sexta-feira, 30 de maio de 2014

Já Vi(vi) este Filme, por David Pimenta

Já Vi(vi) este Filme
por David Pimenta do Expressividade e Espalha-Factos


O último filme que me marcou foi o Saving Mr. Banks, traduzido para português como Ao Encontro de Mr. Banks. Para os que não sabem, de uma forma resumida, conta a história da escritora Pamela Travers, criadora da Mary Poppins, e da passagem para filme pelos estúdios de Walt Disney. Ao longo de todo o filme somos confrontados com a luta desenfreada da escritora com toda a equipa dos estúdios, incluindo o próprio Disney, para manter a personagem original ao que criou na cabeça. À medida que vemos a luta de Pamela por manter Mary Poppins fiel à história do livro, longe de ser uma ama encantadora que aparece para salvar uma família, começamos a saber também o passado da escritora. Um passado bem longe da boa vida que tem em Londres. Pamela vai recordando, em flashbacks, vários episódios relacionados com a família – especialmente com o pai – que a levaram a escrever o livro sobre Mary Poppins.

Até certo ponto não reparei que estava a ser completamente inundado pelo filme. Entrou em todos os meus sentimentos e também pelas minhas recordações, fazendo-me pensar que talvez lutasse pela originalidade das minhas personagens – caso já tivesse um livro publicado e se alguém o quisesse passar para o cinema. A partir do momento em que vi o amor e fervor da Pamela por manter a Mary Poppins original à sua criação identifiquei-me e passei a viver o Saving Mr. Banks. Viver um filme, para mim, é saber identificar-se com determinados pontos, sentimentos ou situações quer seja um filme de terror ou um filme dramático. Toda a paixão desta escritora levou-me a escolher este filme como um dos que já vivi. Escrever um livro e adquirirem os direitos para o cinema já um universo muito fantasioso para mim, apesar de ser um sonho ou mesmo objetivo para o futuro.

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Obrigada pela tua participação, David!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Estreias da Semana #118

Seis novos filmes chegam às salas de cinema nacionais esta Quinta-feira. As atenções viram-se especialmente para o filme protagonizado por Tom Cruise e Emily Blunt, No Limite do Amanhã.

A Erva do Rato (2009)
Após se conhecerem num cemitério a beira-mar, um homem (Selton Mello) propõe a uma mulher (Alessandra Negrini) cuidar dela. Ela aceita a oferta, o que faz com que morem juntos. Durante muito tempo ele conta histórias sobre a geografia do Rio de Janeiro, os venenos preparados pelos índios e a mitologia grega. Até que decide comprar uma câmara fotográfica. Ela logo se torna sua musa, sendo o foco principal de todas as suas fotos. Quando descobre que um rato está roendo as fotografias tiradas, ele espalha pela casa diversas ratoeiras. Mas aos poucos descobre que o animal não é tão indesejado assim.

Filmado na praia de Vila Chã, em Vila do Conde, A Mãe e o Mar conta a história das mulheres "pescadeiras" desse lugar, representadas agora por Glória, a única mulher que ainda vai ao mar. Através de conversas intimistas entre pescadores e o acompanhamento do trabalho de Glória, o filme revela como as suas predecessoras desafiaram a tradição e obtiveram licenças de pesca, dedicando as suas vidas ao amor pelo mar.

Ela está de Partida (2013)
Elle s'en va
Bettie já tem cerca de 60 anos. Um dia, abandona repentinamente o seu quotidiano. Ao volante do seu carro, deixa para trás um restaurante à beira da falência e um companheiro que a traiu com uma mulher mais nova. À odisseia de Bettie junta-se depois o seu neto problemático, que ela mal conhece. Mas também surgem novas amizades e rostos familiares e há até tempo para uma reunião de antigas Misses. À medida que vai ficando mais distante de sua casa, Bettie vai ficando mais próxima da mulher que quer ser.

Matraquilhos (2013)
Metegol
Amadeu (voz de Diogo Valsassina) é um adolescente popular com muitas aventuras e amigos fora do normal, que joga matraquilhos como um campeão. Ele tem uma vida fantástica e duas grandes paixões: os matraquilhos e a Laurita (voz de Ana Guiomar). Tudo muda quando Amadeu tem de voltar a enfrentar o seu mais temível rival, El Macho, desta vez num jogo de futebol a sério. El Macho está decidido a vencer Amadeu e tirar-lhe tudo aquilo que ele ama: a vila onde vive, o bar onde trabalha, a sua mesa de matraquilhos e o coração de Laura.

