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sábado, 16 de dezembro de 2023

'Mostra de Cinema IPO Lisboa 100 anos' acontece de 5 a 7 de Janeiro no Cinema São Jorge

A Mostra de Cinema IPO Lisboa 100 Anos acontece de 5 a 7 de Janeiro de 2024, no Cinema São Jorge, e vem celebrar o centenário da instituição, num encontro entre IPO Lisboa, Cinema e Comunidade.

­Esta iniciativa, co-organizada pelo IPO Lisboa e o IndieLisboa, surge no âmbito das comemorações dos 100 anos do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO Lisboa). Esta mostra de cinema tem um "triplo objectivo: estar tematicamente relacionada com o trabalho da instituição, constituir um momento de celebração da efeméride e promover o encontro entre espectadores de cinema, IPO e toda a comunidade envolvida com a instituição"

Ao longo dos três dias, com duas sessões diárias, serão exibidos seis filmes, "tendo cada um uma perspectiva diferente sobre a forma como lidamos com o cancro". "Antes de cada exibição, será feita uma introdução por um profissional de saúde do IPO Lisboa, cuja área de trabalho se relaciona com a temática do filme em questão". Para além do cinema, haverá também um painel de debate.

Na sessão de abertura da mostra, será exibida a curta-metragem documental A Luta Contra o Cancro em Portugal, realizada por António Lopes Ribeiro, em 1952. Na mesma sessão, passa La guerre est déclarée, de Valérie Donzelli

A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos, Notre corps, de Claire Simon, The Farewell, de Lulu Wang, Caro Dário, de Nanni Moretti, e Love Story, de Arthur Hiller, são os outros filmes que compõem esta Mostra de Cinema IPO Lisboa 100.

Mais informações em: https://indielisboa.com/mostra-de-cinema-ipo-lisboa-100-anos/

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Cinco longas-metragens de realizadoras portuguesas estreiam na Netflix

A partir de hoje, dia 4 de Novembro, há cinco novas longas-metragens de realizadoras portuguesas disponíveis na plataforma de streaming Netflix a nível mundial. 

A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos, Desterro, de Maria Clara Escobar, Mar, de Margarida Gil, Simon Chama, de Marta Sousa Ribeiro, e Soa, de Raquel Castro, foram os projectos vencedores da convocatória aberta lançada pela Netflix e pela Academia Portuguesa de Cinema, "com o objectivo de apoiar as produtoras, guionistas e realizadoras nacionais que estiveram envolvidas diretamente em longas-metragens portuguesas de ficção e/ou documentário"

De um total de 31 candidaturas apresentadas, referentes a longas-metragens finalizadas entre 2019 e 2020, o concurso pretendia colmatar as disparidades de género no sector do cinema e audiovisual.

A estreia dos filmes acontece na véspera da celebração do Dia Mundial do Cinema, a 5 de Novembro.

O comité de selecção foi constituído por Carla Chambel, actriz, formadora  e vice-presidente da Academia Portuguesa de Cinema; Fátima Ribeiro, guionista, professora e realizadora; Isadora Laban, Gestora de Conteúdos da Netflix Portugal e Espanha; e Tota Alves, guionista e realizadora.

Sobre as cinco longas-metragens:

"A Metamorfose dos Pássaros, com Catarina Vasconcelos na realização e Joana Gusmão na produção, este é um filme que retrata a história da família da cineasta Catarina Vasconcelos, abordando temas complexos como o amor, a distância a maternidade."

"Desterro, com realização de Maria Clara Escobar, uma longa-metragem que  no feminino sobre a vida e as várias vidas, onde a poesia motivou o guião, questionando a representação da ideia de família na sociedade contemporânea."

"Mar, com Margarida Gil na realização e argumento e Rita Benis como coargumentista, retrata a história de vida de uma ex-funcionária da Comissão Europeia que decide mudar de vida e embarcar num veleiro que vai seguindo a  rota dos descobridores Portugueses do séc. XVI em alto mar."

"Simon Chama, com Marta Sousa Ribeiro na realização e Joana Peralta na produção, um filme que conta a história de uma adolescente que procura escapar das amarras típicas da vertigem existente entre a infância e a idade adulta."

"Soa, com Raquel Castro na realização e argumento e Isabel Machado, Joana Ferreira e Sara Serra Simões na produção, aborda temas como as paisagens sonoras, o ruído e o silêncio e de que forma as paisagens sonoras afetam as pessoas, sendo que estas são na maior parte das vezes responsáveis pelo som que geram."

