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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Sugestão da Semana #726

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca O Convite, de Olivia Wilde. A realizadora também protagoniza o filme, juntamente com Seth Rogen, Edward Norton e Penélope Cruz.

O CONVITE


Ficha Técnica:
Título Original: The Invite
Realizadora: Olivia Wilde
Elenco: Seth Rogen, Olivia Wilde, Edward Norton, Penélope Cruz
Género: Comédia, Drama, Romance
Classificação: M/14
Duração: 107 minutos

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Crítica: Ferrari (2023)

"De Portago, call my office on Monday."
Enzo Ferrari


*7.5/10*

Michael Mann regressa a alta velocidade com Ferrari, para seguir o percurso de Enzo Ferrari, tanto nos negócios e corridas, como na sua atribulada vida pessoal. Um retrato humano e historicamente realista do fundador da Ferrari.

"Durante o Verão de 1957, o ex-piloto de automóveis, Enzo Ferrari, está em crise. A empresa que construiu 10 anos antes com a sua esposa Laura, enfrenta a falência. O seu turbulento casamento é ameaçado pela perda de um filho e o reconhecimento legal de outro. Na tentativa de garantir a sua sobrevivência, Enzo Ferrari aposta tudo numa corrida: a icónica Mille Miglia - 1000 milhas por Itália."


Ferrari segue Enzo, um homem de negócios aparentemente frio e prático, marcado pela tragédia, bem como a sua mulher e sócia Laura, completamente devastada pela morte do filho de ambos. Ao mesmo tempo, a relação extraconjugal que mantém com Lina Lardi, de quem tem um filho pequeno, Piero, vem dificultar as negociações com a esposa para evitar que a empresa vá à falência. Entre os problemas pessoais e financeiros, Enzo aposta tudo nas corridas e nos seus pilotos, em especial Alfonso De Portago, uma promessa na equipa da Ferrari.

A violência das corridas, a pouca segurança para pilotos e público, tudo é filmado com método e um ritmo de cortar a respiração, tal a intensidade da montagem e dos planos, tão perto dos carros a alta velocidade. O grande momento da longa-metragem é todo o crescendo trágico da corrida Mille Miglia.


A par das corridas, Michael Mann capta momentos verdadeiramente emocionantes, não deixando de dar foco a pormenores que muito revelam sobre as personagens. A cena da ópera - onde cada personagem revive momentos passados, felizes ou tristes, mas marcantes nas suas vidas, é uma das mais transcendentais de Ferrari, levando a plateia a flashbacks reveladores. 

Adam Driver volta a interpretar um italiano e fá-lo com maturidade e empenho, vestindo a pele de Enzo Ferrari irrepreensivelmente. Ao seu lado, Penélope Cruz rouba cada cena em que se apresenta, com a fúria de uma mulher traída e o desamparo de uma mãe que perdeu o único filho. A actriz equilibra a mulher explosiva e transtornada com a contenção que a mágoa e a saudade pedem.


Ferrari junta grandes interpretações, à adrenalina e fatalismo das corridas de carros, filmadas como poucas vezes se tem visto. Fiel à História da marca, Michael Mann concretizou com sucesso um filme que há muitos anos ambicionava fazer. 

domingo, 7 de janeiro de 2024

Sugestão da Semana #595

Das estreias da passada Quinta-feira, a primeira Sugestão da Semana de 2024 destaca Ferrari, de Michael Mann, protagonizado por Adam Driver.

FERRARI


Ficha Técnica:
Título Original: Ferrari
Realizador: Michael Mann
Elenco: Adam Driver, Penélope Cruz, Shailene Woodley, Patrick Dempsey, Jack O'Connell, Sarah Gadon, Gabriel Leone, Erik Haugen, Michele Savoia
Género: Biografia, Drama, História
Classificação: M/14
Duração: 130 minutos

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Ads & Cinema #33

O Ads & Cinema destaca a campanha da Lancôme, que lançou uma variação olfactiva do perfume La Vie est Belle, La Vie est Belle Iris Absolu. O clip junta várias embaixadoras da marca, de várias idades e nacionalidades, na sua maioria actrizes, ao som de uma versão do tema What a Wonderful World, num apelo à união e felicidade.

