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domingo, 8 de setembro de 2024

Sugestão da Semana #630

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Beetlejuice Beetlejuice, de Tim Burton, que traz Michael Keaton de volta ao papel icónico.

BEETLEJUICE BEETLEJUICE


Ficha Técnica:
Título Original: Beetlejuice Beetlejuice
Realizador: Tim Burton
Elenco: Michael Keaton, Winona Ryder, Catherine O'Hara, Jenna Ortega, Justin Theroux, Willem Dafoe, Monica Bellucci
Género: Comédia, Fantasia, Mistério, Terror
Classificação: M/12
Duração: 104 minutos

terça-feira, 3 de março de 2015

Sugestão da Semana #157

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o mais recente filme de Tim Burton, Olhos Grandes. O filme tem dividido público e crítica, mas certo é que qualquer trabalho deste realizador merece atenção.

OLHOS GRANDES


Ficha Técnica:
Título Original: Big Eyes
Realizador: Tim Burton
Actores: Amy Adams, Christoph Waltz, Krysten Ritter
Género: Biografia, Drama
Classificação: M/12
Duração: 106 minutos

terça-feira, 11 de junho de 2013

Iniciativas de Bloggers: O Cinema dos Anos 2000 - O Grande Peixe

É delicioso quando a fantasia ganha uma subtileza que nos faz acreditar nela como uma realidade possível. O GRANDE PEIXE — baseado na obra Big Fish: A Novel of Mythic Proportions, de Daniel Wallace, o próprio com uma pequena participação no filme — deixa-nos com esta sensação, e faz-nos ir muito mais além, sem questionar nada do que nos é contado, num dos títulos menos góticos ou extravagantes de Tim Burton, mas, ainda assim, recheado da sua personalidade enquanto realizador.


Ed Bloom (Ewan McGregor/Albert Finney) é um homem de imaginação delirante, um contador de histórias incapaz de as distinguir da realidade. A relação com o seu filho Will, de quem vive afastado há vários anos, não é a melhor. Quando a saúde de Ed fica debilitada, Will é aconselhado pela mãe a tentar reaproximar-se do pai, e aí vai experimentar a necessidade de identificar, nas histórias que ouve, a distância entre o que foi realmente a sua vida e o que lhe acrescenta a sua imaginação. 

As emocionantes interpretações de Ewan McGregor — o jovem Ed — e de Albert Finney — o Ed idoso — fazem-nos mergulhar na imaginação, e mostram-nos como é fundamental acreditar nela, para que a realidade possa ser menos dura.

À cor, fantasia e paixão, juntam-se um simpático gigante, um circo, uma floresta obscura e cheia de segredos, um poeta muito peculiar, duas irmãs gémeas, e muitas histórias para contar. Resta-nos deixar que Ed nos guie pelas suas aventuras, e cabe-nos a nós, no fim, construir a sua verdadeira história — ou, por que não, aceitarmos a vida que Ed criou. E é essa a lição que ele nos ensina (à plateia e ao seu próprio filho): o destino, seja qual for, é decido por nós.

Esta é a minha terceira contribuição (vejam o post original aqui) para a excelente iniciativa do Keyzer Soze's Place, O Cinema dos Anos 2000, que revisita o que de melhor se fez na Sétima Arte entre 2001 e 2010.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Caminho Largo: 1 Tema, 3 Coordenadas, 1 Posição

É de iniciativas conjuntas que a comunidade blogger cinéfila também vive e, como tal, aproveito para divulgar aqui a minha participação na excelente iniciativa do Caminho Largo1 Tema, 3 Coordenadas, 1 Posição pretende fazer reflectir sobre a Amizade no cinema, e propõe a escolha de 3 filmes e um realizador que espelhem bem os seus valores.

Podem conhecer AQUI as minhas escolhas, bem como as do Tiago Resende, do Cinema 7ª Arte.

