sábado, 31 de março de 2018

Sessões Descontraídas em Abril nos Cinemas NOS

Os Cinemas NOS promovem as Sessões Descontraídas, ao longo do mês de Abril. Estas destinam-se a famílias ou grupos com crianças pequenas, pessoas com condição do espectro autista, deficiências sensoriais ou intelectuais ou com défice de atenção, e são desenvolvidas em colaboração com as associações Acesso Cultura e Vencer Autismo.


As sessões vão decorrer no mês de Abril, aos Domingos pelas 11h00, nos Cinemas NOS Colombo e Cinemas NOS NorteShopping.

Estas sessões de cinema distinguem-se das restantes pois realizam-se com condições especiais de luz, som e projecção e com regras mais tolerantes no que diz respeito ao movimento e barulho do público. Tudo para criar uma atmosfera mais descontraída destinada a reduzir níveis de ansiedade e a permitir uma experiência mais agradável ao público a que se destina: famílias ou grupos com crianças pequenas, pessoas com défice de atenção, com deficiência intelectual, com condições do espectro autista, com deficiências sensoriais ou de comunicação.

A directora executiva da Acesso Cultura, Maria Vlachou, explica que “existem muitas pessoas que não vão ao cinema porque receiam incomodar os outros ou porque não se sentem confortáveis numa sala completamente às escuras ou com o som muito alto. Estamos neste projecto a aproximá-los da magia da sétima arte tal como qualquer outra pessoa, num ambiente inclusivo, na companhia dos seus familiares e amigos”.

A programação das Sessões Inclusivas será a seguinte:

8 de Abril - Gnomeo & Juliet: Sherlock Gnomes

15 de Abril - Peter Rabbit

22 de Abril - Paddington 2

29 de Abril - Gangue do Parque 2

Para além do cinema, as Sessões Descontraídas incluem teatro, dança ou outro tipo de oferta cultural que decorrem numa atmosfera mais descontraída e acolhedora, nas condições acima descritas. A programação de Sessões Descontraídas nas várias áreas pode ser consultada aqui: https://acessocultura.org/servicos/sessoes-descontraidas/

quinta-feira, 29 de março de 2018

Conhece a programação do IndieLisboa'18

O IndieLisboa regressa à capital de 26 de Abril a 6 de Maio para mais uma edição cheia de cinema independente, esta que é a 15.ª. Jacques Rozier e Lucrecia Martel são os Heróis Independentes de 2018, num ano em que serão apresentados mais de 200 filmes.


São filmes portugueses que fazem as honras de abertura e encerramento do 15º IndieLisboa. A abrir está A Árvore, de André Gil Mata, e será A Raiva, de Sérgio Tréfaut a encerrar.

Tendo o cinema português grande foco no festival, entre curtas e longas-metragens, a Competição Nacional traz filmes de Sandro Aguilar, Susana Nobre, Miguel NunesTiago Rosa-Rosso, João Salaviza e Filipe Melo, entre muitos outros.

A secção Silveste é uma das que, todos os anos, cativam mais atenções, mostrando tanto obras de jovens cineastas como de autores consagrados. De destacar a exibição de filmes de autores bem conhecidos do IndieLisboa (e não só) como Den' PobedyKrotkaya, de Sergei Loznitsa, En attendant les barbares, de Eugène Green, Grass, de Hong Sang-soo, Premières solitudes, de Claire Simon, Les quatre sœurs, de Claude Lanzmann, Readers, de James Benning e Tara Moarta, de Radu Jude.

Na secção IndieMusic, Hip to da Hop, de António Freitas e Fábio Silva, Matangi/Maya/M.I.A., de Steve Loveridge, Milford Graves Full Mantis, de Jake Meginsky e Neil Young, Não Consegues Criar o Mundo Duas Vezes, de Catarina David e Francisco Noronha, Ryuichi Sakamoto: Coda, de Stephen Nomura Schible e Teenage Superstars, de Grant McPhee, são alguns dos filmes projectados.

As Sessões Especiais desta edição incluem obras portuguesas em ante-estreia nacional e um programa dedicado ao cinema produzido em Macau. Dos títulos portugueses, destaque para O Homem Pikante, de Edgar Pêra, As Horas de Luz, de António Borges Correia, e A Pedra Não Espera, de Graça Castanheira.

Em força continuam também a Competição Internacional, Novíssimos, IndieJúnior, Director's Cut, Boca do Inferno e as actividades paralelas, entre elas o IndieByNight e as LisbonTalks Universidade Lusófona. Para conhecer toda a programação do IndieLisboa basta ir a www.indielisboa.com.

Estreias da Semana #318

Esta Quinta-feira, chegam aos cinemas portugueses sete novos filmes. Peter RabbitReady Player One: Jogador 1 são duas das estreias.

Braven (2017)
Joe Braven (Jason Momoa), um humilde lenhador, residente na zona de fronteira entre os EUA e o Canadá, vê-se confrontado com um grupo de perigosos traficantes de droga na sua cabana isolada nas montanhas e tenta fazer tudo para proteger a família. Mal sabem os traficantes que o homem simples, com o qual estão prestes a medir forças, se divide entre dois mundos – um que luta pelas vidas dos seus e outro que ama a caça.

Custódia Partilhada (2018)
Jusqu'à la garde
O casal Besson divorciou-se. Para proteger o filho do pai que acusa de violência doméstica, Miriam pede a custódia total. Mas a juíza concede ao pai direito de visita. Refém entre os pais, Julien vai fazer tudo para evitar que o pior aconteça.

