segunda-feira, 13 de julho de 2026
Sugestão da Semana #726
terça-feira, 9 de janeiro de 2024
Crítica: Ferrari (2023)
domingo, 7 de janeiro de 2024
Sugestão da Semana #595
quarta-feira, 26 de abril de 2023
Ads & Cinema #33
O Ads & Cinema destaca a campanha da Lancôme, que lançou uma variação olfactiva do perfume La Vie est Belle, La Vie est Belle Iris Absolu. O clip junta várias embaixadoras da marca, de várias idades e nacionalidades, na sua maioria actrizes, ao som de uma versão do tema What a Wonderful World, num apelo à união e felicidade.
Julia Roberts, Amanda Seyfried, Zendaya, Penélope Cruz, Isabella Rossellini, Lily Collins, Hoyeon e Aya Nakamura são as caras desta campanha.
Eis o clip promocional:
E os clips individuais onde as artistas completam a frase "Life is...":
Zendaya
domingo, 27 de março de 2022
Oscars 2022: As Actrizes Principais
Passamos às nomeadas para o Oscar de Melhor Actriz. Mais um ano de grandes desempenhos femininos no cinema. Das cinco nomeadas, apenas assisti à prestação de quatro - ainda não vi The Eyes of Tammy Faye, com Jessica Chastain, que tem grandes probabilidades de ser a vencedora.
Três desempenhos fortes e emotivos, exigentes física e psicologicamente, e um menos destacado, apesar de muito competente. Eis as nomeadas, por ordem de preferência.
1. Olivia Colman (The Lost Daughter)
Olivia Colman entrega-se a Leda, dá-lhe a confiança da experiência de vida, pronta para enfrentar quem lhe faça frente, mas também revela fragilidade e desamparo, decorrente da obsessão que cria pela jovem mãe com quem partilha a praia. E um acto inesperado vai desencadear nela um misto de emoções e lembranças, tonturas, sonolência e esquecimentos, para além de uma sensação de perseguição constante. Colman está, como sempre, fabulosa e destaca-se entre as suas concorrentes à estatueta (mesmo que não a vença).
2. Penélope Cruz (Parallel Mothers)
Penélope Cruz, sempre arrebatadora e inteira, na pele da protagonista, interpreta uma mulher de sucesso, independente, cujo sonho de ser mãe se realiza por volta dos 40 anos, de forma quase inesperada, e que abraça só para si sem hesitar. Perante a herança trágica da sua povoação natal e a vontade de lutar pela preservação dos seus antepassados, vê-se ainda a braços com a maternidade, e com um dilema que a deixa de destroçada. Sempre pronta para os desafios de Pedro Almodóvar, a actriz entrega-se física e emocionalmente à personagem.
Num filme que ficou aquém do esperado, o desempenho de Kristen Stewart é competente e revela muito empenho da parte da actriz, que captou todos os maneirismos da princesa Diana, para além das óbvias parecenças físicas. Após a introspecção inicial da personagem, há uma explosão de emoções reprimidas: desamparo, revolta e claustrofobia, entre cortinas fechadas, arame farpado e muita vontade de fugir.
4. Nicole Kidman (Being the Ricardos)
Num filme mediano, Nicole Kidman consegue ser a maior força. Como Lucille Ball, a actriz incorpora maneirismos e a forma afectada mas decidida da personagem, ao mesmo tempo que é capaz de ir da comédia ao drama em breves instantes.
Jessica Chastain (The Eyes of Tammy Faye)
Sem avaliação.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
Crítica: Mães Paralelas / Madres paralelas (2021)
*8.5/10*
Pedro Almodóvar regressa às mulheres do seu Cinema, enquanto também recupera a memória do povo espanhol, que muitos querem que o tempo apague. Em Mães Paralelas, os laços de sangue e a herança histórica andam de mãos dadas.
