terça-feira, 28 de novembro de 2023
Crítica: O Misterioso Caso de Lázaro Lafourcade (2023)
domingo, 6 de agosto de 2023
Sugestão da Semana #572
Título Original: Pôr do Sol - O Mistério do Colar de São Cajó
segunda-feira, 31 de julho de 2023
Crítica: Pôr do Sol: O Mistério do Colar de São Cajó (2023)
"(...) vi alguém puro de coração transformar-se na... na mais maléfica das criaturas"
Salomé
*6/10*
Depois da série de televisão, Pôr do Sol: O Mistério do Colar de São Cajó é o filme que volta a focar-se na família Bourbon de Linhaça, e no colar que está na sua posse há mais de 3500 anos, seus segredos e maldições. Em jeito de prequela, regressam as personagens, que parte do público já conhece, para uma nova aventura, ao longo dos séculos até à actualidade.
Pôr do Sol: O Mistério do Colar de São Cajó tem um público-alvo muito específico - e alargado -, devido à legião de fãs que a série criou. Quem não conhece a "saga" desta família, pode contar com um filme com muito humor, sátira e muito nonsense - mas há que destacar: não é uma comédia que vá agradar a todos.
A história do Colar de São Cajó (que antes tinha outro nome) é anterior à da família que todos conhecem. É por aí que Pôr do Sol: O Mistério do Colar de São Cajó começa, ao contextualizar a existência do colar e dos seus guardiões, e o percurso até chegar às mãos dos Bourbon de Linhaça, percorrendo séculos (e milénios) de história da família. Ao chegar à actualidade, conhecem-se os Jesus Quisto antes de serem uma banda; no convento, encontra-se Salomé, a gémea "ceguinha", a ter constantes visões do futuro; e começa a construir-se o backgroud da maioria das personagens que quem acompanhou a série conhece bem.
A longa-metragem de Manuel Pureza tem um início ritmado e alguma acção, percorrendo os tempos em que o colar de São Cajó ia passando, de geração em geração, ao mesmo tempo que se travavam batalhas épicas para o proteger. Quando chega à actualidade, cada vez mais de encontro à história da série, o filme perde algum ritmo e esmorece, principalmente para quem não acompanhou a série.
O ponto mais forte de Pôr do Sol: O Mistério do Colar de São Cajó é Rui Melo e o seu Simão Bourbon de Linhaça. O filme segue a personagem ao longo dos séculos e mostra como é que, de um homem bondoso e puro, se transformou no vilão da série televisiva. Todos os seus momentos em cena são geniais.
Sem dúvida que a alma e criatividade da série se prolonga no filme, que volta a usar e abusar do humor absurdo para conquistar o seu público fiel. Resta saber se a fórmula - agora cinematográfica - irá cativar ainda mais espectadores.
sexta-feira, 12 de novembro de 2021
Crítica: O Som que Desce na Terra (2021)
domingo, 11 de julho de 2021
Sugestão da Semana #463
terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
Momentos para Recordar #64
domingo, 25 de agosto de 2019
Sugestão da Semana #391
Ficha Técnica:
Elenco: Sérgio Praia, Filipe Duarte, Victoria Guerra, Teresa Madruga, Diogo Branco, José Raposo, Augusto Madeira, Tomás Alves
Classificação: M/12
Duração: 109 minutos
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Crítica: Linhas de Sangue (2018)
Linhas de Sangue está por toda a parte: televisão, Internet, cinemas e acredito que até à estreia esteja ainda por mais locais. Com uma equipa enorme e um excelente trabalho de marketing - estamos a falar de um filme português (!) -, será quase impossível até ao espectador mais distraído não ouvir falar desta longa-metragem.
São 54 actores, dois realizadores e uma equipa inteira a divertirem-se a valer. É uma pena que não funcione da mesma forma para a plateia. Ainda assim, um esforço admirável no cinema português.
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