O Terceiro Assassinato (2017)
Sandome no satsujin
Tomoaki Shigemori é um advogado encarregado de defender um cliente julgado por homicídio. O homem tem cadastro e confessou o crime, mas as provas levam Shigemori a ter dúvidas sobre o que realmente aconteceu.

Operação Entebbe (2018)
7 Days in Entebbe
Em Junho de 1976, dois terroristas palestinianos e dois alemães desviam o voo Air France 139, que fazia a ligação de Tel Aviv para Paris, via Atenas, com 248 passageiros a bordo. O aparelho segue para o aeroporto de Entebbe, no Uganda, onde o regime do ditador Idi Amin lhes dá as boas-vindas e fornece apoio. Ao longo dos dias seguintes, tensas negociações permitem libertar grande parte dos reféns, mas 95 passageiros de passaporte israelita e 12 tripulantes permanecem detidos num armazém do aeroporto, vigiados por terroristas e soldados do exército ugandês. Os sequestradores exigem a libertação de mais de cinco dezenas de prisioneiros da Frente de Libertação Palestina detidos em Israel e noutros quatro países. Se tal não acontecer ameaçam fazer explodir o avião com os reféns. Israel finge negociar, mas em segredo prepara uma minuciosa e arriscada operação de resgate...

Peter Rabbit (2018)
A disputa entre Peter Rabbit e o Sr. Gregório (Domhnall Gleenson) pela horta aumenta quando ambos passam a rivalizar pela atenção da bondosa vizinha (Rose Byrne). Peter, com a ajuda do seu primo Casimiro e das suas irmãs trigémeas Flopsi, Mopsi e Rabinho-de-Algodão, vai meter-se em divertidas aventuras.

Ready Player One: Jogador 1 (2018)
Ready Player One
No ano de 2045, com o mundo à beira do caos e do colapso, as populações procuram alívio no universo virtual OASIS, criado por James Halliday (Mark Rylance). Quando Halliday morre, é anunciado que a sua imensa fortuna pertencerá à primeira pessoa que encontrar um segredo escondido algures no jogo. Wade Watts (Tye Sheridan) decide participar na competição a nível planetário e vê-se arrastado para uma perigosa caça ao tesouro, num universo fantástico rodeado de mistério e perigo.

Rock'n Roll (2017)
Um actor mais novo diz a Guillaume Canet que ele já não tem apelo para os jovens. Canet tenta provar que ele está errado com a ajuda da namorada, Marion Cotillard. Os actores interpretam-se a si mesmos nesta comédia.

terça-feira, 27 de março de 2018

Festival Córtex de 11 a 18 de Abril em Sintra e Lisboa

A 8.ª edição do Festival Córtex realiza-se de 11 a 15 de Abril, em Sintra, e vai homenagear o realizador austríaco Ulrich Seidl, que vem a Portugal. Este ano, Lisboa também faz parte do mapa do Córtex com sessões de 12 a 18 de Abril.


No dia 12 de Abril, será exibido Safari, o mais recente filme de Seidl, com a presença do realizador, no Cinema Ideal. Esta será também a primeira longa-metragem exibida neste festival. O filme é um retrato desconfortável sobre um grupo de turistas alemães e austríacos que viajam até África para se dedicarem à caça. 

O Festival de Curtas Metragens de Sintra vai exibir ainda alguns dos primeiros trabalhos de Ulrich Seidl, desde filmes de escola, como One Fourty (1980) e The Prom (1982), a produções que realizou para televisão austríaca nos anos 90, como The Last Man (1994) e The Bosom Friend (1997).

Da Áustria chega também a secção Hemisfério, que este ano é programada pelo festival austríaco Vienna Shorts, a convite do Córtex. Novidade nesta edição é a secção Frontal, dedicada ao público sénior e aos alunos do ensino secundário do concelho de Sintra.

Em parceria com a Monstra - Festival de Animação de Lisboa, na programação do Mini-Córtex vão ser apresentadas oito curtas-metragens para as escolas e uma sessão para pais e filhos no dia 15 de Abril, que antecede um workshop de animação para as famílias, leccionado por Fernando Galrito.

Nesta edição, foram seleccionadas 15 curtas para competição internacional. A competição nacional é composta igualmente por 15 curtas, havendo filmes de Gabriel Abrantes, Salomé Lamas, Diogo Costa Amarante, Marta Mateus ou João Salaviza, entre outros. Beatriz Batarda, Cláudia Lucas Chéu e Sérgio Tréfaut são os jurados da competição nacional, e Ana David, João Ferreira e Margarida Leitão vão avaliar os filmes da competição internacional.

O MU.SA (Museu das Artes de Sintra) é o palco das actividades paralelas do festival, com dois concertos: no dia 13 de Abril Conan Oisiris apresenta o seu mais recente álbum Adoro Bolos e, no dia 14, Soho, projecto de música electrónica, apresenta-se pela primeira vez em Sintra. A entrada é livre para ambos os concertos.


Mais informações sobre o Córtex - Festival de Curtas Metragens de Sintra em: http://www.festivalcortex.com/.

Festa do Cinema Italiano em Lisboa a partir de 4 de Abril

A 11.ª Festa do Cinema Italiano começa a percorrer o país a partir de 4 de Abril, sendo Lisboa a primeira paragem. Até dia 12 de Abril, a festa fica no Cinema São Jorge, UCI El Corte Inglés e Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema.


