Título Original: The Odyssey
terça-feira, 21 de julho de 2026
Sugestão da Semana #727
Título Original: The Odyssey
domingo, 10 de março de 2024
Oscars 2024: Vencedores
A 96.ª cerimónia dos Oscars aconteceu na noite passada, no Dolby Theatre, em Los Angeles. O anfitrião foi novamente Jimmy Kimmel e, no Hoje Vi(vi) um Filme, esteve a acompanhar e a actualizar os vencedores em tempo real.
Oppenheimer foi o grande vencedor da noite com sete estatuetas, seguido de Pobres Criaturas com quatro.
Melhor Realizador
quinta-feira, 20 de julho de 2023
Estreias da Semana #570
Crítica: Oppenheimer (2023)
"Now I am become Death, the destroyer of worlds."
J. Robert Oppenheimer
*6.5/10*
Oppenheimer tinha tudo para ser explosivo, mas faltou Christopher Nolan estabelecer limites à sua, cada vez mais evidente, mania das grandezas. Com uma carreira sempre em crescendo até Interstellar (2014), o encanto que distinguia o cineasta tem-se desvanecido (com a excepção de Dunkirk, em 2017, talvez), tornando os seus filmes cada vez mais longos e demasiado complexos, com dificuldade em chegar ao público.
No caso de Oppenheimer, o problema não é a complexidade da narrativa, mas sim a insistência em explicar tudo o que acontece, com demasiado detalhe, sem deixar espaço à curiosidade da plateia. Ser sucinto é uma qualidade que Nolan tem de readquirir.
O filme é "um thriller que mergulha a fundo na mente do singular J. Robert Oppenheimer, o brilhante cientista envolvido na criação da bomba atómica durante a Segunda Guerra Mundial. Uma invenção revolucionária que simbolizou a máxima capacidade do engenho humano, capaz de refazer a civilização e, ao mesmo tempo, de ameaçar o futuro da humanidade."
Baseado no livro vencedor de um Prémio Pulitzer, American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer, de Kai Bird e Martin J. Sherwin, a longa-metragem percorre a juventude do protagonista, as suas influências e encontros com grandes nomes da física, até se envolver no Projecto Manhattan que levou à criação da bomba atómica, um desafio que foi o seu maior feito. Oppenheimer acompanha todo o processo de desenvolvimento da bomba atómica e a sua posterior utilização no final da Segunda Guerra Mundial, e os dilemas morais com que J. Robert Oppenheimer se debateu ao compreender o real impacto da bomba no Japão - e no Mundo -, ao mesmo tempo que convivia com a admiração do povo e a traição de muitos dos que lhe eram próximos (tendo sido vítima do Macartismo, nos anos 50).
Não há dúvida que Christopher Nolan ama a Sétima Arte e tudo tem feito para proporcionar a melhor experiência possível em sala de cinema, desta vez, ao filmar com câmaras IMAX 65mm e grande formato 65mm e inclui, pela primeira vez, secções rodadas em película de 65mm IMAX a preto e branco, criada propositadamente para este filme. Ao mesmo tempo, os efeitos visuais - incluindo as explosões - são criados recorrendo apenas a efeitos práticos.
A técnica é exímia (realização, fotografia, direcção artística, som, efeitos visuais), mas não encontra equilíbrio com a narrativa de Oppenheimer, repleta de personagens que pouco acrescentam e relações pouco exploradas, fazendo com que a longa-metragem chegue às três horas de duração sem justificação. Ao mesmo tempo, a banda sonora de Ludwig Göransson é omnipresente e não deixa o silêncio - tão necessário - instalar-se, nem por um momento.
Num elenco de nomes sonantes, destaque para Cillian Murphy que já merecia o protagonismo num filme de Nolan e mostra-se à altura do desafio. Contudo, a grande interpretação de Oppenheimer está a cargo de um irreconhecível Robert Downey Jr., na pele do cínico Lewis Strauss.
