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sábado, 22 de julho de 2023

Museu do Oriente apresenta Ciclo 'Mestres Japoneses Desconhecidos' de 23 de Julho a 27 de Agosto

O Museu do Oriente apresenta o ciclo de cinema Mestres Japoneses Desconhecidos, dedicado a grandes realizadores do cinema nipónico, com filmes das décadas de 1950 e 60, nunca estreados no circuito comercial fora do Japão. O ciclo conta com seis sessões gratuitas, a cada domingo, de 23 de Julho a 27 de Agosto, no Auditório do Museu do Oriente.

Mulheres de Ginza, de Kozaburo  Yoshimura

Na sessão de abertura, Miguel Plácido, especialista em história do cinema japonês e programador do ciclo, fará uma apresentação a Mestres Japoneses Desconhecidos, ao que se seguirá a exibição do filme O Menino da Ama, de Tomotaka Tasaka. A obra conta a história de Hatsu "que, para saldar uma dívida de gratidão, vai para Tóquio prestar serviços de ama a uma família exemplarmente burguesa. Além das amplas diferenças quotidianas entre a sua terra provinciana e a capital, Hatsu desenvolve uma relação especial com o filho mais novo da família e a verdadeira epopeia dos pequenos gestos diários desenvolve a narrativa até à despedida inevitável".

No dia 30 de Julho, é a vez do realizador Kozaburo Yoshimura, com Mulheres de Ginza. "Contado a partir da perspectiva de uma jovem aprendiz de gueixa, o filme retrata o quotidiano de cinco mulheres empregadas nesta profissão".

O primeiro Domingo de Agosto traz consigo Cada Um Na Sua Cova, de Tomu Uchida, uma "metáfora da sociedade japonesa do pós-guerra.A acção desenrola-se em torno de quezílias familiares, numa crescente tensão entre os valores tradicionais dos pais e o desejo de independência e mudança das novas gerações".

Cada Um Na Sua Cova, de Tomu Uchida

No dia13 de Agosto, será exibido A Vida de uma Mulher, de Yasuzo Masumura, baseado na peça de Kaoru Morimoto, que "conta a história da órfã Kei e do seu casamento inesperado, no momento em que o Japão entra na escalada militar após a vitória sobre a Rússia em 1905". Esta obra "foi inicialmente encomendado pelo Império para glorificar a presença japonesa na China"

Johnny Coração de Vidro, de Koreyoshi Kurahara, é exibido a 20 de Agosto. O filme "centra-se numa mulher em fuga, marcada por um histórico de miséria social e violência, e dos homens que se atravessam no seu caminho, nos papéis ambivalentes de salvador e opressor".

A encerrar o ciclo de cinema, estará A Mulher que eu Abandonei, de Kirio Urayamao, nunca distribuído comercialmente e raras vezes mostrado fora do Japão. O filme baseia-se no romance homónimo de Shusaku Endo (autor de Silêncio). A obra "retrata a vida urbana e desenraizada da burguesia japonesa emergente de meados do século XX, através do dilema de Yoshioka, obrigado a escolher entre um casamento de conveniências altamente vantajoso e a ligação afectiva genuína a uma mulher que abandonara na juventude".

O ciclo Mestres Japoneses Desconhecidos é co-organizado pela distribuidora The Stone and The Plot, e tem entrada gratuita. Todos os filmes são exibidos em preto e branco, na língua original, com legendas em português. 

Ciclo de Cinema - Mestres Japoneses Desconhecidos

23, 30 de Julho; 6, 13, 20, 27 de Agosto (Domingos)

Auditório do Museu do Oriente

Horário: 18h00

Sem intervalo

Preço: gratuito, mediante levantamento do bilhete no próprio dia


Programação

23 Julho

O Menino da Ama (女中ッ子)

Realização: Tomotaka Tasaka, 1955

142 minutos


30 Julho

Mulheres de Ginza (銀座の女)

Realização: Kozaburo Yoshimura, 1955

109 minutos


6 Agosto

Cada um na sua Cova (自分の穴の中で)

Realização: Tomu Uchida, 1955

125 minutos


13 Agosto

A Vida de uma Mulher (女の一生)

Realização: Yasuzo Masumura, 1962

94 minutos


20 Agosto

Johnny Coração de Vidro (硝子のジョニー・野獣のように見えて)

Realização: Koreyoshi Kurahara, 1962

106 minutos


27 Agosto

A Mulher que eu Abandonei (私が棄てた女)

Realização: Kirio Urayama, 1969

116 minutos

quarta-feira, 27 de julho de 2022

Doclisboa no Museu do Oriente com sessões gratuitas todos os Domingos de Agosto

O Doclisboa regressa ao Museu do Oriente em Agosto, com sessões gratuitas todos os Domingos (7, 14, 21 e 28), às 18h00. Os quatro filmes exibidos têm na música o seu fio condutor. 