No Limite do Amanhã (2014)
Edge of Tomorrow
Num futuro próximo, quando a Terra é invadida por uma raça alienígena imbatível, o Major William Cage (Tom Cruise), um soldado inexperiente que nunca viveu um dia  de combate, é arrastando para a linha da frente, e morre em  escassos minutos. Contudo, entra, inexplicavelmente, numa repetição temporal que o força a reviver o brutal combate, lutando e morrendo vezes sem conta. Estas repetições contínuas e a ajuda da soldado das Forças Especiais, Rita Vratski  (Emily Blunt) aperfeiçoam as habilidades de Cage e fazem dele a grande esperança da raça  humana para exterminar os invasores.

O Chef (2014)
Chef
Quando Carl Casper (Jon Favreau) decide, de forma impulsiva, despedir-se da função de Chef de um conceituado restaurante de Los Angeles, por se recusar a abdicar da sua liberdade criativa - condição imposta pelo dono do restaurante (Dustin Hoffman), acaba por ir parar a Miami onde, em conjunto com a sua ex-mulher (Sofia Vergara), o amigo Martin (John Leguizamo) e o seu filho (Emjay Anthony), decide abrir um novo negócio de restauração: uma roulotte de venda de comida. Carl faz-se assim à estrada de volta às suas raízes, para tentar reacender a sua paixão pela cozinha e o entusiasmo pela vida e pelo amor.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Ciclo Jim Jarmusch em Lisboa e no Porto

O Espaço Nimas, em Lisboa, e o Teatro Municipal Campo Alegre, no Porto, acolhem um ciclo dedicado a Jim Jarmusch, durante o mês de Junho A obra do cineasta norte-americano chega à capital no dia 5 e ao Porto no dia 12, prolongando-se até dia 25 de Junho. 

São oito os filmes que compõe a programação especial realizada em parceria com as distribuidoras Alambique e Leopardo Filmes: Sempre em Férias (1982), Para Além do Paraíso (1984), Vencidos Pela Lei (1986), O Comboio Mistério (1989), Noite na Terra (1991), Homem Morto (1995) - apresentados em novas cópias digitais -, Ghost Dog - O Método do Samurai (1999) e Café e Cigarros (2003). Os bilhetes para cada sessão do ciclo têm o custo de 4 euros.

O mais recente filme de Jim Jarmusch, Só os Amantes Sobrevivem, seleccionado para a edição 2013 do Festival de Cannes, tem estreia marcada nos cinemas portugueses para 12 de Junho.


Mais informações sobre o Ciclo Jim Jarmusch podem ser consultadas aqui (para Lisboa) e aqui (para o Porto).

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Sugestão da Semana #117

Das seis estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca um dos blockbusters mais esperados do ano: X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido.

X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO


Ficha Técnica:
Título Original: X-Men: Days of Future Past
Realizador: Bryan Singer
Actores: Patrick Stewart, Ian McKellen, Hugh JackmanJames McAvoyMichael FassbenderJennifer Lawrence
Género: Acção, Aventura, Fantasia
Classificação: M/12
Duração: 131 minutos

sábado, 24 de maio de 2014

Cannes 2014: Os vencedores

Já são conhecidos os grandes vencedores do Festival de Cannes 2014. Aqui ficam os vencedores:


Palma de Ouro
Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan

Grande Prémio do Júri
The Wonders, de Alice Rohrwacher

Melhor Realizador
Bennett Miller, por Foxcatcher

Prémio do Júri (ex-aequo)
Goodbye to Language, de Jean-Luc Godard
Mommy, de Xavier Dolan

Melhor Argumento
Leviathan, de Andrei Zviagyntsev & Oleg Negin

Melhor Actor
Timothy Spall, por Mr. Turner

Melhor Actriz
Julianne Moore, por Maps to the Stars

Caméra d’Or
Party Girl de Marie Amachoukeli, Claire Burger, Samuel Theis

Palma de Ouro para Melhor Curta-metragem
Leidi, de Simón Mesa Soto

Menções Honrosas - Curtas-metragens
Aissa, de Clément Trehin-Lalanne
Yes We Love (Ja vi elsker), de Hallvar Witzo



Un Certain Regard

Prémio Un Certain Regard
Fehér Isten (White God), de Kornél Mundruczó

Prémio do Júri Un Certain Regard
Turist, de Ruben Östlund

Prémio Especial Un Certain Regard
The Salt of the Earth, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado

Prémio de Elenco
Party Girl, de Marie Amachoukeli, Claire Burger e Samuel Theis

Melhor Actor
David Gulpilil, por Charlie's Country

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Estreias da Semana #117

Seis filmes chegaram esta Quinta-feira às salas de cinema portuguesas.

A Alegria (2010)
Luiza tem 16 anos e está cansada de ouvir sobre o fim do mundo. Na Véspera de Natal, o seu primo João é morto no Rio de Janeiro. Algumas semanas depois, Luiza está no seu apartamento e descobre o fantasma de João na sala. Ele quer esconder-se ali.

