terça-feira, 18 de abril de 2023
Festival de Cannes 2023: Quinzena dos Cineastas
quarta-feira, 20 de abril de 2022
Festival de Cannes 2022: Quinzena dos Realizadores
terça-feira, 8 de junho de 2021
Festival de Cannes 2021: Quinzena dos Realizadores
Depois de anunciar a Selecção Oficial de 2021, o Festival de Cannes revelou agora os filmes que compõem a 53.ª Quinzena dos Realizadores, que acontece de 7 a 17 de Julho. O filme português Diários de Otsoga, de Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro, tem presença marcada.
Eis os títulos que compõem esta secção paralela do festival:
Longas-metragens:
A Chiara, de Jonas Carpignano
A Night of Knowing Nothing, de Payal Kapadia
Ali & Ava, de Clio Barnard
Clara Sola, de Nathalie Álvarez Mesen
De bas étage (A Brighter Tomorrow), de Yassine Qnia
Diários de Otsoga (Journal de Tûoa, The Tsugua Diaries), de Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro
El empleado y el patron (L’Employeur et l’Employé, The Employer and the Employee), de Manuel Nieto Zas
Entre les vagues (The Braves) d’Anaïs Volpé
Europa, de Haider Rashid
Futura, de Pietro Marcello, Francesco Munzi e Alice Rohrwacher
Întregalde, de Radu Muntean
Jadde khaki (Hit the Road), de Panah Panahi
Les Magnétiques (Magnetic Beats), de Vincent Maël Cardona
Luaneshat e kodrës (La Colline où rugissent les lionnes, The Hill where Lionesses Roar), de Luàna Bajrami
Medusa, de Anita Rocha da Silveira
Mon légionnaire (Our Men), de Rachel Lang
Murina, de Antoneta Alamat Kusijanović
Neptune Frost, de Saul Williams et Anisia Uzeyman
Ouistreham (Between Two Worlds), de Emmanuel Carrère - Filme de Abertura
Re Granchio (La Légende du Roi Crabe, The Tale of King Crab), de Alessio Rigo de Righi e Matteo Zoppis
Retour à Reims (Fragments) – (Returning to Reims (Fragments)), de Jean-Gabriel Périot
The Souvenir Part II, de Joanna Hogg
Yong an zhen gu shi ji (Ripples of Life), de Shujun Wei
البحر أمامكم (Face à la mer, The Sea Ahead), de Ely Dagher
Sessão Especial
The Souvenir, de Joanna Hogg
Curtas-metragens
Anxious Body, de Yoriko Mizushiri
El Espacio sideral (The Sidereal Space), de Sebastián Schjaer
Simone est partie (Simone Is Gone), de Mathilde Chavanne
Sycorax, de Lois Patiño e Matías Piñeiro
The Parents’ Room (La Chambre des parents), de Diego Marcon
The Vandal, de Eddie Alcazar
The Windshield Wiper, deAlberto Mielgo
Train Again, de Peter Tscherkassky
When Night Meets Dawn (Quand la Nuit rencontre l’Aube), de Andreea Cristina Borțun
CARROSSE D’OR - Prémio Honorário
Monrovia, Indiana, de Frederick Wiseman
Mais informações sobre a Quinzena dos Realizadores em https://www.quinzaine-realisateurs.com/.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Cannes 2019: Semana da Crítica e Quinzena dos Realizadores
terça-feira, 12 de maio de 2015
As Mil e Uma Noites de Miguel Gomes já tem trailer
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Crítica: Até Ver a Luz (2013)
Até Ver a Luz gira em torno de Sombra, que, acabado de sair da prisão, volta à vida de dealer no bairro da Reboleira. Entre o dinheiro emprestado que não consegue recuperar e aquele que deve, uma iguana pouco comum, uma jovem vizinha sempre por perto e um chefe de gang que duvida da sua boa fé, Sombra começa a pensar que, de facto, mais valia ter ficado dentro.
Basil da Cunha oferece-nos um argumento simples, com um cenário e personagens cativantes. A história de acção e desconfiança de Até Ver a Luz alia-se a um tom, por vezes, cómico, mas sempre eficaz nesse registo. As personagens são reais e credíveis, e é fácil criar empatia com elas - em especial, com Sombra, Nuvem e Clarinha.
Ao contrário do que seria de esperar de um filme que se passa neste tipo de ambiente (no caso, um bairro problemático dos arredores da capital), Basil da Cunha não pretende abordar qualquer temática moralista. Não há lições de moral a dar ou críticas sociais a lançar, disso está o mundo farto. Até Ver a Luz consegue ir mais além e ser mais profundo, até mesmo espiritual. Mostra-se a vida no bairro, de noite, o presente de Sombra, Olos, Mix, Nuvem, e de todos os outros que discutem, conversam, dançam, tocam... e que dão vida ao bairro e à longa-metragem a que assistimos. Em fusão perfeita com o realismo do filme, está a fantasia, uma espécie de estado de transe ou alucinação - onde não faltam as superstições -, que não surge, em momento algum, desfasada da narrativa. Pelo contrário, torna-a ainda mais próxima de quem assiste.
Da competência técnica, à banda sonora cheia de ritmos africanos que nos põem a dançar, passando pela originalidade com que a narrativa é conduzida, Até Ver a Luz deveria ser o filme falado em português - e crioulo - (não é considerado filme português, já que a produção é apenas suíça) obrigatório do ano. Basil da Cunha prova, agora com a sua primeira longa-metragem, o jovem e prometedor talento que tem em si.
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Esta Quinta-feira, dia 4 de Outubro, são muitas as estreias que vão encher as salas de cinema de todo o país. Nove filmes, um pouco para to...
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"I think I've made a terrible mistake." Zhenya *7.5/10* Há quem não nasça para ser pai ou mãe, há filhos que ...




