Mostrar mensagens com a etiqueta Alien: Covenant. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alien: Covenant. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Dia Internacional do Beijo: Os Melhores Beijos de 2017

Como é hábito, no Hoje Vi(vi) um Filme celebramos o Dia Internacional do Beijo com os mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico. De 2017, aqui estão oito beijos que ficaram na memória do público e que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro (nos cinemas portugueses). Um ano marcado tanto por histórias românticas como por beijos muito traiçoeiros. Nada como recordar (e cuidado com os spoilers se não viram os filmes).

La La Land - Melodia de Amor - Mia e Sebastian


Moonlight - Chiron e Kevin



A Bela e o MonstroBelle e o Monstro


Alien: Covenant - David e Walter



Mulher-Maravilha - Diana e Steve Trevor



Lady MacbethKatherine e Sebastian



It - Beverly e Bill



Blade Runner 2049 Agente K e Joi


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Estreias da Semana #273

Com a Festa do Cinema a aproximar-se (começa já na próxima Segunda-feira, dia 22 de Maio e prolonga-se até dia 24), os cinemas receberam onze novos filmes esta Quinta-feira. Há muito para ver.

A Louca História de Max e Léon (2016)
La Folle Histoire de Max et Léon
As aventuras de Max e Leo, dois amigos de infância, que tentam por todos os meios escapar à Segunda Guerra Mundial.

A caminho de um distante e remoto planeta com uma missão de colonização, a tripulação da nave Covenant descobre que aquilo que parecia ser um paraíso é, na verdade, um mundo sombrio e perigoso. Perante a terrível ameaça, inicia-se uma angustiante e desesperada fuga.

Amarelinho (2014)
Gus - Petit oiseau, grand voyage
Um jovem pássaro órfão que nunca deixou o ninho vê-se a liderar um bando na sua migração anual para África.

Colossal (2017)
Gloria é uma mulher comum, forçada a deixar Nova Iorque e voltar para a sua cidade natal após perder o emprego e ser expulsa do apartamento pelo namorado. Ao ver relatos sobre uma criatura gigante que está a destruir Seul, na Coreia do Sul, Gloria gradualmente percebe que está, de alguma, forma ligada a este fenómeno. À medida que os acontecimentos ficam fora de controlo, Gloria é obrigada a perceber de que maneira a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo.

Conspiração Terrorista (2017)
Unlocked
Alice Racine (Noomi Rapace) era uma das principais interrogadoras da CIA, mas foi colocada de parte após falhar a obtenção de informações a tempo de salvar dezenas de pessoas que se tornaram vítimas de um ataque terrorista em Paris. Agora, leva uma vida tranquila em Londres como analista, mas é inesperadamente chamada de volta à acção quando a CIA detém um suspeito que se acredita ter conhecimento directo de outro ataque iminente.

Eu Não Sou o Teu Negro (2017)
I Am Not Your Negro
Em 1979, James Baldwin escreveu ao seu editor dizendo que o seu próximo projecto, Remember This House, seria um livro revolucionário sobre as vidas e os assassinatos de três dos seus amigos mais próximos: Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King, Jr. Quando morreu, em 1987, deixou apenas 30 páginas do manuscrito. Este documentário dá voz às palavras de Baldwin e, usando materiais de arquivo, traz de volta à ribalta as questões raciais na América.

Heróis da Nação (2017)
Their Finest
Durante os bombardeamentos na Segunda Guerra Mundial, uma equipa de filmagens britânica tenta fazer um filme de propaganda para levantar a moral da população.

Norman (2017)
Norman Oppenheimer (Richard Gere) deseja mais que tudo entrar no círculo de poder e riqueza da cidade de Nova Iorque, mas sem sucesso. Sempre à procura de alguém disposto a prestar-lhe atenção, Norman observa de perto Micha Eshel (Lior Ashkenazi), um carismático político israelita que se encontra sozinho na cidade e num período frágil da sua carreira. Apercebendo-se da sua vulnerabilidade, Norman consegue chegar ao seu contacto. Três anos mais tarde, quando Eshel se torna primeiro ministro, esta relação dá frutos e Norman inunda-se da atenção e respeito daqueles que sempre desejou: o seu sobrinho (Michael Sheen), um rabino (Steve Buscemi), entre tantos outros. Os esquemas de Norman não duram para sempre e a sua queda inicia-se, criando as condições perfeitas para uma catástrofe internacional.

