terça-feira, 10 de abril de 2018

Flashbacks #6

Esta deve ser das constatações menos felizes para esta cinéfila. No entanto, parece que na véspera de dar os meus primeiros choros neste mundo, estava esse mesmo mundo a conhecer Chucky, o Boneco Diabólico, que estreava nos cinemas norte-americanos a 9 de Novembro de 1988.

E eu confesso-me aqui. O boneco é horrível e nunca me dei ao trabalho de ver o filme. Sim, mesmo que ele estivesse nos cinemas quando nasci. Vamos fingir que não aconteceu (mas fica registado no blog).

Filme Que Estreou Um Dia Antes de Eu Nascer


Chucky, O Boneco Diabólico (Child's Play), de Tom Holland, 1988

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Crítica: Aniquilação / Annihilation (2018)

"It's not destroying... It's making something new."

*8.5/10*

Infelizmente, Aniquilação não chega até nós numa tela de cinema, mas apenas no pequeno ecrã, graças à Netflix. As críticas negativas vão desta feita todas para a Paramount, a responsável pela exclusão da longa-metragem das salas de cinema do mundo. Perde-se a hipótese de ver este surpreendente filme de ficção científica num ecrã à sua medida. 

Ainda assim, há que agradecer - e muito - a Alex Garland pela adaptação cinematográfica do romance de Jeff VanderMeer. Depois de Ex-Machina, as expectativas só podiam ser elevadas - e o realizador não desapontou. Garland continua a saber fundir inteligência e adrenalina como ninguém, enquanto homenageia autores de outros tempos, onde Stanley Kubrick é um dos mais evidentes, com o seu 2001: Odisseia no Espaço.


Quando o marido regressa após muitos meses desaparecido durante uma missão secreta, a bióloga Lena embarca numa expedição a uma misteriosa região isolada pelo Governo dos EUA, conhecida como The Shimmer (o Brilho).

Depois de tantos falharem, são cinco mulheres que partem para descobrir o que realmente se passa naquela zona iluminada e onde nada funciona como no "mundo real". Lena, VentressAnya ThorensenCass Sheppard e Josie Radek são as aventureiras sem nada a perder que querem chegar ao farol e desvendar o mistério que a floresta esconde.


O desconhecido paira como um fantasma sobre a acção e personagens, todas elas com algum potencial de background - nenhuma é feliz. Desde o início que nos espicaçam a curiosidade, ao apresentar uma mulher, supostamente viúva, que vê o seu marido regressar muito diferente de quando partiu. Depois é só deixar-nos levar e ficar tão confusos e com a genética alterada (salvo seja) como as personagens.

Assistimos à Natureza em mutação, e poucas coisas poderão ser mais assustadoras que isto. As cientistas aventuram-se nas profundezas do Brilho e a banda sonora acompanha a estranheza do ambiente. Música e efeitos visuais deixam-nos atordoados, confusos e assustados, tal como às cinco protagonistas. Surgem novas sensações, experiências e medos. O Brilho faz igualmente vir ao de cima o pior de cada um, em desespero de causa. E a autodestruição, de que Ventress fala a certo momento, parece começar assim que as cinco mulheres passam a fronteira.


Com um elenco fortemente feminino, Oscar Isaac é o homem entre as mulheres, com um papel importante mas pouco exigente, e facilmente é ofuscado pelas cinco exploradoras interpretadas por Natalie Portman, Jennifer Jason Leigh, Gina Rodriguez, Tessa Thompson e Tuva Novotny. Portman e Leigh são intensas e duras, convictas e sem receios de seguir em frente. Seguem-nas de perto as interpretações de Rodriguez e Thompson, menos exigentes mas não menos entusiasmantes. As cinco actrizes resultam num grupo forte e heterogéneo. 

Aniquilação leva-nos a mergulhar entre alucinações, pesadelos, mutações, ecos e as misteriosas tatuagens, seres em mutação, na descoberta de uma dimensão que não parece ser a que conhecemos. O objectivo é só um, chegar ao farol - o foco do Brilho - e voltar para contar a história. Nesta jornada vamos também perceber que a diferença entre destruição e criação não é assim tão grande.


