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quinta-feira, 20 de julho de 2023

Estreias da Semana #570

Esta Quinta-feira, chegam aos cinemas quatro novos filmes, com duas estreias de peso: Barbie, de Greta Gerwig, e Oppenheimer, de Christopher Nolan.

20 000 Espécies de Abelhas (2023)
20.000 especies de abejas
Cocó, de oito anos, não entende por que razão não se enquadra nas expectativas dos outros. À sua volta insistem em chamar-lhe Aitor, mas ela não se reconhece nesse nome nem nos olhos dos outros. A sua mãe, Ane, no meio de uma crise profissional e sentimental, aproveita as férias para viajar com os três filhos para a casa onde vivem a sua mãe Lita (Itziar Lazkano) e a sua tia Lourdes (Ane Gabarain), muito ligadas à apicultura e à produção de mel. Neste Verão, que mudará a sua vida, as mulheres de três gerações diferentes terão de enfrentar as suas dúvidas e os seus medos. E, acima de tudo, Ane terá finalmente de ser honesta consigo própria.

Alguém Vai Amar Alguém (2021)
Mishehu Yohav Mishehu / All Eyes Off Me
Telaviv, na actualidade. Durante uma festa, uma rapariga ansiosa chamada Danny procura Max, com quem teve um caso de uma noite, para lhe contar que está grávida dele. Enquanto isso, Max está ocupado com a nova namorada, Avishag. Tenta concretizar as ousadas fantasias sexuais dela, mas Avishag, em vez disso, volta a sua atenção para Dror, um homem mais velho cujo cão ela costuma passear.

Barbie (2023)
A Barbie (Margot Robbie) e o Ken (Ryan Gosling) estão a divertir-se imenso no mundo colorido e aparentemente perfeito de Barbieland quando uma crise existencial leva Barbie a procurar soluções no mundo real. Em pouco tempo descobrem as alegrias e os perigos de viver entre os humanos.

Um thriller que mergulha a fundo na mente do singular J. Robert Oppenheimer, o brilhante cientista envolvido na criação da bomba atómica durante a Segunda Guerra Mundial. Uma invenção revolucionária que simbolizou a máxima capacidade do engenho humano, capaz de refazer a civilização e, ao mesmo tempo, de ameaçar o futuro da humanidade. Baseado no livro vencedor do Prémio Pulitzer, American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer, de Kai Bird e Martin J. Sherwin.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Oscars 2020: Red Carpet

Depois dos prémios, analisamos os nossos favoritos da passadeira vermelha dos Oscars 2020. Eis os dez modelos que mais gostei, com predominância de tons claros e verdes - e a excepção de um vestido preto.


LAURA DERN foi receber o seu Oscar de Melhor Actriz Secundária com um belo modelo Emporio Armani, rosa suave, com um decote preto bordado. Cabelo e maquilhagens discretos deram o toque final de elegância à actriz de Marriage Story e Mulhezinhas.



A actriz de Jojo Rabbit, REBEL WILSON, desfilou na passadeira vermelha com um visual muito clássico e elegante, num vestido dourado Jason Wu e uma gargantilha Pomellato.



Elegante e feminina, SIGOURNEY WEAVER estava deslumbrante num vestido verde Christian Dior e uma clutch a condizer. Até o Alien ficaria encantado.



Mulherzinhas levou para casa o Oscar para Melhor Guarda-roupa, e a realizadora GRETA GERWIG fez jus ao prémio que o seu filme recebeu, com um vestido verde seco Dior e um colar Bulgari. Simples e elegante.



RENÉE ZELLWEGER venceu o Oscar de Melhor Actriz pela sua interpretação no filme Judy, e desfilou num belíssimo vestido branco assimétrico Armani Prive. Uma das mais elegantes da noite.



Aos 64 anos, GEENA DAVIS surgiu estonteante na red carpet dos Oscars. O vestido preto Romona Keveža, de decote em V e saia fluída com bolsos e brilho, assentou-lhe que nem uma luva. As jóias eram da Chopard. Sem dúvida, uma das mais bonitas da noite.