O filme de abertura desta edição é Sicilian Ghost Story, de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza. Foi filme de abertura da Semaine de la Critique no Festival de Cannes 2017, e é inspirado por um caso que chocou a opinião pública italiana nos anos 90. Uma fábula romântica no mundo da máfia italiana. A encerrar a festa estará The Place, de Paolo Genovese, uma comédia sobre o preço que cada um está disposto a pagar para alcançar certo sonho ou objectivo.

Na secção Panorama, dedicada às mais recentes obras de autores italianos, encontra-se Nico, 1988, de Susanna Nicchiarelli, um biopic sobre a vocalista dos Velvet Underground e musa de Andy Warhol, durante um período em que menos a conhecemos. Outro destaque vai para Fortunata, de Sergio Castellitto, que valeu à protagonista, Jasmine Trinca, o prémio de melhor actriz na secção Un Certain Regard do Festival de Cannes. Protagonizado por Helen Mirren e Donald Sutherland, Ella & John – The Leisure Seeker, de Paolo Virzì, marca a estreia do realizador em filmes em língua inglesa. Ammore e malavita, de Antonio e Marco Manetti, é um musical que acontece no submundo da máfia napolitana.

Marco Tullio Giordana vai estar em Lisboa para apresentar dois filmes: o seu mais recente Nome di donna e La meglio gioventù (A Melhor Juventude). Também o actor Fabrizio Gifuni marca presença em Lisboa.

Na secção competitiva há cinco primeiras obras: Guarda in alto, de Fulvio Risuleo, La guerra dei cafoni, de Davide Barletti e Lorenzo Conteo, Cuori Puri, de Roberto de Paolis, Easy, de Andrea Magnani, e Happy Winter, de Giovanni Totaro.

Na secção Altre Visione são apresentados quatro filmes: Beautiful Things, de Giorgio Ferrero e Federico Biasin (os realizadores vão estar em Lisboa), Hannah, de Andrea Pallaoro, com Charlotte Rampling no papel principal, Il cratere, de Silvia Luzi e Luca Bellino, e Surbiles, de Giovanni Columbu.


A secção Amarcord apresenta Cinema Paraíso, de Giuseppe Tornatore, no âmbito da comemoração do seu 30.º aniversário. Outro clássico que o festival traz ao público é O Carteiro de Pablo Neruda, de Massimo Troisi e Michael Radford. O filme será exibido no tradicional Cine-Jantar, no Mercado de Santa Clara. Também a exposição Il Postino, Salina - A Metáfora da Poesia, composta por desenhos e adereços de Lorenzo Baraldi e Gianna Gissi, respectivamente, director de arte e figurinista de O Carteiro de Pablo Neruda pode ser vista no Cinema São Jorge e nas lojas Fnac de todo o país a partir de 4 de Abril. Haverá ainda uma projecção do filme no dia 8 de Abril no Cinema São Jorge, em Lisboa, e no Teatro Rivoli, no Porto.

Marco Ferreri (1928-1997) será homenageado na Festa do Cinema Italiano, numa retrospectiva com alguns dos seus principais filmes: La carrozzella (A Motoreta), Una storia moderna - L'ape regina (O Leito Conjugal), La Donna Scimmia, L'uomo dei cinque palloni, Dillinger è morto (Dillinger Morreu), Il seme dell'uomo (A Semente do Homem), La grande abbuffata (A Grande Farra), Non toccare la donna bianca (Não Toques na Mulher Branca), L'ultima donna (A Última Mulher), La Carne, La Cagna, etc.

Ao longo da Festa terão lugar muitas outras actividades paralelas relacionadas com a Itália e o seu Cinema, um pouco para todas as idades. Podes conhecer o programa completo, filmes e actividades em: http://www.festadocinemaitaliano.com/

O Porto também recebe a Festa a 4 de Abril, até dia 8, no Cinema Trindade e Teatro Rivoli. O Cinema da Villa, em Cascais, recebe a festa de 5 a 8 de Abril, bem como o Cinema Charlot, em Setúbal. Seguem-se Almada (Auditório Fernando Lopes Graça) de 6 a 8 de Abril, Coimbra a 7, 12 e 13 de Abril (TAGV – Teatro Académico Gil Vicente), Évora de 11 a 13, no Auditório Soror Mariana, Aveiro (Teatro Aveirense), nos dias 16 e 17, e Viseu de 17 a 19,  no Cine Clube de Viseu – Auditório IPDJ. Em Maio, Beja recebe a festa de 2 a 4 de maio no Pax Júlia – Teatro Municipal, a Moita será a anfitriã nos dias 11, 18 e 25 no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, o Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, nos 15 a 19 de Maio, seguindo-se Loulé (Cine-Teatro Louletano) de 18 a 20, Viana do Castelo, a 22 e 23 de Maio (Teatro Municipal Sá da Bandeira) e Caldas da Rainha, de 22 a 24, no CCC - Centro Cultural e de Congressos. Em Junho, a festa segue para o Funchal, onde se apresenta entre os dias 6 e 9, no Teatro Municipal Baltazar Dias. Haverá mais datas e locais, a confirmar.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Prémios Sophia 2018: Os Vencedores

A cerimónia de entrega dos Prémios Sophia 2018 aconteceu na noite de Domingo no Casino Estoril. São Jorge, de Marco Martins, conquistou sete estatuetas e foi o grande vencedor da noite.


Fica a conhecer a lista completa de vencedores dos prémios do cinema português.

