Esta Quinta-feira, chegam aos cinemas sete novos filmes. O filme português Gabriele o mais recente de terror de Jordan Peele, Nós, são duas das estreias.
Bem-Vindos a Acapulco (2019)
Welcome to Acapulco
Matt Booth, um designer de jogos de vídeo, tem a oportunidade de salvar a sua carreira nos Prémios Jogos de Vídeo a decorrer no Novo México. Mas ao encontrar um amigo no aeroporto a beber acima da conta, acaba por apanhar um voo para o verdadeiro México – mais especificamente para Acapulco.
Depois da morte da mãe, Gabriel (Igor Regalla), um jovem pugilista cabo-verdiano recém-chegado a Portugal, vem à procura do pai, um antigo campeão de boxe dos Olivais. Na busca, Gabriel entra em contacto com Rui (José Condessa), um membro violento do gangue local liderado por Jorge (Sérgio Praia), que organiza todas as lutas no bairro.
Miss XL (2018)
Dumplin'
Numa pequena cidade do Texas, a jovem Willowdean Dickson (Danielle Macdonald) vive com problemas em sentir-se bem na sua pele. Em nada é ajudada pela mãe, Rosie (Jennifer Anniston), uma antiga rainha de concursos de beleza, que acha a filha gorda e a trata por Dumplin'. Para agitar as águas e aborrecer a mãe, Willowdean inscreve-se no concurso de beleza que Rosie está a organizar. Para grande surpresa sua, Will é apoiada por outras raparigas que também querem participar e mostrar ao mundo que a beleza vem de dentro.
Nós (2019)
Us
Adelaide Wilson (Lupita Nyong'o), regressa à zona costeira a norte da Califórnia, à casa de praia onde passou a infância. Acompanham-na o marido, Gabe (Winston Duke) e os dois filhos (Shahadi Wright Joseph e Evan Alex), para uma escapadela de verão idílica. Assombrada por um trauma inexplicável, mal resolvido e agravado por uma série de coincidências assustadoras, Adelaide sente a paranóia aumentar e acredita cada vez mais que algo terrível vai acontecer à sua família. Após um dia tenso na praia com os amigos, os Tylers (Elisabeth Moss, Tim Heidecker, Cali Sheldon e Noelle Sheldon), Adelaide e a família regressam à casa de férias. É então que, ao cair da noite, os Wilsons encontram quatro silhuetas de mãos dadas à porta de casa.
O Homem-Pykante – Diálogos com Pimenta não é um documentário de homenagem, é um filme poético de celebração da obra de Alberto Pimenta, fruto de uma amizade e cumplicidade mantidas ao longo dos últimos 24 anos. Pimenta, que divide os poetas em "tolerados" e "tolerantes", é autor de uma vasta obra poética e performática insubmissa e desafiante. O ponto de partida deste filme são os arquivos, filmados por Edgar Pêra entre 1994 e 2018, de performances, conversas e leituras de Alberto Pimenta, material cinético que foi depois objecto de pré-selecção pelo poeta Manuel Rodrigues e posteriormente montado por Pêra.
Uma Criança Como Jake (2018)
A Kid Like Jake
Alex e Greg sempre souberam que Jake, o seu filho de quatro anos, estava mais interessado em contos de fadas do que em carros de brincar. Mas quando a directora da pré-primária salienta que as brincadeiras incompatíveis com as normas de género podem ser mais do que apenas uma fase, são forçados a repensar os seus papéis enquanto pais e enquanto casal.
Uma Nação, Um Rei (2018)
Un peuple et son roi
Em 1789, um povo iniciou uma revolução. Vamos ouvi-lo. Ele tem coisas para nos dizer. Na nova Assembleia Nacional, os destinos de homens e mulheres comuns cruzam-se com figuras históricas. E no coração da história, há o destino do Rei e a ascensão da República.
