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domingo, 16 de fevereiro de 2025

BAFTA 2025: Vencedores

Foram esta noite anunciados os vencedores dos BAFTA 2025, os prémios do cinema britânico. 

Conclave e O Brutalista receberam quatro prémios cada, tendo o primeiro conquistado o BAFTA para Melhor Filme e o segundo os BAFTA para Melhor Realizador e Melhor Actor Principal.

Eis a lista completa de vencedores:


Melhor Filme
ANORA
THE BRUTALIST
A COMPLETE UNKNOWN
EMILIA PÉREZ

Melhor Filme Britânico
BIRD
BLITZ
GLADIATOR II
HARD TRUTHS
KNEECAP
LEE
LOVE LIES BLEEDING
THE OUTRUN
WALLACE AND GROMIT: VENGEANCE MOST FOWL

Melhor Primeira Obra de um Realizador, Produtor ou Argumentista Britânico
HOARD Luna Carmoon (Realizadora, Argumentista)
KNEECAP Rich Peppiatt (Realizador, Argumentista)
MONKEY MAN Dev Patel (Realizador)
SANTOSH Sandhya Suri (Realizadora, Argumentista), James Bowsher (Produtor), Balthazar de Ganay (Produtor) [também produzido por Alan McAlex, Mike Goodridge]
SISTER MIDNIGHT Karan Kandhari (Realizador, Argumentista)

Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
ALL WE IMAGINE AS LIGHT Payal Kapadia, Thomas Hakim
I’M STILL HERE (AINDA ESTOU AQUI) Walter Salles, TBD
KNEECAP Rich Peppiatt, Trevor Birney
THE SEED OF THE SACRED FIG Mohammad Rasoulof, Amin Sadraei

Melhor Documentário
BLACK BOX DIARIES
DAUGHTERS
NO OTHER LAND
SUPER/MAN: THE CHRISTOPHER REEVE STORY
WILL & HARPER

Melhor Filme de Animação
FLOW
INSIDE OUT 2
WALLACE AND GROMIT: VENGEANCE MOST FOWL
THE WILD ROBOT

Melhor Filme Infantil e Familiar
FLOW
KENSUKE'S KINGDOM
WALLACE AND GROMIT: VENGEANCE MOST FOWL
THE WILD ROBOT

Melhor Realizador
ANORA Sean Baker
CONCLAVE Edward Berger
DUNE: PART TWO Denis Villeneuve
EMILIA PÉREZ Jacques Audiard
THE SUBSTANCE Coralie Fargeat

Melhor Argumento Original
ANORA escrito por Sean Baker
THE BRUTALIST escrito por Brady Corbet & Mona Fastvold
KNEECAP escrito por Rich Peppiatt, história de Rich Peppiatt, Naoise Ó Cairealláin, Liam Óg Ó Hannaidh, JJ Ó Dochartaigh
A REAL PAIN escrito por Jesse Eisenberg
THE SUBSTANCE escrito por Coralie Fargeat

Melhor Argumento Adaptado
A COMPLETE UNKNOWN adaptado por James Mangold Jay Cocks
EMILIA PÉREZ escrito por Jacques Audiard
NICKEL BOYS adaptado por RaMell Ross & Joslyn Barnes
SING SING adaptado por Clint Bentley, Greg Kwedar, história de Clint Bentley, Greg Kwedar, Clarence ‘Divine Eye’ Maclin, John ‘Divine G’ Whitfield

Melhor Actor Principal
TIMOTHÉE CHALAMET A Complete Unknown
COLMAN DOMINGO Sing Sing
RALPH FIENNES Conclave
HUGH GRANT Heretic
SEBASTIAN STAN The Apprentice

Melhor Actriz Principal
CYNTHIA ERIVO Wicked
KARLA SOFÍA GASCÓN Emilia Pérez
MARIANNE JEAN-BAPTISTE Hard Truths
DEMI MOORE The Substance
SAOIRSE RONAN The Outrun

