponentes, num contexto completamente diferente de Woody Allen.

Woody Allen é mesmo o caso mais dramático, com actores com quem trabalhou a distanciarem-se do cineasta: Rebecca Hall, Timothée Chalamet, Colin Firth, Mira Sorvino (ganhou um Oscar à conta dele), Greta Gerwig, Natalie Portman (que tem tido outras saídas infelizes), Rachel BrosnahanDavid KrumholtzEllen Page. Todos trabalharam com ele depois das acusações e das investigações, todos se lembraram agora que era excelente ideia virar-lhe costas e insinuar a sua culpa, mais de 20 anos depois dos investigadores o terem ilibado. Para juntar a tudo isto, o próximo filme de Woody Allen, A Rainy Day in New York, pode estar em risco de ter estreia comercial. Está tudo louco!


Não quero deixar de ver os meus cineastas favoritos nos cinemas por acusações que já foram investigadas há mais de duas décadas e onde não existiu crime. Um grupo de feministas queria que retirassem uma estátua de Allen de Oviedo. Santa ignorância! Tragam-ma aqui para casa, já que não a querem. Tantos direitos pelos quais lutamos e agora este medo desmedido faz-nos negá-los aos nossos semelhantes? Chega a ser tudo ridículo. Ver Woody Allen, o realizador que tantos elogios à mulher tem feito nos seus filmes, que constrói personagens femininas fortes e inesquecíveis, ser mal tratado desta forma por Hollywood e não só, é revoltante!

Voltando ao assédio propriamente dito. É sabido que é o Poder que coloca o agressor em vantagem em relação à vítima, e certo é também que a maioria dos primeiros são homens e das segundas mulheres. É verdade também que esta "revolução" tem feito muito pelas mulheres que perderam o medo e finalmente se sentem seguras para denunciar os seus agressores. Mas o aproveitamento mediático que se está a fazer da situação não pode continuar. Seja pelas demonstrações de apoio que nada acrescentam (todos vestidos de preto, para quê?), seja pela multiplicidade de acusações que se sucederam em tom de aproveitamento, sem provas ou com casos muito mal explicados, e a consequente ruína da carreira dos acusados. Olhemos para James Franco e para o momento em que surgiram as acusações contra si: logo depois de vencer o Globo de Ouro de Melhor Actor de Comédia. Tudo o que se seguiu foi o afastamento do actor na corrida aos prémios com a sua melhor interpretação de sempre. De repente, já ninguém lhe reconhece talento nem ao seu filme Um Desastre de Artista. É justo? Para mim, não é.


Feminismo não é acusar qualquer homem que respire ou qualquer mulher que goste de se vestir como quer. Mais recentemente, Jennifer Lawrence foi criticada pelo vestido que usou em fotos com os actores de Agente Vermelha (Red Sparrow) por ser bastante revelador e estar muito frio. A batalha que tem levado a cabo no que respeita a igualdade salarial em Hollywood não parece ter servido de muito aos puritanos (ou invejosos?) que preferem criticar as escolhas e gosto de uma mulher adulta e independente. Já não se pode ser mulher.

Também já ninguém pode abrir a boca se tiver uma opinião ligeiramente diferente da maioria, a liberdade de expressão é só para alguns, no que toca a estes temas. Matt Damon e Quentin Tarantino são os casos mais flagrantes de quem não mediu as palavras e foi mal interpretado e, ainda que os ânimos estejam menos agitados, Tarantino já parecia começar a ter problemas com o próximo filme. Eu quero continuar a ver o mestre Tarantino no cinema!

Na Europa, Catherine Deneuve e Brigitte Bardot vieram manifestar o seu ponto de vista (bastante menos radical e mais da velha guarda) e foram imediatamente abalroadas por movimentos feministas. Michael Haneke ainda deve ser dos poucos cuja opinião não é tão contestada. Falou, e bem, sobre o que se passa actualmente e só lhe posso dar razão. Critica o "total rancor sem qualquer reflexão e uma raiva cega, não baseada em factos, mas que destrói as vidas de pessoas cujos crimes não foram provados". É isto que tenho vindo a defender em conversas acesas com amigos ou conhecidos, desde Outubro passado.

Estou farta de lutos hipócritas, de manifestações pouco solidárias, de julgamentos em praça pública, de quererem eliminar da História do Cinema e da Televisão nomes que tanto têm feito pelas suas artes. Sou feminista, concordo que o assédio tem de ser punido e que a igualdade entre sexos deveria ser um direito adquirido.

