Mostrar mensagens com a etiqueta Dakota Johnson. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dakota Johnson. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de junho de 2025

Sugestão da Semana #670

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o novo filme de Celine Song, O Match Perfeito, com Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal no elenco.

O MATCH PERFEITO


Ficha Técnica:
Título Original: Materialists
Realizadora: Celine Song
Elenco: Dakota Johnson, Chris Evans, Pedro Pascal, Zoë Winters, Marin Ireland, Dasha Nekrasova, John Magaro
Género: Comédia, Drama, Romance
Classificação: M/12
Duração: 116 minutos

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Sugestão da Semana #493

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca A Filha Perdida, de Maggie Gyllenhaal, baseado no livro de Elena Ferrante e protagonizado por Olivia Colman. O filme tem crítica no Hoje Vi(vi) um Filme.

A FILHA PERDIDA


Ficha Técnica:
Título Original: The Lost Daughter
Realizadora: Maggie Gyllenhaal
Elenco: Olivia Colman, Dakota Johnson, Jessie Buckley, Peter Sarsgaard, Paul Mescal, Oliver Jackson-Cohen, Ed Harris, Dagmara Domińczyk, Jack Farthing, Alba Rohrwacher
Género: Drama
Classificação: M/14
Duração: 121 minutos

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Crítica: A Filha Perdida / The Lost Daughter (2021)

"Is this going to pass?"

Nina


*8.5/10*

Maggie Gyllenhaal faz uma abordagem intrínseca e incomum da maternidade na sua longa-metragem de estreia como realizadora, A Filha Perdida (The Lost Daughter). Tendo por base o livro de Elena Ferrante, a realizadora faz uma desmistificação do papel de uma mãe, contra todos os preconceitos ou juízos de valor, numa obra íntima e intensa.

Leda Caruso (Olivia Colman) é uma professora universitária de férias, sozinha, na ilha grega de Spetses. O seu sossego é perturbado quando conhece Nina (Dakota Johnson), uma jovem mãe, e a sua grande família destabilizadora. Em Nina, Leda tem um encontro com o seu próprio passado enquanto jovem mãe (Jessie Buckley) de duas meninas.

Subtilmente, A Filha Perdida confronta a visão machista da sociedade, que insiste em manter a sobrecarga dos deveres da parentalidade na figura materna, e que nela coloca as responsabilidades e as críticas. Na sua aparente simplicidade, é uma obra desafiadora e empoderadora, potenciada pela abordagem feminista que Maggie Gyllenhaal utiliza. 

A boneca que a filha de Nina  traz consigo - semelhante à de Leda em criança - despoleta todas as memórias e inquietações da protagonista. E um acto inesperado vai desencadear nela um misto de emoções e lembranças, tonturas, sonolência e esquecimentos, para além de uma sensação de perseguição constante. O diagnóstico constrói-se à medida que a acção avança e, em flashbacks, são apresentados os dilemas e a história de uma Leda jovem e prometedora, que a levaram até onde está agora.

Olivia Colman entrega-se a Leda, dá-lhe a confiança da experiência de vida, pronta para enfrentar quem lhe faça frente, mas também revela fragilidade e desamparo, decorrente da obsessão que cria pela jovem mãe com quem partilha a praia. Também em destaque está a prestação de Jessie Buckley na pele de Leda enquanto jovem. Mais ingénua, dividida entre trabalho, tarefas domésticas e o cuidado das filhas, Leda experimenta a harmonia e o desespero. E num elenco de mulheres fortes, há um homem que se destaca: Lyle é uma espécie de espelho masculino de Leda, solitário e magoado, numa prestação sóbria e sentida de Ed Harris.

Muito para além da maternidade, A Filha Perdida é também sobre liberdade de escolha, emancipação, arrependimento e redenção. Sem julgamentos, Maggie Gyllenhaal solidariza-se com as Ledas da vida real, contra expectativas desiguais.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Bandas Sonoras #4

A trilogia As Cinquenta Sombras tem feito sucesso especialmente junto dos fãs dos livros que inspiraram os filmes. Confesso que não vi nenhuma das três longas-metragens nem li os livros de E. L. James, mas sempre me apercebi que as bandas sonoras tinham temas fortes e eram um ponto positivo. Não me esqueço da versão de Crazy In Love, de Beyoncé, feita para o primeiro filme.


A banda sonora do último capítulo da saga, Fifty Shades Freed, traz 22 temas na linha comercial do filme realizado por James Foley e protagonizado, como sempre, por Dakota Johnson e Jamie Dornan.

Hailee Steinfeld, Rita Ora, Dua Lipa, Jessie J, Sia, Ellie GouldingJulia Michaels são alguns dos nomes que compõem o alinhamento do álbum, cujo livrete contém diversas imagens de As Cinquenta Sombras Livre.


Os dois temas compostos por Danny Elfman destacam-se claramente entre as 22 faixas, mas há também outras canções que marcam pela positiva: Never Tear Us Apart, de Bishop Briggs, Cross Your Mind, de Sabrina Claudio, Deer in Headlights, de Sia, e Diddy Bop, de Jacob Banks x Louis the Child, por exemplo.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Globos de Ouro 2018: Red Carpet

Depois dos prémios e discursos, olhamos, como de costume, para a red carpet dos Globos de Ouro 2018. Numa noite em que o preto dominou como forma de protesto, o Hoje Vi(vi) um Filme destacou os seus 10 looks favoritos.