Alex Garland promete marcar a ficção científica contemporânea a sabemos que será pela positiva.  Dois filmes enquanto realizador, duas apostas ganhas. Esperemos que fique para a História e que continue com a mesma inspiração, coragem e persistência que hoje tem.

Sugestão da Semana #319

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana não resiste em destacar a reposição do filme de 1988, Cinema Paraíso.

CINEMA PARAÍSO


Ficha Técnica:
Título Original: Nuovo Cinema Paradiso
Realizador: Giuseppe Tornatore
Actores: Philippe Noiret, Enzo Cannavale, Antonella AttiliSalvatore CascioJacques PerrinMarco Leonardi
Género: Drama, Romance
Classificação: M/12
Duração: 124 minutos

sábado, 7 de abril de 2018

Crítica: Soldado Milhões (2018)

"Tu és Milhais, mas vales Milhões!" 
 
*6.5/10*

Não há ainda, em Portugal, muitos filmes que contem parte da nossa História. Sobre a intervenção portuguesa na Primeira Guerra Mundial, Soldado Milhões chega para contar os feitos de um homem que muito fez e que, actualmente, pouca gente conhece.

Aníbal Augusto Milhais (João Arrais) é um entre tantos soldados enviados para a Flandres durante a Primeira Guerra Mundial. Na Batalha de La Lys, contrariando ordens superiores, enfrenta sozinho sucessivas ofensivas alemãs de maneira a garantir a retirada dos companheiros. A sua arma – Luisinha – e um amuleto da sorte oferecido pela sua amada são os seus maiores escudos no campo de batalha. No ano em que se assinala o centenário da Primeira Guerra Mundial, acompanhamos o percurso do soldado Milhais, que valia milhões, através das suas memórias da guerra.


Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa dão uma lição de História aos portugueses. A partir de factos reais, constroem parte da vida de Aníbal Milhais, onde se denota o bom trabalho de pesquisa da equipa, em especial nos momentos passados na guerra. E é pena não terem ficado por aí apenas. Paralelamente, os realizadores mostram a vida do protagonista mais velho, com a família, em especial a relação com a filha Adelaide. Percebo o propósito de tornar mais humano, mas também melodramático, este filme de guerra com a opção de explorar a relação do soldado com a filha. Miguel Borges está muito bem, mas a história em si, em que um lobo surge como o inimigo em tempos de paz, não acrescenta nada.

As sequências de guerra, por outro lado, são bem conseguidas, mais ainda tendo em conta os recursos limitados que o cinema português tem. Não vemos grandes multidões, mas vemos o nervosismo, a ansiedade, o medo que espreita do outro lado das trincheiras, ao mesmo tempo que o companheirismo assume um papel muito importante.


Os quatro inseparáveis - Milhais, Malha-Vacas, Sabugal e Penacova - estão juntos para tudo, apoiam-se e partilham tristezas e as pequenas alegrias. Cada um com os seus fantasmas, cativam e criam empatia com a plateia, sem esforço. Os quatro jovens actores, João ArraisRaimundo Cosme, Isac Graça e Tiago Teotónio Pereira - mostram-se à altura das personagens, com uma maturidade surpreendente. Quatro apostas fortes na representação em português, uns já habituados às lides do cinema, outros mais associados à televisão, mas os quatro a mostrar que ali há muito talento. Ainda de destacar é a presença de Ivo Canelas, o implacável, mas tão humano como os restantes, Capitão Ribeiro de Carvalho.

O retrato de Aníbal Milhais é construído sem cair em estereótipos. Apesar da simplicidade, de ser analfabeto e muito religioso, ele é um homem de muito carácter, coragem e fidelidade. Um soldado que veio do povo, passou dificuldades, mas conquistou a mais alta condecoração militar portuguesa.