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Globos de Ouro SIC 2022: Vencedores de Cinema e Televisão

Os Globos de Ouro SIC 2022 foram anunciados na noite de Domingo, 2 de Outubro. A Metamorfose dos Pássaros e Glória foram alguns dos premiados nas categorias de cinema e ficção televisiva.

CINEMA

Melhor Actriz

Ana Moreira, em Sombra

Anabela Moreira, em O Último Banho

Crista Alfaiate, em Diários de Otsoga

Gabriela Barros, em O Som Que Desce na Terra

Lia Carvalho, em Bem Bom


Melhor Actor

Carloto Cotta, em Diários de Otsoga

João Arrais, em Serpentário

João Nunes Monteiro, em Diários de Otsoga

Miguel Borges, em Terra Nova

Pedro Lacerda, em Terra Nova


Melhor Filme

A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos

Bem Bom, de Patrícia Sequeira

Diários de Otsoga, de Maureen Fazendeiro e Miguel Gomes

O Último Banho, de David Bonneville

Terra Nova, de Artur Ribeiro


FICÇÃO

Melhor Actriz

Gabriela Barros, em Pôr do Sol

Jessica Athayde, em O Clube 3ª temporada

Lia Carvalho, em Bem Bom

Maria João Bastos, em A Rainha e a Bastarda

Victoria Guerra, em Glória


Melhor Actor

Albano Jerónimo, em Princípio, Meio e Fim

José Afonso Pimentel, em Glória

Marco Delgado, em Prisão Domiciliária

Miguel Nunes, em Gloria

Nuno Lopes, em Princípio, Meio e Fim


Melhor Projecto

Glória

Na Porta Ao Lado

O Clube

Pôr do Sol

Princípio, Meio e Fim

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Dia Internacional do Beijo: Os Melhores Beijos de 2021

Em mais um Dia Internacional do Beijo, fizemos a selecção de alguns dos mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico e que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro (nos cinemas portugueses e nas plataformas de streaming). 

Se grande parte do ano de 2021 continuou a manter-nos afastados, o cinema tentou compensar q.b. a falta de beijos e abraços, uns mais apaixonados que outros, mas todos dignos de destaque.

Malcolm & Marie (2021): John David Washington (Malcolm) e Zendaya (Marie)


Undine (2020): Paula Beer (Undine) e Franz Rogowski (Christoph)


Uma Miúda Com Potencial / Promising Young Woman (2020): Carey Mulligan (Cassandra) e Bo Burnham (Ryan)


Estados Unidos vs. Billie Holiday / The United States vs. Billie Holiday (2021): Andra Day (Billie Holiday) e Trevante Rhodes (Jimmy Fletcher)


A Lenda do Cavaleiro Verde / The Green Knight (2021): Dev Patel (Gawain) e Joel Edgerton (The Lord)




A Ilha de Bergman / Bergman Island (2021): Mia Wasikowska (Amy) e Anders Danielsen Lie (Joseph)


A Noite Passada em Soho / Last Night in Soho (2021): Thomasin McKenzie (Eloise), Anya Taylor-Joy (Sandie) e Matt Smith (Jack)


The Card Counter: O Jogador (2021): Oscar Isaac (William Tell) e Tiffany Haddish (La Linda)


Benedetta (2021): Virginie Efira (Benedetta) e Daphne Patakia (Bartolomea)


Casa Gucci / House of Gucci (2021): Lady Gaga (Patrizia Reggiani) e Adam Driver (Maurizio Gucci)


West Side Story (2021): Ansel Elgort (Tony) e Rachel Zegler (María)


West Side Story (2021): Ariana DeBose (Anita) e David Alvarez (Bernardo)


Licorice Pizza (2021): Alana Haim (Alana) e Cooper Hoffman (Gary)

sábado, 15 de janeiro de 2022

Os Melhores do Ano: Top 20 [10.º - 1.º] #2021

Depois da primeira parte do TOP 20 de 2021 do Hoje Vi(vi) um Filme, revelamos agora os dez lugares cimeiros. Há uma certa melancolia latente nestes títulos, a alguns junta-se-lhe a revolta, a outros a saudade. 

Eis os meus 10 favoritos de 2021 (estreados no circuito comercial de cinema e streaming, em Portugal). 

10.º Pig - A Viagem de Rob, de Michael Sarnoski (2021)

Pig - A Viagem de Rob é a primeira longa-metragem de Michael Sarnoski, um filme cru e melancólico sobre solidão, perda e amor incondicional.