Grace de Mónaco (2014)
Grace of Monaco
Grace Kelly (Nicole Kidman) é uma famosa actriz de cinema com uma promissora carreira quando se casa com o príncipe Rainer do Mónaco, em 1956. Seis anos depois, numa altura em que o seu casamento atravessa sérias dificuldades, Alfred Hitchcock propõe-lhe o regresso a Hollywood, oferecendo-lhe o papel de Marnie no seu próximo filme. Mas o Mónaco está a passar por uma crise política com a ameaça de uma invasão francesa e a possível anexação a França. Grace é forçada a escolher entre a chama criativa que ainda existe dentro de si e o seu papel enquanto Princesa do Mónaco.

História da Minha Morte (2013)
Història de la meva mort
Casanova deixou um castelo suíço com a típica atmosfera libertina do século XVIII para passar os seus últimos dias em terras pobres e escuras do nordeste da Europa. Lá, a sua vida mundana e o pensamento racionalista enfrentam uma nova força violenta, esotérica e romântica, representada por Drácula e pelo seu eterno poder.

Ruína Azul (2013)
Blue Ruin
Uma clássica história de vingança de um assassino amador que volta à sua casa de infância para a concretizar.

Swelter A Vingança (2014)
Swelter
Em Las Vegas, cinco homens, conhecidos como Rat Pack, roubam mais de cem milhões de dólares do Sapphire Casino. Quatro são apanhados, enquanto um dos assaltantes consegue escapar. Depois de saírem da prisão onde passaram 10 anos, os quatro membros do Rat Pack vão atrás do ex-cúmplice e do dinheiro roubado. O rasto leva-os até uma cidade no deserto a menos de 160 km do local do crime, onde descobrem que o antigo companheiro já não é o mesmo homem... ele é agora um xerife cumpridor da lei, sem qualquer memória do passado.

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido (2014)
X-Men: Days of Future Past
O último grupo dos X-Men vai entrar numa guerra pela sobrevivência das espécies em dois períodos de tempo distintos. As personagens da trilogia original do filme vão unir forças e enviar Wolverine ao passado para alterar um acontecimento histórico, que poderá ter um importante impacto em humanos e mutantes.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Sugestão da Semana #116

A Sugestão da Semana chega com atraso e diz respeito às estreias da passada semana, mas antes tarde do que nunca. Desta vez, em destaque está Godzilla. As opiniões da crítica e dos fãs estão muito divididas, mas nada como espreitar o filme para tirar todas as dúvidas. Um dos grandes blockbusters deste ano.

GODZILLA

Ficha Técnica:
Título Original: Godzilla
Realizador: Gareth Edwards
Actores: Aaron Taylor-Johnson, Elizabeth Olsen, Bryan CranstonSally Hawkins, Juliette Binoche
Género: Acção, Aventura, Ficção Científica
Classificação: M/12
Duração: 123 minutos

Crítica: Debaixo da Pele / Under the Skin (2013)

*6.5/10*

Desafiante e perturbadora é o que se pode dizer da possibilidade um tanto arrepiante que Jonathan Glazer evoca com Debaixo da Pele. Não é todos os dias que reflectimos sobre a presença de extraterrestres na Terra, nem sobre o seu comportamento e consequente adaptação à humanidade e seus hábitos e valores. Essencialmente sensorial e estético, Debaixo da Pele leva-nos a seguir os passos de Scarlett Johansson na pele de uma predadora sexy e sem emoções, que, aos poucos, inicia o seu processo de humanização.

Falta contudo que o caminho que seguimos seja mais coerente. O argumento - cuja premissa é excelente - não prima pela consistência e prefere deixar vazios inexplicáveis por preencher. Talvez nem tudo tenha de ser justificado, mas a dinâmica de Debaixo da Pele - especialmente lenta ao longo da sua primeira metade - sairia favorecida com uma condução mais digna e com acontecimentos verdadeiramente marcantes para o espectador, deixando espaço a uma reflexão mais orientada, digamos, e menos dominada por perguntas sem resposta. O ritmo não é o mais empolgante, com uma acentuada diferença entre a primeira e a segunda metade da longa-metragem, que marca igualmente uma importante mudança no comportamento da protagonista.


Scarlett não consegue sobressair como esperado, mas conduz eficazmente esta jornada num planeta para si desconhecido. Inexpressiva, cruel, sensual, ela seduz e aterroriza o espectador tal como faz às suas vítimas, mostrando, aos poucos, uma inesperada curiosidade por si e pelo que a rodeia, e uma ingenuidade quase infantil, totalmente oposta à sua personalidade inicial. A conclusão - quase previsível - é ainda assim uma agradável surpresa - ou revelação -, mas sabe a pouco. Debaixo da Pele chega a encontrar o ritmo certo, mas não imerge fundo o suficiente para que a experiência seja inesquecível.