Gabriel chega aos cinemas portugueses esta Quinta-feira, dia 21 de Março. O Hoje Vi(vi) um Filme já viu e a crítica está publicada no blog. Ficámos curiosos e quisemos saber mais sobre todo o processo de criação deste filme sobre um jovem cabo-verdiano, recém-chegado a Lisboa, que procura o pai e vê no boxe uma forma de ajudá-lo e ligar-se a ele.
O realizador Nuno Bernardo respondeu a algumas perguntas do Hoje Vi(vi) um Filme sobre Gabriel, a sua primeira longa-metragem.
Gabriel é um filme atual, que vai muito para além do boxe. De onde surgiu a ideia de escrever e realizar um filme com esta temática?
Nuno Bernardo (NB): Em 2014 estava em Dublin realizar um documentário sobre Stand-Up Comedy e, para um dos segmentos desse documentário, decidiu-se gravar um pequeno combate de boxe, isto porque um dos comediantes era um lutador amador. Esta experiência – de filmar boxe – foi amor à primeira vista. Adorei conhecer o meio, as pessoas e acima de tudo os códigos de valor e ética que regem este desporto. Depois, em Portugal, fui contactando frequentemente com esta comunidade, assistindo a galas e combates, o que fizeram crescer este desejo de fazer um filme sobre boxe.
A violência das palavras funciona com uma naturalidade assustadora e condiz com a brutalidade dos vilões da história. Acha que é precisa coragem para filmar a violência com este realismo?
NB: Apesar de não ser um apaixonado pelo Boxe, sempre tive um interesse especial por filmes sobre este desporto. Mas as lutas de Gabriel, em especial a forma de as filmar, seguiram um padrão diferente. O meu foco foi sempre criar uma luta realista, que represente um pouco o mundo do boxe amador como o descobri em Portugal. Ou seja, não estamos a falar de um combate de 12 assaltos, realizado em Las Vegas, com 10.000 espectadores onde tudo é muito estilizado. Em Gabriel, procurei filmar o boxe de uma forma crua, mas real.
O racismo é um problema que persiste na actualidade e também é abordado em Gabriel. Quer despertar consciências, mudar mentalidades?
NB: As histórias que me dão prazer contar são as histórias que reflectem a vida como ela é, a atualidade, os problemas que nos afetam enquanto sociedade. Por isso Gabriel e esta história de imigração, de integração social, de chegada a um novo país e a uma nova vida. O meu objetivo é sempre contar uma boa história, uma história que não termine quando os créditos começam a passar no final do filme mas sim continue na memória de quem assistiu e gere discussões após sair da sala de cinema.
Como chegou a Igor Regalla para protagonista e como foi trabalhar com ele?
NB: Existiu um trabalho - em ligação com a produtora Sara Moita - de identificar atores portugueses que se enquadrassem nas personagens criadas. Na altura vimos vários showreels, ficção nacional e peças de teatro. A escolha do Igor vem de uma peça que vimos no Teatro São Luiz. A Ana Marta da sua carreira de um filme que tinha visto umas semanas antes em que ela participa. O José Condessa pela paixão que demonstrou no projeto quando reunimos com ele.
A câmara tem uma grande proximidade com as personagens e filma os combates com muita credibilidade. Como foi o desafio de filmar boxe?
NB: Existiu um intenso trabalho realizado com o coreógrafo e preparador de atores - David Chan - e com o Diretor de Fotografia, o Pedro Negrão, para passar o realismo para as cenas do combate de boxe. Eu não queria duplos, ou slow-motions, ou aqueles truques que vemos em filmes do género. Eu queria passar ao espetador a ideia de realismo e que aqueles combates são reais.
Foi o Igor que lhe deu a conhecer a música de Vado Más Ki Às, que participa com quatro temas na banda sonora de Gabriel (e faz até uma participação especial). Por coincidência a história do cantor tem algumas semelhanças com a do protagonista (também cresceu num bairro problemático). De que forma a música de Vado e de outros interpretes de hip hop influenciaram a produção do filme?