Perdidos (2017)
Um cruzeiro de fim-de-semana, a bordo de um luxuoso veleiro, sofre um terrível revés quando o grupo de amigos decide nadar em alto mar sem baixar as escadas. O barco revela-se impossível de escalar, deixando-os à deriva, a quilómetros da costa. Lentamente, apercebem-se da dimensão da sua trágica situação e a esperança de escapar com vida começa a desaparecer. A exaustão de se manterem à superfície e a luta para voltar a subir a bordo do barco começam a tomar proporções insuportáveis.

Planetário (2016)
Planetarium
Paris, finais dos anos 30. Kate e Laura Barlow, duas jovens espíritas americanas, terminam a sua digressão mundial. Fascinado pelo seu dom, um poderoso produtor cinematográfico francês, André Korben, contrata-as para fazer um ambicioso filme. Absorvidas pelo cinema, não se apercebem do negro destino que espera a Europa.

Uma Vida À Espera (2016)
A história de um homem. Ou dois. Um pai que sai de casa levando consigo a caixa do correio e uma mala. Senta-se num banco de jardim à espera da resposta do filho. Todos os dias lhe envia uma carta e todos os dias espera resposta. Ninguém o demove do seu objectivo, mas uma década é muito tempo.

sábado, 13 de maio de 2017

Crítica: Alien: Covenant (2017)

"All of this to start our new life"
Daniels

*6.5/10*

Ridley Scott regressou ao seu bebé - leia-se o Alien de 1979 -, que entretanto cresceu e multiplicou-se. E é mesmo o fenómeno da criação o grande mote de Alien: Covenant que peca por ser tão previsível neste regresso ao gore original.

"Crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra" (Gn 1, 28), já dizia a Bíblia e diz-nos, de forma um tanto adaptada, o mais recente e tão ansiado filme de Ridley Scott. O suspense alia-se bem ao terror visceral e apodera-se das sombras e dos corredores da nave dos protagonistas. Contudo, o argumento tem um péssimo arranque, que deita por terra as boas ideias que se seguem.

A caminho de um distante e remoto planeta com uma missão de colonização, a tripulação da nave Covenant descobre que aquilo que parecia ser um paraíso é, na verdade, um mundo sombrio e perigoso. Perante a terrível ameaça, inicia-se uma angustiante e desesperada fuga.


Visualmente, Alien: Covenant supera as expectativas e, mesmo que o Alien tenha deixado totalmente de lado a timidez de 1979 - agora é até bastante exuberante e vaidoso -, os efeitos especiais e a direcção de fotografia do novo filme valorizam-no e deixam-nos arrebatados. A banda sonora transporta-nos para o ambiente da saga, adensa a tensão que se sente, estimula os possíveis sustos e faz-nos perder no espaço desconhecido e infinito.

Michael Fassbender teve o merecido espaço nesta sequela, depois de, em Prometheus, ter realmente prometido muito. É ele a alma do filme - se bem que os robôs não a têm - e supera-se na pele deste autómato tão humano e tão fulcral na narrativa. É ele que tudo condiciona. É frio, calculista, mas ao mesmo tempo terno e capaz de estabelecer uma relação emocional com a plateia que, curiosamente, nenhuma das restantes personagens (humanas) chega a alcançar.


A protagonista, interpretada por Katherine Waterston, não chega a estar à altura de Noomi Rapace - muito menos de Sigourney Weaver - mas faz ainda assim um bom trabalho físico e emocional, mostrando ter a destreza e captado bem o espírito da personagem principal. Mais uma vez, uma mulher de armas (mas com um fortíssimo lado sentimental) ao comando das decisões mais importantes a caminho de planetas desconhecidos, queira ou não queira.

Ridley Scott regressa em grande forma e irá satisfazer os fãs da saga que criou. Apesar das fraquezas do argumento, Alien: Covenant levanta curiosos simbolismos e paralelismos religiosos que são tão irónicos como eficazes.