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terça-feira, 2 de setembro de 2025

Sugestão da Semana #681

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Apanhado a Roubar, de Darren Aronofsky, protagonizado por Austin Butler.

APANHADO A ROUBAR


Ficha Técnica:
Título Original: Caught Stealing
Realizador: Darren Aronofsky
Elenco: Austin Butler, Zoë Kravitz, Regina King, Matt Smith, Liev Schreiber, Vincent D'Onofrio, Griffin Dunne, Bad Bunny
Género: Comédia, Crime, Thriller
Classificação: M/14
Duração: 107 minutos

segunda-feira, 1 de março de 2021

Globos de Ouro 2021: Red Carpet

Numa edição totalmente diferente do habitual devido à pandemia, a cerimónia dos Globos de Ouro 2021 foi mais virtual do que presencial. Não deixou, ainda assim, de ser uma oportunidade para as estrelas desfilarem, fosse na passadeira vermelha ou nos corredores lá de casa. Destacamos, como de costume, alguns dos modelos que mais se destacaram.


O actor de O Mauritano, Tahar Rahim, destacou-se no seu fato azul escuro luminoso da Louis Vuitton.


Também vestida pela Louis Vuitton, esteve Regina King. A actriz e realizadora - nomeada pela sua estreia na realização com One Night in Miami... - surgiu deslumbrante num vestido preto e prateado, com jóias da Forevermark.


Aos 83 anos, Jane Fonda continua com uma beleza e forma invejável, e certeira no discurso. A actriz, homenageada nesta edição dos Globos de Ouro com o prémio Cecil B. DeMille, desfilou na passadeira vermelha com um fato branco-pérola e arrebatou-nos.


Muito clássica e elegante, Lily Collins surgiu num vestido de um só ombro e manga comprida da Saint Laurent por Anthony Vaccarello, em tons verdes, dourados, azuis e castanhos. As jóias são da Cartier.



Vencedora de um Globo de Ouro pela sua interpretação da Princesa Diana na série The Crown, Emma Corrin escolheu um vestido original, preto e branco, da Miu Miu e jóias Cartier.


Nomeada para o Globo de Ouro de Melhor Actriz Secundária por Mank, Amanda Seyfried escolheu um vestido rosa coral Oscar de la Renta, muito elegante, acompanhado de jóias discretas da Forevermark. O penteado clássico e a maquilhagem muito natural deram-lhe ainda mais glamour.


Satchel Lee, filha de Spike Lee e uma das embaixadoras dos Globos de Ouro nesta edição, surgiu elegante num vestido preto e prateado da Gucci. A abertura lateral na perna, bem como os efeitos na zona do tronco destacaram o lado jovem e atrevido da activista.


Deslumbrante, a vencedora do Globo de Ouro pela minissérie The Queen's Gambit, Anya Taylor-Joy, surgiu ela própria em porte de rainha, num estonteante vestido verde Christian Dior, de alças e decote em V, e capa volumosa. O cabelo e maquilhagem simples compuseram o look, que não passou despercebido.


Gal Gadot desfilou na red carpet com um vestido branco curto da Givenchy, com uma sobreposição em jeito de capa, mais leve, sobre os ombros e costas. Simples e elegante.


Foi num estonteante vestido vermelho cintilante que Maria Bakalova se estreou como nomeada nos Globos de Ouro. A actriz búlgara surgiu num volumoso vestido cai-cai Giorgio Armani, e mala da Tyler Ellis.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Crítica: One Night in Miami... (2020)

"Don't you think it's about time to party?"

Jim Brown

*7/10*

Um encontro entre quatro proeminentes figuras afro-americanas dos anos 60, as suas ideias, dúvidas, medos e ambições, são levados para o grande ecrã por Regina King, na sua estreia na realização de longas-metragens. One Night in Miami adapta a peça de teatro de teatro homónima de Kemp Powers, que assina o argumento do filme.

Uma noite em 1964, Cassius Clay (Eli Goree) convida três dos seus amigos, o activista Malcolm X (Kingsley Ben-Adir), a lenda da soul Sam Cooke (Leslie Odom Jr.) e a estrela do futebol americano Jim Brown (Aldis Hodge), para comemorarem a sua vitória perante o campeão mundial de pesos pesados Sonny Liston, num hotel em Miami.

Cassius Clay, Malcolm X, Jim Brown e Sam Cooke são os protagonistas desta história, que retrata muitos acontecimentos reais, mas ficcionaliza tudo o que se passou entre quatro paredes, durante o encontro dos quatro homens no Hampton House Motel. Quatro visões, quatro experiências de vida, quatro vultos de sucesso das suas áreas, quatro opiniões sobre política e sociedade.

O racismo, o papel dos artistas e atletas negros na sociedade, o poder da religião e da palavra, a política e o activismo são os temas fortes que conduzem a acção do filme de Regina King.

Mantendo a forte componente teatral, Kemp Powers cria diálogos intensos e confrontos de ideias, criados a partir das personalidades conhecidas dos quatro homens. Malcolm X, como o influenciador, de ideias mais extremistas mas também desiludido com a sua irmandade, entra em especial conflito com Sam Cooke, o músico e empresário de sucesso, menos radical. Já Clay, o mais jovem e quase ingénuo, com uma confiança e vaidade marcantes, e Brown, ponderado, sem querer tomar partido, mas ciente de tudo o que está em jogo, são apaziguadores do conflito que se gera.

One Night in Miami... vai ganhando fôlego e interesse, à medida que os ânimos se exaltam e que as desconfianças aumentam. E é no elenco que está a maior força do filme: Kingsley Ben-Adir, Leslie Odom Jr. (de elogiar, a confiança com que articula gestos e maneirismos), Eli Goree e Aldis Hodge formam um grupo forte e com carisma. Destacam-se inevitavelmente os dois primeiros, que comandam a acção enquanto travam argumentos que quase abalam uma amizade.