Tecnicamente, o visual muitas vezes kubrickiano - onde a sequência inicial ganha especial ênfase - mergulha-nos num inferno de interrogações semelhante ao que, mais à frente, verificamos, impotentes, ser o mesmo em que as vítimas da protagonista se afundam. O ambiente sinistro e sombrio - onde os tons escuros e fortes abundam -, adensado pelas paisagens da Escócia, sai favorecido pelo excelente trabalho de fotografia, de Daniel Landin, que joga com o claro/escuro, espelhos e até nevoeiro. A acompanhar todo o visual incómodo está a fantástica e desconfortável banda sonora, de Mica Levi.

Debaixo da Pele não é certamente o filme mais consensual do ano, nem o melhor, mas cativará a atenção dos mais curiosos ou dos que anseiam por novas experiências. Uma reflexão incompleta e inesperada sobre a existência e a humanidade é a proposta - preguiçosa na concretização - de Glazer. Ao fim de algum tempo no mesmo local, quem será mais humano: o Homem ou o Extraterrestre?

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Já Vi(vi) este Filme, por Jorge Teixeira

Já Vi(vi) este Filme
por Jorge Teixeira do Caminho Largo


No campo da fantasia e do escape temporal ou espacial não haverá muitos exemplos com a originalidade, a sensibilidade e a pujança de El Laberinto del Fauno. O filme de Guillermo Del Toro será mesma peça rara e uma investida improvável, séria e coesa, nos tempos recentes, no que a história de encantar, deslumbrar e efabular diz respeito. A mistura constante entre realidade e ficção ou entre a dureza e a conformidade do dia-a-dia e a imaginação ocasional desejada, à frente e atrás das câmaras, confere, recorrentemente, um sentido assaz credível e equilibrado, quase justo e justificativo, o que torna prontamente aceitável qualquer identificação plausível para com o enredo e as sensações nostálgicas envolvidas.

Com o início e um cenário de absolutismo, somos, desde logo, transportados para uma família, para uma criança e para um conflito que, à partida, se avizinha periclitante, problemático e deveras complexo (um pouco como qualquer vida ou rotina - aqui extrapolada - sempre passível de potencialmente se transformar). Conflito este, interno e de possante cariz físico ou concreto, se atendermos ao drama implícito e palpável, porque na verdade, e por contraste, o irreal, o inexplicável e a evasão se situa depois na mente e no subconsciente da inocente protagonista, e de todo o centro ingénuo do filme. Somos, pois e por sua vez, como que tele-transportados para outro mundo ou para outra dimensão utópica, sensacional e visionária, de tão metafórica e certeira que se afigura ou se desenha espontaneamente face às personagens e ao espectador. Em suma, a todos nós, na medida em que seguimos com total deleite, e simultâneo receio, as peripécias vividas pela imaginação de Ofelia (quiçá pela sua ascensão efectiva a outro estado disponível e desconhecido), e o seu desejo de fuga ao quotidiano cruel, num ameaçador contexto de guerra e de regime fascista, entre constantes temores, segredos e terríveis torturas.

Não será, portanto, de estranhar que nutre bastante identificação por este filme, e por este tipo de abordagem, uma vez que a aventura, a absorção e a fantasia foram continuamente, da minha parte, objecto de fascínio, de dedicação e de preenchimento dos tempos livres, sobretudo, na infância e numa fase de sistemática vontade de abstracção, de sonhos e de destinos impossíveis, mas não menos satisfatórios. Uma relação que não se esgota, apenas e só, na narrativa paralela e sedutora habitada pelo estranho Fauno, e interpretada por nós, mas que existe também na atmosfera cromática e na ambiência musical encantadora, que, no conjunto e esteticamente, conferem uma experiência intima e fortemente nostálgica e que, no fim, reconhecemos como preciosa, útil e por demais saborosa. Definitivamente, e ainda que no campo do devaneio e da ilusão partilhadas, um filme que vi e já vivi, inclusive diversas vezes e intensamente, dentro e fora do ecrã, até porque ficção ou sonho é também concepção e criatividade ou, se quisermos, sinónimo de divertimento, alegria e consciência.

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Obrigada pela tua participação, Jorge!

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Estreias da Semana #116

São sete os filmes que chegaram às salas de cinema esta Quinta-feira. Godzilla concentra a maioria das atenções.

Capital Humano (2014)
Il capitale umano
Dino Ossola é um agente imobiliário que sonha com a ascensão social. A oportunidade aparece através da amizade da sua filha com o filho do empresário Bernaschi. Dino fica obcecado com a sua nova posição de “melhor amigo” do empresário, algo que compromete quem lhe é mais próximo, Um misterioso acidente na véspera de Natal complica a situação, formando um retrato sarcástico do Norte da Itália.