NB: Durante o processo de escrita e de pregação do filme eu ouvi muitas músicas do novo hip hop português. Cheguei a criar um playlist no Spotify que ouvia muitas vezes durante a escrita e reescrita do guião. Algumas dessas músicas foram mesmo usadas no filme. O Vado apenas conheci dois dias antes do início da rodagem - por isso a sua música não influenciou a preparação do filme, mas depois a fase de pós-produção.
Qual espera que seja a reacção do público português?
NB: Espero que vão ver cinema português, em especial Gabriel. Muitas vezes existe o preconceito contra o filme nacional. Mas Gabriel, como muitos outros filmes portugueses, contam histórias dos nossos locais, das nossas tradições e culturas, algo que nenhuma outra cinematografia faz. Só isso, justifica uma ida ao cinema. Mas Gabriel, espero, adiciona uma história atual, bons atores e a maior sequência de boxe alguma vez filmada em Portugal.
Eis que as atenções se viram para o boxe e para a direita de Gabriel, a sua arma mais forte contra os adversários. Fora do ringue, mergulhamos numa vida a recomeçar num país diferente, em busca do caminho certo. Gabriel é de um realismo cruel, pouco experimentado no cinema português. A violência das palavras e dos actos mostra o pior dos seres humanos, mas também ensina como é possível construir o trilho mais digno.
Depois da morte da mãe, Gabriel (Igor Regalla), um jovem pugilista cabo-verdiano recém-chegado a Portugal, vem à procura do pai, um antigo campeão de boxe dos Olivais. Na busca, Gabriel entra em contacto com Rui (José Condessa), um membro violento do gangue local liderado por Jorge (Sérgio Praia), que organiza todas as lutas no bairro.
A história de Gabriel é simples e familiar. Filmam-se as dificuldades da vida num bairro social lisboeta, filma-se o racismo, a imigração, a violência, o medo e o desespero. Ao mesmo tempo, capta-se também o amor pela família, a força do desporto e a vontade de ser a nossa melhor versão. A história não nos é contada cronologicamente, mas o encadeamento temporal da narrativa constrói-se com naturalidade graças à montagem eficaz.
Gabriel é incansável na busca pelo seu pai, aventurando-se pelos locais mais sinistros da vizinhança. Ao mesmo tempo, vê na sua paixão pelo boxe a única solução para melhorar a vida dos seus. E mesmo que a ingenuidade do jovem protagonista por vezes nos deixe revoltados, certo é que a sua humildade e coragem criam a empatia necessária para torcermos por ele.Depois de ser Eusébio, Igor Regalla regressa ao grande ecrã e encaixa-se na perfeição na personagem, mesmo com o aspecto franzino que o caracteriza e que torna, ainda mais, Gabriel num herói improvável. O filme foi não só física como psicologicamente desafiante para o actor.
Ao seu lado, há muita química com Ana Marta Ferreira, a namorada que também sofre em silêncio, bem como com o seu rival no ringue de boxe, José Condessa. Um trio de jovens actores que funcionam muito bem em cena. Ainda de destacar são as personagens de Almeno Gonçalves - o treinador que protege e incentiva Gabriel -, e o vilão da história, totalmente desprovido de coração, interpretado e bem por Sérgio Praia.
A banda sonora, repleta de hip hop tuga, torna-se viciante por se encaixar completamente no ritmo e temática do filme. Destaque para Vado Más Ki Às (com uma participação especial na longa-metragem) que assina quatro temas de Gabriel, incluindo a canção original, Vai.
O realizador, Nuno Bernardo, consegue inserir-nos na vida do bairro sem que nos sintamos estranhos. A câmara coloca-nos no local, como mais um morador ou um curioso que aposta tudo em Gabriel. A violência é muito bem filmada, e cada soco parece-nos real, faz-nos sentir desconfortáveis na cadeira do cinema - e isso é muito bom! É fundamental que um filme marque quem o vê e Gabriel é capaz, em alguns momentos, de deixar-nos KO.