Uma estreia inspirada e auspiciosa para Regina King, One Night in Miami... traz para discussão temas ainda tão actuais, que continuam a merecer uma profunda reflexão de toda a sociedade.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Oscars 2019: Red Carpet

Conhecidos os vencedores da 91.ª edição dos Oscars, olho agora com mais atenção para os modelos que desfilaram na passadeira vermelha. O rosa dominou muitos dos looks (com grande pena minha) e não foi fácil escolher os meus favoritos. Poucos me conquistaram. Eis, como de costume, uma breve análise aos mais bem vestidos da red carpet dos Oscars (para mim, que não pesco nada de moda).


TINA FEY poderia dar uma boa apresentadora dos Oscars (com Amy Poehler e Maya Rudolph, porque não?). Mas falando do visual, a actriz estava elegantíssima num vestido azul Vera Wang, muito simples, mas igualmente muito eficaz. Uma opção segura que, combinada com o penteado e jóias (Niwaka Jewelry) certas, fez Fey brilhar.


O amarelo poderia ser arriscado, mas este modelo Versace foi uma aposta ganha para CONSTANCE WU (estrela de Crazy Rich Asians). Um tom suave, malmequer, dá à actriz um ar quase angelical.


Nomeada para o Oscar de Melhor Actriz, MELISSA MCCARTHY fez uma aposta segura mas elegante, num fato preto e branco Brandon Maxwell, cuja capa deu uma sofisticação extra. Maquilhagem, penteado e as jóias favoreceram ainda mais a actriz.


NICHOLAS HOULT foi, provavelmente, o homem mais elegante da noite. O fato preto Dior destacou-se devido à faixa cruzada a sair da zona do peito. Um toque cheio de classe.


Vencedora do Oscar para Melhor Actriz Secundária, REGINA KING surgiu na passadeira vermelha com um bonito vestido branco com cauda, Oscar de la Renta. Jóias (Chopard Jewelry) e cabelo fizeram jus ao modelo, que não passou despercebido.


OLIVIA COLMAN marcou uma das surpresas da noite ao conquistar o Oscar para Melhor Actriz pelo seu desempenho como Rainha Anne, em A Favorita. Na passadeira vermelha, desfilou com um bonito vestido de seda verde-esmeralda escuro da Prada, com um laço cinza nas costas, com alguns detalhes em prata, que se transformava numa capa. Com tanto de clássico como de moderno.


Nomeada para o Oscar de Melhor Actriz Secundária, a mexicana MARINA DE TAVIRA deslumbrou na red carpet com um vestido vermelho, a condizer. O modelo J. Mendel combinou na perfeição com as jóias Lorraine Schwartz.


Uma das minhas favoritas da noite foi DANAI GURIRA com um visual digno de uma rainha de Wakanda. Deslumbrante, a actriz de Black Panther surgiu num poderoso vestido dourado com detalhes em preto, Brock Collection. As jóias Fred Leighton e a bandolete a realçar o penteado, completaram o visual de encantar.


Igualmente deslumbrante esteve a nomeada para Melhor Actriz Secundária, AMY ADAMS, num vestido Versace, muito justo, em tons de prata. O penteado e as jóias Cartier deram ainda mais elegância ao visual.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Sugestão da Semana #365

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Se Esta Rua Falasse, de Barry Jenkins.

SE ESTA RUA FALASSE


Ficha Técnica:
Título Original: If Beale Street Could Talk
Realizador: Barry Jenkins
Actores: KiKi Layne, Stephan James, Regina King, Colman Domingo, Teyonah Parris, Michael Beach, Aunjanue Ellis
Género: Crime, Drama, Romance
Classificação: M/14
Duração: 119 minutos


domingo, 24 de fevereiro de 2019

Oscars 2019: As Actrizes Secundárias

Analiso agora as nomeadas para Melhor Actriz Secundária. Estão todas muito equilibradas por aqui, tanto que é difícil escolher a favorita. Não posso contudo avaliar a potencial vencedora deste ano, Regina King, pois ainda não vi o seu filme. Eis as nomeadas por ordem de preferência.



Rachel Weisz é Lady Sarah, a melhor amiga da rainha que assume as decisões do reino a favor das suas simpatias políticas e que mais possam convir ao marido; uma mulher fria e calculista, que acaba por ser também ela manipulada. A actriz supera-se numa interpretação repleta de maturidade e seriedade, de elegância e talento.



Amy Adams está quase empatada com Weisz nas minhas preferências. Ela é a mulher por detrás dos homens, Lynne Cheney. Adams também se supera com uma interpretação de peso, que lhe exigiu bastante trabalho de bastidores, num estudo minucioso, tendo adoptado a voz de Cheney até nos intervalos de gravação. A actriz tem aqui mais uma boa parceria - já bem conhecida de outros filmes - com Christian Bale.



Emma Stone é a criada Abigail, ambiciosa e sem escrúpulos, que vagueia entre o ar mais angelical e inocente ao mais perverso e maquiavélico. Stone é enérgica e ataca com a rebeldia que lhe é característica. Mais uma vez, revela-se uma excelente actriz de comédia e apenas fica a faltar-lhe um pouco mais de maldade - que a personagem pede muito.



Marina de Tavira dá nas vistas em Roma pelo seu desempenho de mulher traída e magoada que tenta, a todo o custo, menorizar a dor dos filhos. Ainda assim, é uma prestação simples que coloca em dúvida a justiça desta nomeação.

Regina King (If Beale Street Could Talk)
 
  Sem avaliação