BRIE LARSON optou por um vestido Celine com capa, em tons rosa pastel com algum brilho, decote profundo, e abertura lateral na saia. Cabelo, jóias e sapatos a condizer proporcionaram um dos looks mais elegantes da noite.



Aos 22 anos, a actriz e manequim argentina CAMILA MORRONE, namorada de Leonardo DiCaprio, surgiu na passadeira vermelha dos Oscars com um look simples mas que não passou despercebido. O vestido Carolina Herrera, cai-cai rosa nude, destacou a sua jovialidade e beleza.  



Duplamente nomeada, SCARLETT JOHANSSON não conquistou nenhum Oscar mas marcou a passadeira vermelha com a sua beleza. Desfilou num vestido Oscar de la Renta em tons prata, que marcava a sua figura, e um decote original. O penteado deu-lhe ainda uma grande jovialidade.



Todos os olhares se viraram para JANELLE MONÁE quando chegou. O seu vestido prateado com capuz Ralph Lauren assentava-lhe na perfeição, e os quase 170 mil cristais bordados deram nas vistas. Exagerado ou não, certo é que o visual é estonteante e a cantora e actriz foi inesquecível na red carpet.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Crítica: Mulherzinhas / Little Women (2019)

"I can't get over my disappointment at being a girl."
Jo March


*8/10*

Clássica e feminina, Greta Gerwig emancipou-se a par das suas Mulherzinhas, numa adaptação cinematográfica especialmente bem concretizada. Enquanto realizadora, cresceu a olhos vistos e começa a ganhar identidade; como argumentista ganhou uma maturidade inspiradora.

Louisa May Alcott era uma mulher à frente no seu tempo e ver, em pleno século XXI, a adaptação cinematográfica de um romance do século XIX, sentindo-o tão actual, com problemáticas feministas que ainda hoje se colocam, de uma forma ou de outra, mostra como Greta incorporou bem as ideias da autora norte-americana e adaptou-as ao ecrã de um modo moderno e singular.

As irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Florence Pugh) vivem a passagem da infância para a vida adulta, enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Vivem com dificuldades com a mãe (Laura Dern). Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer, unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras.


O filme de Gerwig começa quando as irmãs são já adultas, recuando depois sete anos. A partir daí, a acção desenrola-se em duas linhas temporais distintas. As cores quentes contrastam com as frias, numa clara diferenciação temporal, entre os felizes tempos da infância, cheios de sonhos, e a dureza da vida adulta, com desgostos e perdas.

Os papéis importantes estão nesta história destinados às mulheres - ao contrário do que ainda hoje continua a acontecer na sociedade real -, as personagens masculinas dependem de uma maneira ou de outra destas mulheres para viverem ou serem felizes. Esta constatação é irónica, mais ainda quando todas as personagens femininas têm um carácter muito mais forte e complexo que os homens. Alcott fê-lo há quase dois séculos, Gerwig reafirma-o. Estas mulheres são artistas, de ideias claras e informadas, e o seu discurso prova-o.


Jo é a feminista emancipada que sonha ser independente através do seu dom para a escrita e está decidida que não precisa de casar para ser feliz. Tão focada na sua independência e individualidade enquanto mulher, de repente, vê-se rodeada de solidão. O talento para a escrita desvanece-se a par dos laços, esses que a inspiravam e a motivavam a criar histórias, sem esforço. Saoirse Ronan encaixa perfeitamente na personagem, destemida, corajosa e cheia de garra - com o orgulho por vezes a prejudicá-la. Emma Watson é Meg, a mais velha e mais tradicional das quatro irmãs. Apaixonada pelo teatro, ambiciona casar e ter filhos, com alguém que realmente ame, independentemente do dinheiro que possua. Amy é a mais nova, quer ser pintora mas cedo percebe que pintar nunca lhe garantirá o futuro. Uma jovem mimada, apaixonada, por vezes maliciosa, mas especialmente esclarecida. Florence Pugh interpreta-a com a fúria e clarividência que a personagem pede. Beth, num desempenho doce e tranquilo de Eliza Scanlen, é frágil mas apaziguadora, dotada para a música, protectora e protegida das irmãs. Laura Dern - numa interpretação contida mas dotada de emoção - é a mãe protectora e compreensiva, uma mulher sempre pronta a ajudar o próximo. Aparentemente feliz e paciente, guarda em si preocupação e raiva que insiste em não revelar. Meryl Streep é a Tia March, uma mulher rica, mas solitária e desagradável, que faz questão de relembrar as sobrinhas do fado que espera uma mulher sem dinheiro.