Melhor Actor Secundário
YURA BORISOV Anora
KIERAN CULKIN A Real Pain
CLARENCE MACLIN Sing Sing
EDWARD NORTON A Complete Unknown
GUY PEARCE The Brutalist
JEREMY STRONG The Apprentice

Melhor Actriz Secundária
SELENA GOMEZ Emilia Pérez
ARIANA GRANDE Wicked
FELICITY JONES The Brutalist
JAMIE LEE CURTIS The Last Showgirl
ISABELLA ROSSELLINI Conclave

Melhor Banda Sonora Original
CONCLAVE Volker Bertelmann 
EMILIA PÉREZ Camille, Clément Ducol
NOSFERATU Robin Carolan
THE WILD ROBOT Kris Bowers

Melhor Fotografia
CONCLAVE Stéphane Fontaine
DUNE: PART TWO Greig Fraser
EMILIA PÉREZ Paul Guilhaume
NOSFERATU Jarin Blaschke

Melhor Montagem
ANORA Sean Baker 
DUNE: PART TWO Joe Walker 
EMILIA PÉREZ Juliette Welfling 
KNEECAP Julian Ulrichs, Chris Gill

Melhor Design de Produção
THE BRUTALIST Judy Becker, Patricia Cuccia 
CONCLAVE Suzie Davies, Cynthia Sleiter 
DUNE: PART TWO Patrice Vermette, Shane Vieau
NOSFERATU Craig Lathrop
WICKED Nathan Crowley, Lee Sandales

Melhor Guarda-roupa
BLITZ Jacqueline Durran
A COMPLETE UNKNOWN Arianne Phillips
CONCLAVE Lisy Christl
NOSFERATU Linda Muir
WICKED Paul Tazewell

Melhor Maquilhagem e Cabelo
DUNE: PART TWO Love Larson, Eva Von Bahr
EMILIA PÉREZ Julia Floch Carbonel, Emmanuel Janvier, Jean-Christophe Spadaccini, Romain Marietti 
NOSFERATU David White, Traci Loader, Suzanne Stokes-Munton 
WICKED Frances Hannon, Laura Blount, Sarah Nuth

Melhor Som
BLITZ John Casali, Paul Cotterell, James Harrison 
GLADIATOR II Stéphane Bucher, Matthew Collinge, Paul Massey Danny Sheehan 
THE SUBSTANCE Valérie Deloof, Victor Fleurant, Victor Praud, Stéphane Thiébaut, Emmanuelle Villard 
WICKED Robin Baynton, Simon Hayes, John Marquis, Andy Nelson, Nancy Nugent Title  

Melhores Efeitos Visuais
BETTER MAN Luke Millar, David Clayton, Keith Herft, Peter Stubbs
GLADIATOR II Mark Bakowski, Neil Corbould, Nikki Penny, Pietro Ponti
KINGDOM OF THE PLANET OF THE APES Erik Winquist, Rodney Burke, Paul Story, Stephen Unterfranz 
WICKED Pablo Helman, Paul Corbould, Jonathan Fawkner, Anthony Smith

Melhor Casting
THE APPRENTICE Stephanie Gorin, Carmen Cuba 
A COMPLETE UNKNOWN Yesi Ramirez 
CONCLAVE Nina Gold, Martin Ware 
KNEECAP Carla Stronge

Melhor Curta de Animação Britânica
ADIÓS
MOG'S CHRISTMAS
WANDER TO WONDER

Melhor Curta-metragem Britânica
THE FLOWERS STAND SILENTLY, WITNESSING
MARION
MILK
ROCK, PAPER, SCISSORS
STOMACH BUG

Revelação do Ano - EE Rising Star Award (votado pelo público)
MARISA ABELA
JHARREL JEROME
DAVID JONSSON
MICKEY MADISON
NABHAAN RIZWAN

domingo, 26 de janeiro de 2025

Sugestão da Semana #650

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca O Brutalista, de Brady Corbet, com Adrien Brody, Felicity Jones e Guy Pearce. O filme já tem crítica no Hoje Vi(vi) um Filme.