Não podemos deixar que banalizem um assunto tão sério. E é isso que está a acontecer. Há que lutar por justiça, para as vítimas e para os que estão a ser acusados injustamente. Há que clamar por bom senso e não deixar que a História do Cinema (ou Televisão, ou Teatro) seja destruída em actos de raiva e cobardia.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Crítica: Roda Gigante / Wonder Wheel (2017)

"When it comes to love we all turn out to be our own worst enemy." 
Ginny


*7/10*

Woody Allen mantém a inspiração mediana, mas continua a oferecer às actrizes papéis de garra e extremamente emocionais. Desta vez, contudo, o visual do filme eleva-o a um estatuto de que já tínhamos saudades.


O realizador entra literalmente num mundo de fantasia ou não estivéssemos num parque de diversões junto à praia. No entanto, a história não é especialmente fantasiosa: as vidas de quatro personagens cruzam-se no meio da agitação do Parque de Diversões de Coney Island, nos anos 50. Ginny (Kate Winslet) é uma emocionalmente volátil ex-actriz que trabalha agora como empregada de mesa numa marisqueira; Humpty (Jim Belushi) é o severo marido de Ginny e operador de carrossel; Mickey (Justin Timberlake) é um bonito nadador-salvador que sonha ser dramaturgo; e Carolina (Juno Temple) é a filha de Humpty, que se esconde de gangsters no apartamento do pai. 

Os temas habituais na obra de Woody Allen regressam: traição, sonhos desfeitos, paixões impossíveis. Há novamente ligações ao teatro e à interpretação, há a máxima de "o amor não escolhe idades", há adultério, resignação e até mafiosos. Há ainda uma jovem personagem que quebra a já instável rotina da personagem principal, um filho pré-adolescente com tendências pirómanas - um dos melhores elementos de humor.


Tão teatral como os seus personagens, Roda Gigante é expansivo - com Kate Winslet a dominar o ecrã, emotiva e radiosa -, com bons momentos de humor e o estilo do realizador a imperar. O texto chega a ser denso, a roçar o repetitivo, e torna-se, por vezes, um ponto fraco na acção, que não avança. Mas o grande trunfo da longa-metragem reside no director de fotografia: o veterano Vittorio Storaro pinta quadros de emoções com as cores brilhantes, luminosas ou néon que iluminam cenários e actores. Mais do que as expressões faciais, a cor faz-nos ler sentimentos nas mentes das personagens. Também a direcção artística é fabulosa ao retratar a década de 50, sendo que a viagem no tempo é inevitável.


Woody Allen, fiel a si, vai, aos poucos, chamando a magia que caracterizou a sua obra ao longo de alguns anos. Ainda longe do seu auge, o cineasta recupera em Roda Gigante algum do brilho que o caracteriza, mas ainda sabe a pouco.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Lisbon & Sintra Film Festival'17: Programação

O Lisbon & Sintra Film Festival começa no dia 17 e prolonga-se até 26 de Novembro em Lisboa e Sintra. Serão exibidos mais de 180 filmes e entre os convidados desta edição estão nomes como Isabelle Huppert, David Cronenberg, Robert Pattinson, Abel Ferrara e Willem Dafoe, entre muitos outros, fora os que ainda poderão aparecer.


Na Selecção Oficial - Em Competição, encontram-se 13 longas-metragens: Cocote, de Nelson​ ​Carlo​ ​de​ ​Los​ ​Santos, Geu-Hu ​(The Day After), de​ ​Hong​ ​Sangsoo, How to Talk to Girls at Parties, de ​John​ ​Cameron​ ​Mitchell, La Libertad del Diablo, de Everardo​ ​González, Lerd​ ​(A Man of Integrity)​, de Mohammad​ ​Rasoulof, Les Gardiennes, de Xavier​ ​Beauvois, Lucky, de​​ ​John​ ​Carroll​ ​Lynch, Šerkšnas (Frost), de Sharunas​ ​Bartas, Tesnota (Closeness), de ​Kantemir​ ​Balagov, Verão Danado, de Pedro Cabeleira, e Western, de ​Valeska​ ​Grisebach.

Também na Selecção Oficial mas Fora de Competição estão filmes muito esperados como A Hora mais Negra, de​​ ​Joe​ ​Wright, First Reformed, de Paul​ ​Schrader, I Love You, Daddy, do agora tão polémico ​Louis​ ​C.K., It Comes at Night, de Trey​ ​Edward​ ​Shults, Last Flag Flying, de Richard​ ​Linklater, Mektoub, My Love: Canto Uno, de Abdellatif​ ​Kechiche, ou Roda Gigante, de Woody Allen.