Melhor Filme
São Jorge
A Fábrica de Nada
Al Berto
Fátima

Melhor Realizador
Marco Martins - São Jorge
João Canijo - Fátima
João Botelho - Peregrinação
Pedro Pinho - A Fábrica de Nada

Melhor Actriz Principal
Carla Galvão - A Fábrica de Nada
Rita Blanco - Fátima
Anabela Moreira - Fátima
Mariana Nunes - São Jorge

Melhor Actor Principal
Nuno Lopes - São Jorge
Miguel Borges - Uma Vida à Espera
Cláudio da Silva - Peregrinação
José Pimentão - Al Berto

Melhor Actriz Secundária
Isabel Abreu - Uma Vida à Espera
Beatriz Batarda - São Jorge
Catarina Wallenstein - Peregrinação
Raquel Rocha Vieira - Al Berto

Melhor Actor Secundário
Adriano Luz - São Jorge
José Raposo - São Jorge
João Villas-Boas - Al Berto
Duarte Grilo - Al Berto

Melhor Documentário em Longa-Metragem
Ama-San
Nos Interstícios da Realidade ou o Cinema de António de Macedo
Treblinka
Rosas de Ermera

Melhor Argumento Original
Ricardo Adolfo e Marco Martins - São Jorge
João Canijo - Fátima
Vicente Alves do Ó - Al Berto
Paulo Filipe Monteiro – Zeus

Melhor Banda Sonora Original
Rodrigo Leão - 100 Metros
Hugo Leitão, Nuno Malo, Rafael Toral - São Jorge
Luís Bragança Gil e Daniel Bernardes - Peregrinação
Rita Redshoes & The Legendary Tigerman - Ornamento e Crime

Melhor Canção Original
Sementes do Impossível por Xutos e Pontapés - Índice Médio de Felicidade
Fim - composição e interpretação Lúcia Moniz - Uma Vida à Espera
VOODOO – composição de Rita Redshoes & The Legendary Tigerman e interpretação de Rita Redshoes - Ornamento e Crime
Ribombar do Amor - Compositor e intérprete Jorge Prendas - Delírio Em Las Vedras

Melhor Fotografia
Carlos Lopes - São Jorge
Luís Branquinho - Peregrinação
Rui Poças - Al Berto
Leonor Teles - Verão Danado

Melhor Efeitos Especiais/Caracterização
Nuno Esteves “Blue” - Peregrinação
Sara Menitra - Zeus
Alexandra Espinhal - A Ilha dos Cães
João Rapaz - Verão Danado

Melhor Série
Madre Paula
Vidago Palace
A Criação
A Família Ventura

Melhor Direcção Artística
Joana Cardoso - Al Berto
João Torres - Zeus
Wayne dos Santos - São Jorge
Bruno Caldeira - A Ilha dos Cães

Melhor Som
Olivier Blanc, Hugo Leitão - São Jorge
Francisco Veloso - Peregrinação
Elsa Ferreira, Olivier Hespel, Gérard Rousseau - Fátima
Pedro Melo, Elsa Ferreira e Branko Neskov - Al Berto

Melhor Guarda Roupa
Joana Veloso - Peregrinação
Joana Cardoso - Al Berto
Sílvia Grabowski - Zeus
Lucha D'Orey - O Divã de Estaline

Melhor Maquilhagem e Cabelos
Abigail Machado e Mário Leal - Al Berto
Rita Castro, Felipe Muiron - Peregrinação
Djanira Cirilo da Cruz, Maria Almeida (Nani) - São Jorge
Nuno Esteves "Blue" e Mizé Silvestre - O Divã de Estaline

Melhor Montagem
Mariana Gaivão - São Jorge
João Braz - Peregrinação
Cláudia Oliveira, Edgar Feldman, Luísa Homem - A Fábrica de Nada
Pedro Ribeiro, Pedro Marinho, Vasco Carvalho - Índice Médio de Felicidade

Melhor Argumento Adaptado
Pedro Pinho, Luisa Homem, Leonor Noivo, Tiago Hespanha baseado na peça original “The Nothing Factory” de Judith Herzberg - A Fábrica de Nada
João Botelho adaptado do livro de Fernão Mendes Pinto - Peregrinação
David Machado e Tiago R. Santos - Índice Médio de Felicidade
Jorge António, Paulo Leite e Virgilio Almeida baseado no livro "Os Senhores do Areal" de Henrique Abranches - A Ilha dos Cães

Melhor Documentário em Curta-Metragem
António E Catarina de Cristina Hanes
Reis Do Sertão de Pablo Antonio
Où En Êtes-Vous, João Pedro Rodrigues? de João Pedro Rodrigues
O Homem Eterno de Luís Costa

Melhor Curta-Metragem de Ficção
Coelho Mau de Carlos Conceição
Altas Cidades De Ossadas de João Salaviza
A Língua de Adriana Martins da Silva
Antes que a noite venha – Falas de Antígona de Joaquim Pavão

Curta-Metragem de Animação
A Gruta De Darwin de Joana Toste
Das Gavetas Nascem Sons de Vítor Hugo
Água Mole de Laura Gonçalves e Alexandra Ramires (Xá)
Tocadora de Joana Imaginário

Prémio Sophia Estudante
Snooze de Dinis Leal Machado - ESMAD
A Clarabóia de Alícia Moreira - IPCA
Irís de Renato Arroyo e Francisco Ferreira - Universidade Lusófona
Blondes Make the Best Victims de Rita Ventura – ESAD

Prémio Mérito e Excelência
Ana Lorena
Lauro António
Artur Correia

domingo, 25 de março de 2018

Sugestão da Semana #317

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca O Capitão, de Robert Schwentke.