9.º Uma Miúda com Potencial / Promising Young Woman, de Emerald Fennell (2020)

Através da protagonista, Cassie, o filme de Emerald Fennell quer fazer justiça, enquanto joga, ironicamente, com a culpabilização da vítima e o elogio do criminoso. Do título às situações retratadas, Uma Miúda Com Potencial tudo discorre em redor de abusos e da noção de consentimento. O argumento constrói-se a partir daí e, dividido em vários actos, é inesperado até ao fim (mesmo que ambicionássemos uma conclusão bem mais inspirada).


8.º A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos (2020)

O mergulho nas memórias que uma casa guarda, ao longo de décadas de vida em comum, traz razões, reflexão, imaginação. E o ciclo da vida, que por vezes se repete, mesmo que de formas distintas, pode unir na dor e na experiência. O papel da Mãe na vida dos filhos; uma mãe árvore, qual mãe Natureza; a incapacidade de qualquer filho lidar com a ausência da figura materna, e a luta que trava com essa ideia; este filme transforma-se e transforma as emoções de quem o vê, tal como a antiga invenção de uma "metamorfose dos pássaros", que tranquiliza e apazigua tudo o que é impossível de explicar.


7.º Undine, de Christian Petzold (2020)

O tom trágico do cinema de Christian Petzold vem-se firmando em cada filme, alcançando uma aura mitológica e mágica no mais recente Undine. A dualidade de significados paira desde o início, num filme desafiante e encantador.


6.º O Poder do Cão / The Power of the Dog, de Jane Campion (2021)

Para além das vacas e de homens a cavalo (ou dos índios que aqui surgem em paz, longe de ser uma ameaça), há pouco de western no filme de Jane Campion. Em jogo estão relações interpessoais, que vão do amor à humilhação, da provocação à cumplicidade. Em redor da narrativa, está ainda aquilo que a sociedade espera de cada um, segundo as convenções da época; já quem vive fora da norma, o outsider naquele local, pode ser facilmente a vítima - ou o predador.


5.º O Pai / The Father, de Florian Zeller (2020)

O Pai aborda uma história simples e realista de envelhecimento e perda - de faculdades, de memórias, de laços... -, mas igualmente de dedicação e mágoa de uma filha. Zeller cria um drama desolador, pincelado por momentos de humor requintado, porque na tristeza também se encontram alguns sorrisos e amparo.


4.º Mães Paralelas / Madres paralelas, de Pedro Almodóvar (2021)

Pedro Almodóvar regressa às mulheres do seu Cinema, enquanto também recupera a memória do povo espanhol, que muitos querem que o tempo apague. Em Mães Paralelas, os laços de sangue e a herança histórica andam de mãos dadas.


3.º The Card Counter: O Jogador, de Paul Schrader (2021)

Tell não se comanda pela sorte ao jogo. Para ele, à mesa do casino, contam-se as cartas e joga-se com o bluff, sabendo sair no momento certo. Já na vida real, nem sempre é possível. Em The Card Counter: O Jogador não há santos, mas existe um muito forte desejo de redenção.


2.º Colectiv - Um Caso de Corrupção / Collective, de Alexander Nanau (2019)

Directamente da Roménia, Colectiv é um documentário que expõe as fraquezas e pecados de um Estado corrupto e doente. O realizador Alexander Nanau leva-nos aos bastidores da política e de uma investigação jornalística na sequência de um caso arrepiante.


1.º Mais Uma Rodada / Druk, de Thomas Vinterberg (2020)

Thomas Vinterberg convida-nos para um copo, para que o álcool de Mais Uma Rodada (Druk / Another Round) nos leve a uma reflexão sobre a vontade de viver. Esta ideia aparentemente louca não provoca ressacas, pelo contrário, é capaz de nos divertir e comover, na mesma medida.

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

'A Metamorfose dos Pássaros' é o candidato português aos Oscars 2022

A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos, é o candidato português na categoria de Melhor Filme Internacional nos Oscars 2022.

Os membros da Academia Portuguesa de Cinema votaram, entre 12 e 28 de Outubro, nos seis filmes pré-seleccionados: A Metamorfose dos Pássaros, Nunca Nada Aconteceu, de Gonçalo Galvão Teles, O Som que Desce na Terra, de Sérgio Graciano, Sombra, de Bruno Gascon, Terra Nova, de Artur Ribeiro, e O Último Banho, de David Bonneville.