Para além das primeiras novidades anunciadas em Junho passado, sabemos agora que os artistas alvo de homenagens e retrospectivas são Isabelle Huppert, Abel Ferrara, Alain Tanner, Julian Schnabel, João Mário Grilo, José Vieira e Peter Brook.

O realizador pioneiro de uma filmografia dedicada à emigração - em especial aos portugueses que partiram para França nos anos 60 -, José Vieira, terá direito a uma Retrospectiva da sua obra no festival, onde marcará presença. Souvenirs d'un Futur RadieuxOs EmigrantesO Pão que o Diabo AmassouLe Bateau en Carton e A Ilha dos Ausentes são alguns dos títulos exibidos no LEFFEST

Nas sessões especiais, destaque para o Foco Mathieu Amalric, com​ ​a​ ​presença​ ​do​ ​realizador, e para The Exorcist Revisited que conta com a exibição do clássico do terror de William Friedkin, de 1973, O Exorcista, e com o documentário The Devil and the Father Amorth, onde o realizador conhece o Padre Gabriele Amorth, conhecido como "o exorcista do Vaticano", filmando o seu nono exorcismo.

O actor Robert Pattinson marcará presença no LEFFEST'17, no dia 23 de Novembro, para uma conversa com o público e com o escritor Don DeLillo, após a exibição do filme Cosmopolis, no Centro Cultural Olga Cadaval. A 25 de Novembro, o actor vem ao Monumental para uma sessão Q&A após a projecção de Good Time, dos irmãos Safdie.

No Teatro, o público do LEFFEST terá a oportunidade de assistir a Battlefield​,​ de​ ​Peter​ ​Brook​ ​e​ ​Marie-Hélène​ ​Estienne, Ensaio para uma Cartografia, de Mónica​ ​Calle, e Colecção de Amantes, de Raquel André.


Para conhecer o programa completo do Lisbon & Sintra Film Festival e horários é só consultar o site http://www.leffest.com ou o facebook do festival https://www.facebook.com/leffest/.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Sugestão da Semana #243

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o mais recente filme de Woody Allen, Cafe Society, protagonizado por Jesse Eisenberg e Kristen Stewart.

CAFE SOCIETY


Ficha Técnica:
Título Original: Cafe Society
Realizador: Woody Allen
Actores: Jesse Eisenberg, Kristen Stewart, Blake Lively, Steve Carell
Género: Comédia, Drama, Romance
Classificação: M/12
Duração: 96 minutos

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Primeiro trailer de Café Society

Foi finalmente revelado o primeiro trailer do novo filme de Woody Allen, Café Society. A longa-metragem, protagonizada por Kristen Stewart, Jesse Eisenberg, Blake Lively e Steve Carell, tem estreia marcada na abertura do Festival de Cannes.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Podia Ser Eu #3

Voamos para Woody Allen, desta vez, com Judy Davis ao comando.


ROBIN SIMON, Celebridades (Celebrity)


PS: Não encontro clips da personagem... Vejam o filme.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Sugestão da Semana #186

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o novo filme de Woody Allen, Homem Irracional, protagonizado por Joaquin Phoenix e Emma Stone.

HOMEM IRRACIONAL


Ficha Técnica:
Título Original: Irrational Man
Realizador: Woody Allen
Actores: Emma Stone, Joaquin Phoenix, Jamie Blackley, Parker Posey
Género: Drama, Mistério
Classificação: M/12
Duração: 95 minutos

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Sugestão da Semana #132

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana não pode deixar de destacar Magia ao Luar. Tudo porque é Woody Allen e, melhor ou pior, é sempre obrigatório.

MAGIA AO LUAR

Ficha Técnica:
Título Original: Magic in the Moonlight
Realizador: Woody Allen
Actores:  Colin Firth, Emma Stone, Marcia Gay HardenJacki WeaverHamish Linklater
Género: Comédia, Romance
Classificação: M/12
Duração: 97 minutos

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Sugestão da Semana #81

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana recai sobre o novo filme de Woody Allen, protagonizado por Cate Blanchett.

BLUE JASMINE

Ficha Técnica:
Título Original: Blue Jasmine
Realizador: Woody Allen
Actores:  Cate Blanchett, Alec Baldwin, Peter SarsgaardSally Hawkins
Género: Comédia, Drama
Classificação: M/12
Duração: 98 minutos

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Estreias da Semana #81

São sete os novos filmes que chegaram às salas de cinema esta Quinta-feira, dia 12 de Setembro. Ataque ao Poder e Blue Jasmine, o novo filme de Woody Allen, captam as principais atenções. Desta vez as Estreiasda Semana chega um pouco atrasada - mas sempre a tempo.

