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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dia Internacional do Beijo: Os melhores beijos de 2014

Como é costume no Hoje Vi(vi) um Filme, celebramos o Dia Internacional do Beijo com os mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico (que efectivamente, não foram muitos nem propriamente inesquecíveis). De 2014, aqui estão desta vez apenas quatro beijos que ficaram na memória do público e que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro.

1. Golpada Americana: Jennifer Lawrence e Amy Adams



2. O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro: Andrew Garfield e Emma Stone


3. Só os Amantes Sobrevivem: Tilda Swinton e Tom Hiddleston


4. Como Treinares o teu Dragão 2: Jay Baruchel (Hiccup) e America Ferrera (Astrid)


Se se lembrarem de mais, partilhem. :)

sábado, 19 de abril de 2014

Estreias da Semana #112

Nove filmes estrearam nos cinemas nacionais esta Quinta-feira, dia 17 de Abril. As atenções viram-se para O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro, O Acto de Matar e A Dois Passos do Estrelato.

A Dois Passos do Estrelato (2013)
20 Feet From Stardom
O documentário, vencedor do Oscar este ano, revela as histórias das vozes que se escondem nos coros de ídolos tão célebres como Bruce Springsteen, Stevie Wonder, Tina Turner, The Rolling Stones ou Ray Charles. 

Borgman: O Mal-Intencionado (2013)
Borgman
O filme conta a história de um mendigo que entra na vida de uma família de classe alta, transformando-a num enorme pesadelo psicológico.

Em Segredo (2013)
In Secret
Em Paris no final da década de 1860, Therese (Elizabeth Olsen) é uma jovem sexualmente reprimida, presa a um casamento sem amor com o seu primo Camille (Tom Felton), um homem frágil e doente, imposto pela sua dominadora tia Madame Raquin (Jessica Lange). Therese passa os dias atrás do balcão de uma pequena loja, enquanto as noites são gastas a assistir aos jogos de dominó da tia. Mas quando Therese conhece Laurent (Oscar Isaac), um sedutor amigo de infância do seu marido, tudo muda.

Conhecemos Isabelle, uma jovem de 17 anos, ao longo de quatro estações, acompanhada por quatro canções. Ela prostitui-se, mas sabemos que não é por falta de dinheiro.

O Acto de Matar (2012)
The Act of Killing
Num país onde os assassinos são celebrados como heróis, o realizador e a sua equipa desafiaram os líderes impenitentes dos esquadrões da morte a encenar o seu papel no genocídio.

Neste filme, o Homem-Aranha (Andrew Garfield) continua a proteger os seus concidadãos. Mas quando surge Electro (Jamie Foxx), Peter tem de enfrentar um adversário bem mais poderoso que ele. Ao mesmo tempo, com o regresso do seu velho amigo Harry Osborn (Dane DeHaan), o jovem super-herói apercebe-se que há um elo comum a todos os seus inimigos: a OsCorp.

O que a Maisie sabe (2012)
What Maisie Knew
Baseado no clássico romance de Henry James, e situado na cidade de Nova Iorque, a história centra-se em Maisie (Onata Aprile), uma menina de seis anos de idade, involuntariamente envolvida no amargo divórcio dos pais -  a mãe, um ícone do rock (Julianne Moore), o pai um negociante de arte (Steve Coogan). No meio do problemático divórcio, Maisie começa a depender cada vez mais de Lincoln (Alexander Skarsgård), o novo companheiro da mãe, e de Margo (Joanna Vanderham) a sua ex-ama e que entretanto se torna a nova mulher do pai. Na ausência dos pais, e através do apoio que acabam por ter de dar a Maisie, Lincoln e Margo apercebem-se de como egoístas desequilibrados aqueles eram.

Os Inquilinos (2009)
Valter estuda de noite. Iara, a sua mulher, diz que os novos inquilinos não trabalham, que devem ser bandidos. Ninguém sabe de onde vieram os três rapazes, Iara diz que eles levam mulheres para casa e falam palavras sujas. Os jovens da rua querem ir para a briga, Valter quer dormir. Ele não tem uma arma, tem uma filha e um filho pequenos, fica fora o dia inteiro, não vê o que se passa na rua, ouve o que a mulher diz, o que a rua diz, ouve o barulho da música e das risadas dos inquilinos, de madrugada. E não consegue dormir. Quem vai morrer? Valter não sabe.

Supercondríaco (2014)
Supercondriaque
Aos 40 anos, Romain Faubert, não tem nem mulher nem filhos. O facto de ser fotógrafo para um dicionário médico online, não ajuda à hipocondria que domina o seu estilo de vida há muito tempo e que faz com que seja um neurótico apavorado. O seu único e verdadeiro amigo é o seu médico, o Dr. Dimitri Zvenska que, inicialmente, cometeu o erro de lhe dar atenção e que, actualmente, muito o lamenta. Dimitri pensa ter encontrado a cura que o livrará de Romain: ajudá-lo a encontrar a mulher da sua vida. Mas descobrir quem seja capaz de suportar Romain e que, por amor, o ajude a superar finalmente a sua hipocondria, mostra-se bem mais difícil que o esperado…

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Crítica: O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro / The Amazing Spider-Man 2 (2014)

*6/10*

Marc Webb convenceu o público e a crítica em 2012, ao dar uma nova vida ao Homem-Aranha, que surgiu com uma nova cara e uma personalidade mais corajosa e divertida. Mas se o primeiro novo filme de spider-man surgiu como uma lufada de ar fresco entre os blockbusters de super-heróis, já O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro ficou aquém das expectativas.

Neste filme, o Homem-Aranha (Andrew Garfield) continua a proteger os seus concidadãos. Mas quando surge Electro (Jamie Foxx), Peter tem de enfrentar um adversário bem mais poderoso que ele. Ao mesmo tempo, com o regresso do seu velho amigo Harry Osborn (Dane DeHaan), o jovem super-herói apercebe-se que há um elo comum a todos os seus inimigos: a OsCorp.

O argumento de O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro traz-nos vilões a mais, humor a mais e emoções a menos, não deixando contudo de estar na média da qualidade dos filmes da Marvel. No entanto, mais de 2h20 de duração (é o mais longo filme do Homem-Aranha até agora) é demais para um filme de super-heróis, onde os vilões parecem multiplicar-se para desgaste do espectador que tarda em ver o fim à história.

O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro mantém o tom descontraído do seu predecessor, e acrescenta-lhe algum sarcasmo, com uma espécie de auto-paródia ao próprio Homem-Aranha (até o toque de telemóvel de Peter Parker é divertidamente familiar). Contudo, a certo ponto, esse humor começa a ser em demasia e já muito previsível e pouco natural.

Marc Webb perdeu o encanto que colocou no primeiro filme, mas não deverá desiludir os fãs de spider-man, que certamente sentirão o balanço da longa-metragem e a inesgotável fonte de vilões de forma mais familiar do que o público comum e menos ligado à História deste personagem da Marvel.