terça-feira, 7 de abril de 2026
Sugestão da Semana #712
domingo, 13 de abril de 2025
Dia Internacional do Beijo: Os Melhores Beijos de 2024
Hoje é Dia Internacional do Beijo e, como é habitual, fizemos uma selecção de alguns dos mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico, que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro de 2024 (nos cinemas portugueses e nas plataformas de streaming).
E os escolhidos são:
Art, Tashi e Patrick (Mike Faist, Zendaya e Josh O'Connor) em Challengers (2024)
Bella e Duncan (Emma Stone e Mark Ruffallo) em Pobres Criaturas / Poor Things (2023)
Paul Atreides e Chani (Timothée Chalamet e Zendaya) em Duna: Parte Dois / Dune: Part Two (2024)
quarta-feira, 8 de maio de 2024
Crítica: Challengers (2024)
"I'm taking such good care of my little white boys."
Tashi
*9/10*
Luca Guadagnino regressa ao cinema com o jogo de ténis mais intenso dos últimos tempos. Challengers é um thriller de desporto, competitivo, sensual e cheio de adrenalina: uma experiência cinematográfica sensorial e vibrante.
"Tashi Duncan é uma antiga estrela do ténis que se tornou treinadora, uma força da natureza que nunca pede desculpa pelo seu jogo dentro e fora do campo. Casada com Art, conseguiu transformá-lo de jogador medíocre em campeão do Grand Slam. Quando Art tenta ultrapassar uma maré de derrotas, a estratégia de Tashi toma um rumo surpreendente. Convence o marido a jogar um torneio 'Challenger' - o nível mais baixo do circuito profissional - onde terá de enfrentar Patrick, o seu antigo melhor amigo e ex-namorado de Tashi que foi outrora um talento promissor, mas agora se encontra esgotado e em fim de carreira. À medida que passado e presente colidem e a tensão aumenta, Tashi questiona-se: qual é o preço a pagar pela vitória?"
O filme passa-se em três tempos distintos, com a diferença de 13 antes entre o passado e o momento actual, com um breve reencontro pelo meio, e cuja variação do corte de cabelo de Zendaya é o principal sinal da mudança de época.
Desde o triângulo amoroso inicial, em que os dois jovens melhores amigos, Art e Patrick, ficam fascinados pela jovem estrela do ténis, que se denota que Tashi adora ser admirada. Com o passar do tempo, vai-se denotando uma espécie de sociopatia em Tashi. Ela é egocêntrica, chega a ser perversa, e o seu grande amor é e sempre será, sem qualquer dúvida, o ténis - seja ela ou outro a entrar em campo. É este jogo que aumenta o seu entusiasmo ou a sua paixão. O ténis é o seu motor, a sua adrenalina e o fracasso do marido é sinónimo do iminente fim do casamento.
Mas o triângulo amoroso nunca mais se desfaz. Art parece simbolizar o lado mais disciplinado de Tashi, de ambições semelhantes, enquanto Patrick é mais rebelde, mas igualmente corajoso e desafiador. Os três complementam-se de forma quase tóxica.
O trio de actores protagonistas, liderado por Zendaya (que terá a aqui a sua melhor prestação cinematográfica desde Malcolm & Marie), juntamente com Mike Faist (West Side Story) e Josh O’Connor (The Crown), mostra-se à altura do desafio, numa cumplicidade e intimidade de fazer inveja, e demonstrando talento e maturidade.
Para além da aura competitiva, afectiva e desportivamente, que acompanha todo o argumento, o brutal efeito de Challengers é, em grande parte, obra de um trabalho de montagem magistral de Marco Costa, alinhado com a banda sonora electrizante de Trent Reznor e Atticus Ross.
Desta vez, Luca Guadagnino não falha. Tashi dita as regras e a plateia deixa-se seduzir e vai a jogo, quer queira, quer não.
quarta-feira, 13 de março de 2024
Oscars 2024: Red carpet
segunda-feira, 4 de março de 2024
Crítica: Dune - Duna: Parte Dois / Dune: Part Two (2024)
"I am Paul Muad'Dib Atreides, Duke of Arrakis. The Hand of God be my witness, I am the Voice from the Outer World! I will lead you to Paradise!"
Paul Atreides
*7/10*
Depois de vários adiamentos, Dune - Duna: Parte Dois viu a luz (do dia e do projector da sala de cinema, em IMAX, de preferência), dando seguimento ao filme de 2021, que trouxe para o grande ecrã - mais uma vez - o inadaptável livro de ficção científica de Frank Herbert.
"Dune - Duna: Parte Dois explora a jornada mítica de Paul Atreides, que se une a Chani e aos Fremen durante um golpe de vingança contra os conspiradores que destruíram a sua família. Ao enfrentar uma escolha entre o amor da sua vida e o destino do universo, ele lutará para evitar um futuro terrível que só ele pode prever."
A clareza que o filme anterior já apresentava continua a ser uma das grandes forças de Denis Villeneuve nesta segunda parte de Duna. O respeito pelo texto, pelo tempo da acção e das personagens, aproxima a plateia da história. E Villeneuve é exímio ao dotar as sequências de acção mais intensas de uma epicidade muito característica: mistério, ritmo e clareza. São bons exemplos disso o momento em que Paul Atreides (Timothée Chalamet) surfa um verme; a luta de Feyd-Rautha Harkonnen (Austin Butler) na arena, qual gladiador; ou a batalha final entre os dois rivais.
