Mostrar mensagens com a etiqueta Gal Gadot. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gal Gadot. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de março de 2021

Globos de Ouro 2021: Red Carpet

Numa edição totalmente diferente do habitual devido à pandemia, a cerimónia dos Globos de Ouro 2021 foi mais virtual do que presencial. Não deixou, ainda assim, de ser uma oportunidade para as estrelas desfilarem, fosse na passadeira vermelha ou nos corredores lá de casa. Destacamos, como de costume, alguns dos modelos que mais se destacaram.


O actor de O Mauritano, Tahar Rahim, destacou-se no seu fato azul escuro luminoso da Louis Vuitton.


Também vestida pela Louis Vuitton, esteve Regina King. A actriz e realizadora - nomeada pela sua estreia na realização com One Night in Miami... - surgiu deslumbrante num vestido preto e prateado, com jóias da Forevermark.


Aos 83 anos, Jane Fonda continua com uma beleza e forma invejável, e certeira no discurso. A actriz, homenageada nesta edição dos Globos de Ouro com o prémio Cecil B. DeMille, desfilou na passadeira vermelha com um fato branco-pérola e arrebatou-nos.


Muito clássica e elegante, Lily Collins surgiu num vestido de um só ombro e manga comprida da Saint Laurent por Anthony Vaccarello, em tons verdes, dourados, azuis e castanhos. As jóias são da Cartier.



Vencedora de um Globo de Ouro pela sua interpretação da Princesa Diana na série The Crown, Emma Corrin escolheu um vestido original, preto e branco, da Miu Miu e jóias Cartier.


Nomeada para o Globo de Ouro de Melhor Actriz Secundária por Mank, Amanda Seyfried escolheu um vestido rosa coral Oscar de la Renta, muito elegante, acompanhado de jóias discretas da Forevermark. O penteado clássico e a maquilhagem muito natural deram-lhe ainda mais glamour.


Satchel Lee, filha de Spike Lee e uma das embaixadoras dos Globos de Ouro nesta edição, surgiu elegante num vestido preto e prateado da Gucci. A abertura lateral na perna, bem como os efeitos na zona do tronco destacaram o lado jovem e atrevido da activista.


Deslumbrante, a vencedora do Globo de Ouro pela minissérie The Queen's Gambit, Anya Taylor-Joy, surgiu ela própria em porte de rainha, num estonteante vestido verde Christian Dior, de alças e decote em V, e capa volumosa. O cabelo e maquilhagem simples compuseram o look, que não passou despercebido.


Gal Gadot desfilou na red carpet com um vestido branco curto da Givenchy, com uma sobreposição em jeito de capa, mais leve, sobre os ombros e costas. Simples e elegante.


Foi num estonteante vestido vermelho cintilante que Maria Bakalova se estreou como nomeada nos Globos de Ouro. A actriz búlgara surgiu num volumoso vestido cai-cai Giorgio Armani, e mala da Tyler Ellis.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Oscars 2018: Red Carpet

O preto desapareceu quase por completo da passadeira vermelha, mas não houve muitos modelos especialmente estonteantes nesta 90ª. cerimónia dos Oscars. Ainda assim, apresento-vos as minhas nove favoritas da red carpet.

JENNIFER GARNER

Jennifer Garner poucas vezes desilude na red carpet e este ano não foi excepção. A actriz surgiu muito elegante num vestido azul do Atelier Versace, com detalhes que potenciam a sua figura.

TARAJI P. HENSON

Taraji P. Henson escolheu o preto mas num modelo muito arrojado Vera Wang, cheio de transparências. A actriz surgiu poderosa e sensual com esta escolha arriscada mas que lhe assenta na perfeição, a condizer com a sua energia e alegria. 

JANE FONDA

80 anos e uma forma física invejável. Jane Fonda continua linda e elegantíssima, capaz de fazer inveja a muita gente com este vestido branco Balmain. Fabulosa.

SAMARA WEAVING

Discreta mas muito elegante, a transpirar jovialidade e feminilidade, Samara Weaving desfilou com um vestido rosa coral da Schiaparelli Couture, com detalhes prateados que potenciaram a figura da actriz. Excelente aposta, a condizer com o penteado e maquilhagem.