A Lista dos... Prazeres (2013)
The To Do List
Para mudar a imagem de menina bem comportada antes de entrar para a universidade, Brandy Klark cria uma "lista de coisas a fazer” de tudo o que falhou durante os anos de liceu. Percebendo rapidamente que não pode dar conta do recado sozinha, Brandy pede ajuda e conselhos às duas melhores amigas, à irmã mais velha e à sua patroa. Mas mesmo com esta ajuda, Brandy não pode imaginar que as emoções não são facilmente postas de parte.

Ataque ao Poder (2013)
White House Down
Polícia do Capitólio, John Cale (Channing Tatum) acaba de ver recusado o seu emprego de sonho nos Serviços Secretos de Protecção ao Presidente James Sawyer (Jamie Foxx). Para não deixar a sua filha decepcionada com esta notícia, John leva-a a visitar a Casa Branca, mas o local é tomado por um grupo paramilitar fortemente armado. Agora, com o Governo num caos e com o tempo a esgotar-se, cabe a Cale salvar o Presidente, a sua filha e o país.

Blue Jasmine (2013)
Depois de tudo na sua vida se ter desmoronado, incluindo o casamento com Hal, um homem de negócios, a elegante Jasmine, habituada à vida social de Nova Iorque, muda-se para o modesto apartamento da irmã Ginger, em São Francisco, para se tentar recompor.

Kon-Tiki A Viagem Impossível (2012)
Kon-Tiki
Em 1947, o explorador norueguês Thor Heyerdahl atravessou o Oceano Pacífico numa jangada de madeira, juntamente com cinco homens, para provar que os Sul-Americanos, já em tempos pré-Colombianos, poderiam ter atravessado o mar e colonizado as ilhas Polinésias. Depois de reunir o financiamento para a viagem com empréstimos e doações, o grupo partiu numa jornada épica de 101 longos dias através de 8 mil quilómetros, enquanto o mundo assistia.

O Império do Amor (2013)
The Look of Love
Este filme biográfico conta a história verídica de Paul Raymond, o homem por trás do polémico clube de strip do Soho Raymond Revue Bar e da revista Men Only. Nos últimos dias da história do Rei do Soho, Raymond torna-se um dos homens mais ricos do Reino Unido, pagando por isso um preço: perder os que lhe são mais próximos.

Paranóia (2013)
Paranoia
Nicolas Wyatt (Gary Oldman) e Jock Goddard (Harrison Ford) são os bilionários mais poderosos do mundo da tecnologia, mas também grandes rivais com um passado complicado e capazes de irem até onde for preciso para se destruírem um ao outro. Adam Cassidy (Liam Hemsworth) é uma jovem estrela, seduzido pela riqueza ilimitada e pelo poder, e que acaba por cair no meio desta competição, ficando preso nas reviravoltas dos jogos de vida e morte da espionagem corporativa. Só que quando Adam se apercebe do perigo em que se encontra, já está demasiado envolvido para conseguir sair livremente.

Ronaldo O Bárbaro (2011)
Ronal Barbaren
Ronaldo (voz de César Mourão) é um bárbaro com a auto-estima muito baixa, o perfeito oposto de todos os outros musculados bárbaros da sua aldeia. No entanto, o destino quis que a responsabilidade pela sobrevivência da sua tribo recaísse sobre os seus ombros, quando Lord Volcazar, o Terrível decide atacar a aldeia e raptar todos os Bárbaros. Ronaldo escapa, mas é forçado a assumir a missão de salvar a sua tribo e pôr fim ao plano de Lord Volcazar para dominar o mundo.

sábado, 8 de junho de 2013

Primeiro trailer de Blue Jasmine

O novo filme de Woody Allen, Blue Jasmine, já tem trailer. Conhece-o aqui, enquanto o dia da estreia - 5 de Setembro - não chega.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Dia Mundial da Rádio: O filme do dia

Que outro filme seria o ideal para hoje, 13 de Fevereiro, dia que assinala o Dia Mundial da Rádio, que não o Radio Days, de Woody Allen?


O retrato de uma época, repleto de nostalgia e paixão.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Momentos para recordar #1

O Hoje Vi(vi) um Filme inicia agora uma nova rubrica Momentos para recordar.