As personagens femininas são apaixonantes e inspiradoras. Modernas na sua concepção clássica. As suas personalidades transformam esta versão de Mulherzinhas num trabalho singular. Os planos sequência, os diálogos aguerridos, o guarda-roupa pensado ao pormenor e a banda sonora de Alexandre Desplat, tudo se funde para criar este clássico moderno do século XXI.

Curiosamente, Greta Gerwig estava grávida do primeiro filho enquanto filmava Mulherzinhas, num desafio a dobrar que parece ter sido inspirador. A realizadora desabrochou e, depois da adolescência problemática de Lady Bird, mostra uma imensa maturidade e respeito pela obra que adapta, afirmando-se como uma das grandes realizadoras da actualidade.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Sugestão da Semana #414

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Mulherzinhas, de Greta Gerwig. A mais recente adaptação do romance de Louisa May Alcott conta com Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh, Eliza Scanlen, Laura Dern, Meryl Streep e Timothée Chalamet no elenco.

MULHERZINHAS


Ficha Técnica:
Título Original: Little Women
Realizadora: Greta Gerwig
Elenco: Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh, Eliza Scanlen, Laura Dern, Meryl Streep, Timothée Chalamet
Género: Drama, Romance
Classificação: M/12
Duração: 135 minutos

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Estreias da Semana #414

Esta Quinta-feira, chegaram aos cinemas portugueses quatro novos filmes. Os nomeados para os Oscars Jojo Rabbit e Mulherzinhas são duas das estreias. Na plataforma de streaming Netflix, estreia Diamante Bruto, dos irmãos Safdie, no dia 31 de Janeiro.

Calafrio (2020)
The Turning
No Maine, numa misteriosa mansão localizada numa zona rural, Kate (Mackenzie Davis), a nova ama, está encarregada de cuidar de dois órfãos perturbados, Flora (Brooklynn Prince) e Miles (Finn Wolfhard). Mas Kate depressa se apercebe que a casa e as duas crianças albergam segredos tenebrosos e que as coisas poderão não ser aquilo que parecem.

J'accuse - O Oficial e o Espião (2019)
J'accuse
A 5 de Janeiro de 1895, o Capitão Alfred Dreyfus (Louis Garrel), um jovem oficial judeu, é acusado de espionagem para a Alemanha e condenado a prisão perpétua na ilha do Diabo. Entre as testemunhas está Georges Picquart (Jean Dujardin), promovido para gerir a unidade militar de contra-espionagem. Mas quando Picquart descobre que os alemães continuam a receber informações secretas, é arrastado para um labirinto perigoso de fraude e corrupção que ameaça não só a sua honra, mas também a sua vida.

Mulherzinhas (2019)
Little Women
Greta Gerwig apresenta uma versão de Mulherzinhas baseada não só no romance de Louisa May Alcott, mas também nas notas deixadas pela autora. A história do crescimento de quatro irmãs nos anos que se seguiram à Guerra Civil dos EUA, desdobra-se no alter ego da autora, Jo March, à medida que esta leva a sua vida real para a  ficção. Retratando Jo, Meg, Amy e Beth March, estão as actrizes Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh, e Eliza Scanlen, com Timothée Chalamet no papel do vizinho Laurie, Laura Dern como Marmee e Meryl Streep como tia March.

Jojo Rabbit (2019)
Jojo Rabbit é um menino que vive durante a Segunda Guerra Mundial e tem como amigo imaginário, uma versão imprecisa de Adolf Hitler, que inflama as ingénuas crenças patrióticas do menino. No entanto, tudo muda quando Jojo conhece uma menina que desafia esses pontos de vista e o obriga a enfrentar a realidade.