O CAPITÃO


Ficha Técnica:
Título Original: Der Hauptmann
Realizador: Robert Schwentke
Actores: Max Hubacher, Milan Peschel, Frederick Lau, Bernd Hölscher, Waldemar Kobus, Alexander Fehling, Samuel Finzi, Wolfram Koch, Britta Hammelstein, Sascha Alexander Geršak
Género: Drama, História, Guerra
Classificação: M/16
Duração: 118 minutos

quinta-feira, 22 de março de 2018

Estreias da Semana #317

Chegaram oito novos filmes aos cinemas portugueses esta Quinta-feira. Há muito por onde escolher.

Aparição (2018)
Final dos anos 50. Um escritor e professor, Alberto Soares (Jaime Freitas), tem a sua primeira colocação no Liceu de Évora, uma cidade rural, inóspita e moralista. Encontra-se com o médico local e amigo do seu falecido pai, o Dr. Moura (Rui Morisson), de quem logo se torna protegido e que o acolhe no seu núcleo familiar. Alberto deixa-se fascinar pelas belas filhas do médico: Ana (Rita Martins), a mais velha, casada com o latifundiário Alfredo (Dinis Gomes), uma mulher inteligente, carente e frontal; Sofia (Victoria Guerra) uma jovem provocadora, sensual e inconsequente; e Cristina (Inês Trindade), a mais nova, um inatingível e inocente talento musical. Alberto começa a tomar notas para um futuro romance inspirado pela nova vida em Évora. No liceu, durante as aulas, expõe os seus pensamentos e impressiona um aluno em particular, Carolino (João Cachola). Ainda de luto pela morte do pai, as suas convicções existencialistas geram polémica na cidade provinciana e acaba por entrar em choque com Chico (Ricardo Aibéo), um intelectual frustrado, amigo da família e primo de Carolino. Entretanto, a obsessão de Alberto pela morte torna-se cada vez mais real e avassaladora, tornando-o na personagem central do livro que pretende escrever. O envolvimento de Alberto com a família do Dr. Moura resulta ainda numa relação amorosa e cúmplice com Sofia que, ao mesmo tempo, namora com Carolino, num triângulo amoroso que leva a uma rivalidade passional e inicia uma espiral de violência.

Gringo (2018)
Um homem de negócios norte-americano com interesses numa empresa farmacêutica prestes a entrar na bolsa de valores vê a sua vida virada do avesso por um incidente no México.

Hostis (2017)
Hostiles
Em 1892, um lendário oficial de cavalaria (Christian Bale) aceita relutantemente uma última missão antes de se reformar. Deverá escoltar um chefe Cheyenne moribundo (Wes Studi) e a respectiva família através de território perigoso até à reserva no Montana onde ficarão a viver. Durante a perigosa travessia do Novo México até às planícies do Montana, os antigos inimigos encontram uma jovem viúva (Rosamund Pike), cuja família foi assassinada. Juntos, unirão forças para sobreviver às provações da tortuosa paisagem, a comanches hostis, e outros contratempos que vão encontrando pelo caminho.

Maria Madalena (2017)
Mary Magdalene
Retrato da enigmática figura bíblica de Maria Madalena (Rooney Mara), uma jovem em busca de um novo modo de vida. Contrariando os costumes da época, Maria Madalena desafia a sua família conservadora para se juntar a um movimento social liderado pelo carismático Jesus de Nazaré (Joaquim Phoenix) e rapidamente descobre o seu lugar no centro de uma viagem que terminará em Jerusalém.

No Intenso Agora (2017)
Feito a partir da descoberta das cenas que a mãe do realizador filmou como turista na China em 1966, durante o início da Revolução Cultural, No Intenso Agora trata da natureza efémera dos momentos de grande intensidade emocional. Às cenas da China, somam-se imagens de arquivo dos eventos de 1968 na França, na Checoslováquia e, em menor extensão, no Brasil. Na tradição do filme-ensaio, o documentário interroga como as pessoas que participaram naqueles acontecimentos – vividos com alegria, encantamento, convicção generosa, medo, decepção e desalento – seguiram adiante após o arrefecimento das paixões.

O Capitão (2017)
Der Hauptmann
Nas últimas semanas da Segunda Guerra Mundial, o jovem cabo Willi Herold em fuga encontra um uniforme de capitão. Sem pensar, veste o uniforme e assume-se como oficial. Os soldados dispersos rapidamente se reúnem em redor dele, felizes por terem encontrado um novo comandante. Com receio de ser desmascarado, Herold assume gradualmente o papel de capitão sem escrúpulos e sucumbe à intoxicação do poder.

Sherlock Gnomes (2018)
Gnomeo & Juliet: Sherlock Gnomes
Os gnomos de jardim Gnomeo e Julieta recrutam o conhecido detective Sherlock Gnomes para investigar o misterioso desaparecimento de outros ornamentos.