Nestas sessões, "explora-se um território rico em expressões e referências musicais, num cruzamento entre tempos e vidas para mostrar os ritmos que nos movem", refere a organização em comunicado.

Junun, de Paul Thomas Anderson

A viagem cinematográfica começa no noroeste da Índia, com Junun, de Paul Thomas Anderson. Filmado no Rajastão, uma das maiores regiões da Índia, o filme "conta a história do álbum homónimo do guitarrista e teclista dos Radiohead, Jonny Greenwood, o produtor da banda britânica, Nigel Godrich, o compositor israelita Shye Ben Tzur e os Rajasthan Express, uma orquestra indiana. O álbum mistura sonoridades de música tradicional de várias regiões do país, com letras escritas em hebreu e em vários dialetos indianos".

Segue-se depois para a Coreia do Sul, com Bamseom Pirates Seoul Inferno, de Jung Yoon-suk, "sobre dois jovens músicos coreanos que lançam um desafio ao sistema e às autoridades, com a sua paixão inabalável por música. A banda Bamseom Pirates é criada com a intenção de dar à sociedade sul-coreana a música que ela merece, resultando numa mistura entre grindcore punk, black metal, free jazz, Rammstein de baixo orçamento e arte performática".

O destino seguinte é a Turquia, com Anatolian Trip, de Deniz Tortum e Can Eskinazi. "Inspirados pelo Anatolian Rock dos anos 1970, um grupo de amigos forma uma banda e parte numa carrinha, começando uma longa viagem por um país dividido entre o progresso e a tradição".

Novamente rumo à Coreia do Sul, 12 and 24, de Kim Namsuk, faz um retrato do seu amigo Xin Seha, músico independente sul-coreano, "que entre a ascensão da sua carreira e a doença da mãe, encara a dor e a perda através da sua voz".

As sessões são de entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia.


OS RITMOS QUE NOS MOVEM

Doclisboa no Museu do Oriente

7, 14, 21 e 28 Agosto

18h00

Auditório do Museu do Oriente

M/12 anos

Gratuito, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

Co-organização: Doclisboa


7 Agosto

Junun

Paul Thomas Anderson | 2015 | USA | 54’


14 Agosto

Bamseom Pirates Seoul Inferno

Jung Yoon-suk | 2017 | Coreia do Sul | 119’


21 Agosto

Anatolian Trip

Deniz Tortum, Can Eskinazi | Turquia | 2018 | 114’


28 Agosto

12 Hago 24

Kim Namsuk / Coreia do Sul, EUA / 102’

terça-feira, 26 de abril de 2022

Museu do Oriente assinala independência de Timor com Ciclo de Cinema e workshop

O Museu do Oriente assinala os 20 anos de história e luta pela independência de Timor com Ciclo de Cinema Timor-Amor e um workshop internacional, de 6 a 31 de Maio. 

Com curadoria de Maria do Carmo Piçarra, o ciclo vai apresentar sete sessões, com uma "pluralidade de olhares sobre Timor, do Estado Novo à autodeterminação e independência""obras raramente exibidas de arquivos públicos, visões contemporâneas de realizadores portugueses e obras de realizadores timorenses produzidas após a independência"

A 6 de maio, o ciclo abre com a sessão O Nascimento da Nação no Cinema, onde se destaca A Guerra de Beatriz, de Bety Reis e Luigi Aquisto (2013), a primeira-longa metragem timorense, e duas curtas documentais.

A 11 de Maio, Timor no Arquivo Militar e na Propaganda do Estado Novo aborda a propaganda luso-tropicalista da ditadura, e Timor Olhado por Realizadores Portugueses (21 Maio), apresenta A noiva do gigante (2007) e Flores amargas (1989), numa sessão com a presença dos realizadores Nuno Amorim e Margarida Gil. A 25 de Maio, Marta Lourenço, directora do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, e investigadores do projecto Photoimpulse, vão comentar Timor no Arquivo ‘Etnográfico’.  