Gabriel é mesmo "um murro no estômago" (provavelmente dado com o punho direito do protagonista), um daqueles que o espectador de cinema bem precisa, de vez em quando.
Ainda estamos em Fevereiro e já estrearam nas salas de cinema sete filmes de produção portuguesa: Terra Franca, O Grande Circo Místico, Os Dois Irmãos, Tiro e Queda, Selvagens, Debaixo do Céu e Uma Vida Sublime.
Nos próximos meses é esperado que estreiem muitos mais. Parece que 2019 será um bom ano para o cinema nacional. Filmes sobre figuras históricas, artistas e outros enredos, até Setembro, estão previstas estrear pelo menos mais 15 produções nacionais nas salas. Vamos conhecê-las:
Portugal Não Está à Venda, de André Badalo
Com Pedro Teixeira, Rita Pereira, Ana Zanatti, Tiago Teotónio Pereira, São José Correia, Dalila Carmo, Maria Vieira, Maria José Paschoal, Pedro Granger, Isabel Ruth, João Lagarto, Silvia Rizzo, Io Apolloni, Orlando Costa, Marina Mota, Cucha Carvalheiro, Philippe Leroux, António Capelo, Miguel Monteiro, Joana Ribeiro, Luisa Ortigoso, Paulo Pires, Diogo Piçarra.
Trata-se de uma comédia com um elenco de actores muito conhecidos, em especial, da televisão. Numa manhã de nevoeiro, após mais uma crise, o hipocondríaco Sebastião e a sua enlouquecida família descobrem que a nova primeira-ministra esconde um plano maquiavélico para vender o país aos alemães, franceses, chineses e angolanos. Desesperados e falidos, entre raptos e demolições, laxantes, disfarces e mil confusões, terão de convencer os restantes portugueses de que amanhã podem acordar sem país.
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Estreia prevista para 21 Fevereiro 2019
A Portuguesa, de Rita Azevedo Gomes
Com Ingrid Caven, Clara Riedenstein, Pierre Léon, Rita Durão, João Vicente, Luís Lucas, Marcelo Urgeghe, Mauro Soares.
A Portuguesa deu nas vistas no Festival de Berlim. No norte de Itália, os von Ketten (Delle Catene como são conhecidos nas redondezas), servem-se da ascendência germânica conforme lhes convém. Disputam as forças do Episcopado de Trento, apoderando-se de tudo o que está ao seu alcance, com astúcia e calma. Para que nada limite o campo de acção, herr Ketten procura casamento num um país distante: Portugal. Durante o ano de lua-de-mel, na viagem de regresso, nasce o primeiro filho. Mas, mal chegam ao castelo, Ketten vê uma boa oportunidade de investir contra o bispo e parte de novo para a guerra. A Portuguesa, contrariando a vontade do marido, recusa-se a regressar a Portugal. 11 anos decorrem, entre contendas e escaramuças e von Ketten, raramente vai a casa. Correm rumores à volta da presença daquela "estrangeira", isolada no castelo sombrio, rodeada pelas aias e escravas moiras e na companhia de Pero Lobato, um primo que chegou de visita. Há quem diga que ela é uma herege…
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Estreia prevista para 28 Fevereiro 2019
Imagens Proibidas, de Hugo Diogo
Com Elmano Sancho, Diana Costa e Silva, Ana Vilela da Costa, Maria Leite, Erica Rodrigues, Suzana Borges, João Lagarto, Pedro Lacerda, Alba Baptista, Bruna Quintas, Dinarte Freitas, Susana Sá.
Em Londres, David vive tempos difíceis, tentando fugir às sombras e memórias de um grande amor perdido. Motivado por essa necessidade de fugir e pela vontade de descobrir o seu caminho, David decide regressar a Lisboa e leva com ele um projecto. Conhece Sam e Júlia e com elas pretende recriar o amor entre duas mulheres que não se conhecem, fotografando uma e outra e apenas permitindo que ambas se comuniquem através dele, e de fotografias polaroid: a prova visível de um amor, captado e criado por ele.