Ficha Técnica:
Título Original: The Brutalist
Realizador: Brady Corbet
Elenco: Adrien Brody, Guy Pearce, Felicity Jones, Joe Alwyn, Raffey Cassidy, Stacy Martin, Isaach de Bankolé, Alessandro Nivola
Género: Drama
Classificação: M/16
Duração: 215 minutos

sábado, 25 de janeiro de 2025

Crítica: O Brutalista / The Brutalist (2024)

"When dogs get sick, they often bite the hand of those who fed them, until someone mercifully puts them down."
Harrison Lee Van Buren

*8.5/10*

Os primeiros planos de O Brutalista, especialmente o que mostra a Estátua da Liberdade filmada de um ângulo incomum, são, desde logo, um alerta para a experiência opressiva que é o novo filme de Brady Corbet. Eis uma nova forma de filmar o Sonho Americano e como ele não é aquilo que se espera, agora num épico de quase quatro horas de duração - e com direito a um intervalo preparado e pensado pelo realizador.


László Tóth (Adrien Brody) é um arquiteto húngaro de raízes judaicas, que sobrevive ao Holocausto e chega aos Estados Unidos para começar uma nova vida, enquanto aguarda a chegada da mulher, Erzsébet (Felicity Jones), retida na Europa de Leste com a sobrinha, Zsófia (Raffey Cassidy), após a guerra. O que László encontra é uma América muito diferente daquela que esperava. A reputação como arquitecto de sucesso em Budapeste de nada vale na Pensilvânia industrializada. László e Erzsébet suportam a pobreza e a indignidade, mas o génio do arquitecto acaba reconhecido pelo industrial Harrison Lee Van Buren (Guy Pearce) que o encarrega de projectar um grande edifício modernista. Neste projecto, que será o mais ambicioso da carreira de Tóth, ele terá de equilibrar a sua visão intransigente e a influência do patrono.

Ao longo da primeira metade de O Brutalista, assistimos às tentativas de integração de Lázló na sua nova vida, inicialmente ajudado pelo primo, depois por ele descartado, o arquitecto cai na miséria e decadência até ao aparecimento da família de Harrison Lee Van Buren.

Se, por um lado, parece que finalmente alguém reconhece o seu trabalho de excelência na Hungria - que resistiu à guerra -, e o contrata para uma obra extremamente ambiciosa; por outro, há obsessões que começam a revelar-se, mesmo com a chegada há tanto esperada de Erzsébet.


Os anos passam e aumenta a obsessão desmedida pelo seu grandioso projecto nos Estados Unidos. Lázló torna-se intratável, os vícios quase o fazem sucumbir e torna-se difícil manter os amigos. O delírio aumenta à medida que o projecto não avança, como se os traumas do passado na Europa, transpostos para a sua obra-prima, voltassem para o assombrar, num sofrimento mudo que se exprime em revolta contra quem o rodeia.

No filme de Corbet, os poderosos são também os abusadores. Vêem em Lázló, mais do que um grande artista, um vagabundo, dependente da família Lee, apesar de todo o talento que já demonstrou ter dentro de si. E se é Harrison, o aristocrata que reconhece o seu trabalho e o contrata, tornando-se seu benfeitor, é notório o desequilíbrio que vai tomando conta da relação de aparente amizade que cria com Lázló. O protagonista é humilhado, abusado e explorado: é esta a demonstração de poder que Harrison faz questão de nunca deixar esquecer.

Em O Brutalista, Adrien Brody está quase ao nível da sua interpretação em O Pianista (2002), de Roman Polanski. Como Lázló, o actor mostra-se intenso e estrondoso, mesmo no mais enclausurado e mudo sentimento. Ele sofre sozinho e refugia-se no seu projecto e, posteriormente, na sua companheira de vida, Erzsébet. E é Felicity Jones quem lhe veste a pele, num desempenho pautado pelo sofrimento físico causado pela doença da personagem e a constatação da degradação física e psicológica do marido, que pretende defender, a todo o custo, e de quem não quer voltar a separar-se. Uma mulher aparentemente frágil mas muito determinada.