Julia Roberts, Amanda Seyfried, Zendaya, Penélope Cruz, Isabella Rossellini, Lily Collins, Hoyeon e Aya Nakamura são as caras desta campanha.

Eis o clip promocional:

E os clips individuais onde as artistas completam a frase "Life is...":

Zendaya

Hoyeon



Penélope Cruz



Amanda Seyfried



Aya Nakamura



Isabella Rossellini


Lily Collins


domingo, 27 de março de 2022

Oscars 2022: As Actrizes Principais

Passamos às nomeadas para o Oscar de Melhor Actriz. Mais um ano de grandes desempenhos femininos no cinema. Das cinco nomeadas, apenas assisti à prestação de quatro - ainda não vi The Eyes of Tammy Faye, com Jessica Chastain, que tem grandes probabilidades de ser a vencedora. 

Três desempenhos fortes e emotivos, exigentes física e psicologicamente, e um menos destacado, apesar de muito competente. Eis as nomeadas, por ordem de preferência.

1. Olivia Colman (The Lost Daughter)

Olivia Colman entrega-se a Leda, dá-lhe a confiança da experiência de vida, pronta para enfrentar quem lhe faça frente, mas também revela fragilidade e desamparo, decorrente da obsessão que cria pela jovem mãe com quem partilha a praia. E um acto inesperado vai desencadear nela um misto de emoções e lembranças, tonturas, sonolência e esquecimentos, para além de uma sensação de perseguição constante. Colman está, como sempre, fabulosa e destaca-se entre as suas concorrentes à estatueta (mesmo que não a vença).


2. Penélope Cruz (Parallel Mothers)

Penélope Cruz, sempre arrebatadora e inteira, na pele da protagonista, interpreta uma mulher de sucesso, independente, cujo sonho de ser mãe se realiza por volta dos 40 anos, de forma quase inesperada, e que abraça só para si sem hesitar. Perante a herança trágica da sua povoação natal e a vontade de lutar pela preservação dos seus antepassados, vê-se ainda a braços com a maternidade, e com um dilema que a deixa de destroçada. Sempre pronta para os desafios de Pedro Almodóvar, a actriz entrega-se física e emocionalmente à personagem.


3. Kristen Stewart (Spencer)

Num filme que ficou aquém do esperado, o desempenho de Kristen Stewart é competente e revela muito empenho da parte da actriz, que captou todos os maneirismos da princesa Diana, para além das óbvias parecenças físicas. Após a introspecção inicial da personagem, há uma explosão de emoções reprimidas: desamparo, revolta e claustrofobia, entre cortinas fechadas, arame farpado e muita vontade de fugir.


4. Nicole Kidman (Being the Ricardos)

Num filme mediano, Nicole Kidman consegue ser a maior força. Como Lucille Ball, a actriz incorpora maneirismos e a forma afectada mas decidida da personagem, ao mesmo tempo que é capaz de ir da comédia ao drama em breves instantes.


Jessica Chastain (The Eyes of Tammy Faye)

Sem avaliação.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Crítica: Mães Paralelas / Madres paralelas (2021)

*8.5/10*

Pedro Almodóvar regressa às mulheres do seu Cinema, enquanto também recupera a memória do povo espanhol, que muitos querem que o tempo apague. Em Mães Paralelas, os laços de sangue e a herança histórica andam de mãos dadas.

Eis "a história de duas mulheres, Janis e Ana, que coincidem num quarto de hospital onde vão dar à luz. Ambas são solteiras e engravidaram por acidente. Janis, de meia-idade, não se arrepende e está exultante. Ana, uma adolescente, está assustada, arrependida e traumatizada. Janis tenta encorajá-la enquanto se movem como sonâmbulas ao longo dos corredores do hospital. As poucas palavras que trocam nestas horas vão criar uma ligação estreita entre as duas que o acaso se encarregará de desenvolver e complicar de uma forma tão decisiva que mudará a vida de ambas."