O filme de Catarina Vasconcelos aborda a história de amor dos avós da realizadora, e a morte precoce da avó paterna e da mãe da cineasta, acontecimentos que a aproximaram do seu pai. Com produção da Primeira Idade, o filme teve estreia mundial no 70.º Festival de Cinema de Berlim, onde foi premiado com o Prémio FIPRESCI, e tem desde então somado distinções em festivais por todo o mundo.

A 94.ª edição dos Oscars acontece no dia 27 de Março de 2022.

domingo, 10 de outubro de 2021

Sugestão da Semana #476

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca o filme português A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos. Podes ler a crítica do Hoje (vi) um Filme aqui.



Ficha Técnica:
Título Original: A Metamorfose dos Pássaros
Realizadora: Catarina Vasconcelos
Elenco: Manuel Rosa, João Móra, Ana Vasconcelos, Henrique Vasconcelos, Inês Campos, José Manuel Mendes, João Pedro Mamede, Cláudia Varejão, Catarina Vasconcelos
Género: Biografia, Drama, Documentário
Classificação: M/12
Duração: 163 minutos

sábado, 9 de outubro de 2021

Crítica: A Metamorfose dos Pássaros (2020)

"A linguagem dos pássaros só se revela àqueles que deixam de ter corpo"

*9/10*

Catarina Vasconcelos vem afirmando o seu lugar enquanto exímia contadora de histórias, pelo menos e até agora, suas e da sua família. A Metamorfose dos Pássaros é a sua primeira longa-metragem, dotada de uma criatividade e intimidade pouco comuns, numa fusão de nostalgia, saudade e esperança.

Na curta-metragem que marcou a sua estreia como realizadora, Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso, Catarina Vasconcelos anunciava ao que vinha: a história de um país e de uma família, contada através de cartas trocadas entre a própria e o irmão, fotografias e locais. A Metamorfose dos Pássaros surge como sucessor natural, mostrando como a morte pode criar laços nunca antes descobertos entre pai e filha.

"Beatriz e Henrique casaram no dia em que ela fez 21 anos. Henrique, oficial de marinha, passava largas temporadas no mar. Em terra, Beatriz, que aprendeu tudo com a verticalidade das plantas, cuidou das raízes dos 6 filhos. O filho mais velho, Jacinto, é meu pai e sonhava poder um dia ser pássaro. Um dia, subitamente, Beatriz morre. A minha mãe não morreu subitamente, mas morreu quando eu tinha 17 anos. Nesse dia, eu e o meu pai encontramo-nos na perda da mãe e a nossa relação deixou de ser só a de pai e filha."

O lugar da mulher na sociedade (em especial antes do 25 de Abril de 1974), a infância e o primeiro impacto da percepção da morte, a adolescência e primeiras descobertas, o início da vida adulta e o choque da falta de liberdade de expressão e de pensamento que se vivia no Estado Novo. Mais uma vez, a História de Portugal cruza-se com a História da família da realizadora. As imagens contam a História, as palavras relatam o quotidiano da casa de uma mãe com seis filhos, ao marido ausente, no mar. 

O mergulho nas memórias que uma casa guarda, ao longo de décadas de vida em comum, traz razões, reflexão, imaginação. E o ciclo da vida, que por vezes se repete, mesmo que de formas distintas, pode unir na dor e na experiência. O papel da Mãe na vida dos filhos; uma mãe árvore, qual mãe Natureza; a incapacidade de qualquer filho lidar com a ausência da figura materna, e a luta que trava com essa ideia; este filme transforma-se e transforma as emoções de quem o vê, tal como a antiga invenção de uma "metamorfose dos pássaros", que tranquiliza e apazigua tudo o que é impossível de explicar.

E é com duplos sentidos, complementando as palavras com as imagens (filmadas em 16mm como a memória pede) - as metáforas que Catarina tanto gosta -, os espelhos sorrateiros que se escondem na natureza, as fotografias, os quadros, os cortinados, a montanha mais alta, a árvore caída, as plantas que ganham terreno, e até a desconstrução, a certo momento, numa espécie de metacinema, tudo se une e reúne na Odisseia da família da realizadora, intitulada A Metamorfose dos Pássaros. Confronta-se a vida, a morte e tudo o que não se vê, através de memórias, objectos e alguma imaginação.

Catarina Vasconcelos consegue unir o experimental ao narrativo com sensibilidade e criatividade sem fim. Na sua primeira longa, a realizadora avança, sem impasses, e com a segurança de uma veterana.

