O IndieLisboa regressa à capital de 30 de Abril a 10 de Maio, e a programação completa já foi revelada. O festival dividir-se-á entre Culturgest, Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa, Cinema Ideal, Cinema Fernando Lopes e Piscina da Penha de França.
The Loneliest Man in Town, de Tizza Covi e Rainer Frimmel, é o Filme de Abertura do festival e é exibido a 30 de Abril, às 19h00, no Cinema São Jorge. A encerrar, está The History of Concrete, de John Wilson, no dia 10 de Maio, às 21h30, na Culturgest.
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| 18 Buracos para o Paraíso |
Competição Nacional
Na Competição Nacional de Longas-metragens, destaque para a exibição dos novos filmes de João Nuno Pinto (18 Buracos para o Paraíso), João Nicolau (A Providência e a Guitarra) e Susana de Sousa Dias (Ford – Fordlândia Panacea). De referir ainda a estreia de Diogo Allen como realizador com Cochena, que acompanha o quotidiano de uma família cigana; e a estreia nas longas-metragens de Pedro Ramalhete com Óculos de Sol Pretos.
18 Buracos para o Paraíso, João Nuno Pinto
A Providência e a Guitarra, João Nicolau
Cochena, Diogo Allen – estreia mundial
Fordlândia Panacea, Susana de Sousa Dias
Fractais Tropicais, Leonardo Pirondi – estreia mundial
Kiss And Be Friends, Ana Baldini e Roly Witherow – estreia mundial
Óculos de Sol Pretos, Pedro Ramalhete
Segundo Amor, Rodrigo Braz Teixeira – estreia mundial
Nas curtas nacionais, este ano com 21 filmes - a maior selecção de sempre do IndieLisboa -, destaque para A Solidão dos Lagartos, de Inês Nunes; Computadora, de Alice dos Reis; Dois e Um Gato, a primeira obra da montadora Patrícia Saramago, que morreu no passado mês de Outubro (e que terá no final do mês de Abril um ciclo de homenagem na Cinemateca Portuguesa); Filme Pin, da dupla colombiana Maria Rojas Arias e Andrés Jurado; Vivomorto, de André Santos e Marco Leão; Dog Day, de David Bonneville; Os Bravos, de Catarina Mourão; e Quietness, de Gonçalo Almeida.
o, Francisca Alarcão
A Solidão dos Lagartos, Inês Nunes
Como Mover uma Casa, Francisco Borges – estreia mundial
Computadora, Alice dos Reis
Coroa de Espinhos, Francisco Moura Relvas
Diário Antecipado, João Sarantopoulos – estreia mundial
Dog Day, David Bonneville – estreia mundial
Dois e Um Gato, Patrícia Saramago – estreia mundial
Filme Pin, Maria Rojas Arias e Andrés Jurado
Monstro, Nuno Baltazar – estreia mundial
Nabia, Sabrina D. Marques – estreia europeia
O Intruso, a partir dos textos de Jean-Luc Nancy, María Zambrano e da minha autobiografia, João Paulo Serafim – estreia mundial
O Meu Amor do Rancho, Miguel De – estreia mundial
Os Bravos, Catarina Mourão – estreia mundial
P’ra que Vivam, Carlos Lima – estreia mundial
Quietness, Gonçalo Almeida
Raw Material, James Newitt – estreia mundial
Sono Solto, Rodrigo Teixeira – estreia internacional
Vivomorto, André Santos & Marco Leão – estreia mundial
Venenus, Maria Fages
XYZ, Alexandre Alagôa
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| Frío Metal |
Competição Internacional
Na Competição Internacional de longas-metragens, encontram-se alguns títulos envoltos em traumas familiares ou impasses da intimidade. Dry Leaf, do georgiano Alexandre Koberidze, narra a busca de um pai por uma filha que partiu para cumprir o seu projecto de longa-data: fotografar campos de futebol consumidos pelo tempo e vegetação. A longa de estreia de Sophy Romvari, Blue Heron, acompanha a mudança de uma família húngara para a Ilha de Vancouver, no Canadá. Fiz um Foguete Imaginando Que Você Vinha, a primeira longa da brasileira Janaína Marques, é uma viagem imaginada com o propósito de criar memórias felizes, que Rosa, deitada numa marquesa em plena ressonância magnética, não encontra dentro de si.