Wonderstruck: O Museu das Maravilhas (2017)
Wonderstruck
Baseado no romance de Brian Selznick, Wonderstruck: O Museu das Maravilhas conta a história de Ben e Rose, duas crianças separadas por 50 anos, que desejavam secretamente que as suas vidas fossem diferentes. Ben há muito anseia conhecer o pai, enquanto Rose sonha com uma misteriosa actriz cuja vida ela acompanha através de recortes de jornais que guarda num caderno. Quando Ben descobre uma pista intrigante sobre o pai e Rose lê um entusiasmante título num jornal, ambos partem à descoberta daquilo de que sentem falta e as suas histórias acabam por se desenvolver numa simetria hipnotizante.

terça-feira, 20 de março de 2018

Crítica: Loveless - Sem Amor (2017)

"I think I've made a terrible mistake." 
Zhenya


*7.5/10*

Há quem não nasça para ser pai ou mãe, há filhos que nascem para sofrer. E nós assistimos, impotentes mas revoltados, com a distância de um ecrã a separar-nos das personagens frias e cheias de culpa do filme de Andrey Zvyagintsev. Loveless - Sem Amor é mais um título forte da filmografia ainda curta do realizador russo. Não tão assombroso como o anterior Leviatã, o filme volta a focar as relações familiares numa sociedade cheia de fragilidades, que se aproxima mais de Elena, de 2011.

Um casal em processo de divórcio é forçado a unir-se para encontrar o filho que desapareceu após mais uma das suas discussões.


A mãe olha mais para o telemóvel do que para o filho, o pai insiste em repetir cobardemente os mesmos erros, que já sabe que vão dar mau resultado. Não há qualquer simpatia pelos progenitores, cuja imagem vai mudando ligeiramente ao longo do filme e onde a mãe sai favorecida, após uma terrível imagem inicial. No entanto, não os move mais do que a culpa, o peso na consciência. Não há amor, nem ternura, nem carinho. A criança era apenas um obstáculo que os impedia de seguir as suas vidas de solteiros, como se o casamento não tivesse existido. Responsabilidades não são com eles.

A fotografia volta a ser soberba, onde os cenários gélidos ganham vida, e se assemelham às personagens. Há planos que ficam na memória, símbolo de tempos que passam mas onde a mágoa perdura como uma fita presa numa árvore gelada. Tal como o próprio filme, que faz-se convidado a voltar connosco para casa e obriga-nos a reflectir sem perdoar as personagens.


A crítica social está presente, como não poderia deixar de ser, mas é muito menos aguerrida e direccionada à Rússia do que no anterior Leviatã. Continua a observar-se um país ineficiente, mas onde a corrupção não é o foco. Há antes uma maior critica à sociedade moderna em geral, obcecada pelas redes sociais e pouco ou nada pelas relações humanas.

Ninguém pede para nascer. Loveless - Sem Amor mostra-nos consequências de uma realidade que existe, por muito camuflada que tente parecer. Progenitores impassíveis há por todo o lado e filhos negligenciados, outros tantos. Uma família disfuncional que tão bem poderia ser um país - provavelmente, o do próprio realizador.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Bandas Sonoras #4

A trilogia As Cinquenta Sombras tem feito sucesso especialmente junto dos fãs dos livros que inspiraram os filmes. Confesso que não vi nenhuma das três longas-metragens nem li os livros de E. L. James, mas sempre me apercebi que as bandas sonoras tinham temas fortes e eram um ponto positivo. Não me esqueço da versão de Crazy In Love, de Beyoncé, feita para o primeiro filme.


A banda sonora do último capítulo da saga, Fifty Shades Freed, traz 22 temas na linha comercial do filme realizado por James Foley e protagonizado, como sempre, por Dakota Johnson e Jamie Dornan.

Hailee Steinfeld, Rita Ora, Dua Lipa, Jessie J, Sia, Ellie GouldingJulia Michaels são alguns dos nomes que compõem o alinhamento do álbum, cujo livrete contém diversas imagens de As Cinquenta Sombras Livre.


Os dois temas compostos por Danny Elfman destacam-se claramente entre as 22 faixas, mas há também outras canções que marcam pela positiva: Never Tear Us Apart, de Bishop Briggs, Cross Your Mind, de Sabrina Claudio, Deer in Headlights, de Sia, e Diddy Bop, de Jacob Banks x Louis the Child, por exemplo.

Sugestão da Semana #316

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o filme português Colo, de Teresa Villaverde. A crítica pode ser lida aqui.



Ficha Técnica:
Título Original: Colo
Realizadora: Teresa Villaverde
Actores: Alice Albergaria Borges, Beatriz BatardaJoão Pedro VazClara Jost, Tomás GomesRicardo Aibéo, Simone de Oliveira, Rita Blanco, Carloto Cotta
Género: Drama
Classificação: M/16
Duração: 136 minutos


domingo, 18 de março de 2018

Crítica: Colo (2017)

*8/10*

A adolescência é, mais uma vez, o foco de Teresa Villaverde, que a explora tendo como ambiente a crise económica e os problemas de uma família. Mas tudo extrapola o mais comummente associado a estas temáticas. Não será talvez um filme fácil, mas é profundo, mágico, num bonito retrato da protagonista, Marta. Ela precisa de Colo, sem dúvida.

Em Lisboa, uma mãe trabalha em dois empregos enquanto o seu marido ficou desempregado. Têm uma filha adolescente. Com as dificuldades que se vão acumulando, gradualmente eles afastam-se uns dos outros, e uma tensão cresce em silencio e culpa.


Marta é o motor da narrativa de Colo, cujo drama, quase fantástico, acompanhamos pela câmara atenta de Teresa Villaverde, apaixonada pela adolescência desde o início da sua carreira. Ela espreita pela janela, percorre os corredores, segue personagens nas suas descobertas e aventuras. Adapta-se à personalidade e estado de espírito de cada um e compõe uma espécie de poema visual pouco comum no cinema português. E entre a aura pesada que paira sobre as personagens, ainda vamos conseguir rir com momentos inesperados, quase surreais.