É de dar graças pela coragem de trazer a História portuguesa para o grande ecrã, numa homenagem a um herói nacional, na comemoração dos 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Como o seu comandante disse: "Tu és Milhais, mas vales Milhões!" e finalmente Portugal poderá perceber o porquê numa sala de cinema.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Estreias da Semana #319

Esta Quinta-feira, chegaram aos cinemas portugueses dez novos filmes. Batalha do Pacífico: A Revolta, Encontro Silencioso e o regresso aos cinemas de Cinema Paraíso, 30 anos depois, marcam as atenções esta semana.

Batalha do Pacífico: A Revolta (2018)
Pacific Rim: Uprising
O conflito global entre os monstros de outro mundo, apelidados de Kaiju, e os Jaegers, as super-máquinas pilotadas por humanos, construídas para os eliminar, foi apenas o prelúdio para o assalto final à humanidade. John Boyega é o rebelde Jake Pentecost, um outrora promissor piloto de Jaegers que viu o pai dar a vida para garantir a vitória contra os Kaiju. Jake abandonou o treino e foi apanhado pelo submundo do crime. Quando uma ameaça ainda mais imparável começa a destruir as cidades e coloca o mundo a seus pés, a sua irmã Mako Mori (Rinko Kikuchi) dá-lhe mais uma oportunidade para seguir o legado do pai. Mako lidera uma nova geração de pilotos que cresceu durante a guerra. Enquanto procuram justiça para os que morreram, a sua única esperança consiste em permanecerem unidos numa resistência global contra as forças que pretendem eliminá-los. A Jake junta-se o seu maior rival, o talentoso piloto Lambert (Scott Eastwood) e Amara (Cailee Spaeny), uma pirata cibernauta Jaeger, de apenas 15 anos.

Bullet Head - O Último Golpe (2017)
Bullet Head
Um grupo de experientes criminosos esconde-se num armazém após um assalto. A polícia não anda longe, mas é no interior do armazém que um perigo muito maior os aguarda.

Chavela (2017)
Será que a Chavela se arrastou realmente para os quartos das mulheres, como Ava Gardner, durante a noite, para as roubar dos seus maridos? Será que ela se armou com uma pistola, que disparou às vezes, por diversão? E será que realmente se juntou a bebedeiras épicas com os amigos, que duravam de sexta a quarta-feira? Será que ela passou um ano a viver com Frida Kahlo, num tórrido romance? A jornada alegre, dolorosa, musical e profundamente espiritual de Chavela para a auto-aceitação é a essência deste documentário: um retrato impressionante de uma mulher que ousou vestir, falar, cantar e sonhar a sua singular experiência de vida.

Cinema Novo (2016)
Filme-ensaio que investiga poeticamente o principal movimento cinematografico latinoamericano, através do pensamento dos seus principais autores: Nelson Pereira do Santos, Glauber Rocha, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra, Walter Lima Jr, Paulo César Saraceni, entre outros.

Cinema Paraíso (reposição) (1988)
Nuovo Cinema Paradiso
Roma, 1980. O cineasta Salvatore Di Vitta (Jacques Perrin) recebe um telefonema da mãe que lhe comunica a morte do seu velho amigo Alfredo (Philipe Noiret). Salvatore – ou Totó – é invadido por recordações, revisitando a infância, na sua Sicília natal, quando vivia fascinado pela cabina mágica de Alfredo, o mal-humorado projeccionista do cinema da vila: o Cinema Paraíso.

Encontro Silencioso (2017)
Um grupo de estudantes de uma universidade lisboeta organiza um encontro secreto no campo. Na ânsia de obterem um estatuto superior e adquirirem o verdadeiro conhecimento, os estudantes submetem-se a estranhos rituais e desafios lançados pelo líder, o obscuro Dux.