Seguem-se as sessões Timor no Arquivo Documental da Cinemateca e Timor Olhado por Realizadores Portugueses, a 26 e 27 de Maio, ambas na Cinemateca Portuguesa- Museu do Cinema, estas com entrada paga.  O ciclo encerra a 31 de Maio, com documentários de realizadores timorenses que revisitam a história do jovem país, na sessão Autodeterminação e Projecções do Futuro.

Em paralelo, de 16 a 19 Maio, o Museu do Oriente recebe o workshop internacional Solidariedade com a Luta de Timor-Leste pela Autodeterminação, no formato presencial e online, iniciativa que "propõe uma reflexão crítica aos agentes, instituições e contextos da solidariedade internacional com a causa timorense ao longo de duas décadas e meia". "Entre histórias, relatos e palestras, a audiência é convidada a conhecer o contexto do conflito através da lente daqueles que o testemunharam".


Timor-Amor. Os filmes

6, 11, 21, 25 e 31 Maio no Museu do Oriente, às 18h00. Entrada gratuita, mediante levantamento do bilhete no próprio dia e lotação do auditório.

26 e 27 de Maio na Cinemateca Portuguesa, às 21h30. Entrada paga.

Duração: 90 min. s/intervalo


Workshop Internacional

Solidariedade com a Luta de Timor-Leste pela Autodeterminação

Online e Presencial

16, 17, 18 e 19 Maio no Museu do Oriente

Das 9h30 às 18h45

Línguas de trabalho: português e inglês

Gratuito, mediante inscrição em Solidarity with Timor-Leste struggle for self-determination: actors, institutions, contexts (uc.pt)


Mais informações em foriente.pt.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Cinema Japonês Contemporâneo no Museu do Oriente de 28 de Agosto a 19 de Setembro

O Auditório do Museu do Oriente regressa aos filmes com o Ciclo Sozinhos Juntos, que se realiza de 28 de Agosto a 19 de Setembro com entrada gratuita, para assinalar os 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal.

Trata-se de um ciclo de cinema japonês contemporâneo, com sessões às Sextas-feiras e Sábados, às 18h00. O foco são as relações humanas (românticas, familiares, sociais e profissionais) sob o signo da melancolia. Cada filme terá duas sessões em datas distintas.

 © Shochiku Broadcasting / Arc Films
A abrir o ciclo Sozinhos Juntos estará, a 28 de Agosto (repete a 12 de Setembro), The Tokyo night sky is always the densest shade of blue (2017), de Yuya Ishii. O filme passa-se em Tóquio, em 2017, e conta a história de Mika, enfermeira durante o dia, anfitriã de um 'bar feminino' à noite, sujeita a sentimentos de ansiedade e isolamento, e incapaz de expressar ternura para com qualquer pessoa. Já Shinji enfrenta o dia-a-dia como trabalhador da construção civil com uma sensação de destruição iminente, mas que ainda tenta encontrar a fonte de uma esperança inominável que sente por dentro.

Dear Stranger (2017), de Yukiko Mishima, é exibido a 29 de Agosto e 4 de Setembro, e apresenta-nos a um homem de 40 anos que vê a sua vida mudar quando a esposa engravida. Ele já tem uma filha do primeiro casamento, que raramente vê, e duas enteadas do primeiro casamento da esposa. A enteada mais nova está ansiosa por um irmão ou irmã bebé, mas a mais velha não aceita as notícias e de repente decide que quer morar com o pai. Como se isso não bastasse, ele é forçado a sair do cargo elevado na empresa onde está para uma posição inferior.

Os dias 5 e 11 de Setembro estão reservados para Three Stories of Love (2015), de Ryosuke Hashiguchi, que mostra três histórias distintas que trilham um fio de esperança, amor, rejeição e abandono. Atsushi é um trabalhador da construção civil que ficou viúvo após um assassinato não premeditado. O marido de Toko não está interessado nela, nem em como a sua mãe a trata. Shinomiya é um advogado cuja homossexualidade levou a um amor incompatível.

A encerrar o ciclo estará Life on the longboard 2nd wave (2019), de Ichiro Kita, nos dias 18 e 19 de Setembro. A história centra-se em Kotaro Umehara, um surfista, que perante boas ondas, esquecia o trabalho, os compromissos, e assim vivia o seu dia-a-dia em Shonan, com trabalhos precários. Tudo muda no dia em que a namorada o manda embora do apartamento onde moravam.

Entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia e sujeita à capacidade da sala e cumprimentos das normas anti-Covid 19. Mais informações em http://www.museudooriente.pt/3959/sozinhos-juntos.htm#.XzVbGehKjIV.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Museu do Oriente recebe ciclo do Doclisboa em Fevereiro

O Museu do Oriente recebe um ciclo de cinema documental dedicado à temática do exílio, no âmbito do Doclisboa 2020. As sessões acontecem todos os Domingos de Fevereiro, às 17h00.

Memory Is Our Homeland, de Jonathan Kolodziej Durand

"O programa foca-se no exílio e na deslocação, enquanto condições permanentes de uma parte da humanidade, segundo cada momento histórico", referiu o Museu do Oriente em comunicado.

A estreia em Portugal de Memory Is Our Homeland, de Jonathan Kolodziej Durand, é um dos destaques no ciclo, no dia 2 de Fevereiro. O filme foca-se nos refugiados polacos na Tanzânia durante a II Grande Guerra. No dia 9, Eldorado, de Markus Imhoof, aborda a história familiar do realizador. Ta’ang, de Wang Bing, é exibido no dia 16 de Fevereiro, e acompanha a dura fuga, pelas montanhas da fronteira da China com a Birmânia, de famílias que escapam à guerra civil. A encerrar o ciclo, no dia 23, Babylon, de Ala Eddine Slim, Youssef Chebbi e Ismaël Chebbi, conhecemos um campo de refugiados na Tunísia, desde a criação até à desmontagem, sem qualquer legenda ou tradução.

 Os filmes têm entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no dia da sessão.

Programa completo:

2 Fevereiro
MEMORY IS OUR HOMELAND
Jonathan Kolodziej Durand
Canadá, 2016
(Estreia em Portugal)
Duração: 90', sem intervalo

O destino dramático de quase um milhão de polacos que, durante a Segunda Guerra Mundial, foram deportados para os campos de trabalho siberianos, antes que milhares deles desaparecessem, ao caminho de um exílio na África, passando pelo Irão e pela Índia. Suportado pelo testemunho da avó, Durand revela uma aspecto voluntariamente apagado da História e interroga-se sobre a natureza de uma identidade baseada no exílio.

9 Fevereiro
ELDORADO
Markus Imhoof
Suíça, Alemanha, 2018
(Selecção oficial Doclisboa 2018)
Duração: 91', sem intervalo

A actual crise dos refugiados constitui a maior deslocação em massa de pessoas desde a Segunda Guerra Mundial. Imhoof leva-nos numa viagem por navios de guerra italianos da Operação Mare Nostrum, por campos de refugiados no sul de Itália e por audiências de asilo com autoridades suíças. Uma crise causada por desigualdades económicas que transformam os países ricos do Norte no ‘eldorado’ que tantos desfavorecidos tentam alcançar a todo o custo.

16 Fevereiro
TA’ANG
Wang Bing
Hong Kong, França, 2016
(Seleccão oficial Doclisboa 2016)
Duração: 147’, sem intervalo

Os ta’ang, uma minoria étnica birmanesa, encontram-se entre uma guerra civil e a fronteira com a China. Desde 2015, violentos combates obrigaram milhares de crianças, mulheres e idosos a um êxodo além-fronteiras, para a China. Ta’ang acompanha o quotidiano desses refugiados, forçados a deixar as suas casas, mas esperando regressar a breve prazo.

23 Fevereiro
BABYLON
Youssef Chebbi, Ismaël Chebbi, Ala Eddine Slim
Tunísia, 2012
(Selecção oficial Doclisboa 2012)
Duração: 119', sem intervalo

Pessoas chegam a um território virgem, numa zona selvagem. Rapidamente, constrói-se uma cidade do nada. Habitada por várias nacionalidades, as pessoas que aí vivem falam línguas diferentes. Esta nova Babilónia, rodeada de árvores e animais, ganha rapidamente a forma de uma cidade, ao mesmo tempo banal e extraordinária.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Ciclo de Cinema 'Era Uma Vez Em Goa' no Museu do Oriente em Setembro

O ciclo de cinema Era uma vez em Goa: Identidade e Memórias no Cinema estará de 4 a 29 de Setembro no Museu do Oriente. Serão sete sessões que olham para este território, antes e imediatamente após a integração na Índia, em 1961.