Mais uma homenagem de Almodóvar às mulheres mas igualmente às raízes que criamos com a nossa mãe, a nossa filha, os nossos antepassados, a nossa História; e sobre todas as implicações que esse legado constitui na construção da nossa personalidade, sonhos e ambições.

Mães Paralelas destaca a importância da salvaguarda da memória histórica para a criação de uma consciência colectiva, e não se abstém de algumas farpas políticas. É preciso honrar a memória e o sacrifício dos antepassados na luta pela liberdade e democracia. É fundamental não deixar apagar a História, por mais terrível que seja, para que não se cometam os mesmos erros.

E, desta vez, o realizador regressa ao papel das mulheres e mães destacando aquelas que não nasceram para o ser, as que o desejam imensamente, as que foram descobrindo o instinto maternal e as que se desdobraram enquanto mães e pais. Todas mães solteiras, todas simbolizando a realização enquanto mulheres independentes. Por mais provações que sofram, as personagens seguem em frente. Não desistem.

Sempre fiel ao melodrama, que nos encanta e comove, Mães Paralelas surge menos colorido que o habitual, todavia, o visual dos filmes de Pedro Almodóvar é sempre identificável, onde os padrões exuberantes - mesmo que mais discretos - vão espreitando em cada cena. A banda sonora de Alberto Iglesias, intensa e melancólica, está, como sempre, numa fusão perfeita com enredo e emoções.

Penélope Cruz, sempre arrebatadora e inteira, na pele da protagonista, interpreta uma mulher de sucesso, independente, cujo sonho de ser mãe se realiza por volta dos 40 anos, de forma quase inesperada, e que abraça só para si sem hesitar. Perante a herança trágica da sua povoação natal e a vontade de lutar pela preservação dos seus antepassados, vê-se ainda a braços com a maternidade, e com um dilema que a deixa de destroçada. 

E de um encontro quase predestinado, que une duas mães para sempre, Mães Paralelas desenvolve-se partilhando os mais diversos temas pelos quais Almodóvar se interessa, aos mesmo tempo que o realizador constrói (e desconstrói) as mulheres da sua vida através de um Passado que as define no Presente dos seus filmes. 

domingo, 5 de dezembro de 2021

Sugestão da Semana #484

Das estreias da passada Quarta-feira, a Sugestão da Semana destaca Mães Paralelas, de Pedro Almodóvar.

MÃES PARALELAS


Ficha Técnica:
Título Original: Madres paralelas
Realizador: Pedro Almodóvar
Elenco: Penélope Cruz, Aitana Sánchez-Gijón, Milena Smit, Israel Elejalde, Julieta Serrano, Rossy de Palma, José Javier Domínguez
Género: Drama
Classificação: M/14
Duração: 123 minutos

domingo, 8 de setembro de 2019

Sugestão da Semana #393

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Dor e Glória, de Pedro Almodóvar, protagonizado por Antonio Banderas.

DOR E GLÓRIA


Ficha Técnica:
Título Original: Dolor y gloria
Realizador: Pedro Almodóvar
Elenco: Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia, Nora Navas, Julieta Serrano,  César Vicente, Penélope Cruz, Cecilia Roth
Género: Drama
Classificação: M/16
Duração: 113 minutos

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Globos de Ouro 2018: Red Carpet

Depois dos prémios e discursos, olhamos, como de costume, para a red carpet dos Globos de Ouro 2018. Numa noite em que o preto dominou como forma de protesto, o Hoje Vi(vi) um Filme destacou os seus 10 looks favoritos.


 A protagonista da polémica série 13 Reasons Why, Katherine Langford, estreou-se nos Globos de Ouro com um bonito vestido preto Prada, cintado com brilhantes.