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Estreia prevista para 28 Fevereiro 2019
Snu, de Patrícia Sequeira
Com Inês Castelo-Branco, Pedro Almendra, Ana Vilela da Costa, Ana Nave, Afonso Lagarto, Simon Frankel, Patrícia Tavares, Ivo Alexandre, Inês Rosado, Pedro Saavedra.
Snu relata a história de amor de Ebba Merete Seidenfaden, a editora Dinamarquesa que ficou conhecida por todos como Snu Abecassis, com Francisco Sá Carneiro. Desde os tempos em que desafiava a PIDE, Snu não deixou ninguém indiferente ao seu carácter forte e lutador. Quando, nos anos 60, se mudou para Lisboa com o então marido Vasco Abecassis, Snu dedicou-se de alma e coração à sua recém-criada editora, publicando livros polémicos aos olhos do Estado Novo. Contra todas as adversidades, Snu lutou pela cultura e pelos ideais em que acreditava. Nessa altura, estava longe de imaginar as mudanças que aconteceriam na sua vida a partir da altura em que acedeu almoçar com um dos entrevistados para a colecção de livros Participar. Ele era Francisco Sá Carneiro e viria a tornar-se no grande amor da sua vida.
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Estreia prevista para 7 Março 2019
Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora
Com Henrique Ihjãc KRAHÔ, Raene Kôtô KRAHÔ.
Vencedor do Prémio Especial do Júri da secção Un Certain Regard no Festival de Cannes 2018. Esta noite, os espíritos e as cobras ainda não apareceram. A floresta ao redor da aldeia está calma. Ihjãc, 15 anos, tem pesadelos desde que perdeu o pai. Ele é um índio Krahô, do Norte do Brasil. Ihjãc avança na escuridão com o corpo suado. Uma voz distante ecoa por entre as palmeiras. A voz do pai chama-o, junto à cascata: chegou o momento de preparar a sua festa de fim de luto para que o espírito possa partir para a aldeia dos mortos. Rejeitando o seu dever e para escapar do processo de se transformar em xamã, Ihjãc foge para a cidade de Itacajá. Longe do seu povo e da sua cultura, vai enfrentar a realidade de ser um indígena no Brasil contemporâneo.
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Estreia prevista para 14 Março 2019
Ladrões de Tuta e Meia, de Hugo Diogo
Com Rui Unas, Leonor Seixas, Melânia Gomes, Carlos Areia, Susana Cacela, Fernando Rocha.
João e Christiane são um jovem e divertido casal que procura financiar o seu casamento de qualquer forma. Biscates, pequenos golpes, burlas... trabalho é que não, que o trabalho cansa! É então que tropeçam numa notícia de jornal sobre Amílcar, um velho veterano do Ultramar, sozinho e viúvo, que acaba de ganhar o Euromilhões, e vêem nele uma oportunidade de darem o seu último e maior golpe. O plano é simples: encontrar uma forma de entrar na casa de Amílcar, roubar-lhe alguns artigos de higiene íntima para falsificar um teste de ADN, apresentar-lhe João como o seu filho perdido e convencê-lo a colocar o nome do suposto filho nas suas contas. Mas há um problema, chamado Jéssica J. Antiga concorrente da Casa dos Segredos e afilhada por casamento de Amílcar. Jéssica já está de olho na fortuna do velho e não aprecia a concorrência.
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Estreia prevista para 14 Março 2019
Gabriel, de Nuno Bernardo
Com Igor Regalla, Ana Marta Ferreira, José Condessa, Sérgio Praia, Mina Andala, Ângelo Torres, Almeno Gonçalves, Carlos Areia.