O ciclo apresenta filmes com perspectivas de realizadores portugueses e goeses. Os títulos provêm de arquivos públicos – da Rádio e Televisão Portuguesa, do Centro de Audiovisuais do Exército (CAVE), da Filmoteca Española –, por vezes desprovidos de som, que serão comentados por especialistas. Para além destes, serão mostradas investigações de realizadores não goeses, como Eternal Foreigner(2003), de Paula Albuquerque, e Pátria Incerta (2005), de Inês Gonçalves e Vasco Pimentel, ou A Dama de Chandor (1998), de Catarina Mourão. Serão exibidos também filmes goeses contemporâneos, documentais e um filme ficcional konkani.

Maria do Carmo Piçarra é a comissária do ciclo. A entrada é gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete. Todos os filmes são legendados em português ou em inglês e serão exibidos no Auditório ou na Sala Beijing.  Mais informações sobre o ciclo aqui.

Programa

4 Setembro
Eternal Foreigner
De Paula Albuquerque
2003 |Duração 28’ | Sala Beijing | Língua original Português (com legendas em Inglês)

Pátria Incerta
De Inês Gonçalves, Vasco Pimentel
2005 |Duração 52’ | Língua original português (com legendas em inglês)

8 Setembro
A Dama de Chandor
De Catarina Mourão
1998 |Duração 93’ | Auditório | Língua original

13 Setembro| Sala Beijing
Vitória ou morte – Queda da Índia Portuguesa
De Pedro Efe
2002 |Duração 54’20’’ | Língua original: Português

18 Setembro
I am Nothing
De Ronak Kamat
2019 |Duração 50’ | Sala Beijing |Língua original: Inglês

22 Setembro
COMUNIDADES GOESAS E CULTURAS EM FILMES DOCUMENTAIS
Caazu
De Ronak Kamat
2015 |Duração 7’58’’ | Auditório |Língua original: Inglês e Concanim, legendas em Inglês

Dances of Goa
De Nalini Elvino de Sousa
2012 |Duração 26’36’’ | Auditório | Língua original: Inglês

Shifting Sands
De Sonia Filinto
2013 |Duração 28’47’’ | Auditório | Língua original: Inglês e Concanim, legendas em Inglês

Satticho Koddo – O Celeiro de Salcete
De Vince Costa
2018 |Duração 37’50’’ | Auditório |Língua original: Inglês, legendas em Português

27 Setembro
Ranmale
De Dnyanesh Moghe
Duração 10’ | Sala Beijing |Língua original: Inglês
Digant
De Dnyanesh Moghe
2012 |Duração 96’ | Língua original: Concanim, legendas em Inglês

29 Setembro
GOA NOS ARQUIVOS
En la India Portuguesa: Goa de Ayer y de Hoy
De Filmoteca Española
1952 |Duração 11’ | Auditório | Castelhano

Operação de segurança no Estado da Índia
De Centro de Audiovisuais do Exército Português
1955 |Duração 11’ | Auditório | Sem som (com comentário da investigadora Maria do Carmo Piçarra e do jornalista Jacinto Godinho)

Rumo à Índia
De Miguel Spiguel
1959 |Duração 19’ | Auditório |Sem som (com comentário da investigadora Maria do Carmo Piçarra e do jornalista Jacinto Godinho)

Selecção de materiais de arquivo da RTP Chuvas de Monção em Goa (9’), Natal dos Soldados Portugueses em Pangim (3’), Manuel Vassalo e Silva é Distinguido na Índia (1’) e Chegada de Refugiados a Lisboa (3’) Sem som (com comentário da investigadora Maria do Carmo Piçarra e do jornalista Jacinto Godinho)

Honra à Índia Portuguesa
De Perdigão Queiroga
1961 |Duração 19’ | Auditório | Sem som (com comentário da investigadora Maria do Carmo Piçarra e do jornalista Jacinto Godinho)

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Cinema de Bollywood no Museu do Oriente em Agosto

O cinema de Bollywood estará no Museu do Oriente todos os Domingos de Agosto. Serão exibidos quatro filmes representativos da indústria cinematográfica indiana contemporânea, nos dias 4, 11, 18 e 25, às 18h00, com entrada gratuita.


