sexta-feira, 29 de dezembro de 2023
Crítica: Maestro (2023)
domingo, 10 de dezembro de 2023
Sugestão da Semana #591
Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Maestro, realizado e protagonizado por Bradley Cooper. Uma experiência que vale mesmo a pena não perder em cinema, antes de estrear na Netflix.
MAESTRO
quarta-feira, 23 de março de 2022
Crítica: Licorice Pizza (2021)
segunda-feira, 14 de março de 2022
Crítica: Nightmare Alley - Beco das Almas Perdidas (2021)
"Find out what they're afraid of and sell it back to them."
*6.5/10*
Em Nightmare Alley - Beco das Almas Perdidas, Guillermo del Toro segue as temáticas obscuras e místicas e adapta o romance de William Lindsay Gresham (que já tem precedente no cinema, no filme de 1947, protagonizado por Tyrone Power). As aberrações circenses que atraíam multidões, os mentalistas e os traumas do passado assombram as personagens e a narrativa, bem ao gosto de del Toro.
Após se juntar a um circo itinerante, o ambicioso Stanton Carlisle (Bradley Cooper) torna-se próximo da vidente Zeena (Toni Collette) e do seu marido mentalista Pete (David Strathairn). Com o conhecimento que os dois lhe transmitem, Stan encontra a chave para o sucesso, ludibriando a elite rica da sociedade de Nova Iorque dos anos 1940. Com Molly (Rooney Mara) lealmente ao seu lado, Stanton planeia enganar um perigoso magnata (Richard Jenkins) com a ajuda de uma psiquiatra misteriosa (Cate Blanchett) que pode passar rapidamente de aliada a adversária.
Nightmare Alley - Beco das Almas Perdidas não faz ressurgir um Guillermo del Toro primordial; longe da sua criatividade, o realizador tira o melhor partido de uma história que o intriga e explora os pontos que mais o inspiram: as macabras atracções circenses, o passado e a personalidade dúbia de Stanton, a psiquiatra femme fatal e todo o misticismo em torno da vida de enganos do protagonista. Explora as crenças e a questão metafísica, os traumas que assombram Stan, em sonhos e na realidade, bem como a sedução do dinheiro e dos vícios.
O que distingue verdadeiramente o filme de del Toro prende-se com todo o trabalho de direcção artística, direcção de fotografia e guarda-roupa (do luso-canadiano Luís Sequeira), com pormenores que a câmara capta com intenção bem definida, e numa fabulosa recriação da época, em que cada objecto (alguns bastante inesperados) tem a sua função no lugar em que se encontra.
No papel principal, Bradley Cooper assume um compromisso fiel com a sua personagem, numa entrega tão física como emocional. Um homem traumatizado e transtornado, que varia entre a ingenuidade e a ganância, a compaixão e a crueldade.
Nightmare Alley - Beco das Almas Perdidas proporciona uma viagem pelo mundo das feiras itinerantes dos anos 40 e suas atracções, mas igualmente pela mente humana perturbada, doente e desesperada por perdão.
domingo, 2 de janeiro de 2022
Sugestão da Semana #488
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Crítica: Correio de Droga / The Mule (2018)
Clint Eastwood regressou cheio de força a protagonizar um filme realizado por si. Correio de Droga surge como uma purga, após alguns filmes apenas medianos nos últimos anos. Aos 88 anos, Eastwood dá-nos uma lição de cinema. E que bom que é ver a jovialidade deste histórico da Sétima Arte.
De repente, vê-se a trabalhar como correio de droga para um perigoso cartel. Os homens com quem tem de lidar são ameaçadores mas Earl depressa os conquista. Aos 90 anos, Earl tem a atitude de um jovem aventureiro e sem receios e só quando a morte parece rondá-lo é que há uma tomada de consciência fulcral para o seu destino e para a sua redenção. É que nem a polícia é capaz de pará-lo.
O patriotismo que normalmente caracteriza Eastwood cai um pouco por terra em Correio de Droga e a crítica politico-social, ainda que subtil, não está ausente. E, no meio do drama e da tensão crescente, conseguimos desfrutar de bons momentos de humor.
O arrependimento acaba por ser o motor que conduz todo o enredo de Correio de Droga, quase sempre inesperado e inacreditável. Ironicamente, o filme tem por base uma história verídica que o argumentista Nick Schenk, adaptou a partir de um artigo do The New York Times intitulado The Sinaloa Cartel's 90-Year-Old Drug Mule, escrito por Sam Dolnick. Os anos passam, mas Clint Eastwood continua a ser excelente a fazer-nos gostar das suas personagens moralmente repreensíveis - especialmente quando é ele que lhes veste a pele.
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Oscars 2019: Os Actores Principais
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Sugestão da Semana #362
CORREIO DE DROGA
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Crítica: Assim Nasce uma Estrela / A Star is Born (2018)
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Sugestão da Semana #346
Ficha Técnica:
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Crítica: Joy (2015)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Oscars 2015: Os Actores Principais
Eis o nomeado mais fraco. Bradley Cooper tem uma prestação aceitável como Chris Kyle, mas longe de ser inesquecível. Não transmite muito, mas mostra-se à vontade nas cenas de guerra, com a concentração e o companheirismo que o protagonista pede. Está, no entanto, formatado com o nacionalismo americano, não deixando transparecer dúvidas morais, determinado a atingir os seus objectivos no exército, colocando-os assim como prioridade máxima na sua vida. O Chris Kyle de Cooper parece ser o modelo a seguir de soldado perfeito para os norte-americanos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Crítica: Sniper Americano / American Sniper (2014)
"I'm willing to meet my creator and answer for every shot that I took..."
Chris Kyle
sábado, 1 de março de 2014
Oscars 2014: Os Actores Secundários
Ainda não deve ser desta que Fassbender leva o Oscar para casa. Colocando-o ao lado de Leto, quase não consigo dizer qual o mais fabuloso na sua personagem. Como Epps, Fassbender é louco, implacável, completamente desequilibrado, mas ao mesmo tempo frágil na sua demência. Odiamos a sua personagem pela crueldade que comporta, mas aplaudimos de pé o grande actor capaz de incorporá-la de corpo e alma.
Estreante no cinema, Abdi presenteia-nos com uma personagem curiosa, que alia pobreza, brutalidade e fragilidade como poucas. Apesar de tudo, estaremos sempre a torcer também por ele ao longo de Capitão Phillips. Faltou-lhe, todavia, um pouco mais de entrega para ser um dos melhores desta lista de nomeados. Provavelmente fará melhor em futuros projectos.
Jonah Hill provou que, com DiCaprio, forma uma das mais hilariantes duplas do cinema. Nomeação muito merecida pelo grande trabalho que faz em O Lobo de Wall Street, não consegue contudo superar os desempenhos de Leto, Fassbender e Abdi.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Sugestão da Semana #100
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Crítica: Golpada Americana / American Hustle (2013)
"Did you ever have to find a way to survive and you knew your choices were bad, but you had to survive?"Irving Rosenfeld
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Oscars 2013: Os Actores Principais
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Esta Quinta-feira, dia 4 de Outubro, são muitas as estreias que vão encher as salas de cinema de todo o país. Nove filmes, um pouco para to...
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"I think I've made a terrible mistake." Zhenya *7.5/10* Há quem não nasça para ser pai ou mãe, há filhos que ...





