 A protagonista da polémica série 13 Reasons Why, Katherine Langford, estreou-se nos Globos de Ouro com um bonito vestido preto Prada, cintado com brilhantes.


Susan Kelechi Watson vestiu um macacão de lantejoulas preto Monsoori que lhe deu um brilho especial nesta noite de prémios. O cabelo foi mais um ponto a favor da actriz de This Is Us.


Sempre elegante, Penélope Cruz foi mais uma das que soube tirar partido do vestido preto rendado e com uma cauda Ralph & Russo, muito glamoroso.


Simples e natural, Viola Davis deslumbrou no vestido preto Brandon Maxwell, com um colar a dar vivacidade ao look e, claro, o belíssimo cabelo, que lhe dá uma imensa jovialidade.


Alexis Bledel surgiu discreta mas muito elegante neste conjunto Oscar de la Renta de top preto e branco e calça preta. O lenço à cintura é um detalhe inesperado mas que funciona.


Vencedora de um Globo de Ouro pelo seu papel na série The Handmaid's Tale, Elisabeth Moss apresentou-se na passadeira vermelha com um vestido preto simples Christian Dior, que se adapta especialmente bem à sua silhueta e estilo jovial e divertido. A gola faz toda a diferença.


 A Mulher-Maravilha Gal Gadot surgiu num vestido preto Tom Ford, com um blazer curto que lhe deu um estilo mais formal, mas não menos elegante. O cabelo apanhado foi mais um factor a seu favor.


Como já nos tem habituado, Margot Robbie surgiu elegantíssima num vestido Gucci de decote em V. No preto, destaca-se o estampado de flores prateado.


Angelina Jolie regressa à passadeira vermelha esplendorosa. O vestido preto Versace, com uma capa transparente que termina de forma bastante original, destaca a sua figura e torna-a ainda mais majestosa.


A minha favorita da noite foi Dakota Johnson neste vestido preto da Gucci, cuja cauda, com detalhes em prateado, lhe dá todo o encanto. Uma bela surpresa que fez a actriz destacar-se entre tantos vestidos da mesma cor.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Oscars 2015: Red Carpet

Como de costume, depois de entregues os prémios da grande noite do cinema é por aqui tempo de eleger os meus modelos favoritos que desfilaram pela passadeira vermelha. Sim, porque se todos querem saber quem leva os Oscars para casa, também todos querem ver quem é o/a mais bem vestido/a. 

Não foi um ano especialmente rico em vestidos que me agradassem, mas aqui ficam os que mais me cativaram (como sempre, com a ressalva de que não percebo nada de moda).

A vencedora do Oscar de Melhor Actriz, Julianne Moore, surgiu lindíssima e muito elegante num vestido branco da Chanel, num belo contraste com o seu cabelo ruivo, apanhado, e com pormenores que dão ainda mais brilho à talentosa actriz.

Lupita Nyong'o causa sempre furor em todas as cerimónias pela indumentária que apresenta e os Oscars não foram excepção. A actriz oscarizada desfilou com um vestido branco repleto de pérolas da Calvin Klein Collection e foi uma das mais bem vestidas da noite.

Nomeada para o Oscar de Melhor Actriz, Rosamund Pike surgiu com um bonito vestido da Givenchy, que ficou especialmente bem com o seu cabelo loiro, apanhado.

Scarlett Johansson surgiu discreta, mas extremamente bonita, com um vestido verde da Versace. A gargantilha, a condizer, deu que falar, mas por aqui, gostámos de ver.

Deslumbrante esteve a actriz e cantora Jennifer Lopez, capaz de roubar as atenções a muitas colegas. O seu vestido cor de pele, com brilhantes, e de decote acentuado em v da Elie Saab deu-lhe um toque de princesa, a condizer com a maquilhagem leve e discreta.

Também a lembrar uma princesa esteve Felicity Jones, nomeada para o Oscar de Melhor Actriz este ano. A britânica vestiu um bonito modelo Alexander McQueen em tons de prata.

Dakota Johnson está nas bocas do mundo pela sua participação no filme As Cinquenta Sombras de Grey. Na red carpet dos Oscars distinguiu-se pelo bom gosto no modelo com que desfilou, um vestido vermelho da Saint Laurent. A cor caiu-lhe bem, contrastando com o seu tom de pele clara e condizendo com o batom, e dotou-a de uma figura elegante.

Sempre elegante e mais uma vez nomeada, Meryl Streep surgiu na red carpet de preto e branco num bonito modelo Lanvin. Mesmo discreta, ninguém consegue tirar os olhos da actriz recordista de nomeações para os Oscars.

Também de preto e branco surgiu Patricia Arquette, a vencedora do Oscar para Melhor Actriz Secundária, com um bonito vestido Rosetta Getty.

O bom gosto de Jenna Dewan-Tatum continua a revelar-se e os Oscars 2015 foram mais uma confirmação do mesmo. A esposa de Channing Tatum surgiu de branco, com um vestido Zuhair Murad, de decote em v, com uma fila de brilhantes.