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Estreias da Semana #476

Esta Quinta-feira, chegam aos cinemas portugueses sete novos filmes. Há ainda a destacar a reposição em sala de vários títulos de Éric Rohmer (A Mulher do Aviador, 1981; Noites de Lua Cheia, 1984; O Amigo da Minha Amiga, 1987; O Bom Casamento, 1982; O Raio Verde, 1986; e Paulina na Praia, 1983), e uma estreia no streaming.

A Metamorfose dos Pássaros (2020)
Beatriz e Henrique casaram no dia em que ela fez 21 anos. Henrique, oficial de marinha, passava largas temporadas no mar. Em terra, Beatriz, que aprendeu tudo com a verticalidade das plantas, cuidou das raízes dos seis filhos. O filho mais velho, Jacinto, é meu pai e sonhava poder um dia ser pássaro. Um dia, subitamente, Beatriz morre. A minha mãe não morreu subitamente, mas morreu quando eu tinha 17 anos. Nesse dia, eu e o meu pai encontramo-nos na perda da mãe e a nossa relação deixou de ser só a de pai e filha.

Bigfoot em Família (2020)
Bigfoot Family
Desde que regressou à cidade, Bigfoot tornou-se uma grande estrela e o centro das atenções. Quando descobre que uma reserva de vida selvagem no Alasca está em risco, o pai de Adam vê a oportunidade perfeita para usar a sua fama numa boa causa! O problema é que ao levar a cabo esta missão, Bigfoot desaparece misteriosamente, o que obriga Adam e os seus amigos animais a nova aventura para o reencontrarem e impedirem que o pior aconteça!

Dizem que não se consegue escapar ao amor de uma mãe, mas para Chloe, mais do que um conforto, o amor maternal é uma ameaça. Há algo de antinatural, mesmo sinistro, no relacionamento entre Chloe (Kiera Allen) e a sua mãe, Diane (Sarah Paulson). Diane criou a filha em total isolamento, controlando todos os seus movimentos desde o nascimento, e há segredos que Chloe só agora começa a entender.

Fátima (2020)
Fatima
Em 1917, Lúcia, uma pastora de apenas 10 anos e os seus dois primos mais novos, Jacinta e Francisco, afirmam terem tido visões da Virgem Maria, que lhes terá surgido com uma mensagem de paz. As alegadas revelações inspiraram dezenas de milhares de católicos que se deslocaram até Fátima, na esperança de testemunhar um milagre, mas não agradaram à Igreja nem ao governo republicano de Portugal, que tentaram forçá-los a recontar a sua história.

Flag Day - Dias Perdidos (2021)
Flag Day
John (Sean Penn), o pai de Jennifer Vogel (Dylan Penn), era um homem magnífico. Em criança, Jennifer ficava fascinada com a energia carismática de John e com a capacidade que ele tinha de fazer com que a vida parecesse uma grande aventura. Ensinou-lhe muito sobre amor e alegria, mas também era o maior falsificador da história dos EUA, um facto que leva Jennifer a debater-se para superar os escombros do passado enquanto concilia o laço inevitável entre pai e filha.

Ladrões de Elite (2021)
The Misfits
Após ter sido recrutado por um grupo de ladrões pouco convencionais, o famoso criminoso Richard Pace vê-se apanhado num elaborado roubo de ouro que promete ter implicações de longo alcance na sua vida e na vida de inúmeros outros.

Titane (2021)
Um jovem magoado na face é interceptado pelos funcionários da alfândega do aeroporto. Afirma ser Adriane Legrand, que desapareceu quando ainda era criança, há dez anos. Para Vincent, pai de Adriene, um longo pesadelo chegou ao fim e leva o jovem para casa. Ao mesmo tempo, uma série de horríveis assassinatos ocorre na área...

Amazon Prime Video

Estreia a 8 de Outubro:

The Manor (2021)
Quando um problema de saúde diminui a sua capacidade para cuidar de si própria, Judith Albright (Barbara Hershey), de 70 anos, muda-se para a Golden Sun Manor, uma residencial assistida com grande reputação. Mas, apesar dos melhores esforços do pessoal e de uma amizade crescente com o colega residente Roland (Bruce Davison), estranhos acontecimentos e visões  convencem Judith de que uma presença sinistra assombra o local. À medida que pessoas começam a morrer misteriosamente, os avisos frenéticos de Judith são descartados como pura fantasia. Até o seu dedicado neto Josh (Nicholas Alexander) pensa que os medos da avó são o resultado de demência, e não de demónios. Sem ninguém disposto a acreditar nela, Judith deve decidir se quer escapar do casarão, ou cair vítima do mal que habita no seu interior.