Como o nome indica, aqui irei publicar, com alguma frequência, cenas que merecem ser recordadas. Para começar, Os Dias da Rádio é o eleito, ao som de Carmen Miranda.

Os Dias da Rádio, Woody Allen (1987)

domingo, 23 de setembro de 2012

Sugestão da Semana #30

Das estreias de Quinta-feira, recomendo o novo filme de Woody Allen.

PARA ROMA COM AMOR

Ficha Técnica:
Titulo Original: To Rome With Love
Realizador: Woody Allen
Elenco: Woody Allen, Alec Baldwin, Judy Davis, Jesse Eisenberg, Ellen Page, Penélope Cruz, Flavio Parenti, Roberto Benigni, Alison Pill, Alessandro Tiberi, Alessandra Mastronardi, Fabio Armiliato
Género: Comédia, Romance
Classificação: M/12
Duração: 112 minutos

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Crítica: Para Roma Com Amor (2012)

"If something is too good to be true, you can bet it's not."
John

Woody Allen continua a cumprir a máxima de “um filme por ano” a que já habituou o seu público. De Paris viaja agora para Roma, a cidade protagonista do seu novo Para Roma Com Amor. Amores, desamores, sonhos e nostalgia são características que mais uma vez envolvem uma longa-metragem do cineasta.

Meia-noite em Paris, em 2011, trouxe consigo um Woody Allen que já não se via há muitos anos, e a fasquia ficou elevada para o filme seguinte. Para Roma Com Amor não traz consigo o mesmo Allen do ano anterior, – aqui perdeu-se a magia e originalidade que se redescobriram em Meia-noite em Paris – mas o realizador nunca faz um mau filme, muito longe disso. O seu mais recente trabalho oferece-nos, um humor de qualidade e um elenco, como sempre, de luxo, onde Woody Allen regressa ao outro lado das câmaras.

Para Roma Com Amor dá-nos a conhecer uma série de personagens. John, um famoso arquitecto americano, encontra-se a passar férias em Roma, onde viveu durante sua juventude. Ao conhecer Jack, John revê-se nele e nas suas aventuras quando tinha a mesma idade. Ao mesmo tempo Jerry viaja para Roma com sua esposa Phyllis, para conhecer Michelangelo, o noivo italiano da sua filha Hayley. Quando Jerry conhece Giancarlo, pai de Michelangelo, fica deslumbrado com a sua voz e convence-se que ali existe um talento escondido. Já Leopoldo Pisanello é um homem totalmente comum, que, certa manhã, acorda e é um dos homens mais famosos de Itália. Antonio é um recém-chegado a Roma, vindo da província, e quer impressionar os seus familiares ricos através da sua adorável esposa Milly, para assim conseguir mais facilmente um emprego na capital.

Woody Allen deixa de lado a força que caracterizou Meia-noite em Paris e entra num registo mais leve, onde nunca poderiam faltar momentos hilariantes ou sentimentais. Num filme de Allen nunca se deixa de amar ou de sonhar, e uma espécie de melancolia está sempre presente. O argumento não é original, mas continua a arrancar sorrisos e a emocionar, com diálogos fabulosos e personagens muito características. O sonho de ser famoso, a efemeridade da fama, as problemáticas relações amorosas, as saudades do passado, o desejo de agradar, as paixões platónicas, todos estes pontos surgem, de uma forma ou de outra, neste Para Roma Com Amor

Lê a crítica completa no Espalha-Factos: "Muito Amor por Roma"

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Woody Allen: Os meus 10

A poucos meses de mais um filme de Woody Allen ir para os cinemas, e como sua grande fã, resolvi fazer uma selecção dos que são, para mim, os seus dez melhores filmes. O trabalho é verdadeiramente complicado e é quase impossível destacar dez de uma filmografia tão vasta (da qual ainda não vi alguns títulos), de um cineasta que desde o início da sua actividade, em 1966, nos tem presenteado quase com um filme por ano (facto que se verifica desde 1982, chegando, a contar com dois filme no mesmo ano em 1987 e 1994). Com 76 anos, Woody Allen continua imparável.

Aqui ficam as minhas escolhas.

10. ZELIG (1983)
A história de Zelig é-nos apresentada neste "falso" documentário que nos faz rir às gargalhadas com a doença do protagonista. De transformação em transformação vemos bem até onde vai a imaginação de Woody Allen e, mais ainda, a sua versatilidade.