Anoche conquisté Tebas, Gabriel Azorín
Barrio Triste, Stillz
Blue Heron, Sophy Romvari
Bouchra, Meriem Bennani e Orian Barki
Conference of the Birds, Amin Motallebzadeh
Dry Leaf, Alexandre Koberidze
Fiz um Foguete Imaginando Que Você Vinha, Janaína Marques
Frío Metal, Clemente Castor
Holy Destructors, Aistė Žegulytė
The Plant from the Canaries, Ruan Lan-Xi
Entre as 33 curtas-metragens a concurso na Competição Internacional, destaque para títulos como The Apple Doesn’t Fall..., de Dean Wei; Intersecting Memory, de Shayma’ Awawdeh; Fiction Contract, de Carolyn Lazard; e Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique.
A Small Fiction of My Mother in Beijing, Dorothea Sing Zhang – estreia europeia
Another Other, Bex Oluwatoyin Thompson
Buckskin, Mars Verrone – estreia europeia
Buda, Raphaël Kaddour
Busy Bodies, Kate Renshaw-Lewis
Certas Formas, Luiz Afonso Morêda – estreia mundial
Cycle of violence: Puppy Please!, Felicia Bergström
Détective Smiley et les amis perdus, Antoine Du Jeu – estreia internacional
El Cazador, Luciana Riso, Manuel Villa – estreia internacional
El oído absoluto, Rafael Federman – estreia mundial
Fanny à la plage, Raphaëlle Petit-Gille
Fiction Contract, Carolyn Lazard
Henry is a Girl Who Likes to Sleep, Marthe Peters
Home is where the heart is, Timothée Engasser
Honey, My Love, So Sweet, JT Trinidad
Horde, Janina Ksieska
Hotel Oblique, Merlin Flügel
How to Catch a Butterfly, Kiriko Mechanicus
I Am The Film Motherfucker, But I Am Real, MeowX2
Intersecting Memory, Shayma' Awawdeh
Ivar, Markus Tangre
Kontrewers, Zuza Banasińska
La Mort du poisson, Eva Lusbaronian
Last Tropics, Thanasis Trouboukis
Loynes, Dorian Jespers
O Rio de Janeiro Continua Lindo, Felipe Casanova
Os Arcos Dourados de Olinda, Douglas Henrique – estreia europeia
Paradaïz, Matea Radic
Son, Leona Cauklija
Stallion y la Bola de Cristal, Christian Avilés
The Apple Doesn't Fall..., Dean Wei
The Shining Tapestry, Kai Harlow
Tres, Juan Ignacio Ceballos
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| By Design |
Silvestre
A secção Silvestre seleccionou sete longas de irreverência e singularidade estética e diegética. Em By Design, de Amanda Kramer, Camille (Juliette Lewis) troca de corpo com uma cadeira e percebe que toda a gente prefere esta sua versão. Erupcja, de Pete Ohs, passa-se em Varsóvia, onde Rob (Will Maiden) vai propor a sua namorada (Charli xcx) em casamento, mas Bethany tem outras ideias. My Wife Cries, de Angela Schanelec, é sobre o espaço, impossível de aniquilar, entre um casal na Berlim contemporânea. Lo demás es ruido, de Nicolás Pereda, é uma ode ao quotidiano como matéria-prima de excelência: uma entrevista televisiva, a hipocrisia e o sexismo no mundo da arte, as falhas de electricidade, o ladrar teimoso de um cão vizinho, a voz da Cidade do México.
By Design, Amanda Kramer
Erupcja, Pete Ohs
Lo demás es ruido, Nicolás Pereda
My Wife Cries, Angela Schanelec
Phantoms of July, Julian Radlmaier
Rose of Nevada, Mark Jenkin
The Bewilderment of Chile, Lucia Seles
As curtas-metragens Silvestre são 16, com especial destaque para a nova obra de Jan Soldat, Playing Drunk, em estreia mundial, que prossegue também aqui a exploração do fetiche e da sexualidade. Ainda Deep Cobalt, de Petna Ndaliko Katondolo, retrato da resistência de um grupo de mineiros de cobalto na República Democrática do Congo.