Já o benfeitor-vilão é interpretado por Guy Pierce, que está excelente nesta personagem, inicialmente tão dúbio, mas que lentamente se transforma num homem odioso e repugnante.

A banda sonora de O Brutalista é quase mais uma personagem. Inebriante e intensa, adensa, mais ainda, a opressão do filme. Deixa no ar uma intranquilidade latente, fazendo crer que o pesadelo de Lázló está longe de acabar.

Com uma direcção de fotografia fundamental para unir toda a longa-metragem, eis o visual triste, sombrio, onde abundam as cores frias e escuras e onde também o aspecto da película de 35mm, apresentada inteiramente no formato VistaVision - muito comum na época em que se passa O Brutalista -, transportam a plateia para o isolamento da casa de Harrison e da mente de Lázló.

Depois de A Infância de um Líder (2015) e Vox Lux (2018), é O Brutalista que traz o nome de Brady Corbet para as bocas do mundo - e ainda bem. Há muito tempo que merecia o reconhecimento que parece ter chegado agora, 10 anos depois da sua primeira (e tão prometedora) longa-metragem.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Oscars 2025: Nomeados

Os nomeados para os Oscars 2025 foram revelados esta Quinta-feira, 23 de Janeiro, por Bowen Yang e Rachel SennottEmilia Pérez lidera a corrida às estatuetas douradas com 13 nomeações, seguido de O Brutalista e Wicked, com 10.

Entre as principais ausências nos nomeados deste ano, está a banda sonora de Challengers, de Trent Reznor e Atticus Ross (vencedor da categoria nos Globos de Ouro), e as interpretações de Angelina Jolie (Maria), Denzel Washington (Gladiador II), Nicole Kidman (Babygirl), Selena Gomez (Emilia Pérez), Margaret Qualley (A Substância), Zendaya (Challengers), Daniel Craig (Queer), Pamela Anderson (The Last Showgirl) ou Jamie Lee Curtis (The Last Showgirl).

As maiores surpresas recaem no filme brasileiro Ainda Estou Aqui, nomeado para os Oscars de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Filme e Melhor Actriz (Fernanda Torres). A animação letã Flow, vencedor do Globo de Ouro, conseguiu afirmar-se com nomeações para Melhor Filme de Animação e Melhor Filme Estrangeiro. Nosferatu somou inesperadas quatro nomeações - Fotografia, Guarda Roupa, Caracterização e Design de Produção -;  e Nickel Boys surpreendeu com as nomeações para Melhor Filme e Argumento Adaptado.


A 97.ª cerimónia dos Oscars vai realizar-se a 3 de Março de 2025, apresentada por Conan O’Brien.

Aqui fica a lista completa de nomeados:

Melhor Filme
Anora 
The Brutalist 
A Complete Unknown 
Conclave 
Dune: Part Two
Emilia Pérez 
I’m Still Here 
Nickel Boys 
The Substance 
Wicked

Melhor Actor
Adrien Brody, The Brutalist
Timothée Chalamet, A Complete Unknown
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Sebastian Stan, The Apprentice

Melhor Actriz
Cynthia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, The Substance
Fernanda Torres, I’m Still Here

Melhor Actor Secundário
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Real Pain
Edward Norton, A Complete Unknown
Guy Pearce, The Brutalist
Jeremy Strong, The Apprentice

Melhor Actriz Secundária 
Monica Barbaro, A Complete Unknown
Ariana Grande, Wicked
Felicity Jones, The Brutalist
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez

Melhor Realizador
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Sean Baker, Anora
Brady Corbet, The Brutalist
Coralie Fargeat, The Substance
James Mangold, A Complete Unknown

Melhor Argumento Original
Anora (Sean Baker)
The Brutalist (Brady Corbet, Mona Fastvold)
A Real Pain (Jesse Eisenberg)
September 5 (Moritz Binder, Tim Fehlbaum; co-argumentista Alex David)
The Substance (Coralie Fargeat)