Madame (2017)
Tentando dar uma nova vida a um matrimónio moribundo, um casal americano rico e com boas ligações, composto por Anne (Toni Collette) e Bob (Harvey Keitel), muda-se para uma mansão na romântica cidade de Paris. Enquanto prepara um luxuoso jantar para um grupo de amigos, Anne descobre que há 13 convidados à mesa. Em pânico, insiste que a sua leal criada Maria (Rossy de Palma) se disfarce de misteriosa aristocrata espanhola para alterar o número agoirento. No entanto, demasiado vinho e conversas divertidas levam a que Maria capte, por acidente, as atenções de um britânico comerciante de arte (Michael Smiley). O romance que se segue vai levar Anne a perseguir a criada pelas ruas de Paris e, finalmente, a planear destruir esta inesperada união amorosa.

Manifesto (2015)
Tributo a diversos manifestos artísticos dos séculos XIX e XX, abarcando ideais tão diferentes como o comunismo, ou o dogma, em ligação com 13 diferentes personagens que incluem um sem-abrigo, um operário fabril e o director executivo de uma empresa, todas desempenhadas por Cate Blanchett.

Réplica Violenta (2018)
Acts of Violence
Quando Mia, a noiva de Roman MacGregor (Ashton Holmes), é raptada por uma rede de tráfico humano, Roman e os seus irmãos Brendan (Shawn Ashmore) e Deklan (Cole Hauser) decidem resgatá-la Mia por sua conta e risco. Brendan é o protector do trio, com um grande coração. Deklan o veterano de guerra traumatizado que procura encontrar equilíbrio. São guiados pelo detective Avery (Bruce Willis), o polícia encarregado do caso, um homem que leva o sentido de dever ao limite. Por detrás dos raptos e do tráfico está Maxwell Livingston (Mike Epps), um homem sem escrúpulos. À medida que os MacGregor ignoram os limites da lei para salvar Mia, cada segundo conta. Mas estarão preparados para as réplicas violentas que irão testemunhar?

The Wailing - O Lamento (2016)
Gok-seong 
A chegada de um estranho misterioso a uma pequena aldeia rural causa suspeita entre os habitantes locais, suspeita que rapidamente se transforma em histeria quando os habitantes começam a matar, em ataques de violenta brutalidade e sem razão aparente. À medida que o investigador responsável por estes casos vê a filha cair sob o mesmo estado de violência, ele concorda em consultar um xamã para obter respostas, mas sem saber, faz com a situação se transforme em algo muito mais perigoso.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Momentos Para Recordar #47

Se fosse vivo, Heath Ledger faria hoje 39 anos. Infelizmente, perdemo-lo há 10, e com ele a Sétima Arte disse adeus a um dos actores mais promissores da sua geração. A carreira foi curta, mas marcada por papéis impossíveis de esquecer, onde o Joker de O Cavaleiro das Trevas ocupa um lugar cimeiro e lhe valeu um Oscar póstumo.

O Momentos Para Recordar lembra hoje alguns dos filmes (cuidado com os spoilers) do australiano Heath Ledger.

10 Coisas Que Odeio em Ti (10 Things I Hate About You)Gil Junger (1999)

Monster's Ball - Depois do Ódio (Monster's Ball)Marc Forster (2001)


O Segredo de Brokeback Mountain (Brokeback Mountain)Ang Lee (2005)


O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight), Christopher Nolan (2008)

Parnassus - O Homem Que Queria Enganar o Diabo (The Imaginarium of Doctor Parnassus)Terry Gilliam (2009)

segunda-feira, 2 de abril de 2018

'O que é o Arquivo?' a 18, 19 e 20 de Abril na Cinemateca

A Cinemateca Portuguesa recebe o segundo Laboratório do Ciclo de Encontros O que é o Arquivo? nos dias 18, 19 e 20 de Abril, a partir das 18h00. 


Esta parceria entre a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema e o Arquivo Municipal de Lisboa-Videoteca traz três dias com sessões de cinema e mesas redondas, dedicados ao tema das relações entre Cinema e Arquivo e com entrada gratuita (mediante levantamento de ingresso, com excepção da sessão de dia 18 de abril, às 21h30, na qual se aplica o preçário habitual da Cinemateca).