A South Facing Window, Lkhagvadulam Purev-Ochir
An Accident, Angelika Spangel
An Impossible Address, Suneil Sanzgiri
Deep Cobalt, Petna Ndaliko Katondolo
L'arrivée de la nuit, Marion Desseigne-Ravel – estreia internacional
Lover, Lovers, Loving, Love, Jodie Mack
Merrimundi, Niles Atallah
Normal Planet, Quentin L'helgoualc'h, Ekiem Barbier, Guilhem Causse
Notre terre d'enchantement, Annabelle Amoros – estreia mundial
OVERWORK, Celine Berger
Paper Trail, don hertzfeldt
Playing Drunk, Jan Soldat – estreia mundial
Ploo, Jon Frickey
Return to al-Main, Forensic Architecture
Taxi Moto, Gaël Kamilindi
Variations, Lur Olaizola Lizarralde – estreia internacional
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| Rose |
Rizoma
A secção Rizoma, herdeira das Sessões Especiais, traz a esta edição do IndieLisboa 12 longas, uma série e quatro curtas, de cineastas de relevo e temáticas da actualidade. Destaque para obras como Rose, de Markus Schleinzer, protagonizado por Sandra Hüller; The Blood Countess, de Ulrike Ottinger, com Isabelle Huppert; os portugueses Auto da Casa, de Tiago Bartolomeu Costa; Esse Olhar que é só teu, de Luísa Sequeira; Mulheres de Abril, de Raquel Freire; Não Desviar o Olhar, de Júlio Alves; Noite Escura – Versão do Realizador, de João Canijo (numa homenagem ao realizador e a um filme que esteve em competição na primeira edição do IndieLisboa); e O Velho Salazar, de João Botelho.
Longas-metragens
À pied d'œuvre, Valérie Donzelli
Auto da Casa, Tiago Bartolomeu Costa – estreia mundial
Ghost in the Machine, Valerie Veatch
Le cri des gardes, Claire Denis
Mulheres de Abril, Raquel Freire – estreia mundial
Não Desviar o Olhar, Júlio Alves – estreia mundial
Noite Escura – Versão do Realizador, João Canijo
O Velho Salazar, João Botelho – estreia mundial
Pardo é Papel, Alexis Zelensky
Rose, Markus Schleinzer
The Blood Countess, Ulrike Ottinger
The Education of Jane Cumming, Sophie Heldman
Séries
Hal & Harper, Cooper Raiff
Curtas-metragens
Esse Olhar que é só teu, Luísa Sequeira – estreia mundial
Slet 1988, Marta Popivoda
This Suffocating Now, Vika Kirchenbauer
Vamps, Luis Miñarro – estreia internacional
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| Éramos Só Putos |
Novíssimos
A secção Novíssimos, que apresenta trabalhos de jovens cineastas em arranque de carreira, apresenta 13 curtas a concurso. Destaque para Onde Nascem os Pirilampos, de Clara Vieira, que segue um grupo de amigos adolescentes que vai acampar; (as)sento, de Pedro Domingos, é um movimento experimental que sugere uma dança de objectos, no lugar das pessoas estão as cadeiras; Reflexão, Improvisação, de Miguel Brás, documenta o processo de trabalho para o novo disco de Gabriel Ferrandini, um dos nomes maiores da bateria e da música de improvisação em Portugal; Éramos Só Putos, estreia do actor João Nunes Monteiro como realizador: um coming of age queer num campo de férias em 2007.
