segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Sugestão da Semana #736
terça-feira, 15 de junho de 2021
Crítica: Cruella (2021)
"Cruella was in a box a long time, now Estella can be the one who makes guest appearances."
Cruella de Vil
*6/10*
Mais uma vilã da Disney ganha um filme em nome próprio que conta a sua versão dos factos - ou como é que ficou assim tão malvada -: depois de Maléfica, Cruella é a visada. Uma longa-metragem com um fabuloso trabalho de guarda-roupa e duas grandes interpretações: Emma Thompson e Emma Stone.
Cruella passa-se em Londres, nos anos 70, a meio da revolução do punk rock, e segue uma jovem vigarista chamada Estella, inteligente e criativa, determinada em fazer vingar o seu nome através das suas roupas. Faz amizade com um par de jovens ladrões que apreciam o seu apetite por problemas e, em conjunto, constroem uma vida nas ruas de Londres. O talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa von Hellman. Mas, o relacionamento entre as duas origina uma série de eventos e revelações que farão com que Estella abrace o seu lado perverso e se torne na elegante e vingativa Cruella.
O realizador Craig Gillespie cria um universo mais obscuro que o habitual em filmes da Disney, mas falta alma e autenticidade a Cruella para realmente fazer a diferença. O artificialismo da longa-metragem, onde tudo é pouco genuíno, mostra fraquezas até ao nível dos efeitos visuais - tão pouco realistas. Mas o maior problema do filme da Disney é a falta de foco no íntimo da protagonista, que por muita rebeldia e revolta que demonstre, nunca nos deixa chegar ao seu âmago e compreender de onde vem a psicopatia que revela em 101 Dálmatas.
Todavia, são as duas Emmas, protagonista e antagonista, as verdadeiras forças de Cruella, a somar ao assombroso trabalho de guarda-roupa - que, esse sim, é capaz de demonstrar a personalidade forte de Estella -, direcção artística e uma banda sonora espelho do tempo em que a acção decorre. Emma Thompson está deslumbrante na pele da implacável Baronesa von Hellman, capaz de tudo para manter o título de lenda da moda, e derrotar quem quer que seja potencial ameaça ou rival; e Emma Stone incorpora o melhor que pode a dualidade Estella / Cruella, e carrega a personagem cheia de excentricidade, raiva, criatividade e empenho. Seguras e talentosas, as duas actrizes são capazes de passar de hilariantes a aterradoras, com a genialidade que as caracteriza.
Esperava-se um filme mais profundo, que nos desse a conhecer muito mais do que vai na cabeça e coração da vilã de 101 Dálmatas - mas ficamos apenas com o estético. Cruella pode não ser surpreendente, mas diverte e entretém q.b.
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Crítica: O Caso de Richard Jewell / Richard Jewell (2019)
Clint Eastwood constrói a acção com ritmo e entusiasmo, potenciados por um grande trabalho do director de fotografia Yves Bélanger - planos sequência, contra-picados, etc., numa diversidade de experiências visuais para a plateia.
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
Sugestão da Semana #410
Ficha Técnica:
Elenco: Paul Walter Hauser, Sam Rockwell, Kathy Bates, Jon Hamm, Olivia Wilde
Género: Biografia, Crime, Drama
-
Esta Quinta-feira, chegaram às salas de cinema portuguesas sete novos filmes. O Veredito Social e Primetime são duas das estreias em destaq...
-
Já são conhecidos os filmes vencedores da 21.ª edição do Doclisboa , que terminou este Domingo. A cerimónia de entrega dos prémios aconteceu...