Filha, pais, namorado e amiga. Todos fogem de si e dos problemas. A todos falta a coragem e resiliência de Marta. Ela tem inseguranças, receios, problemas que esconde, mas é, de todos, a que mais vontade tem de continuar a ser ela mesma. E quem esquecerá o seu inseparável pássaro? É com ele que se estabelece um curioso paralelismo. Ele é, de todas as personagens, o mais próximo da protagonista. É o único que precisa dela e o único que a acompanha. E têm muito mais que isso em comum. Ele simboliza o próprio crescimento de Marta e o evoluir do mundo à sua volta. Ele é o conforto e o confidente dela. Menina e pássaro têm uma relação muito sensorial também, compondo dos mais bonitos planos da longa-metragem.


Entre as indecisões e desorientação, chegamos ao topo do prédio de muitos andares onde a família de Marta vive, na parte oriental de Lisboa. Ali, somos colocados no terraço das amarguras, do desespero, onde a vista sobre a Lisboa moderna é estonteante.

A adolescência sonhadora e inocente, a vida adulta arrependida e cobarde. Todas as personagens se movem com ânsia de liberdade e esperança, mas de forma muito diferente. Marta é a heroína da história e Alice Albergaria Borges, a actriz que a interpreta, torna-a terna, decidida e cheia de personalidade.


Percebe-se porque é que a crítica internacional não gostou de Colo: tiveram medo. Medo que lhes aconteça a eles, medo de sentir culpa por terem despedaçado Portugal. Esse medo sobrepôs-se a tudo o resto e não foram capazes de alcançar a beleza e significância da obra de Villaverde. Ela adivinha um rejuvenescimento de coragem e esperança, mas sempre alerta.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Estreias da Semana #316

Esta Quinta-feira, chegaram aos cinemas portugueses oito novos filmes. Entre eles podemos encontrar o português Colo, de Teresa Villaverde, e o novo Tomb Raider, com Alicia Vikander no papel de Lara Croft.

Ciúme (2017)
Jalouse
Nathalie Pêcheux, uma professora divorciada, começa de repente a sentir inveja de todos os que as rodeiam, incluindo a sua filha, amigos e vizinhos. E não olha a meios para destruir essa felicidade que tanto inveja nos outros.

Colo (2017)
Em Lisboa, uma mãe trabalha em dois empregos enquanto o seu marido ficou desempregado. Têm uma filha adolescente. Com as dificuldades que se vão acumulando, gradualmente eles afastam-se uns dos outros, e uma tensão cresce em silencio e culpa.

Com Paixão (2017)
The Mercy
Crónica da tentativa do velejador Donald Crowhurst de vencer uma corrida em solitário à volta do mundo, em 1968. Após encontrar dificuldades no início da viagem, Crowhurst abandonou a corrida em segredo, mas continuou a relatar falsas posições, numa tentativa desesperada de completar a prova.

Como Nossos Pais (2017)
Rosa quer ser perfeita em todas as suas obrigações: enquanto profissional, mãe, filha, esposa e amante. No entanto, quanto mais tenta, mais tem a sensação de estar a errar. Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, vê-se pressionada pelas duas gerações que exigem que seja moderna e omnipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias. De súbito, num almoço de domingo, recebe uma notícia estrondosa da sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

O Último Retrato (2017)
Final Portrait
Enquanto visita Paris, em 1964, James Lord (Armie Hammer), escritor americano e amante das artes, é convidado pelo reconhecido artista Albert Giacometti (Geoffrey Rush) a pousar para um retrato. Giacometti assegura a Lord que o processo demorará apenas alguns dias. Lisonjeado e curioso, Lord concorda. Assim começa não só a história de uma peculiar amizade, mas também uma exploração, através do olhar de Lord, sobre a beleza, frustração, profundidade e ocasional caos do processo artístico.

Que o Diabo nos Carregue (2018)
Que le diable nous emporte
Uma mulher descobre curiosas mensagens eróticas num telemóvel perdido num comboio. Quando conhece a jovem a quem o telefone pertence, as duas iniciam uma relação.

The Strangers: Predadores da Noite (2018)
The Strangers: Prey at Night
Uma viagem de família torna-se perigosa quando, à chegada a um parque de auto-caravanas onde contam passar alguns dias com parentes, encontram o local misteriosamente deserto. A coberto da escuridão, um trio de psicopatas mascarados faz-lhes uma visita e testa todos os limites dos membros da família enquanto estes lutam pela sobrevivência.

Tomb Raider (2018)
Lara Croft é a independente filha de um aventureiro que desapareceu quando ela chegou à adolescência. Actualmente, com 21 anos, sem qualquer rumo ou objectivo real, Lara percorre as ruas de Londres como estafeta de bicicleta, com um parco salário. Também frequenta a universidade, mas raramente vai às aulas. Determinada a criar o seu próprio caminho, recusa-se a assumir as rédeas do império global do pai com a mesma firmeza com que rejeita a ideia de que ele realmente morreu. Deixando tudo para trás, Lara parte em busca do último paradeiro conhecido do pai: um túmulo lendário numa ilha mítica que poderá ficar algures ao largo da costa do Japão. Mas a sua missão não será fácil. Contra as probabilidades e armada apenas com a sua perspicácia, fé cega e espírito teimoso, Lara tem de aprender a superar os seus limites enquanto viaja para o desconhecido.

terça-feira, 13 de março de 2018

Flashbacks #5

Sabem aqueles filmes que parece que quando nascemos já os tínhamos visto? Música no Coração é um deles. Provavelmente, porque a RTP o repete todos os anos desde que há memória. O Flashbacks de hoje quer recordar esses tesourinhos que nasceram connosco ou assim parece.

