Esta Quinta-feira, chegam às salas de cinema portuguesas nove novos filmes. Boa Sorte, Diverte-te, Não Morras, Bulakna e Projeto Hail Mary são alguns dos filmes em destaque.
A Pequena Amélie (2025)
Amélie et la métaphysique des tubes
Amélie, uma criança belga que vive no Japão, explora a vida com a sua ama Nishio-san. O seu terceiro aniversário torna-se um ponto de viragem, marcando o início de acontecimentos que alteram a sua vida e moldam a sua compreensão do mundo.
Boa Sorte, Diverte-te, Não Morras (2025)
Good Luck, Have Fun, Don't Die
Uma noite escura. Um restaurante cheio. Um homem com uma bomba colada ao corpo irrompe pelas portas, proclamando ser do futuro. É a 117.ª vez que regressa com o mesmo propósito. Antes que o tempo se esgote, tem de recrutar um grupo de clientes sem qualquer tipo de qualificação (Haley Lu Richardson, Michael Peña, Zazie Beetz, Asim Chaudhry e Juno Temple) para impedir um apocalipse causado pela inteligência artificial e salvar a humanidade dos perigos das redes sociais. Tudo joga contra eles – desde estranhos cépticos e adolescentes com o cérebro derretido, até monstruosidades algorítmicas fora de controlo.
Bulakna (2025)
Retrato da força e da desigualdade, o filme acompanha mulheres filipinas que hoje enfrentam uma nova forma de colonização: a migração forçada pelo trabalho. Empregadas domésticas em países estrangeiros, milhares de filipinas sustentam economias alheias, trabalhando como cuidadoras e deixando as suas próprias famílias para trás, em suspenso, na terra natal. Presas numa lógica global que transforma o cuidado em moeda de troca, vivem divididas entre o sustento e a saudade, entre o dever e a ausência.
Histórias do Vale Bom (2025)
Historias del buen valle
Num bairro periférico, onde o mundo rural e o urbano se cruzam, as casas dos primeiros migrantes que chegaram no pós-guerra coexistem com os novos blocos da cidade-dormitório, onde se concentra a vaga mais recente de migração. Este modesto recanto tornou-se agora uma aldeia global.
O Massacre de Gilles de Rais (2025)
Situado em 2025, cinco séculos após a condenação à morte de Gilles de Rais. Um jovem casal descobre o caso enquanto está isolado do mundo. Tal como muitos dos seus contemporâneos, interrogam-se sobre a culpa ou a inocência deste monstro que inspirou o conto do Barba Azul. É então que surge a ideia de recriar o julgamento.
O Último Padrinho (2024)
Iddu - L'ultimo padrino / Sicilian Letters
Depois de cumprir vários anos de prisão por crimes ligados à Máfia, Catello (Toni Servillo), político de longa data, perdeu tudo. Quando os serviços secretos italianos o "convencem" a colaborar na captura de Matteo (Elio Germano), o último grande chefe mafioso ainda em fuga - que conhece desde a infância -, vê nessa proposta uma oportunidade de regressar. Mestre na arte da dissimulação, Catello inicia uma correspondência com o fugitivo, explorando as fragilidades emocionais do homem que vive na clandestinidade. Um jogo arriscado, ainda mais perigoso por envolver um dos criminosos mais procurados do mundo.
Palestina 36 (2025)
Palestine 36
1936. Aldeias por toda a Palestina revoltam-se contra o domínio colonial britânico. Yusuf oscila entre a sua casa rural e a energia inquieta de Jerusalém, ansiando por um futuro além da agitação. Mas a história é implacável. Com a chegada de cada vez mais imigrantes judeus que fogem do antissemitismo na Europa e a união dos palestinianos na maior e mais longa revolta contra o domínio britânico, as partes envolvidas colidem num momento decisivo para o futuro da região.
Projeto Hail Mary (2026)
Project Hail Mary
O astronauta Ryland Grace (Ryan Gosling) acorda numa nave espacial sem qualquer memória do seu passado ou da sua missão. Aos poucos, descobre que é a derradeira esperança da humanidade, enviado ao sistema solar Tau Ceti em busca de uma solução para um evento catastrófico na Terra. Na sua procura por respostas, Grace tem de confiar nos seus conhecimentos científicos, engenho e vontade humana - mas pode não ter de o fazer sozinho. Baseado no romance de ficção científica de 2021 do escritor americano Andy Weir.
Riefenstahl (2024)
Documentário que explora o legado artístico de Leni Riefenstahl e os seus complexos laços com o regime nazi, justapondo o seu autorretrato com provas que sugerem a consciência das atrocidades do regime. Hoje, a estética de Riefenstahl está mais presente do que nunca – mas será também verdade para a sua mensagem implícita? O filme examina esta questão utilizando filmes, fotografias, gravações e cartas do espólio da realizadora.









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