Susan Kelechi Watson vestiu um macacão de lantejoulas preto Monsoori que lhe deu um brilho especial nesta noite de prémios. O cabelo foi mais um ponto a favor da actriz de This Is Us.


Sempre elegante, Penélope Cruz foi mais uma das que soube tirar partido do vestido preto rendado e com uma cauda Ralph & Russo, muito glamoroso.


Simples e natural, Viola Davis deslumbrou no vestido preto Brandon Maxwell, com um colar a dar vivacidade ao look e, claro, o belíssimo cabelo, que lhe dá uma imensa jovialidade.


Alexis Bledel surgiu discreta mas muito elegante neste conjunto Oscar de la Renta de top preto e branco e calça preta. O lenço à cintura é um detalhe inesperado mas que funciona.


Vencedora de um Globo de Ouro pelo seu papel na série The Handmaid's Tale, Elisabeth Moss apresentou-se na passadeira vermelha com um vestido preto simples Christian Dior, que se adapta especialmente bem à sua silhueta e estilo jovial e divertido. A gola faz toda a diferença.


 A Mulher-Maravilha Gal Gadot surgiu num vestido preto Tom Ford, com um blazer curto que lhe deu um estilo mais formal, mas não menos elegante. O cabelo apanhado foi mais um factor a seu favor.


Como já nos tem habituado, Margot Robbie surgiu elegantíssima num vestido Gucci de decote em V. No preto, destaca-se o estampado de flores prateado.


Angelina Jolie regressa à passadeira vermelha esplendorosa. O vestido preto Versace, com uma capa transparente que termina de forma bastante original, destaca a sua figura e torna-a ainda mais majestosa.


A minha favorita da noite foi Dakota Johnson neste vestido preto da Gucci, cuja cauda, com detalhes em prateado, lhe dá todo o encanto. Uma bela surpresa que fez a actriz destacar-se entre tantos vestidos da mesma cor.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Trailer Legendado em Português: O Conselheiro

Grandes expectativas para o novo filme de Ridley Scott, O Conselheiro (The Counselor). O elenco é de luxo - Michael Fassbender, Brad Pitt, Javier Bardem, Penélope Cruz e Cameron Diaz - e o trailer só nos aguça a curiosidade. 

A estreia em Portugal está marcada para 21 de Novembro e será assegurada pela Big Picture.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Crítica: Os Amantes Passageiros / Los Amantes Pasajeros (2013)

*7/10*

Pedro Almodóvar regressa aos tempos animados de Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos com o seu mais recente trabalho, Os Amantes Passageiros. Cor, dança e estereótipos não faltam no novo filme do realizador espanhol, onde nem a crítica social deixa de marcar presença.

O cenário dos acontecimentos é um avião, que se depara com um problema em um dos trens de aterragem e, enquanto não há solução à vista, o céu é a única possibilidade para os caricatos passageiros e tripulação. Todos ficam alterados pois começam a acreditar que estão a viver as últimas horas de vida. O desespero geral força-os a fazer confissões inesperadas sobre os seus pecados e sobre as suas últimas vontades.

Desde os primeiros momentos - onde Penélope Cruz e Antonio Banderas fazem as nossas delícias por uns minutos -, sabemos que vamos divertir-nos com este voo repleto de figuras hilariantes. Para além de uma espécie de nonsense que paira ao longo da acção, há muito sarcasmo por detrás das personagens e acontecimentos. Desde a virgem com poderes premonitórios, aos comissários de bordo homossexuais, ao actor quebra-corações, etc., certo é que muitos nos remetem para as suas próprias histórias paralelas, onde o sentimentalismo aparente não passa de ironia e crítica social. 


Desde a referência ao rei de Espanha e suas supostas amantes, aos passageiros da classe económica que foram "adormecidos" para não se darem conta dos problemas que acontecem durante o voo, muitas são as temáticas sérias subtilmente encaixadas num argumento que aparenta ser somente leve e divertido. E nem as redes sociais escapam à ironia de Pedro Almodóvar, com o twitter a entrar em cena bem cedo.