Depois de Maio (2012)
Après mai
Em Paris, no início da década de 1970, Gilles é um jovem estudante envolvido na atmosfera criativa e política da época. Como os seus colegas, ele está dividido entre o investimento radical na luta política e a realização dos seus desejos pessoais. Entre descobertas amorosas e artísticas, a sua busca leva-o à Itália e ao Reino Unido, onde terá de tomar decisões essenciais para o resto de sua vida.

Godzilla (2014)
A humanidade encontra-se indefesa perante o ataque de criaturas maléficas e o monstro mais famoso do mundo renasce para restaurar o equilíbrio.

Inatividade Paranormal 2 (2014)
A Haunted House 2
Após ter exorcizado os demónios da sua ex-namorada, Malcolm começa do zero, iniciando uma vida nova, com uma nova namorada e os dois filhos dela. Contudo, na casa nova, o casal vê-se novamente atormentado por novas e estranhas manifestações paranormais.  

O Duplo (2013)
The Double
Simon é um homem tímido, à beira uma existência isolada num mundo indiferente. Ele é negligenciado no trabalho, desprezado pela sua própria mãe e completamente ignorado pela mulher dos seus sonhos. Ele sente-se impotente para mudar a sua vida. A chegada de um novo colega de trabalho, James, perturba-o. Fisicamente, James é um duplo de Simon, no entanto em termos de personalidade é exactamente o oposto: confiante, carismático e lida bem com as mulheres. Infelizmente para Simon, James começa lentamente a assumir a sua vida.

Ressaca de Saltos Altos (2014)
Walk of Shame
Meghan Miles (Elizabeth Banks), uma pivot de noticias de uma estação televisiva de Los Angeles, decide sair à noite com amigas para esquecer o facto de não ter conseguido o seu trabalho de sonho numa outra estação televisiva. No dia seguinte, ela acorda na cama de um estranho (James Marsden) com uma mensagem do agente no telemóvel a dizer que afinal o lugar é seu. Mas para isso ela tem de estar no seu posto de trabalho, que fica do outro lado da cidade, antes das cinco da tarde. Presa num local sem dinheiro, telefone e carro, ela embarca numa série de aventuras para tentar chegar a tempo à entrevista mais importante da sua carreira.

Savannah (2013)
Situado no pós-guerra civil, Savannah narra a verdadeira história do lendário Ward Allen (Jim Caviezel), um aristocrata romântico que rejeita a sua herança em troca de uma vida livre, tornando-se um caçador comercial (fornecendo estabelecimentos e restaurantes com pato fresco), ao lado do seu parceiro de negócios - um escravo liberto chamado Christmas Moultrie (Chiwetel Ejiofor) e do amor da sua vida, a livre-espírito Lucy Stubbs (Jaimie Alexander). Lucy desafia o seu pai (Sam Shepard) e a sociedade ao casar-se com Ward.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Sugestão da Semana #115

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana irá dividir opiniões. Apesar do argumento não ser especialmente consistente, nem o ritmo o mais empolgante, a promessa de apresentar o mundo visto por um extraterrestre é de ter em conta, especialmente no ambiente sombrio e inesperado em que tudo acontece. Debaixo da Pele não será certamente o filme mais consensual do ano, nem o melhor, mas merece a atenção dos mais curiosos ou dos que anseiam por novas experiências.

DEBAIXO DA PELE

Ficha Técnica:
Título Original: Under the Skin
Realizador: Jonathan Glazer
Actores: Scarlett Johansson, Jeremy McWilliams, Lynsey Taylor Mackay 
Género: Drama, Ficção Científica, Thriller
Classificação: M/16
Duração: 108 minutos

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Já Vi(vi) este Filme, por Diogo Simão

Já Vi(vi) este Filme

Conversa típica de gajos nº1: 
- Perdias 3 dedos de uma mão para passar uma noite com a Irina do Ronaldo
- Perdia-os antes ou depois de estar com ela?

Conversa típica de gajos nº2:
- Halle Berry ou Kim Kardashian?
- As duas! E um Big Mac!


E no entanto isto não é mais do que um exercício de imaginação, como que para demonstrar ao pessoal o quão desesperado o teu nível de testosterona te torna. É uma falta de classe excepcional, mas são tradições estabelecidas há milénios que, por muito que as eras passem, irão persistir.

Óbvio que nem todos nascemos com o encanto de um Robert Downey Jr. ou o ar de infinita imperturbabilidade de um Alex Turner: mas existe algo nas «personas» destas estrelas que sempre me suscitou o interesse. Como se o carisma fosse uma disciplina que pode (e deve!) ser aprendida.

Um leve movimento de cabeça enquanto entreabres o sorriso, uma rápida comichão no pescoço, um piscar de olhos demorado… Tudo sinais que passam uma mensagem: o engate perfeito. Deixa apenas de ser imaginação para passar a ser verdade.