Estreia Netflix:

Diamante Bruto (2019)
Uncut Gems
Howard Ratner (Adam Sandler), um carismático joalheiro nova-iorquino está sempre à procura do próximo grande negócio. Uma série de apostas arriscadas, que o podem levar a perder tudo, obrigam-no a equilibrar negócios e família enquanto se defende dos ataques que surgem por todos os lados, na busca incansável pela vitória final.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

26 livros adaptados ao cinema em 2019

Vamos no segundo mês do ano, uma boa altura para espreitar o que se anda a fazer no que a adaptações de livros ao cinema diz respeito. Todos os anos surgem nas salas de cinema dezenas de filmes cujo argumento tem por base livros - uns mais famosos que outros. 

Damos-te agora a conhecer 26 filmes com estreia prevista para 2019 e respectivo romance que lhe deu origem. Títulos como Pet Sematary e It: Chapter Two, de Stephen King, ou The Woman in the Window, de A.J. Finn, fazem parte da lista. Entre os realizadores encontram-se nomes como Martin Scorsese, Greta Gerwig, Edward Norton, Richard Linklater, Kenneth Branagh, Andy Muschietti, Joe Wright, entre outros.


Realizado por Charles Martin Smith
Baseado no livro: A Dog's Way Home, de W. Bruce Cameron
Ashley Judd e Bryce Dallas Howard fazem parte do elenco do filme que conta a história de uma cadela, Bella, que embarca numa viagem de mais de 600 quilómetros após ter sido separada do seu dono.


Realizado por Rashid Johnson
Baseado no livro: Native Son, de Richard Wright
Native Son leva-nos até Bigger Thomas (Ashton Sanders), um jovem afro-americano que consegue um emprego como motorista para uma família branca e rica, em Chicago, nos anos 30.


Realizado por Reed Morano
Baseado no livro: The Rhythm Section, de Mark Burnell
Uma mulher procura vingança contra aqueles que orquestraram um acidente de avião que matou a sua família.  Blake Lively e Jude Law encabeçam o elenco.
Estreia em Portugal prevista para 9 de Janeiro de 2020


Realizado por Doug Liman
Baseado no livro: Chaos Walking, de Patrick Ness
Tom Holland, Daisy Ridley, Mads Mikkelsen, Demián Bichir e Nick Jonas são alguns dos nomes que compõem o elenco. Todd Hewitt (Tom Holland) vive num distante planeta do Novo Mundo, uma nova esperança para a humanidade, até ter ser atingido pelo The Noise, um vírus que infringe visões imersivas de cada pensamento das pessoas. Muitos ficam loucos e Todd percebe que a chave para o problema pode estar numa jovem chamada Viola (Daisy Ridley).


Realizado por Floria Sigismondi
Baseado no livro: The Turning, de Henry James
Uma jovem torna-se preceptora de dois órfãos que habitam uma mansão assombrada. Mackenzie Davis surge ao lado de Finn Wolfhard e Brooklynn Prince.


Realizado por Richard Linklater
Baseado no livro: Where'd You Go, Bernadette?, de Maria Semple
Bernadette Fox é uma arquitecta de Seattle que desaparece de forma inexplicável. O marido e a filha iniciam então uma aventura para resolver o mistério. Cate Blanchett protagonizará este filme ao lado de Kristen Wiig, Laurence Fishburne, entre outros.
Estreia em Portugal prevista para 29 de Agosto de 2019


Realizado por Andrea Di Stefano
Baseado no livro: The Informer, de Anders Roslund e Börge Hellström
Uma antigo condenado aceita infiltrar-se numa prisão de máxima segurança para aceder ao círculo de poder de uma organização mafiosa. O elenco tem muitos nomes conhecidos como Ana de Armas, Rosamund Pike, Joel Kinnaman, Clive Owen ou Common.
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Estreia em Portugal prevista para 14 de Março de 2019

Realizado por Aaron Schneider
Baseado no livro: Greyhound, de C.S. Forester
Tom Hanks é um oficial da marinha que comanda o Greyhound durante a Segunda Guerra Mundial.
Estreia em Portugal prevista para 18 de Abril de 2019


Realizado por Babak Anvari
Baseado no livro: Wounds, de Nathan Ballingrud
Eventos misteriosos e perturbadores começam a acontecer na vida de um bartender, em Nova Orleães, depois de um cliente se esquecer do telemóvel no bar onde trabalha. Dakota Johnson e Armie Hammer fazem parte do elenco.