9. THE PURPLE ROSE OF CAIRO - A Rosa Púrpura do Cairo (1985)
Woody Allen leva-nos ao cinema e, neste caso, entramos, literalmente, dentro do ecrã. A paixão pelo cinema e pela magia está intrinsecamente presente em A Rosa Púrpura do Cairo. O filme a cores deixa-nos entrar num outro filme, a preto e branco. Mia Farrow está encantadora como protagonista.



8. EVERYONE SAYS I LOVE YOU Toda a Gente Diz Que Te Amo (1996)

Mais um típico filme de amores e desamores à Woody Allen. Nem todos gostam de Toda a Gente Diz que te Amo, mas, a mim, o filme diz-me algo em especial e coloco-o entre os que mais gosto. Um elenco recheado de nomes bem conhecidos, com boas prestações, e o romance tão característico de Allen, que nos consegue fazer rir e chorar.


7. HANNAH AND HER SISTERS - Ana e as Suas Irmãs (1986)
As alegrias e tristezas de Hannah e das suas irmãs Lee e Holly. O drama de uma família, maridos, ex-maridos, pai e mãe... os problemas de todos e de cada um contados com mais ou menos humor. Hannah e as suas Irmãs é um dos grandes filmes de Woody Allen.

6. MANHATTAN (1979)
A paixão de um quarentão por uma rapariga de liceu, com tudo o que isso acarreta. Manhattan traz-nos mais uma das "difíceis" histórias de amor de Woody Allen, muito bem contada mas que perde um pouco o brilho que existe em Annie Hall. Ainda assim, um dos melhores filmes do cineasta.

5. SLEEPER - O Herói do Ano 2000 (1973)
Delirante é talvez uma das melhores palavras para descrever Sleeper - a história do homem que esteve congelado 200 anos e acorda no ano de 2073, num mundo futurista completamente diferente. Woody Allen veste a pele do protagonista que irá passar pelas situações mais delirantes. A imaginação do realizador não tem limites e este é um dos filmes que melhor o prova.

4. MIDNIGHT IN PARIS - Meia-noite em Paris (2011)
Woody Allen regressou recentemente à grande forma com Meia-noite em Paris. A cidade luz e do amor apaixona não só o protagonista Gil, como todos os que virem este filme. A magia está presente do início ao fim, com uma série de surpresas pelo meio, onde, juntamente com a personagem de Owen Wilson, somos transportados para uma Paris dos anos 20. A nostalgia dos tempos passados e a vontade de viver sempre em tempos que não o nosso fazem de Meia-noite em Paris uma belíssima surpresa. Faz-nos acreditar que, quando também nós estivermos em Paris à meia-noite, seremos levados por uma carruagem directamente para a nossa época preferida da História e, ali, seremos felizes... enquanto durar.

3. VICKY CRISTINA BARCELONA (2008)
Poucos lhe dão o valor que, na minha opinião, merece. Vicky Cristina Barcelona é, para mim, um dos melhores filmes de sempre de Allen. Apaixonante, louco e com personagens e interpretações muito boas. Contagiou-me desde o primeiro instante. A cidade propicia ainda mais o ambiente que envolve o filme, a escolha dos actores foi certeira, destacando Penélope Cruz e Javier Bardem, e a química entre os quatro personagens principais é fantástica. O romance está no ponto, as surpresas também.

2. RADIO DAYS - Os Dias da Rádio (1987)
Uma das minhas épocas preferidas - a da rádio - retratada através de uma família. O narrador, o elemento mais jovem, é quem nos apresenta todos os seus familiares e nos relata as suas histórias, sempre em torno do meio de comunicação que marcou uma era. O nostálgico Os Dias da Rádio deixa-nos encantados com a experiência única que foi viver nesta época.

1. ANNIE HALL (1977)
É inevitável que Annie Hall figure no número um do meu top 10. Alvy Singer é provavelmente a personagem mais mítica de Woody Allen, os diálogos são fabulosos e Annie Hall é, sem dúvida, uma mulher que vale a pena conhecer. A conturbada relação entre os dois dá-nos a conhecer o melhor de Allen.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Primeiro Trailer de To Rome With Love

Saiu na Terça-feira o primeiro trailer do novo filme de Woody Allen, To Rome With Love.
Sendo Woody Allen, e depois do regresso à boa forma com Meia-noite em Paris, as minhas expectativas são elevadas. Com Penélope Cruz, Ellen Page, Jesse Eisenberg, Roberto Benigni, Alec Baldwin e o próprio realizador, que volta assim ao outro lado da câmara. Veremos o que sairá daqui.