(as)sento, Pedro Domingos
A Culpa é da Água, Ana Leonor Guia, Marta Quintanito Roberto, Ruben Pinto e Tiago Magalhães
Abril de Helena, Maria Moreira e Victor Hugooli – estreia mundial
ALA, ALA, João Rebocho – estreia mundial
Ás, Matilde Maximino Dias
Búzio, Nádia Duarte
Dans un Souffle, Catarina Couto Gonçalves
Éramos Só Putos, João Nunes Monteiro – estreia mundial
I can see Jay there, Miguel Domingues – estreia internacional
Onde Nascem os Pirilampos, Clara Vieira – estreia mundial
Pequeno País, Nicolau Botequilha
Reflexão, Improvisação, Miguel Brás – estreia mundial
Turno da Noite, Pedro Cunha
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| The Blair Witch Project |
Retrospectiva: Isto não é um documentário - mockymentary
Num programa construído em conjunto com a Cinemateca Portuguesa, a retrospectiva deste IndieLisboa intitula-se Isto não é um documentário – mockumentary, dedicada ao género que persegue a intersecção realidade-ficção. Na selecção, há objectos dos anos 20 e outros de 2025: de Peter Watkins, Punishment Park (1971), a This is Spinal Tap (1984), de Rob Reiner, ou Best in Show (2000), de Christopher Guest. Destaque ainda para o documento de found footage: The Blair Witch Project (1999), de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, ou as pérolas da primeira metade do século XX: Häxan (1922), de Benjamin Christensen, ou Las Hurdes (1933), Luis Buñuel.
Häxan (1922), Benjamin Christensen
Las Hurdes (1933), Luis Buñuel
The Connection (1961), Shirley Clarke
David Holzman’s Diary (1967), Jim McBride
Punishment Park (1971), Peter Watkins
The Girl Chewing Gum (1976), John Smith
Real Life (1979), Albert Brooks
Zelig (1983), Woody Allen
This is Spinal Tap (1984), Rob Reiner
Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado
C’est arrivé près de chez vous (1992), André Bonzel, Benoît Poelvoorde e Rémy Belvaux
The Blair Witch Project (1999), Daniel Myrick e Eduardo Sánchez
Best in Show (2000), Christopher Guest
[Rec] (2007), Jaume Balagueró e Paco Plaza
Real Snow White (2010), Pilvi Takala
Incident by a bank (2010), Ruben Östlund
A Story for the Modlins (2012), Sergio Oskman
Dick Johnson Is Dead (2020), Kirsten Johnson
Marcel the Shell with Shoes On (2021), Dean Fleischer Camp
Os Últimos Dias de Emanuel Raposo (2021), Diogo Lima
Memory of Princess Mumbi (2025), Damien Hauser
Director's Cut
No Director’s Cut, recupera-se cinco pérolas esquecidas, desempoeiradas pelas suas recentes cópias restauradas. Regarde, elle a les yeux grands ouverts (1982), de Yann Le Masson, um documentário sobre a MLAC (Mouvement pour la libération de l’avortement et de la contraception), uma organização francesa fundamental na luta pelo direito à interrupção voluntária da gravidez, vai ter a sua versão longa exibida pela primeira vez fora de França. Mamma (1982), de Suzanne Osten, é um tributo da realizadora à mãe, a crítica de cinema sueca Gerd Osten e ao seu sonho falhado de fazer filmes. The Red Spectacles (1987), de Mamoru Oshii, é um clássico noir onde soldados armados em exosqueletos são quem mais ordena numa Tóquio que é propriedade da Alemanha nazi. Espelho de Carne (1985), de Antonio Carlos da Fontoura, apresenta um espelho que dá inesgotável apetite sexual a quem o olha. E ainda Murdering the Devil (1970), único filme da checa Ester Krumbachová, sobre uma relação perversa entre o Diabo e uma mulher. À excepção deste último, todos os filmes em questão são primeiras exibições em Portugal.
Murdering the Devil (1970), Ester Krumbachová
Mamma (1982), Suzanne Osten
Regarde, elle a les yeux grands ouverts (1982), Yann Le Masson – Estreia internacional
Espelho de Carne (1985), Antonio Carlos da Fontoura
The Red Spectacles (1987), Mamoru Oshii
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| Quem Tem Medo de Zurita de Oliveira? |
IndieMusic
O IndieMusic apresenta-se em 2026 com 10 longas-metragens e três curtas. Entre os títulos selccionados, encontram-se: Newport and the Great Folk Dream, de Robert Gordon, Butthole Surfers: The Hole Truth and Nothing Butt, de Tom Stern, The Blind Couple From Mali, de Ryan Marley, Massa Funkeira, de Ana Rieper, Quem Tem Medo de Zurita de Oliveira?, de Francisca Marvão, Rua (Isto não é um filme, é um cometa), de João Bigos Campaniço. Em parceria com a Fundação MEO, todas as sessões do IndieMusic vão ter audio-descrição.