Realizado por Kevin Kolsch e Dennis Widmyer
Baseado no livro: Pet Sematary, de Stephen King
Acompanhamos a história do Dr. Louis Creed (Jason Clarke) que, após se mudar, com a esposa Rachel (Amy Seimetz) e os dois filhos, de Boston para uma zona rural no Maine, descobre um misterioso cemitério escondido nas profundezas da floresta perto da nova casa. Quando uma tragédia atinge a família, Louis volta-se para um estranho vizinho, Jud Crandall (John Lithgow), desencadeando uma perigosa reacção em cadeia que liberta um inexplicável mal com consequências terríveis.
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Estreia em Portugal prevista para 4 de Abril de 2019


Realizado por Robin Bissell
Baseado no livro: The Best of Enemies, de Osha Gray Davidson
Ann Atwater, activista dos direitos civis, enfrenta C.P. Ellis, membro de um grupo do Ku Klux Klan em Durham, Carolina do Norte, em 1971, para lidar com a segregação nas escolas na cidade. Taraji P. Henson e Sam Rockwell encarnam os protagonistas desta história.


Realizado por Jenny Gage
Baseado no livro: After, de Anna Todd
Conhecemos Tessa (Josephine Langford), estudante aplicada, filha perfeita e namorada leal da sua paixão da escola secundária, no momento em que esta entra na universidade. Armada com grandes ambições para o futuro, o seu mundo protegido desfaz-se quando conhece o misterioso Hardin Scott (Hero Tiffin), um rebelde carismático que a leva a questionar tudo o que pensava saber sobre si e sobre os seus objectivos de vida.
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Estreia em Portugal prevista para 18 de Abril de 2019


Realizado por James Kent
Baseado no livro: The Aftermath, de Rhidian Brook
Na Alemanha do pós-guerra, em 1946, Rachael Morgan (Keira Knightley) chega às ruínas de Hamburgo durante o Inverno, para se reunir com o marido, o Coronel Lewis (Jason Clarke), destacado para coordenar a reconstrução da cidade. Quando partem para a nova casa, Rachael fica surpreendida ao descobrir que vão dividir a mansão com os anteriores proprietários, um viúvo alemão (Alexander Skarsgård) e a respectiva filha.
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Estreia em Portugal prevista para 18 de Abril de 2019


Realizado por Ry Russo-Young
Baseado no livro: The Sun Is Also a Star, de Nicola Yoon
Uma adolescente descobre o amor num momento muito difícil da sua vida familiar.
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Estreia em Portugal prevista para 16 de Maio de 2019


Realizado por Gail Mancuso
Baseado no livro: A Dog's Journey, de W. Bruce Cameron
Um cão encontra o significado da sua existência através da vida dos humanos que conhece.
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Estreia em Portugal prevista para 13 de Junho de 2019


Realizado por Kenneth Branagh
Baseado no livro: Artemis Fowl, de Eoin Colfer
Artemis Fowl é um milionário de 12 anos, um génio e, acima de tudo, um mestre do crime. Mas quando sequestra uma fada para se aproveitar da sua magia e salvar a família, Artemis descobre que estas fadas têm muito pouco em comum com as fadas das histórias infantis... Judi Dench faz parte do elenco.
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Estreia em Portugal prevista para 22 de Agosto de 2019

Realizado por Andy Muschietti
Baseado no livro: It: Chapter Two, de Stephen King
Após o primeiro filme passaram 27 anos, o Clube dos Falhados cresceu e mudou de cidade, até que uma devastadora chamada telefónica os reúne novamente. Ao elenco do primeiro filme, juntam-se caras novas - os nossos protagonistas, agora adultos - como Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, James Ransone, Jay Ryan, Isaiah Mustafa, Andy Bean, entre muitos outros nomes.
Estreia em Portugal prevista para 5 de Setembro de 2019