E tudo corre bem… Até te aperceberes que à tua frente está uma «jogadora» tão hábil quanto tu. Até te aperceberes que cada palavra, silêncio e movimento está sobre um escrutínio impiedoso.

E nada no mundo consegue ser mais excitante.

Em Casino Royale, de Martin Campbell, existe uma cena que reflecte precisamente esse sentimento. James Bond, interpretado por Daniel Craig, encontra-se num comboio à espera do apoio para a missão que tem em mãos. Entra Vesper Lynd, interpretada por Eva Green.

Através de bem colocadas questões, elogios e análises sub-repticiamente feitas, os protagonistas reconhecem-se pelo que são: faces opostas da mesma moeda. O erotismo aqui é puramente intelectual, embora a atracção física seja inegável. 

Se conheces o estilo e historial de Bond, estás à espera de um determinado padrão nos acontecimentos amorosos. No entanto, como se de uma valsa se tratasse, acabas num sítio inesperado: e este é só um dos muitos motivos pelos quais Casino Royale é, na minha opinião, o melhor filme sobre o agente britânico.

Porque não é só uma história de espiões, glamour, cobiça e perda: é também a história de como uma mulher transformou um rapazinho num homem.

E esse, é verdadeiramente um filme que eu já vi(vi).

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Obrigada pela tua participação, Diogo!

sábado, 10 de maio de 2014

Ads & Cinema #13

Já associada à Prada há alguns anos, Léa Seydoux surge agora na mais recente campanha da nova fragrância Candy Florale. Com cores claras, onde o rosa predomina, a actriz surge no vídeo promocional - da autoria de Steven Meisel -, completamente nua.


Léa é Candy, divertida e desafiadora. Ela surge a pairar no ar, a baloiçar-se, sem roupa, a segurar uma flor branca, mas nunca vemos mais do que o permitido. A cor da sua pele confunde-se com o tom rosado de fundo.

Aqui ficam também os cartazes promocionais.


Estreias da Semana #115

Dez filmes chegaram esta Quinta-feira aos cinemas nacionais. Entre os títulos estreados destaque para Debaixo da Pele, Joe, Má Vizinhança ou Olho Nu.

As Ondas de Abril (2013)
Les Grandes Ondes
Em Abril de 1974, dois jornalistas da Rádio Suíça são enviados a Portugal para fazer uma reportagem sobre a ajuda suíça ao nosso país. À equipa junta-se um técnico de som, com a sua carrinha VW pão de forma, e um jovem português contratado para servir de intérprete. Tudo lhes corre mal e quase dão a reportagem como perdida, quando são apanhados de surpresa pela Revolução dos Cravos. No sítio certo e no momento certo, têm a oportunidade única de captar em directo e ao vivo o espírito da revolução.

Debaixo da Pele (2014)
Under the Skin
Debaixo da Pele conta a história de um extraterrestre com forma humana. Uma viagem, em parte ficção científica, em parte realidade, a visão de um extraterrestre sobre o nosso mundo.

Gravidez de... Alto Risco (2013)
9 mois ferme
Ariane Felder é uma juíza solteira e moralista que descobre estar grávida Mais surpreendente ainda é quando descobre que o pai é Bob Nolan, um criminoso procurado por um crime hediondo. Ariane não se lembra como isto aconteceu, nem sequer de o ter conhecido.

Joe (2013)
Joe é um ex-presidiário que trabalha como lenhador e emprega uma série de pessoas locais, satisfeitas com as suas qualidades enquanto patrão. Mas nem os fantasmas do passado largam Joe nem ele larga o álcool, onde se refugia para os dispersar. Um dia um jovem adolescente empenhado em livrar-se do contexto familiar adverso em que vive pede-lhe emprego e Joe aceita contratá-lo. Entre os dois cresce uma grande amizade e ao conformismo de Joe junta-se a vontade do jovem Gary de escapar às dificuldades de uma pequena cidade sulista.

Má Vizinhança (2014)
Neighbors
Um jovem casal encontra-se com dificuldades em se adaptar a novos hábitos e rotinas por força do nascimento da sua filha. A mudança de uma República de Estudantes Universitários para a casa ao lado vem ainda piorar a situação. Barulho, festas e outras transgressões farão com que este casal relembre tudo aquilo de que teve de abdicar com a chegada da bebé, e lute para que a serenidade e idoneidade voltem ao bairro.

Nirvana (2014)
Vega é um gangster do bairro da Picheleira. Cobarde e traidor é expulso do seu gang. Decide então reunir os criminosos mais delinquentes para se vingar de Barbas, o chefe que o expulsou, adiantando-se a um assalto planeado quando ainda pertencia ao gang. Mas nem tudo corre como Vega planeia.