O álcool e as drogas contribuem para a animação que sobrevoa Espanha, onde não falta sequer música e dança, proporcionadas pelos três comissários de bordo. Todas as personagens cativam o espectador, pelas suas particularidades e pelas boas prestações por parte do elenco, onde se destaca Joserra, o comissário  de bordo que não consegue mentir, interpretado por Javier Cámara, Norma Boss (Cecilia Roth), dona de uma empresa de prostituição de luxo, e Bruna, a virgem vidente, com um desempenho muito divertido de Lola Dueñas.

Leve, mas muito menos do que aparenta, Os Amantes Passageiros marca o regresso de Almodóvar às comédias - depois do registo pesado de A Pele Onde Eu Vivo -, mas provando que o cinema precisa de muito mais do que gargalhadas. Um filme que vai, certamente, dizer mais aos espanhóis, já que se debruça sobre a sua realidade, mas que será impossível passar despercebido ao resto do mundo. Para ver de mente aberta, com sentido de humor, mas também com atenção aos pormenores, desde o primeiro minuto.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Estreias da Semana #46

Esta Quinta-feira, dia 10 de Janeiro, quatro são as estreias nos cinemas nacionais. Denzel Washington, Jennifer Lawrence, Bradley Cooper, Orlando Bloom, Penélope Cruz e Adrien Brody são alguns dos nomes protagonistas dos filmes desta semana.

Decisão de Risco (2012)
Flight
Denzel Washington protagoniza este thriller de acção que conta a história de Whip Whitaker, um experiente piloto de aviões, que consegue salvar quase todos os passageiros de uma catástrofe aérea. Após o acidente, Whip é recebido como um herói, no entanto, quanto mais se investiga, mais dúvidas surgem sobre o que realmente falhou e aconteceu no avião.

Guia para um Final Feliz (2012)
Silver Linings Playbook
Pat Solatano, interpretado por Bradley Cooper, perdeu tudo – a casa, o trabalho como professor e a mulher – e depois de passar oito meses numa instituição estatal para pessoas com distúrbios mentais, regressa a casa dos pais. Pat está determinado a reconstruir a sua vida e reconciliar-se com a mulher e é também isso que os seus pais desejam – e que partilhe com eles a obsessão familiar com o clube Philadelphia Eagles. Todavia, tudo muda quando Pat conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher misteriosa e problemática.

Manolete - Sangue e Paixão (2008)
Manolete
De Espanha e com alguns anos de atraso, chega Manolete - Sangue e Paixão. Manuel Rodríguez, mais conhecido por Manolete, é um famoso toureiro. Este homem tímido, rude, de poucas falas e semblante trágico, vive em constante viagem, de Praça de Touros em Praça de Touros durante a temporada de touradas. Lupe Sino é uma mulher bonita com um passado atribulado. Até ao momento em se apaixona por ela, o toureiro teve sempre por único objectivo ser famoso. E apesar de Lupe entrar na sua vida, surge uma sombra entre eles. Manolete está apaixonado pela morte e ela pela vida. Lupe vai mostrar ao matador como amar a vida e, da mesma forma, como começar a temer a morte.


Perto de Mim (2011)
The Good Doctor
Orlando Bloom é Martin Blake, um jovem e ambicioso médico, desejoso de impressionar os seus superiores e colegas - tanto o chefe de serviço Waylands, como o confiante estagiário Dan, ou a enfermeira Theresa. Mas as coisas não correm de feição a Martin que não consegue livrar-se das suas inseguranças. Quando Diane, uma jovem de 18 anos, é internada no hospital com uma infecção renal, Martin torna-se o seu médico e encontra nela o impulso necessário que tanto procura para aumentar a sua auto-estima. Só que tudo se transforma, quando o seu entusiasmo se começa a tornar numa obsessão.