Realizado por Joe Wright
Baseado no livro: The Woman in the Window, de A.J. Finn
Uma mulher agorafóbica que vive sozinha em Nova Iorque começa a espiar os seus novos vizinhos e acaba por testemunhar um acto violento. Amy Adams, Gary Oldman, Wyatt Russell, Julianne Moore e Anthony Mackie fazem parte do elenco.
Estreia em Portugal prevista para 17 de Outubro de 2019


Realizado por John Crowley
Baseado no livro: The Goldfinch, de Donna Tartt
Em Nova Iorque, um rapaz é levado para casa de uma família abastada de Upper East Side depois de sobreviver a um atentado em que perdeu a mãe, no Metropolitan Museum of Art. Nicole Kidman, Sarah Paulson, Ansel Elgort e Finn Wolfhard compõem parte do elenco.
Estreia em Portugal prevista para 10 de Outubro de 2019


Realizado por Bill Condon
Baseado no livro: The Good Liar, de Nicholas Searle
Helen Mirren e Ian McKellen protagonizam o filme que o conta a história de Roy Courtnay um vigarista prestes a dar o golpe, após conhecer online a recém-viúva Betty McLeish. Contudo, à medida em que a mulher lhe abre as portas de sua casa e da sua vida, ele começa a perceber que se está a interessar verdadeiramente por ela.
Estreia em Portugal prevista para 21 de Novembro de 2019


Realizado por Greta Gerwig
Baseado no livro: Little Women, de Louisa May Alcott
Quatro irmãs crescem na América pós-guerra civil. O filme conta com um elenco cheio de nomes sonantes como Saoirse Ronan, Emma Watson, Eliza Scanlen, Florence Pugh, Meryl Streep e Timothée Chalamet.
Estreia em Portugal prevista para 30 de Janeiro de 2020

Realizado por Chris Sanders
Baseado no livro: The Call of the Wild, de Jack London
Um cão pertencente a uma matilha de puxadores de trenós luta pela sobrevivência no ambiente selvagem e gelado do Alasca. Este filme de animação conta com as vozes de Karen Gillan, Harrison Ford, Dan Stevens e Omar Sy.
Estreia em Portugal prevista para 26 de Dezembro de 2019


Realizado por Brett Haley
Baseado no livro: All the Bright Places, de Jennifer Niven
Violet e Theodore conhecem-se e mudam a vida um do outro para sempre. Enquanto lutam contra as cicatrizes físicas e emocionais do passado, descobrem que até os mais pequenos locais e momentos podem ter significado. O filme é protagonizado por Elle Fanning e Justice Smith.


Realizado por Edward Norton
Baseado no livro: Motherless Brooklyn, de Jonathan Lethem
Em Nova Iorque, nos anos 50, conhecemos Lionel Essrog, um solitário detective privado com síndrome de Tourette, enquanto se aventura a resolver o caso do assassinato do seu mentor e único amigo, Frank Minna. Edward Norton realiza e protagoniza o filme ao lado de Bruce Willis, Willem Dafoe, Gugu Mbatha-Raw, Leslie Mann e Alec Baldwin.


Realizado por Martin Scorsese
Baseado no livro: The Irishman, de Charles Brandt
O livro narra a história de Frank Sheeran (The Irishman), um antigo combatente da segunda guerra mundial e membro de uma importante organização mafiosa, a família Bufalino. Sheeran ocupou um importante cargo num dos maiores sindicatos da América do Norte, nos anos 50 e 60. Ao mesmo tempo, trabalhou como assassino para os Bufalino e afirmou, mais tarde, ter estado envolvido na invasão falhada na Baía dos Porcos, em Cuba. Confessou também ter sido ele o assassino de Jimmy Hoffa, misteriosamente desaparecido em 1975. Scorsese mune-se de nomes como Robert De Niro, Al Pacino, Jesse Plemons, Joe Pesci e Harvey Keitel, como nos bons velhos tempos.

