quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Estreias da Semana #733
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
MOTELx 2026 apresenta programação completa
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| Fall 2: Deadpoint (EUA/Reino Unido/Tailândia), Michael e Peter Spierig |
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| Ferine (Itália), de Andrea Corsini |
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| The Death King (1990), Jörg Buttgereit |
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Crítica: Her Private Hell – Viagem ao Inferno (2026)
*2/10*
Nicolas Winding Refn regressa às longas-metragens, dez anos depois de O Demónio de Néon (2016), com Her Private Hell - Viagem ao Inferno. No fundo, é mesmo isso que a plateia sentirá ao fim de quase duas horas de luzes, muito fumo e caras bonitas: um filme cheio de nada.
"Um misterioso nevoeiro envolve uma metrópole futurista e liberta uma entidade letal e esquiva. Uma jovem atormentada procura o pai desaparecido e cruza-se com um militar norte-americano destacado no Japão que embarca numa perigosa odisseia para resgatar a filha das profundezas do inferno."
Se logo nos planos iniciais, a cidade de aspecto futurista que é apresentada lembra em muito o ambiente de Blade Runner (1982), - à excepção de uma estrutura espelhada na forma de duas mãos pontiagudas -, depressa esse conceito familiar é abandonado para começar a acção, na forma de uma estranha viagem temporal, entre passado presente e futuro, todos ao mesmo tempo, na mesma dimensão. A misteriosa narrativa, que prometia um encontro entre duas personagens em busca de alguém que lhes era próximo, mal chega a acontecer, com o argumento a perder-se entre fait-divers e aberrações. Repetem-se os corredores sem fim, os clássicos neons, os corpos esbeltos, e, até na violência, os golpes são os do costume. No fundo, tudo se desfaz na névoa que teima em dominar a cidade e deixar um enorme e decepcionante vazio dentro e fora do ecrã.
Sophie Thatcher é (novamente, depois de Companion) tomada como mulher objecto, um talento totalmente desperdiçado, a par de Charles Melton. O filme roça a misoginia, onde não há uma personagem feminina vista de forma positiva. A violência é gratuita (e pouca, tendo em conta o historial do realizador) e francamente repetitiva, para quem acompanha a filmografia do cineasta. O melhor da longa-metragem: talvez a banda sonora de Pino Donaggio.
Lamentavelmente, Nicolas Winding Refn quis filmar sem ter uma história. O visual impactante do autor torna-se, cada vez mais, repetitivo e não chega para criar um bom filme, muito menos com referências cinematográficas despejadas sem engenho. Enquanto não voltar a ter um bom argumento em mãos, o realizador deveria manter-se a trabalhar em publicidade, algo que tão bem faz, sem nunca cansar.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Sugestão da Semana #732
Título Original: Morte e Vida Madalena
sábado, 22 de agosto de 2026
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Estreias da Semana #732
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
Sugestão da Semana #731
Título Original: Reflet dans un diamant mort
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
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Chicas Tristes , de Fernanda Tovar , e The Ground Beneath Our Feet , de Yrsa Roca Fannberg , foram os grandes vencedores do FEST - New Di...
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