Butthole Surfers: The Hole Truth and Nothing Butt (2025), Tom Stern
Bubbling Baby (2025), Sharine Rijsenburg
Massa Funkeira (2025), Ana Rieper – Estreia internacional
Newport and the Great Folk Dream (2025), Robert Gordon
PARA VIVIR The Implacable Time of Pablo Milanés (2025), Fabien Pisani
Percursos Alternativos – Ecos de Garagem: o Rock em Viseu nos anos 80 e 90 (2026), Rui Mota Pinto – Estreia mundial
Quem Tem Medo de Zurita de Oliveira? (2025), Francisca Marvão – Estreia mundial
Rua (Isto não é um filme, é um cometa) (2026), João Bigos Campaniço – Estreia mundial
Sun Ra: Do The Impossible (2025), Christine Turner
The Blind Couple From Mali (2026), Ryan Marley
Universo Circular – Jocy de Oliveira (2025), Dácio Pinheiro – Estreia mundial
Vintage Glitch. Cidades para acabar com todos os verões e crepúsculos (2026), Carlos Mendes, Carlos Miguel Ferreira, Jorge Ferraz, Vasco Bação e Vítor Inácio – Estreia mundial
WAB 6 11 23 30 33 51 52 (2025), Stefan Tiefengraber – Estreia mundial
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| Dracula |
Boca do Inferno
Na polémica secção Boca do Inferno, o filme de abertura é Obsession, de Curry Barker, sobre uma amizade de infância que vira uma sinistra paixão ardente. Destaque para Fucktoys, primeiro filme de Annapurna Sriram, é uma corrida trashy, excessiva e provocatória de uma mulher à procura de se livrar de uma maldição; e para Dracula, de Radu Jude, que decorre numa Transilvânia contemporânea com pescoços mordidos e greves de trabalhadores.
Balearic (2025), Ion de Sosa
Camp (2025), Avalon Fast
Dracula (2025), Radu Jude
Fucktoys (2025), Annapurna Sriram
Homemade Gatorade (2025), Carter Amelia Davis
Index (2025), Radu Muntean
Interface (2026), Aya Kawazoe
Life of the Organoid (2025), Daan Lucas
Obsession (2025), Curry Barker
Tinsman Road (2025), Robbie Banfitch
Thanks To Meet You! (2025), Richard Hunter
Um (2025), Luis Nieto
Weird To Be Human (2025), Jan Grabowski
We Put the World to Sleep (2025), Adrian Țofei
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| Óculos de Sol Pretos |
Smart7
A secção Smart 7 regressa para apoiar cineastas emergentes europeus, com sete filmes, de sete países, numa competição que viaja por sete festivais europeus. A representar Portugal, está o filme Óculos de Sol Pretos, de Pedro Ramalhete.
A River’s Gaze (2025), Andreea Cristina Borțun
As Liñas Descontinuas (2025), Anxos Fazáns
No Ghosts on Good Street (2025), Emi Buchwald
Óculos de Sol Pretos (2025), Pedro Ramalhete
Patty Is Such a Girly Name (2025), Giorgos Georgopoulos
The Visitor (2025), Vytautas Katkus
The Fires (2025), Ugla Hauksdóttir
IndieJúnior
O IndieJúnior, secção para os mais jovens e famílias, conta com um total de 45 filmes, com destaque para Olívia e o Terramoto Invisível, de Irene Borra, A Emancipação de Mimi, de Marcelo Pereira, Cão Sozinho, de Marta Reis Andrade, e Rui Carlos, de Margarida Paias.
O programa expande-se para fora das salas de exibição. No dia 9 de Maio, acontece a Festa ao Ar Livre no jardim da Biblioteca Palácio Galveias, desta vez em conjunto com o Lisboa 5L – Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa; com livros, cinema, família e amigos.
A realizadora Zoe Schmidt, do filme Carrossel, dará uma oficina sobre o que é fazer cinema para crianças entre os 8 e os 12 anos. E, em parceria com a Trienal de Arquitectura de Lisboa, acontecerá uma oficina que mescla galinhas, arquitectura e permacultura. No segundo dia de Open House Lisboa (10 de Maio), e a propósito do filme Chica (João Victor Silva e Matheus Malburg), esta actividade pretende dar a conhecer a crianças entre os 6 e os 12 anos a horta da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, as galinhas que ali habitam e o seu papel determinante naquele ecossistema e naquela arquitectura natural que ali se ergue.