Realizado por Julia Hart
Baseado no livro: Stargirl, de Jerry Spinelli
Graham Verchere e Grace VanderWaal protagonizam a história de Leo Borlock, um rapaz que, num mundo em que a distância entre as pessoas é cada vez maior, encontra Stargirl Caraway e, juntos, iniciam uma história de amor.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Crítica: Ilha dos Cães / Isle of Dogs (2018)

"I bite." 
Chief

*8.5/10*

O título em inglês diz tudo, com trocadilhos, é verdade: Isle of Dogs (ou I Love Dogs) e Wes Anderson partilham connosco esse amor, felizmente. Ilha dos Cães (em português, perde o impacto sonoro do original) é uma surpresa animada, com os protagonistas mais meigos e fiéis que poderíamos encontrar.

Mensagens a retirar desta longa-metragem não faltarão. Das ecológicas às sócio-políticas. Revoltemo-nos contra quem maltrata ou abandona animais. Revoltemo-nos igualmente contra todos aqueles que colocam as vidas dos outros em suspenso, um pouco por todo o mundo real, dominado por extremistas e ditadores disfarçados. Revoltemo-nos e mostremos que também somos capazes de lutar como os protagonistas.


Ataru Kobayashi, de 12 anos, enfrenta o corrupto Mayor Kobayashi, de Megasaki City, que com um decreto manda exilar todos os cães numa lixeira chamada Trash Island. Ataru voa até à ilha em busca do seu cão Spots. A partir daí, na companhia de um novo grupo de amigos de quatro patas, inicia uma viagem épica que irá definir o destino e o futuro da cidade.

Persistência e muito amor são os ingredientes para esta animação em stop motion funcionar tão bem. E, no final de Ilha dos Cães, sinto-me eu também como o pequeno Ataru. Wes Anderson consegue criar um universo tão único e, ao mesmo tempo, tão realista, com muitas influências à mistura.

O elenco de vozes não podia ser mais diversificado e é uma experiência divertida associar as personagens aos actores. Harvey Keitel, Bryan Cranston, Edward Norton, Bill Murray, Jeff Goldblum, Scarlett Johansson, Greta Gerwig, F. Murray Abraham, Tilda Swinton, Fisher Stevens, Frances McDormand e Bob Balaban são alguns dos nomes do elenco.


Ilha dos Cães deve ser visto e sentido, com coração e cabeça, com amor e justiça. É Wes Anderson em grande forma e inspiração.

domingo, 29 de abril de 2018

Sugestão da Semana #322

Das estreias da passada Quarta-feira, a Sugestão da Semana destaca Ilha dos Cães, de Wes Anderson.

ILHA DOS CÃES


Ficha Técnica:
Título Original: Isle of Dogs
Realizador: Wes Anderson
Actores: Bryan Cranston, Edward Norton, Bill Murray, Jeff Goldblum, Kunichi Nomura, Greta Gerwig, Frances McDormand, Harvey Keitel, Liev Schreiber, Scarlett Johansson, Tilda Swinton, F. Murray Abraham
Género: Animação, Aventura, Comédia
Classificação: M/12
Duração: 101 minutos

domingo, 11 de março de 2018

Sugestão da Semana #315

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana do Hoje Vi(vi) um Filme destaca Lady Bird, de Greta Gerwig. O filme esteve nomeado para cinco Oscars da Academia e a crítica pode ser lida aqui.

LADY BIRD


Ficha Técnica:
Título Original: Lady Bird
Realizadora: Greta Gerwig
Actores: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts, Lucas Hedges, Timothée Chalamet
Género: Comédia, Drama
Classificação: M/14
Duração: 94 minutos

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Crítica: Lady Bird (2017)

"I want you to be the very best version of yourself that you can be." 
Marion McPherson

*7/10*

Lady Bird é símbolo de amadurecimento e de amor, acima de tudo. Greta Gerwig estreia-se na realização com uma longa-metragem que se despede da adolescência para entrar na idade adulta, com os receios e dilemas que essa transição acarreta. Ao mesmo tempo, o amor à cidade de Sacramento, Califórnia, e a tudo e todos os que a ligam à protagonista, é uma das mensagens mais puras do filme.


Leve e divertido, o filme de Gerwig emana energia positiva. Apesar de estar a ser algo sobrevalorizado por público e crítica, não deixa de ser uma estreia alegre e colorida para uma realizadora sempre ligada a filmes com este tipo de ambiente. 