ALLISON JANNEY

Allison Janney foi uma das vencedoras da noite, conquistando o Oscar para Melhor Actriz Secundária por Eu, Tonya e surgiu deslumbrante na red carpet. Escolheu um modelo vermelho, de mangas longas da Reem Acra que lhe deu muita elegância e potenciou o seu carisma. Uma excelente escolha para subir ao palco.

SANDRA BULLOCK

Sandra Bullock surgiu jovial e elegante, num vestido preto e prata da Louis Vuitton. O cabelo solto resulta bem com o modelo que destaca os ombros da actriz. Resplandecente.

ALLISON WILLIAMS

A actriz de Foge surgiu num bonito vestido Armani Privé. Clássico e a lembrar as princesas, Allison Williams deu nas vistas pela elegância e com um penteado a condizer. Uma escolha arriscada mas certeira.

GAL GADOT

A Mulher-Maravilha, Gal Gadot, não passa despercebida nas cerimónia onde marca presença. Nos Oscars escolheu um bonito vestido de alças prateado da Givenchy, simples mas muito marcante. A maquilhagem e o cabelo acompanharam o glamour do vestido, num conjunto especialmente bem conseguido.

EMMA STONE

A minha favorita da noite vestiu calças. E que bonita que estava Emma Stone neste conjunto Louis Vuitton, preto e bordô. Prática mas ainda assim muito elegante, com um penteado que lhe dá muita personalidade.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Globos de Ouro 2018: Red Carpet

Depois dos prémios e discursos, olhamos, como de costume, para a red carpet dos Globos de Ouro 2018. Numa noite em que o preto dominou como forma de protesto, o Hoje Vi(vi) um Filme destacou os seus 10 looks favoritos.


 A protagonista da polémica série 13 Reasons Why, Katherine Langford, estreou-se nos Globos de Ouro com um bonito vestido preto Prada, cintado com brilhantes.


Susan Kelechi Watson vestiu um macacão de lantejoulas preto Monsoori que lhe deu um brilho especial nesta noite de prémios. O cabelo foi mais um ponto a favor da actriz de This Is Us.


Sempre elegante, Penélope Cruz foi mais uma das que soube tirar partido do vestido preto rendado e com uma cauda Ralph & Russo, muito glamoroso.


Simples e natural, Viola Davis deslumbrou no vestido preto Brandon Maxwell, com um colar a dar vivacidade ao look e, claro, o belíssimo cabelo, que lhe dá uma imensa jovialidade.


Alexis Bledel surgiu discreta mas muito elegante neste conjunto Oscar de la Renta de top preto e branco e calça preta. O lenço à cintura é um detalhe inesperado mas que funciona.


Vencedora de um Globo de Ouro pelo seu papel na série The Handmaid's Tale, Elisabeth Moss apresentou-se na passadeira vermelha com um vestido preto simples Christian Dior, que se adapta especialmente bem à sua silhueta e estilo jovial e divertido. A gola faz toda a diferença.


 A Mulher-Maravilha Gal Gadot surgiu num vestido preto Tom Ford, com um blazer curto que lhe deu um estilo mais formal, mas não menos elegante. O cabelo apanhado foi mais um factor a seu favor.


Como já nos tem habituado, Margot Robbie surgiu elegantíssima num vestido Gucci de decote em V. No preto, destaca-se o estampado de flores prateado.


Angelina Jolie regressa à passadeira vermelha esplendorosa. O vestido preto Versace, com uma capa transparente que termina de forma bastante original, destaca a sua figura e torna-a ainda mais majestosa.


A minha favorita da noite foi Dakota Johnson neste vestido preto da Gucci, cuja cauda, com detalhes em prateado, lhe dá todo o encanto. Uma bela surpresa que fez a actriz destacar-se entre tantos vestidos da mesma cor.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Sugestão da Semana #299

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana sugere, em especial para os fãs, o filme da Marvel, Liga da Justiça.