O IndieJúnior terá como novidade um aumento dos recursos de acessibilidade nesta 23.ª edição, em parceria com a Fundação MEO, todas as sessões de 2º e 3º ciclos, bem como o filme Olívia e o Terramoto Invisível, vão ter legendagem descritiva e ILGP.
3.ª Ronda, Liesbeth De Mey
A Emancipação de Mimi (2025), Marcelo Pereira
A Luz é Grande (2025), Markus Duffner
A Quinta de Lena: Ninho Cheio (2025), Elena Walf
A Quinta de Lena: Sonho de Voar (2025), Elena Walf
A Rapariga do Banjo (2025), Kater Becker
A Sra. Armitage sobre Rodas (2024), Gerrit Bekers
A Vida de um Cão (2025), Sophie Olga de Jong e Sytske Kok
América (2025), Javier Arias-Stella
Ananásimos (2025), Anna Bawa
Baião Interior (2025), Héloïse Dorsan-Rachet
Carrossel (2025), Zoe Schmidt
Carrinho de Rolamentos (2025), Finn Walther
Chica (2025), João Victor Silva e Matheus Malburg – Estreia mundial
Cão Sozinho (2025), Marta Reis Andrade
Desenhos no Gelo (2025), Marion Auvin
Dueto (2025), Leo Brunel
Encontrei! (2025), Juliette Baily
Esta é a Minha Irmã (2025), Zoé Pelchat
Eu, Tu e o Fumo (2025), Rachel Shiloach
Experiências e aprendizagens. E parentalidade. (2025), Malgorzata Rybak
Fogo no Bolso (2025), Janka Feiner
Girino (2024), Julia Skala
Há muito, muito tempo (2025), Ayumu Hyodo – Estreia mundial
Já dei o berro (2025), Nawojka Wierzbowska
Juntar (2025), Brennan Bova
Morcegos e Insectos (2026), Lena von Döhren
Nozíssimo (2025), Nicolas Bianco-Levrin
Nublado (2018), Filip Diviak, Kateřina Čupová
Numa Noite Estrelada (2024), Masha Rumyantseva
O Carnaval dos Animais (2025), Emily Barbelin – Estreia mundial
O Outro Planeta (2023), 10 Children
O Verão de Eloise (2025), Lize Cuveele
Olívia e o Terramoto Invisível (2025), Irene Iborra
Os Pássaros da Rua de Trás (2025), Gertrūda Nemčauskaitė
Pat, Mat e o Ar Condicionado (2025), Marek Beneš
Peixe Nuvem (2025), Noe Garcia
Pequenino (2025), Marta Gennari
Primeiro Voo (2025), Adrian Jaffé
Quero Muito Ver-te (2025), Petronella Van Der Hallen, Sébastian Segers, Zaïde Bil
Rui Carlos (2025), Margarida Paias
Tatarang! (2024), Manri Kim
Uma Dor no Rabiosque (2025), Elena Walf
Ursinho Silencioso (2021), Māra Liniņa
Voo Raso (2024), Filip Dobeš
Cinema na Piscina e IndieByNight
Pela quarta edição consecutiva, vai decorrer o Cinema na Piscina, em parceria com a Piscina Municipal da Penha de França, nos dias 2 e 3 de Maio, e volta a proporcionar uma oferta para um espectro muito alargado de público: à noite, as longas metragens (Les vacances de Monsieur Hulot, 1953, Jacques Tati; Barbarella, 1968, Roger Vadim; Monty Python and the Holy Grail, 1975, Terry Gilliam e Terry Jones) mais idealizadas para adultos; e, na tarde de Sábado e na manhã e tarde de Domingo, uma selecção de curtas presentes na programação IndieJúnior para crianças e famílias.
Também o IndieByNight está de volta. Os bares oficiais do IndieLisboa 2026 são a Casa do Comum e as Damas. A Festa de Encerramento, por sua vez, acontece na Casa Capitão.
Toda a informação sobre o IndieLisboa 2026 pode ser consultada em https://indielisboa.com/.
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