Apesar de Christine ‘Lady Bird’ McPherson (Saoirse Ronan) lutar contra isso, é exactamente igual à extremamente apaixonada, opinativa e teimosa mãe (Laurie Metcalf), que trabalha incansavelmente como enfermeira para sustentar a sua família depois de o pai (Tracy Letts) ter perdido o emprego.


O conflito está constantemente presente, seja com a mãe ou com a melhor amiga - duas das pessoas que, no fundo, ela mais ama. Discussões inflamadas, exageradas (alguns diálogos roçam o presunçoso) - a idade ajuda -, paixões avassaladoras que depressa se esquecem, mentiras inconscientes, vergonha de quem se é, reacções explosivas e imaturas. Lady Bird constrói-se através destas situações e vai crescendo, tal como a nossa protagonista, até se tornar adulto.

O argumento é a cara de Greta Gerwig, é sólido, divertido, sem grandes compromissos, conta uma história delicodoce e agradável, onde a relação mãe-filha toma um lugar especial. Mas o grande foco está mesmo na mudança, na idade que passa e traz com ela responsabilidades que não se desejam (lembram-se de Frances Ha?). No fim de contas, Greta e Christine têm muito em comum, o que começa desde logo na mesma cidade natal.


A direcção artística faz um óptimo trabalho, transpondo a acção para a época em que decorre, o ano 2002: o início da generalização do telemóvel e de outros fenómenos tecnológicos. A banda sonora acompanha esta temporalidade.

Saoirse Ronan continua talentosa e nem o sotaque americano a deixa ficar mal. A actriz é uma força da Natureza e prova que ainda tem muito para mostrar. Ao seu lado, Laurie Metcalf, a mãe implacável, teimosa e obstinada, cria com a protagonista grandes momentos de emoção - em especial após a segunda metade de Lady Bird.


E no meio da ligeireza que o filme transmite, Greta Gerwig consegue convencer-nos de que, também nós, já tivemos qualquer coisa de Lady Bird: já fomos adolescentes revoltados, extravagantes, com sonhos mirabulantes, duvidas e receios. Mas todos crescemos.

terça-feira, 30 de abril de 2013

IndieLisboa'13: Frances Ha

*6/10*

A secção Observatório do IndieLisboa'13 trouxe-nos o mais recente filme de Noah Baumbach, Frances Ha, uma comédia a preto e branco, protagonizada por Greta Gerwig – que escreve o argumento em conjunto com o realizador. 

Em Nova Iorque, Frances é a uma aspirante a dançarina “apaixonada” pela sua melhor amiga Sophie, sem a atracção sexual. Ambas têm uma ligação muito forte, mas percebem que terão que crescer e descobrir se conseguem viver uma sem a outra. É quando Sophie muda de casa, que Frances se dá conta de que tem de continuar a sua vida sozinha.

Noah Baumbach trouxe-nos um filme que retrata o aparente medo de crescer, de ser adulto, coisa que Frances parece querer evitar a todo o custo apesar dos seus 27 anos de idade. A história é divertida, no meio das aventuras e desventuras da protagonista, mas não traz grandes novidades, com o argumento a querer ser muito mas não indo além da curiosidade inicial que desperta. Ao mesmo tempo, a espécie de adoração por uma personagem que não será, de todo, um exemplo de maturidade não é talvez um ponto muito positivo de Frances Ha.


Brilhante é a fotografia - de Sam Levy -, a preto e branco, que confere um tom mais intimo e pessoal à longa-metragem. A seu favor, está ainda o facto de grande parte das cenas terem uma espécie de musicalidade, ritmo ou mesmo coreografia, intensificado pelo facto de Frances ser dançarina. Greta Gerwig, por seu lado, é o centro do filme. É ela que o conduz e lhe oferece uma força e animação que farão as delícias de muitos espectadores, com uma interpretação cheia de garra e de momentos hilariantes.

Frances Ha peca pelo argumento, mas proporciona-nos momentos de grande beleza visual e tem ao comando uma grande actriz, na pele de uma personagem que faz surgir muitos sorrisos.