Eis "a história de duas mulheres, Janis e Ana, que coincidem num quarto de hospital onde vão dar à luz. Ambas são solteiras e engravidaram por acidente. Janis, de meia-idade, não se arrepende e está exultante. Ana, uma adolescente, está assustada, arrependida e traumatizada. Janis tenta encorajá-la enquanto se movem como sonâmbulas ao longo dos corredores do hospital. As poucas palavras que trocam nestas horas vão criar uma ligação estreita entre as duas que o acaso se encarregará de desenvolver e complicar de uma forma tão decisiva que mudará a vida de ambas."
Mais uma homenagem de Almodóvar às mulheres mas igualmente às raízes que criamos com a nossa mãe, a nossa filha, os nossos antepassados, a nossa História; e sobre todas as implicações que esse legado constitui na construção da nossa personalidade, sonhos e ambições.
Mães Paralelas destaca a importância da salvaguarda da memória histórica para a criação de uma consciência colectiva, e não se abstém de algumas farpas políticas. É preciso honrar a memória e o sacrifício dos antepassados na luta pela liberdade e democracia. É fundamental não deixar apagar a História, por mais terrível que seja, para que não se cometam os mesmos erros.
E, desta vez, o realizador regressa ao papel das mulheres e mães destacando aquelas que não nasceram para o ser, as que o desejam imensamente, as que foram descobrindo o instinto maternal e as que se desdobraram enquanto mães e pais. Todas mães solteiras, todas simbolizando a realização enquanto mulheres independentes. Por mais provações que sofram, as personagens seguem em frente. Não desistem.
Sempre fiel ao melodrama, que nos encanta e comove, Mães Paralelas surge menos colorido que o habitual, todavia, o visual dos filmes de Pedro Almodóvar é sempre identificável, onde os padrões exuberantes - mesmo que mais discretos - vão espreitando em cada cena. A banda sonora de Alberto Iglesias, intensa e melancólica, está, como sempre, numa fusão perfeita com enredo e emoções.
Penélope Cruz, sempre arrebatadora e inteira, na pele da protagonista, interpreta uma mulher de sucesso, independente, cujo sonho de ser mãe se realiza por volta dos 40 anos, de forma quase inesperada, e que abraça só para si sem hesitar. Perante a herança trágica da sua povoação natal e a vontade de lutar pela preservação dos seus antepassados, vê-se ainda a braços com a maternidade, e com um dilema que a deixa de destroçada.
E de um encontro quase predestinado, que une duas mães para sempre, Mães Paralelas desenvolve-se partilhando os mais diversos temas pelos quais Almodóvar se interessa, aos mesmo tempo que o realizador constrói (e desconstrói) as mulheres da sua vida através de um Passado que as define no Presente dos seus filmes.
domingo, 5 de dezembro de 2021
Sugestão da Semana #484
domingo, 8 de setembro de 2019
Sugestão da Semana #393
Ficha Técnica:
Elenco: Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia, Nora Navas, Julieta Serrano, César Vicente, Penélope Cruz, Cecilia Roth
Classificação: M/16
Duração: 113 minutos
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Globos de Ouro 2018: Red Carpet
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Trailer Legendado em Português: O Conselheiro
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Crítica: Os Amantes Passageiros / Los Amantes Pasajeros (2013)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Estreias da Semana #46
Silver Linings Playbook
Perto de Mim (2011)
The Good Doctor
Orlando Bloom é Martin Blake, um jovem e ambicioso médico, desejoso de impressionar os seus superiores e colegas - tanto o chefe de serviço Waylands, como o confiante estagiário Dan, ou a enfermeira Theresa. Mas as coisas não correm de feição a Martin que não consegue livrar-se das suas inseguranças. Quando Diane, uma jovem de 18 anos, é internada no hospital com uma infecção renal, Martin torna-se o seu médico e encontra nela o impulso necessário que tanto procura para aumentar a sua auto-estima. Só que tudo se transforma, quando o seu entusiasmo se começa a tornar numa obsessão.
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"You see how this looks, right?" Chris Hansen *6.5/10* Muito antecipado, em especial pela prestação de Robert Pattinson , Primetim...
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Esta Quinta-feira, chegaram às salas de cinema portuguesas sete novos filmes. O Veredito Social e Primetime são duas das estreias em destaq...







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