Melhor Argumento Adaptado
A Complete Unknown (James Mangold e Jay Cocks)
Conclave (Peter Straughan)
Emilia Pérez (Jacques Audiard, em colaboração com Thomas Bidegain, Léa Mysius e Nicolas Livecchi)
Nickel Boys (RaMell Ross & Joslyn Barnes)
Sing Sing (argumento de Clint Bentley, Greg Kwedar; e história de Clint Bentley, Greg Kwedar, Clarence Maclin, John “Divine G” Whitfield)

Melhor Filme de Animação
Flow
Inside Out 2 
Memoir of a Snail 
Wallace & Gromit: Vengeance Most Fowl 
The Wild Robot

Melhor Filme Estrangeiro
I’m Still Here / Ainda Estou Aqui (Brasil)
The Girl With the Needle / A Rapariga da Agulha (Dinamarca)
Emilia Pérez (França)
The Seed of the Sacred Fig (Alemanha)
Flow (Letónia)

Melhor Fotografia
The Brutalist (Lol Crawley)
Dune: Part Two (Greig Fraser)
Emilia Pérez (Paul Guilhaume)
Maria (Ed Lachman)
Nosferatu (Jarin Blaschke)

Melhor Montagem
Anora (Sean Baker)
The Brutalist (David Jancso)
Conclave (Nick Emerson)
Emilia Pérez (Juliette Welfling)
Wicked (Myron Kerstein)

Melhor Design de Produção
The Brutalist (Judy Becker e Patricia Cuccia)
Conclave (Suzie Davies e Cynthia Sleiter)
Dune: Part Two (Patrice Vermette e Shane Vieau)
Nosferatu (Craig Lathrop e Beatrice Brentnerová)
Wicked (Nathan Crowley e Lee Sandales)

Melhor Guarda-Roupa
A Complete Unknown (Arianne Phillips)
Conclave (Lisy Christl)
Gladiator II (Janty Yates and Dave Crossman)
Nosferatu (Linda Muir)
Wicked (Paul Tazewell)

Melhor Caracterização
A Different Man (Mike Marino, David Presto e Crystal Jurado)
Emilia Pérez (Julia Floch Carbonel, Emmanuel Janvier e Jean-Christophe Spadaccini)
Nosferatu (David White, Traci Loader e Suzanne Stokes-Munton)
The Substance (Pierre-Olivier Persin, Stéphanie Guillon e Marilyne Scarselli)
Wicked (Frances Hannon, Laura Blount e Sarah Nuth)

Melhor Banda Sonora Original
The Brutalist (Daniel Blumberg)
Conclave (Volker Bertelmann)
Emilia Pérez (Clément Ducol e Camille)
Wicked (John Powell e Stephen Schwartz)
The Wild Robot (Kris Bowers)

Melhor Canção Original
El Mal, Emilia Pérez (Música: Clément Ducol e Camille; Letra: Clément Ducol, Camille e Jacques Audiard)
The Journey, The Six Triple Eight (Música e Letra: Diane Warren)
Like a Bird, Sing Sing (Música e Letra: Abraham Alexander e Adrian Quesada)
Mi Camino, Emilia Pérez (Música e Letra: Camille e Clément Ducol)
Never Too Late, Elton John: Never Too Late (Música e Letra: Elton John, Brandi Carlile, Andrew Watt e Bernie Taupin)

Melhor Som
A Complete Unknown (Tod A. Maitland, Donald Sylvester, Ted Caplan, Paul Massey e David Giammarco)
Dune: Part Two (Gareth John, Richard King, Ron Bartlett e Doug Hemphill)
Emilia Pérez (Erwan Kerzanet, Aymeric Devoldère, Maxence Dussère, Cyril Holtz e Niels Barletta)
Wicked (Simon Hayes, Nancy Nugent Title, Jack Dolman, Andy Nelson e John Marquis)
The Wild Robot (Randy Thom, Brian Chumney, Gary A. Rizzo e Leff Lefferts)