Filmes
Thelma & Louise (1991), Ridley Scott












Big Fish (2003), Tim Burton














The Boy in the Striped Pyjamas (2008), Mark Herman















Realizador: Tim Burton




















As minhas escolhas tentaram respeitar uma característica comum: em todas elas, a amizade supera a própria morte. Temos as muito solicitadas Thelma e Louise, as amigas que deixam tudo partindo numa viagem onde a amizade se revela acima de tudo. Big Fish, no meio de toda a fantasia que reúne, conta-nos a vida de um homem que, no meio de todas as suas aventuras, criou laços de amizade nos mais variados locais e com as mais inesperadas personagens, que perduraram até ao dia da sua morte. Por último, The Boy in the Striped Pyjamas tem como protagonistas duas crianças que criam uma amizade contra todas as imposições do nazismo e onde é ela que triunfa, uma vez mais, para lá da morte. 

E com umas escolhas algo soturnas, ninguém melhor do que o realizador que tanto gosta do sinistro, do obscuro, mas onde a amizade também emerge. O último trabalho de Tim Burton (tal como a curta que lhe deu origem) é a prova viva de como ele é um dos cineastas que melhor espelham a amizade nos seus filmes. Frankenweenie é também ele a prova de como a amizade fica, para lá de tudo. Para além dele, o aqui referido Big Fish, Eduardo Mãos-de-Tesoura, ou mesmo A Noiva Cadáver, Charlie e a Fábrica de Chocolate e outros títulos da sua filmografia servem para comprovar como a amizade está sempre, de uma forma ou de outra, ao longo da carreira de Burton.

Agradeço ao Caminho Largo o convite para participar nesta iniciativa.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sugestão da Semana #34

Das estreias da passada Quinta-feira, o destaque é algo óbvio, mas vale bem a visualização: o novo filme de Tim Burton.

FRANKENWEENIE

Ficha Técnica:
Titulo Original: Frankenweenie
Realizador: Tim Burton
Elenco: Winona Ryder, Charlie Tahan, Catherine O’Hara, Martin Short, Martin Landau, Conchata Ferrell, Atticus Shaffer
Género: Animação
Classificação: M/12
Duração: 87 minutos

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Crítica: Frankenweenie (2012)

Tim Burton está de volta à animação e aos velhos tempos com Frankenweenie, uma história de amizade entre um rapaz, Victor, e o seu cão, Sparky, que continua muito para além da morte. Burton resolveu construir esta longa-metragem de animação a partir da sua curta-metragem homónima de 1984, em imagem real. Frankenweenie traz o génio de volta. A imaginação, originalidade e excentricidade características do realizador regressam ao grande ecrã depois de desilusões como A Noiva Cadáver (2005) ou Alice no País das Maravilhas (2010).


Os fãs da curta-metragem de 1984 ficarão decerto encantados ao poder recordar a amizade de Victor e Sparky, agora com personagens animadas, e transformada numa longa de quase hora e meia. A mesma história com mais fantasia, mais ciência, mais monstros, sempre no registo sombrio que tão bem caracteriza Tim Burton.

Depois de inesperadamente ver o seu cão, Sparky, morrer atropelado, o jovem Victor recorre aos poderes da ciência para trazer o seu melhor amigo de volta à vida. Ele tenta esconder a sua criação pessoal, mas quando Sparky sai à rua, os colegas de escola de Victor, e depressa a cidade inteira, apercebem-se que o regresso ao mundo dos vivos pode ter consequências monstruosas.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A Estrear: Frankenweenie

Tim Burton está de volta à melhor forma, depois de alguns filmes menos bem conseguidos como Noiva Cadáver e, o mais notório, Alice no País das Maravilhas. Frankenweenie, a longa-metragem que tem por base a curta da autoria de realizador, que data de 1984, está a chegar aos cinemas e traz consigo o velho Tim Burton, aquele de quem já temos saudades.


Com uma animação deliciosa, sempre com o marcado estilo do realizador, acompanhado de uma banda sonora que merece destaque e com a história, já familiar para quem assistiu à curta-metragem homónima,  que gira em torno de Victor Frankenstein e do seu cão Sparky, Frankenweenie fará os encantos dos fãs.

A preto e branco (tal como a curta de 1984), mas com a inovação do 3D, o novo filme de Burton é um regresso ao passado cheio de novidades, mantendo sempre a originalidade de que já sentíamos falta.


Nos próximos dias, a minha crítica ao filme está no Espalha-Factos e por aqui também.