Depois da morte da mãe, Gabriel, jovem pugilista cabo-verdiano recém-chegado a Portugal, vem à procura do pai, um antigo campeão de boxe dos Olivais. Na busca, Gabriel entra em contacto com Rui, um membro violento do gang local liderado por Jorge, que organiza todas as lutas ilegais no bairro.
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Estreia prevista para 21 Março 2019
Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt
Com Carloto Cotta, Cleo Tavares, Anabela Moreira, Margarida Moreira, Carla Maciel, Filipe Vargas, Manuela Moura Guedes, Joana Barrios, Maria Leite.
Diamantino, o maior jogador de futebol do mundo, perde o talento e termina a carreira. Em busca de um novo propósito na vida, o ícone internacional embarca numa odisseia delirante, onde procura a origem do seu génio, enfrenta o neofascismo, a crise dos refugiados e mutações genéticas.
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Estreia prevista para 4 Abril 2019
Quero-te Tanto, de Vicente Alves do Ó
Com Pedro Teixeira, Benedita Pereira, Maria Rueff, Alexandra Lencastre, Fernanda Serrano, Ana Sofia Martins, Dalila Carmo, Sara Prata, Ricardo Teixeira, Philippe Leroux, Pedro Lacerda, Rui Mendes, Paulo Pires.
Comédia cartoonesca sobre um inconformado casal de jovens pais que, procurando uma solução para a sua frágil situação financeira, se envolve num inocente e disparatado esquema. Tidos como criminosos, Pepê (Pedro Teixeira) e Mia (Benedita Pereira) são detidos. No entanto, graças à imprevisível influência da imprensa, a sua história ganha o carinho da população portuguesa que acaba por consagrá-los heróis nacionais. Lutando até ao fim pela união desta pequena família, Pepê e Mia instigam assim um road-movie atribulado, repleto de aventuras, que atravessa o país, começando em Lisboa e terminando num reduto idílico na Patagónia.
Trailer: Não Disponível
Estreia prevista para 18 Abril 2019
Caminhos Magnétykos, de Edgar Pêra
Com Dominique Pinon, Ney Matogrosso, Alba Baptista, Paulo Pires, Teresa Ovídio, António Durães, Iris Cayatte, Albano Jerónimo, Jorge Prendas, Manuel João Vieira, Ângelo Torres, Marina Albuquerque, Adelaide Teixeira, Vítor Correia, Diana Sá, Valdemar Santos, Manuela Paulo, Marcos Barbosa, David Almeida, José Nobre.
“O Dinheiro Não é Tudo”. Raymond, 60 e poucos anos, parisiense, autor de bds fotográficas e filmes de animação franceses, veio para Portugal com o 25 Abril, apaixonou-se e ficou por cá, onde reside há 40 anos. A sua actividade entrou em decadência e Raymond vive na dependência económica da sua mulher Gertrudes. Caminhos Magnéticos desenrola-se no dia do casamento da sua filha de 21 anos, Catarina, com Damião, um homem rico muito mais velho. Em Lisboa vive-se uma guerra civil e está em vias de ser instaurado um regime autoritário militarizado. Durante uma noite e um dia de humilhações, Raymond irá viver uma revolta interior e uma viagem caleidoscópica numa cidade em vias de desmoronar . É também o desmoronar das suas convicções.
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Estreia prevista para 25 Abril 2019
Solum, de Diogo Morgado
Com Diogo Morgado, Darwin Shaw, Francisco Froes, Catarina Mira, Gonzalo Ramos, Maria Botelho Moniz, Luís Lourenço, Anna Ludmilla, Cláudia Semedo.
As primeiras novidades do filme foram apresentadas na Comic Con Portugal 2018. Uma ilha exótica é usada para a gravação de reality show de sobrevivência chamado Solum. Oito concorrentes são deixados num ambiente inóspito e isolado e levam consigo apenas o que é estritamente necessário para a sua sobrevivência. O último a desistir vence.