LIGA DA JUSTIÇA


Ficha Técnica:
Título Original: Justice League
Realizador: Zack Snyder
Actores: Henry Cavill, Ben Affleck, Gal Gadot, Ezra Miller, Ray Fisher, Jason Momoa, Amy Adams
Género: Acção, Aventura, Fantasia
Classificação: M/12
Duração: 120 minutos

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Sugestão da Semana #275

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Mulher Maravilha, a super-heroína que quer acabar com a Guerra. A crítica do Hoje Vi(vi) um Filme pode ser lida aqui.

MULHER MARAVILHA


Ficha Técnica:
Título Original: Wonder Woman
Realizadora: Patty Jenkins
Actores: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Lucy DavisRobin Wright, Ewen BremnerSaïd TaghmaouiDavid ThewlisElena Anaya
Género: Acção, Aventura, Fantasia
Classificação: M/12
Duração: 141 minutos

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Crítica: Mulher Maravilha / Wonder Woman (2017)

"Be careful, Diana. They do not deserve you."
Hippolyta
*6/10*


Ela quer acabar com a Guerra, tem os desejos e a beleza de uma Miss, mas a coragem e inocência necessárias para vingar e conquistar fãs. Mulher Maravilha simboliza toda a emancipação feminina no mundo cinematográfico - e masculino - dos super-heróis: uma protagonista muito à frente do seu tempo levada ao grande ecrã por uma realizadora, Patty Jenkins (que em outros tempos dirigiu Charlize Theron em Monster, interpretação que lhe valeu um Oscar). Mulheres ao poder.

O mundo dos super-heróis ganha uma nova vida com o regresso da Mulher Maravilha aos cinemas. Agora ela volta para nos contar a sua história, as suas origens que certa fotografia já tinha anunciado.


Nesta legião de filmes DC Comics e Marvel, Mulher Maravilha destaca-se por ter uma componente histórica muito forte, ao passar-se durante a Primeira Guerra Mundial. Ao mesmo tempo, traz a mitologia para o ecrã e consegue construir o argumento de modo a que o mundo das Amazonas e dos Homens se cruze com alguma naturalidade.

Antes de ser a Mulher Maravilha, a nossa protagonista era Diana, princesa das Amazonas, criada numa protegida ilha paradisíaca e treinada para ser uma guerreira imbatível. Um dia, inesperadamente, o piloto americano Steve Trevor despenha-se ao largo da ilha e Diana salva-o, ficando a saber que há um conflito emergente no mundo - a Primeira Guerra Mundial. Movida por um sentido de dever, a jovem Amazona abandona o seu lar, convencida que consegue travar esta ameaça. Combatendo ao lado dos homens, na Guerra para acabar com todas as Guerras, Diana vai descobrir todos os seus poderes e as suas verdadeiras origens.


Ora, se os melhores momentos do filme são durante a guerra, começando com a chegada de Diana a Londres, nada familiarizada com os hábitos da sociedade - são bons os momentos de humor que surgem com a ingenuidade da protagonista -, e, de seguida, ao lutar em pleno campo de batalha como os homens, por outro lado, a parte final de Mulher Maravilha não podia ser mais entediante. Curiosamente, é quando o clímax chega que o filme perde o interesse - deve ser esse o problema que tenho com os filmes de super-heróis. Surge um combate monótono e muito longo, com super-poderes para todos os lados, e a guerra, em si, fica para segundo plano. Uma pena.

Gal Gadot prova ser a escolha certa para o papel, reunindo as características físicas e de carácter que se esperam de Diana Prince. A actriz é eficaz e sobressai especialmente nos momentos mais cómicos ou dramáticos. Chris Pine faz bem o papel de herói de guerra e a equipa que o acompanha cativa a plateia com as simpáticas prestações de Eugene Brave RockSaïd Taghmaoui e, em especial, Ewen Bremner.


Símbolo da mulher emancipada, a Mulher-Maravilha não faz milagres no que aos filmes de super-heróis diz respeito. Contudo, a parceria Patty Jenkins e Gal Gadot traz alguns elementos diferenciadores ao género e mostra-nos que há ainda quem queira lutar: pela paz, pelos direitos das mulheres e por algumas - ainda que ligeiras - mudanças nos filmes onde os homens é que reinam.