Melhores Efeitos Visuais
Alien: Romulus (Eric Barba, Nelson Sepulveda-Fauser, Daniel Macarin e Shane Mahan)
Better Man (Luke Millar, David Clayton, Keith Herft e Peter Stubbs)
Dune: Part Two (Paul Lambert, Stephen James, Rhys Salcombe e Gerd Nefzer)
Kingdom of the Planet of the Apes (Erik Winquist, Stephen Unterfranz, Paul Story e Rodney Burke)
Wicked (Pablo Helman, Jonathan Fawkner, David Shirk e Paul Corbould)

Melhor Documentário
Black Box Diaries 
No Other Land 
Porcelain War
Soundtrack to a Coup d’Etat 
Sugarcane

Melhor Curta Documental
Death by Numbers
I Am Ready, Warden 
Incident
Instruments of a Beating Heart
The Only Girl in the Orchestra

Melhor Curta de Animação
Beautiful Men 
In the Shadow of the Cypress
Magic Candies
Wander to Wonder 
Yuck! 

Melhor Curta
A Lien
Anuja 
I’m Not a Robot
The Last Ranger 
The Man Who Could Not Remain Silent 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

Estreias da Semana #650

Esta Quinta-feira, chegam às salas de cinema portuguesas quatro novos filmes, aos quais se junta a reposição de Se7en - Sete Pecados Mortais, que foi restaurado e remasterizado por ocasião do seu 30.º aniversário. Nas estreias, O Brutalista, de Brady Corbet, é o título mais sonante desta semana.

1907. Afonso (Carloto Cotta) recomeça a vida numa ilha tropical africana como médico de uma plantação, onde terá de curar um grupo de serviçais "infectados" pelo Banzo, a nostalgia dos escravizados. Morrem às dezenas, de fome, ou suicidando-se. Por receio de contágio, o grupo é enviado para um morro chuvoso, cercado por floresta. Ali, Afonso tenta curar os serviçais, mas a incapacidade de entender o que lhes vai na alma revela-se mais forte do que todas as soluções.

László Tóth (Adrien Brody), um arquitecto húngaro de raízes judaicas, sobrevive ao Holocausto e chega aos Estados Unidos para começar uma nova vida enquanto aguarda a chegada da mulher, Erzsébet (Felicity Jones), retida na Europa de Leste com a sobrinha, após a guerra. O que László encontra é uma América muito diferente daquela que esperava e a promessa do sonho americano revela-se ilusória. A reputação como arquitecto de sucesso em Budapeste de nada vale na Pensilvânia industrializada. László e Erzsébet suportam a pobreza e a indignidade, mas o génio do arquitecto acaba reconhecido pelo industrial Harrison Lee Van Buren (Guy Pearce) que o encarrega de projectar um grande edifício modernista. Será o projecto mais ambicioso da carreira de Tóth que terá de equilibrar a sua visão intransigente e a influência do patrono.

Paddington na Amazónia (2024)
Paddington in Peru
Paddington descobre que a sua amada tia Lucy desapareceu do Lar para Ursos Reformados. Com a família Brown, viaja até ao Peru para a procurar. A única pista sobre o seu paradeiro é um local assinalado num mapa enigmático. Determinado a resolver o mistério, Paddington embarca numa emocionante viagem pelas florestas tropicais da Amazónia para encontrar a tia e, quem sabe, descobrir um tesouro lendário.

Se7en - Sete Pecados Mortais (reposição) (1995)
Se7en
Dois detectives de homicídios tentam descobrir o assassino em série cujos crimes se baseiam nos sete pecados mortais.

Voo de Alto Risco (2025)
Flight Risk
Um piloto transporta um Air Marshal que acompanha um fugitivo a julgamento. Enquanto atravessam a região selvagem do Alasca, a tensão aumenta e a confiança é testada, pois nem todos a bordo são quem parecem ser.