Olho Nu (2012)
A vida e obra de Ney Matogrosso, retratada a partir do conjunto de imagens e sons que o artista reuniu até hoje em sua casa e existentes em arquivos públicos, em contraponto com as performances actuais. Trata-se de um espectáculo-síntese de seu percurso musical que evoca cenas e situações da história de Ney Matogrosso nos palcos e na sua vida quotidiana. Olho Nu procura a dimensão humana e sensível de um personagem cuja história se confunde com a melhor tradição do cancioneiro latino-americano.

Quarto 13 (2014)
The Bag Man
Jack é contratado por Dragna, um lendário patrão do crime, para terminar uma tarefa simples mas nada normal. No decurso de uma noite longa e repleta de acontecimentos violentos, em que se aguarda a chegada de Dragna, Rivka cruza-se no caminho de Jack. Ela é uma mulher deslumbrante que começa a envolver-se, física e emocionalmente com Jack. Quando, finalmente, Dragna chega ao local as consequências são inesperadas para todos. 

Vida Activa (2013)
O Novas Oportunidades foi um programa de educação com uma vertente baseada no reconhecimento e certificação escolar das aprendizagens realizadas fora da escola. Nestas sessões, homens e mulheres pensam e discursam sobre a sua trajectória de vida, as condições que determinaram a sua existência e a sua dificuldade em existir. Falam da sua formação, da sua experiência profissional, das suas origens, produzindo uma pluralidade de pontos de vista sobre a escola, a cidade, o campo, a  família, o mundo operário e o universo do emprego.

Violetta: O Concerto em Milão (2014)
Pela primeira vez nos cinemas, as personagens da série de televisão cantam as suas canções.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Ads & Cinema #12

Cara da Chanel desde 2007, mais propriamente do perfume Coco MademoiselleKeira Knightley está de regresso a mais uma campanha da marca. Aliada novamente a Joe Wright, realizador com quem tem trabalhado diversas vezes, Keira surge num anúncio repleto de tons neutros - essencialmente, preto, branco e prateado, ganhando mais alguma cor apenas na parte final -, onde não falta um jogo de sombras muito sedutor.


She’s Not There, dos The Zombies, acompanha o vídeo promocional, onde, numa festa cheia de gente vestida de preto, a actriz se destaca, de branco, e conquista um admirador que depressa se apercebe como esta mulher é inalcançável. Keira surge elegante, magnética e inebriante.

As fotos da campanha são de Mario Testino.

Aqui fica o anúncio:

IndieLisboa'14: Competição Internacional Curtas-metragens

Depois de breves análises à Competição Novíssimos e Competição Nacional de Curtas-metragens, debruço-me agora, para finalizar, sobre a Competição Internacional de Curtas. Dos mais de 30 títulos, apenas pude assistir a 12. Fica aqui um breve olhar sobre eles.

Symphony No. 42 - 7.5/10

Em 47 cenas, Symphony No.42 apresenta-nos situações surreais, baseadas na interacção dos homens com a natureza. Uma forte mensagem ecológica é-nos aqui transmitida, de forma irónica. Chegando mesmo a alcançar o mórbido e macabro, certo é que a curta-metragem de Réka Bucsi é muito eficaz. 

Até o Céu Leva Mais ou Menos 15 Minutos - 7/10

Até O Céu Leva Mais ou Menos 15 Minutos junta numa curta viagem de carro duas mães e três crianças barulhentas. A sorte é que até ao céu a viagem não é longa. Camila Battistetti traz-nos uma ternurenta curta-metragem com três pequenos protagonistas que entre birras, disputas, distracções e doces, irão conquistar os sorrisos da plateia.

Heights - 7/10

Em Heights, qual janela indiscreta, dialogam tempos e espaços captados com um iPhone, a partir de uma única janela, ao longo de um ano. Em split screen, observamos os espaços e tempos diferentes, numa espécie de voyeurismo que aguça a curiosidade do espectador. Um excelente e original trabalho de Calum Walter.

Substanz - 6.5/10

A partir de imagens captadas pelo realizador no Japão, em 2011, poucas semanas após o terramoto e o tsunami que atingiram o país, Substanz sobrepõe imagens e som para recriar a sensação de se estar perdido num país em estado de emergência. Ao recorrer à sobreposição de imagens, Sebastian Mez deixa-nos atordoados, mas também bem atentos para o cenário de caos e destruição que filma. Entre a catástrofe, o regresso à vida quotidiana dos japoneses e os noticiários, Substanz faz um retrato competente de um país e de uma catástrofe.

Förår - 6/10

Förår é uma ficção que tem por base um acontecimento inusitado, ocorrido numa pequena cidade sueca. Todavia, a memória não tem uma sequência linear e cada momento tem o seu próprio peso na sua reconstrução. Apesar do argumento pouco consistente, a curta-metragem de John Skoog é visualmente fascinante, obscura, perdida no isolamento do local onde vemos a imagem inesquecível da criança protagonista de arma das mãos. 