 Já no dia 4 de Agosto, Jolly LLB (2013), de Subhash Kapoor, dá início a este ciclo. O filme segue o protagonista Jagdish Tyagi, conhecido como Jolly, um advogado a tentar fazer carreira, mas sem grande sucesso. Até que reabre um controverso caso de atropelamento e fuga, no qual irá defrontar o seu ídolo, Tejinder Rajpal, um destacado criminalista, expondo no processo a corrupção policial e judicial. 

A 11 de Agosto é exibido Bhaag Milkha Bhaag / Corre, Milkha, Corre (2013), de Rakesh Omprakash Mehra. Este filme biográfico conta a história do Sikh Voador - Milkha Singh -, campeão mundial de corrida e participante nas Olimpíadas, que superou uma vida atribulada, marcada pela tragédia, durante a partição da Índia, para se tornar um dos mais emblemáticos atletas indianos.

Prem Ratan Dhan Payo / Encontrei um tesouro chamado Amor (2015)  será exibido a 18 de Agosto. Este romance começa com uma tentativa de assassinato perpetrada pelo meio-irmão de Yuvraj Vijay Singh, o príncipe de Pritampur, mesmo antes da sua coroação, deixando-o em coma. O príncipe é então escondido pelos seus súbitos que, entrementes, encontram Prem Dilwale, que se assemelha muito ao príncipe, e a quem é pedido que tome o lugar deste até à sua recuperação. Mas o amor surge para perturbar até os planos mais bem traçados.

 O último filme do ciclo é Stanley Ka Dabba / A Lancheira do Stanley (2011), de Amole Gupte, no dia 25 de Agosto. Stanley é o rapaz mais popular da 4.ª classe. Os seus amigos querem-no constantemente por perto e partilham os seus almoços com ele de forma entusiástica, uma vez que não traz almoço de casa. O seu pior pesadelo é o professor de Hindi, o Sr. Verma, um glutão compulsivo que está sempre de olho nas lancheiras dos alunos. Um dia, por despeito, o Sr. Verma proíbe Stanley de entrar na escola a menos que traga a sua própria lancheira. É a partir deste incidente e do seu impacto em Stanely, nos seus amigos e professores, que se desenrola este filme.

A entrada no ciclo Filmes de Bollywood é gratuita, mediante levantamento do bilhete no próprio dia

Programa

4 Agosto
Jolly LLB, de Subhash Kapoor
2013 | Duração 2h10 m | Língua original Hindi
Elenco: Arshad Warsi, Boman Irani, Amrita Rao, Saurabh Shukla

11 Agosto
Bhaag Milkha Bhaag, de Rakesh Omprakash Mehra
[Corre, Milkha, Corre]
2013 |Duração 3h09 m | Língua original Hindi
Elenco: Farhan Akhtr, Sonam Kapoor, Art Malik

18 Agosto
Prem Ratan Dhan Payo, de Sooraj R. Barjatya
[Encontrei um tesouro chamado Amor]
2015 |Duração 2h51m | Língua original Hindi
Elenco: Salman Khan, Sonam Kapoor, Neil Nitin Mukesh, Anupam Kher

25 Agosto
Stanley ka dabba, de Amole Gupte
[A Lancheira do Stanley]
2011 | Duração 1h36 m | Língua original Hindi
Elenco: Partho Gupte, Divya Dutta, Amol Gupte, Aman Verma

sábado, 4 de agosto de 2018

Cinema Japonês no Museu do Oriente

O Museu do Oriente apresenta o ciclo de cinema Japão: Quatro Cineastas Contemporâneos ao longo do mês de Agosto. São quatro os filmes que compõe este ciclo, nunca estreados em Portugal no circuito comercial, apresentados a cada Domingo do mês.


Para dia 5 de Agosto, o encontro está marcado com A Tale of Samurai Cooking – A True Love Story (2013), de Yuzo Asahara; 12 de Agosto será o dia da adaptação cinematográfica da série televisiva Mameshiba (2009), de Toru Kamei; a 19 de Agosto chega Nobody to Watch Over Me (2008), de Ryoichi Kimizuka; por fim, o dia 26 de Agosto é dedicado à comédia Thermae Romae (2012), de Hideki Takeuchi, uma adaptação da popular manga de Mari Yamazaki.

As sessões estão marcadas para as 18h00 e são gratuitas, mediante levantamento de bilhete no próprio dia. Mais informação em http://www.museudooriente.pt/3295/japao:-quatro-cineastas-contemporaneos.htm#.W2SBjihKjIV.