segunda-feira, 16 de junho de 2025
Sugestão da Semana #670
domingo, 6 de fevereiro de 2022
Sugestão da Semana #493
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
Crítica: A Filha Perdida / The Lost Daughter (2021)
"Is this going to pass?"
Nina
*8.5/10*
Maggie Gyllenhaal faz uma abordagem intrínseca e incomum da maternidade na sua longa-metragem de estreia como realizadora, A Filha Perdida (The Lost Daughter). Tendo por base o livro de Elena Ferrante, a realizadora faz uma desmistificação do papel de uma mãe, contra todos os preconceitos ou juízos de valor, numa obra íntima e intensa.
Leda Caruso (Olivia Colman) é uma professora universitária de férias, sozinha, na ilha grega de Spetses. O seu sossego é perturbado quando conhece Nina (Dakota Johnson), uma jovem mãe, e a sua grande família destabilizadora. Em Nina, Leda tem um encontro com o seu próprio passado enquanto jovem mãe (Jessie Buckley) de duas meninas.
Subtilmente, A Filha Perdida confronta a visão machista da sociedade, que insiste em manter a sobrecarga dos deveres da parentalidade na figura materna, e que nela coloca as responsabilidades e as críticas. Na sua aparente simplicidade, é uma obra desafiadora e empoderadora, potenciada pela abordagem feminista que Maggie Gyllenhaal utiliza.
A boneca que a filha de Nina traz consigo - semelhante à de Leda em criança - despoleta todas as memórias e inquietações da protagonista. E um acto inesperado vai desencadear nela um misto de emoções e lembranças, tonturas, sonolência e esquecimentos, para além de uma sensação de perseguição constante. O diagnóstico constrói-se à medida que a acção avança e, em flashbacks, são apresentados os dilemas e a história de uma Leda jovem e prometedora, que a levaram até onde está agora.
Olivia Colman entrega-se a Leda, dá-lhe a confiança da experiência de vida, pronta para enfrentar quem lhe faça frente, mas também revela fragilidade e desamparo, decorrente da obsessão que cria pela jovem mãe com quem partilha a praia. Também em destaque está a prestação de Jessie Buckley na pele de Leda enquanto jovem. Mais ingénua, dividida entre trabalho, tarefas domésticas e o cuidado das filhas, Leda experimenta a harmonia e o desespero. E num elenco de mulheres fortes, há um homem que se destaca: Lyle é uma espécie de espelho masculino de Leda, solitário e magoado, numa prestação sóbria e sentida de Ed Harris.
Muito para além da maternidade, A Filha Perdida é também sobre liberdade de escolha, emancipação, arrependimento e redenção. Sem julgamentos, Maggie Gyllenhaal solidariza-se com as Ledas da vida real, contra expectativas desiguais.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Bandas Sonoras #4
Os dois temas compostos por Danny Elfman destacam-se claramente entre as 22 faixas, mas há também outras canções que marcam pela positiva: Never Tear Us Apart, de Bishop Briggs, Cross Your Mind, de Sabrina Claudio, Deer in Headlights, de Sia, e Diddy Bop, de Jacob Banks x Louis the Child, por exemplo.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Globos de Ouro 2018: Red Carpet
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Oscars 2015: Red Carpet
Também a lembrar uma princesa esteve Felicity Jones, nomeada para o Oscar de Melhor Actriz este ano. A britânica vestiu um bonito modelo Alexander McQueen em tons de prata.
Sempre elegante e mais uma vez nomeada, Meryl Streep surgiu na red carpet de preto e branco num bonito modelo Lanvin. Mesmo discreta, ninguém consegue tirar os olhos da actriz recordista de nomeações para os Oscars.
O bom gosto de Jenna Dewan-Tatum continua a revelar-se e os Oscars 2015 foram mais uma confirmação do mesmo. A esposa de Channing Tatum surgiu de branco, com um vestido Zuhair Murad, de decote em v, com uma fila de brilhantes.
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