Oppenheimer começa bem, perde-se ligeiramente pelo meio, até que resplandece quando surge a criação do cientista, e tudo o que daí advém. Christopher Nolan só tem de reaprender que menos é mais e que, com uma duração mais curta, poderia ter construído um filme verdadeiramente impactante.
domingo, 30 de agosto de 2020
Sugestão da Semana #432
Ficha Técnica:
Realizador: Christopher Nolan
Duração: 150 minutos
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
Estreias da Semana #432
quarta-feira, 24 de junho de 2020
Ciclo 'Christopher Nolan' começa a 2 de Julho nos cinemas
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| Tenet |
terça-feira, 25 de julho de 2017
Sugestão da Semana #282
Ficha Técnica:
Actores: Fionn Whitehead, Aneurin Barnard, Tom Hardy, Mark Rylance, Kenneth Branagh, Harry Styles, Cillian Murphy, Barry Keoghan
domingo, 23 de julho de 2017
Crítica: Dunkirk (2017)
Um filme de grande orçamento que sabe honrar as origens do cinema não se encontra todos os dias. Christopher Nolan voltou em grande, literalmente. Filmou em 65mm, um formato de cortar a respiração, que, cada vez mais, tem voltado a ganhar adeptos e apresenta um projecto grandioso sobre um episódio da Segunda Guerra Mundial com enorme simplicidade e mestria: Dunkirk.
No seu primeiro filme de guerra, Nolan consegue ser tão patriótico como tolerante. Sem banhos de sangue, mas com um sentido de união pouco comum, de pensamentos, sentimentos, compromissos e honra. O realizador é metódico e consegue, como poucos, unir públicos tão diferentes em torno do mesmo filme. Sim, Dunkirk é um filme para as massas, mas é igualmente um filme de autor, com planos sufocantes e memoráveis, com dedicação, alma e personalidade.
Por terra, por mar e no ar, a câmara de Nolan segue a acção de três perspectivas distintas e com uma temporalidade diferente, mas em redor do mesmo campo de batalha, o resgate de centenas de milhares de soldados britânicos e aliados da praia de Dunquerque, onde se encontram cercados pelo inimigo.
Os actores dão corpo ao que o guião não diz. Por um lado, os oficiais desesperam, com tantos homens por salvar, com destaque para Kenneth Branagh como o Comandante Bolton. De Inglaterra, saem muitos civis com as suas embarcações para ajudar no resgate, onde Mr. Dawson (Mark Rylance com mais uma grande oportunidade de chegar aos Oscars) e o jovem George (Barry Keoghan) são a personificação do sentimento de pertença e dever para com os seus, que lutam na Segunda Guerra. Do lado dos 400 mil homens presos em Dunquerque, são três os principais rostos que tanto dizem, cada um à sua maneira e nos seus tormentos: Tommy (Fionn Whitehead), Gibson (Aneurin Barnard) e Alex (Harry Styles). Tão jovens e inexperientes, e já traumatizados, de orgulho ferido e sem esperança - que, ainda assim, não desistem de lutar. Já Cillian Murphy é o soldado que traz consigo o trauma de guerra. No ar, estão os incansáveis pilotos, sempre alerta e em defesa dos seus: Farrier (Tom Hardy) e Collins (Jack Lowden).
Christopher Nolan fez questão de nos oferecer a melhor experiência visual possível. Dunkirk é uma curta epopeia de dor e sacrifício, onde a união fez mesmo a força, num importante momento da História da Segunda Guerra Mundial.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Primeiro Trailer de Dunkirk
Por aqui, estamos ansiosos por ver o filme.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Sugestão da Semana #141
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Parabéns, Christopher Nolan!
Batman - O Início (2005)
O Cavaleiro das Trevas (2008)
A Origem (2010)
sexta-feira, 27 de julho de 2012
A Estrear: O Cavaleiro das Trevas Renasce
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Esta Quinta-feira, dia 4 de Outubro, são muitas as estreias que vão encher as salas de cinema de todo o país. Nove filmes, um pouco para to...
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Já são conhecidos os filmes vencedores da 21.ª edição do Doclisboa , que terminou este Domingo. A cerimónia de entrega dos prémios aconteceu...





