Reign of Silence - 6/10

Reign of Silence é uma ficção que experimenta, numa única cena, a acção do homem sobre a natureza imóvel e o regresso da paisagem à normalidade. São apenas sete minutos de contemplação. E, apesar de não vermos mais do que descreve a sinopse, a ondulação circular desta curta-metragem experimental de Lukas Marxt capta a nossa atenção como poucas.

The Man who mistook his wife for a hat - 6/10

The Man Who Mistook His Wife For a Hat é uma animação que com um traço muito simples adapta o conto homónimo de Oliver Sacks sobre uma estranha desordem neurológica. Ross Hogg oferece-nos uma curta-metragem divertida, leve e de traço agradável. 

As seguintes curtas-metragens já foram analisadas no post sobre a Competição Nacional de Curtas.





quinta-feira, 8 de maio de 2014

PANORAMA'14 começa amanhã

O PANORAMA 2014 - 8ª Mostra do Documentário Português está de volta ao Cinema São Jorge e à Cinemateca Portuguesa- Museu do Cinema entre os dias 9 e 15 de Maio. O programa deste ano é composto por workshops, conferências e 62 filmes.


O Tema em Foco desta edição intitula-se Olhares Estrangeiros sobre Portugal – O Filme Etnográfico Alemão e dedica-se ao "olhar alemão" sobre Portugal, às visões específicas de alemães que filmaram documentários no país: Alfred Ehrhardt, Hubert Fichte e os filmes do Instituto do Filme Científico de Göttingen. Este olhar alemão, de cariz substancialmente etnográfico, consubstancia-se na exibição de documentários quase desconhecidos do grande público, feitos ao longo de três décadas: 50, 60 e 70.

Com a colaboração do Goethe-Institut Portugal e do Museu Nacional de Etnologia, o PANORAMA quer fazer reflectir e esta secção contará com a exibição de nove filmes, repartidos em três sessões, acompanhadas ainda de um debate com foco no Olhar alemão sobre Portugal. O filme Portugal (A. Ehrhardt), que venceu o prémio de Melhor Filme Alemão em 1952, preenche a Sessão de Encerramento da mostra, no dia 15 de Maio, às 21h00, na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge.

Mantêm-se as Sessões Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Apordoc - Associação Pelo Documentário, que contam com duas sessões que programarão filmes contemporâneos e históricos realizados sobre a cidade de Lisboa.

Esta ano, a secção Percursos homenageia o trabalho de Catarina Alves Costa, realizadora portuguesa com um papel importante no despontar do documentário português nos anos 90, com percurso profissional relevante na produção de filmes etnográficos. O seu filme Senhora Aparecida irá abrir o PANORAMA amanhã, dia 9 de Maio, às 21h00, no Cinema São Jorge. Esta projecção marca o 20.º aniversário deste título. Será ainda feita uma exibição alargada da filmografia da realizadora, que conta com os seguintes filmes:

Fernando Távora, modernidade permanente (2012)
O desejo do saber – 100 anos da Universidade de Lisboa (2011)
Casas para o povo (2010)
Falamos de António Campos (2009)
Nacional 206 (2008)
O Parque (2008)
O Sítio de Castelo Velho (2005)
O Arquitecto e a Cidade Velha (2004)
O Linho é um Sonho (2003)
A seda é um Mistério (2003)
Mais Alma (2001)
Swagatam (1998)
Senhora Aparecida (1994)
Regresso à Terra (1992)

A acompanhar a exibição da filmografia de Catarina Alves Costa será organizado um debate que, a propósito dos seus filmes, reflectirá sobre o Filme Etnográfico em Portugal. A realizadora será responsável pelo workshop O Cinema Etnográfico por Catarina Alves Costa - Práticas de Realização no Filme Etnográfico.

A programação do PANORAMA conta ainda com quatro sessões escolas (não exclusivas a grupos escolares), filmes universitários, estreias, filmes premiados e programados no Doclisboa e debates em todas as sessões.

Consulta o programa completo e mais informações em: http://www.panorama.org.pt/

Ads & Cinema #11

A lindíssima Jessica Chastain volta a dar a cara pela Yves Saint Laurent, desta vez pela fragrância Manifesto L'Eclat lançada esta Primavera. Lembremo-nos que a actriz já tinha surgido na campanha do Manifesto com as mãos pintadas de roxo (relembra-te aqui).


As cores que pintam o cartaz são as mesmas, mas, desta vez, Chastain surge mais sexy e provocante, de cabelo solto, sem deixar de lado a elegância que a caracteriza e que se enquadra perfeitamente com a imagem da marca. O poster já se encontra pelas ruas portuguesas.

Espreita os bastidores da sessão fotográfica.