O Hotel Império é um marco com 30 anos no bairro antigo de Macau, habitado por personagens com histórias e lutas próprias. É também a casa de Maria (Margarida Vila-Nova). Um dia, o fardo de manter o hotel cai sobre os seus ombros. Chu (Rhydian Vaughan), que deixou Macau há duas décadas, regressa decidido a vingar-se e a recuperar a fortuna da sua mãe - metade do hotel. No casino, Maria canta o fado e bailarinos exóticos actuam. É contra esse pano de fundo ilusório os dois se encontram pela primeira vez...
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Estreia prevista para 9 Maio 2019
O Sentido da Vida, de Miguel Gonçalves Mendes
Com Giovane De Sena Brisotto, Valter Hugo Mãe, Hilmar Örn Hilmarsson.
Uma viagem pelo mundo para questionar a nossa existência através das perguntas de um jovem brasileiro que sofre de uma rara doença hereditária sem cura.
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Estreia prevista para 13 Junho 2019
Variações, de João Maia
Com Sérgio Praia, Filipe Duarte, Victória Guerra, Augusto Madeira, Afonso Lagarto, Diogo Branco, Teresa Madruga.
A vida de António Ribeiro, barbeiro e figura da movida lisboeta no final dos anos 70, perseguindo o sonho de se tornar cantor e compositor, apesar de não saber uma nota de música. O filme conta o seu processo de transformação na personagem artística que foi António Variações, compositor, cantor excêntrico e popular, que viu a carreira fulgurante interrompida pela morte, em 1984.
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Estreia prevista para 22 Agosto 2019
Mutant Blast, de Fernando Alle
Com Maria Leite, Joaquim Guerreiro, Pedro Barão Dias, João Vilas, Mário Oliveira, Clemente Santos.
Porque também se fazem filmes de terror em Portugal. Maria, uma corajosa mulher-soldado, e TS-347, um homem com uma força sobre-humana, estão a ser perseguidos por uma célula militar, responsável por experiências científicas que deram origem a um Apocalipse zombie.
O filme português Gabriel anunciou a lista completa de temas que irão compor a sua banda sonora. Quatro das canções foram escolhidas através de um concurso lançado pela produção do filme. Os vencedores foram Ken Ki Fla, de Mynda Guevara, Tic Tac, de Asig, Namoro, de BAD feat. Edgar Domingos e Incentivo, de Neko Rs.
Gabriel, realizado por Nuno Bernardo, é um drama sobre um jovem adulto à procura da sua verdadeira identidade. Passado na actualidade e filmado num dos mais complicados bairros de Lisboa, os Olivais, Gabriel conta-nos a história de um jovem pugilista cabo-verdiano que, após a morte da mãe, viaja para Portugal na tentativa de encontrar o pai, um antigo campeão de boxe. Nesta busca, Gabriel descobre o passado do seu pai e que o seu futuro depende da sua decisão de aceitar um perigoso combate.
Gabriel estreia a 21 de Março nos cinemas portugueses.
Fica a lista completa dos temas da banda sonora do filme:
Gabriel é o filme de Nuno Bernardo que chega aos cinemas a 21 de Março de 2019. O videoclip da música Vai, do artista cabo-verdiano Vado Más Ki Ás, tema original criado para a longa-metragem, foi divulgado há poucos dias.
O tema está também à venda nas principais lojas digitais de música e no Spotify.
Para além de Vado, a banda sonora do filme conta com a participação de Bispo, Piruka, Dillaz, Royalstick e Estraca, entre outros.
Gabriel foi apresentado no último Festival de Cinema de Locarno e conta com os actores Igor Regalla, Ana Marta Ferreira, José Condessa, Sérgio Praia, Mina Andala, Almeno Gonçalves e Ângelo Torres no elenco. O filme conta a história de um jovem pugilista cabo-verdiano recém-chegado a Portugal, que após a morte da mãe, vem à procura do pai, um antigo campeão de boxe dos Olivais.