Por outro lado, a maior fraqueza de Dune - Duna: Parte Dois é a duração, com a jornada pelo planeta Arrakis, até ao Imperador (Christopher Walken), a ser demasiado longa - menos 20 minutos e o filme não teria quebras de ritmo. Com um início cativante, a longa-metragem segue os passos da integração de Paul e Jessica (Rebecca Ferguson) entre os Fremen, entre alguns combates com os Harkonnen, e a aprender a lidar com as desconfianças de uns e a fé de outros, que acreditam que Paul é mesmo o tão esperado Messias. Ao mesmo tempo, o clima de romance com Chani (Zendaya) intensifica-se e as visões de Paul tornam-se mais claras e frequentes.
De regresso estão as questões religiosas, sociopolíticas e até mesmo ambientais que já a primeira parte de Duna abordava. Também Hans Zimmer segue ao comando da banda sonora, assombrosa e épica, em continuidade com a sua predecessora, bem como o trabalho de fotografia, direcção artística, guarda roupa e efeitos especiais, que flutuam entre um imaginário futurista e a decadência do universo de Herbert.
Nas interpretações, as atenções viram-se para Austin Butler com uma fabulosa transformação física e psicológica para interpretar o psicopata Feyd-Rautha, herdeiro dos Harkonnen.
Em Dune - Duna: Parte Dois, Denis Villeneuve termina o que bem começou no filme de 2021, deixando as pistas e o caminho aberto para os próximos episódios desta complexa saga de ficção científica.
domingo, 3 de março de 2024
Sugestão da Semana #603
quarta-feira, 26 de abril de 2023
Ads & Cinema #33
O Ads & Cinema destaca a campanha da Lancôme, que lançou uma variação olfactiva do perfume La Vie est Belle, La Vie est Belle Iris Absolu. O clip junta várias embaixadoras da marca, de várias idades e nacionalidades, na sua maioria actrizes, ao som de uma versão do tema What a Wonderful World, num apelo à união e felicidade.
Julia Roberts, Amanda Seyfried, Zendaya, Penélope Cruz, Isabella Rossellini, Lily Collins, Hoyeon e Aya Nakamura são as caras desta campanha.
Eis o clip promocional:
E os clips individuais onde as artistas completam a frase "Life is...":
Zendaya
terça-feira, 29 de março de 2022
Oscars 2022: Red Carpet
Após uma cerimónia morna e sem grandes surpresas - tirando, claro, a vergonhosa atitude de Will Smith -, fazemos a habitual ronda pela passadeira vermelha dos Oscars. Abundaram os folhos exagerados e os vestidos com decotes que em nada favoreceram as suas modelos. E eu, que não percebo nada de moda, continuo a ter os meus gostos. Eis os poucos que se destacaram na estranha noite de Domingo.
A protagonista de West Side Story, de Steven Spielberg, Rachel Zegler surgiu na passadeira vermelha com um sensual vestido preto Christian Dior, comprido e cheio de transparências. As jóias Tiffany & Co. e o penteado deram um glamour extra ao visual da jovem actriz.
Zendaya surgiu deslumbrante com um conjunto Valentino, composto por um top branco e uma cintilante saia prateada. O cabelo apanhado completou o look.
Arrojo não faltou a Timothée Chalamet, num conjunto Louis Vuitton, com um blazer preto bordado, sem camisa, calças e botas pretas. O cabelo rebelde e as jóias Cartier compõem aquele que foi um dos looks mais admirados desta cerimónia.
Nomeada para Melhor Actriz pelo seu papel em A Filha Perdida, Olivia Colman surgiu com um vestido Dior, prateado e fluido, com jóias Chopard . A maquilhagem discreta que destacava o seu olhar e o cabelo apanhado deram à actriz uma jovialidade e elegância que conquistaram a red carpet.
A figura de Lily James não poderia deixar ninguém indiferente na passadeira vermelha dos Oscars. A actriz desfilou num sensual vestido bordado e decotado do Atelier Versace, em tons rosados, com uma abertura lateral e sapatos a condizer. Deslumbrante.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
Crítica: Duna / Dune (2021)
domingo, 24 de outubro de 2021
Sugestão da Semana #478
terça-feira, 2 de março de 2021
Ads & Cinema #30
Em finais de 2020, a Lancôme e a actriz e cantora Zendaya - famosa pelas suas recentes interpretações na série Euphoria e no filme Malcolm & Marie - juntaram-se na campanha da nova máscara de pestanas da marca, Lash Idôle. A jovem já tinha sido a cara da Lancôme em 2019, no lançamento do perfume Idôle.
Confere o anúncio, o making off e algumas imagens promocionais.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
Crítica: Malcolm & Marie (2021)
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"You see how this looks, right?" Chris Hansen *6.5/10* Muito antecipado, em especial pela prestação de Robert Pattinson , Primetim...
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Esta Quinta-feira, chegaram às salas de cinema portuguesas sete novos filmes. O Veredito Social e Primetime são duas das estreias em destaq...