Independentemente da história do filme, foi com ele que comecei a nutrir o meu grande amor por Julie Andrews e, claro, pelo meu querido Christopher Plummer. Cedo também comecei a cantarolar as mais do que conhecidas músicas, seja The Sound of Music, Do-Re-Mi ou My Favorite Things.

Filme De Que Me Lembro Desde Sempre


Música no Coração (The Sound of Music), de Robert Wise, 1965


De certeza que muitos partilham esta memória comigo. Que outros filmes vos dão esta sensação?

domingo, 11 de março de 2018

Sugestão da Semana #315

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana do Hoje Vi(vi) um Filme destaca Lady Bird, de Greta Gerwig. O filme esteve nomeado para cinco Oscars da Academia e a crítica pode ser lida aqui.

LADY BIRD


Ficha Técnica:
Título Original: Lady Bird
Realizadora: Greta Gerwig
Actores: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts, Lucas Hedges, Timothée Chalamet
Género: Comédia, Drama
Classificação: M/14
Duração: 94 minutos

sexta-feira, 9 de março de 2018

Momentos Para Recordar #46

O Momentos Para Recordar regressa com A Mulher Que Viveu Duas Vezes (Vertigo), de Alfred Hitchcock. James Stewart e Kim Novak fazem as honras e, cuidado, não fiquem tontos.

A Mulher Que Viveu Duas Vezes (Vertigo), Alfred Hitchcock (1958)

Estreias da Semana #315

Oito novos filmes chegaram às salas de cinema portuguesas esta Quinta-feira. A Idade da Pedra e Lady Bird são duas das estreias.

A Idade da Pedra (2018)
Early Man
No princípio dos tempos, quando dinossauros e mamutes peludos vagueavam pela Terra, um destemido homem das cavernas une a sua tribo contra um poderoso inimigo.

Categoria 5 (2018)
The Hurricane Heist
Um grupo de criminosos infiltra-se nas instalações do Departamento do Tesouro dos EUA para roubar 600 milhões de dólares. O plano de fuga envolve usarem um furacão de categoria 5, o pior alguma vez documentado, para se esconderem das autoridades. No meio de tudo, uma agente do Tesouro americano e um caçador de tempestades com um passado sombrio tentam sobreviver à tempestade, salvar os reféns e impedir os criminosos de executarem o seu arriscado golpe, antes que toda a cidade fique reduzida a ruínas.

Correspondências (2017)
O filme foi inspirado pelas cartas trocadas entre Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena, durante os anos de exílio deste último (1957-78). Por razões políticas e circunstâncias da vida, Jorge de Sena viu-se forçado a partir para o Exílio. Foi primeiro para o Brasil e, mais tarde, para os EUA, onde seguiu carreira académica. Sena nunca conseguiu voltar para o seu país. A correspondência entre os dois poetas testemunha uma continuada busca da liberdade, numa época de grande pressão, vivida sob o fascismo. Ao mesmo tempo, as cartas revelam uma profunda amizade entre os dois. Simultaneamente, o filme procura correspondências com as nossas próprias vidas, ficcionando sobre as ligações e correntes que nos mantêm juntos.

Escolhe Tu! (2017)
L'embarras du Choix
Batatas fritas ou salada? Amigos ou amantes? Direita ou esquerda? A vida é marcada por pequenas e grandes decisões. O problema de Julieta é que é completamente incapaz de decidir sobre qualquer coisa. Assim, mesmo aos 40 anos, ainda pede ao pai e aos seus dois melhores amigos para escolherem por ela. É então que a sua vida amorosa lhe prega uma partida e coloca diante dela Paul e Etienne, charmosos e tão diferentes um do outro. Inevitavelmente, o coração de Julieta balança e, pela primeira vez, ninguém pode decidir por ela.

Fidelidade Sem Limite (2017)
Le Fidèle
Quando Gino (Matthias Schoenaerts) conhece Bibi (Adèle Exarchopoulos), surge a paixão. Total e incandescente. Mas Gino tem um segredo. Daqueles que colocam tanto a sua vida como a vida dos que o rodeiam em grande perigo. Gino e Bibi terão de lutar contra a razão e contra as próprias famílias para se manterem fiéis ao seu amor.

Apesar de Christine ‘Lady Bird’ McPherson (Saoirse Ronan) lutar contra isso, é exactamente igual à extremamente apaixonada, opinativa e teimosa mãe (Laurie Metcalf), que trabalha incansavelmente como enfermeira para sustentar a sua família depois de o pai (Tracy Letts) ter perdido o emprego.

Marvin (2017)
Marvin ou La belle éducation
A história do jovem francês, Marvin Bijou, que não segue o estereótipo masculino e sofre de bullying, tanto na escola como em casa. Quando Marvin cresce, foge para Paris numa tentativa desesperada de mudança, tornando-se escritor e performer, infiltrando-se nos círculos da elite parisiense.

Proud Mary - A Profissional (2018)
Proud Mary
Taraji P. Hanson é Mary, uma assassina profissional que trabalha para o crime organizado em Boston. Após matar um traficante de droga, fica a saber que a vítima deixou um filho órfão. Um ano depois, salva o rapaz das ruas e vê a sua vida mudar para sempre.