Depois de, em 2017, o foco ter sido os cruzamentos entre Arte Contemporânea e Arquivo, este segundo Laboratório (programado por Inês Sapeta Dias, Joana Ascensão e Susana Nascimento Duarte) quer debater as relações que se estabelecem actualmente entre as imagens em movimento e os modos do seu arquivamento e as deslocações na forma fílmica que daí decorrem no contexto da criação.

Cada sessão é composta por projecção de filmes seguida das intervenções de cineastas, investigadores, programadores e arquivistas. O programa inclui obras como Perfect Film, de Ken Jacobs (1986), A Movie, de Bruce Conner (1958), uma versão de YouTube Trilogy, de James Benning (2010), Arbeiter verlassen die Fabrik, de Harun Farocki (1995), The Pixelated Revolution, de Rabih Mroué (2012), Journal No. 1 - An Artist’s Impression, de Hito Steyerl (2007), Found, Found, Found, de Dirk de Bruyn (2014), Black Code/Code Noir, de Louis Henderson (2015) e Pieces and Love all to Hell, de Dominic Gagnon (2011).

No painel de convidados para os debates estão nomes como Eric de Kuyper (cineasta e arquivista), responsável pelo lançamento Bits and Pieces, de que mostrará exemplos, Tiago Baptista (director do ANIM), Manuel Mozos (cineasta), Susana de Sousa Dias (cineasta), Christa Blümlinger (investigadora e professora de Cinema e Audiovisual em Paris 8), Jürgen Bock (director da Maumaus), Nuno Lisboa (director do Doc's Kingdom), Inhabitants (artistas), Lara Baladi (fotógrafa e artista multimédia) e Jonathan Beller (professor no Pratt Institute e teórico do cinema).

PROGRAMA

18 ABRIL, 4ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 1. APROPRIAÇÃO

Projecção de:
Perfect Film, Ken Jacobs, 1986, 22’
A Movie, Bruce Conner, 1958, 12’
YouTube Trilogy (versão), James Benning, 2010, 33’
seguida das intervenções de Eric de Kuyper (com projecção de Bits and Pieces), Tiago Baptista e Manuel Mozos

21h30 | Sans Soleil, Chris Marker, 1984, 104’


19 ABRIL, 5ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 2. ARQUEOLOGIA

Projecção de:
Arbeiter verlassen die Fabrik, Harun Farocki, 1995, 36’
The Pixelated Revolution, Rabih Mroué, 2012, 22’
Journal No. 1 - An Artist’s Impression, Hito Steyerl, 2007, 21’
seguida das intervenções de Susana de Sousa Dias, Christa Blümlinger e Jürgen Bock

Lançamento do livro O que é o arquivo? Laboratório 1: Arte / Arquivo (local e hora a confirmar)


20 ABRIL, 6ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 3. PROGRAMAÇÃO

Projecção de:
Found, Found, Found, Dirk de Bruyn, 2014, 18’
Black Code/Code Noir, Louis Henderson, 2015, 20’
Pieces and Love all to Hell, Dominic Gagnon, 2011, 61’
seguida das intervenções de Nuno Lisboa, Inhabitants (vídeoconferência), Lara Baladi

21h30
Constant - Association pour l'Art et les Médias (vídeoconferência) e Jonathan Beller


Mais informações em: arquivomunicipal.cm-lisboa.ptwww.facebook.com/oqueeoarquivo | tel. 218 170 433 | e www.cinemateca.pt | bilheteira: 213 596 262

Sugestão da Semana #318

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o novo filme de Steven Spielberg, de volta à ficção científica com Ready Player One: Jogador 1.

READY PLAYER ONE: JOGADOR 1


Ficha Técnica:
Título Original: Ready Player One 
Realizador: Steven Spielberg
Actores: Olivia Cooke, Tye Sheridan, Ben Mendelsohn, Simon Pegg, T.J. Miller, Mark Rylance
Género: Acção Aventura, Ficção Científica
Classificação: M/12
Duração: 140 minutos