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sábado, 13 de abril de 2024

Dia Internacional do Beijo: Os Melhores Beijos de 2023

Em mais um Dia Internacional do Beijo, fizemos a selecção de alguns dos mais inesquecíveis beijos do passado ano cinematográfico, que pudemos ver entre Janeiro e Dezembro de 2023 (nos cinemas portugueses e nas plataformas de streaming). 

Jake (jovem) e Silva (jovem) (Jason Fernández e José Condessa) em Estranha Forma de Vida / Extraña forma de vida (2023)

Mollie e Ernest Burkhart (Lily Gladstone e Leonardo DiCaprio) em Assassinos da Lua das Flores / Killers of the Flower Moon (2023)


Lydia e Sharon (Cate Blanchett e Nina Hoss) em Tár (2022)



Felipe e Cassandro (Bad Bunny e Gael García Bernal) em Cassandro (2023)



Jeanne du Barry e Louis XV (Maïwenn e Johnny Depp) em Jeanne du Barry - A Favorita do Rei (2023)


Coriolanus Snow e Lucy Gray Baird (Tom Blyth e Rachel Zegler) em The Hunger Games: A Balada dos Pássaros e das Serpentes / The Hunger Games: The Ballad of Songbirds & Snakes (2023)


Napoleão e Josephine Bonaparte (Joaquin Phoenix e Vanessa Kirby) em Napoleão / Napoleon (2023)


Felicia e Leonard (Carey Mulligan e Bradley Cooper) em Maestro (2023)

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Os Melhores do Ano: Top 20 [10.º - 1.º] #2023

Em dia de aniversário do  blog, e depois da primeira parte do Top 20 de 2023 do Hoje Vi(vi) um Filme, revelo agora os dez lugares cimeiros. Ficção, documentário e fantasmas do Passado são os principais ingredientes deste Top 10.

Eis os meus 10 favoritos de 2023 (estreados no circuito comercial de cinema e streaming, em Portugal). 


10.º Os Espíritos de Inisherin / The Banshees of Inisherin (2022), Martin McDonagh

Partindo de uma zanga entre dois amigos, Martin McDonagh faz uma reflexão sobre a existência em Os Espíritos de Inisherin. Uma comédia dramática, com um leve toque de nonsense, muito mais profunda do que possa parecer. 


9.º Viagem ao Sol / Journey to the Sun (2021), Ansgar Schaefer e Susana de Sousa Dias

Viagem ao Sol, de Ansgar Schaefer e Susana de Sousa Dias, é o resultado de muitos anos de pesquisa e entrevistas, cuja montagem ditou o rumo a seguir: o olhar das crianças austríacas sobre a guerra e a experiência que milhares delas tiveram no Portugal solarengo dos anos 40. O documentário confronta a plateia com o impacto deste olhar, na formação da memória individual e colectiva. E mostra como a guerra impacta para sempre a vida das crianças que têm a infelicidade de a viver, algo válido na Segunda Guerra Mundial e em todas as guerras actuais, onde são elas as maiores vítimas. 


8.º Retratos Fantasmas (2023), Kleber Mendonça Filho

Imaginação e realidade fundem-se como provocação de Kleber Mendonça Filho no seu mais recente documentário Retratos Fantasmas, uma viagem espácio-temporal ao centro da cidade do Recife, no Brasil, entre a vivacidade dos tempos áureos e a decadência a que as décadas a têm vetado. Em cada recanto, um espírito do passado, uma memória e, principalmente, a resistência. Tudo isto, contado através do(s) cinema(s).


7.º A Baleia / The Whale (2022), Darren Aronofsky

Darren Aronofsky está de regresso ao cinema opressivo e naturalista com que começou a construir a sua filmografia e personalidade enquanto cineasta. A Baleia mostra um homem a desistir de viver: uma interpretação de total entrega por um Brendan Fraser renascido, exímio ao mostrar a degradação física e psicológica da personagem, e que carrega o sofrimento e o peso das próteses e maquilhagem que usa ao longo do filme. A Baleia é uma obra de redenção do protagonista, mas igualmente do realizador que voltou às origens e aos grandes filmes. 


6.º La Llorona (2019), Jayro Bustamante

Quando o cinema recorre à História de um país para aterrorizar a plateia, ressuscita fantasmas mal enterrados e estabelece a necessidade de confronto entre passado e presente, o resultado pode ser realmente especial. Em La Llorona, o realizador guatemalteco Jayro Bustamante reinventa a lenda  do folclore hispânico com o mesmo nome, fazendo-a tomar o corpo dos indígenas que choram pelos seus mortos e desaparecidos durante a guerra civil na Guatemala.


5.º Pearl (2022), Ti West

Perturbador e genial como o seu antecessor (X, que fez parte desta mesma lista relativa às estreias de 2022 em Portugal), Pearl consegue ir ainda mais além, ao apresentar o retrato da perversa e insana protagonista que sonha ser actriz de cinema. Mais um slasher moderno, com o génio e eficácia da união de esforços de Ti West com a protagonista Mia Goth, aqui também co-responsável pelo argumento.


4.º May December: Segredos de Um Escândalo (2023), Todd Haynes

Todd Haynes tem uma sensibilidade pouco comum para filmar personagens femininas misteriosas, e May December: Segredos de Um Escândalo vem reforçar esta sua qualidade. Duas mulheres fortes e de personalidades dúbias encabeçam este thriller psicológico, num mergulho profundo em traumas nunca superados, e uma descoberta constante do âmago de cada um.


3.º Assassinos da Lua das Flores / Killers of the Flower Moon (2023), Martin Scorsese

Eis Scorsese puro e duro, a pisar território índio - com respeito e humildade -, mas sempre com uma máfia de homens brancos a explorar terrenos e narrativa. Assassinos da Lua das Flores é uma obra opressiva, que clama por justiça, fazendo ressurgir o realizador fiel às suas temáticas, mas aberto a novos horizontes narrativos. 


2.º Nação Valente / Tommy Guns (2022), Carlos Conceição

Nação Valente, a segunda longa-metragem de Carlos Conceição, reaviva os fantasmas da guerra colonial em Angola, com o toque provocador e contemporâneo que caracteriza o realizador. As pistas vão sendo deixadas ao longo do filme, cuja narrativa esconde segredos acima e debaixo da terra. Os mortos estão prontos para lembrar os vivos das atrocidades que já esqueceram.


1.º Maestro (2023), Bradley Cooper

Maestro é um filme grandioso, a todos os níveis, revelando um Bradley Cooper maduro, que respira verdadeiramente cinema, dos dois lados da câmara. Um retrato comovente, empolgante e sem preconceitos de Leonard Bernstein e da sua companheira de vida, a actriz Felicia Montealegre Cohn Bernstein. Mais do que uma marcante experiência cinematográfica, Maestro é um retrato realista e comovente da relação entre dois artistas - tão diferentes, mas que se complementaram de forma tão humana. 

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Oscars 2024: Nomeados

Os nomeados para os Oscars 2024 foram revelados esta Terça-feira, 23 de Janeiro. Zazie Beetz e Jack Quaid fizeram o anúncio dos nomes na corrida para as estatuetas douradas. 

Oppenheimer lidera a corrida com 13 nomeações, seguido de Poor Things (Pobres Criaturas), com 11, e Killers of the Flower Moon (Assassinos da Lua das Flores) com 10.


A 95.ª cerimónia dos Oscars está marcada para 12 de Março. 

Aqui fica a lista completa de nomeados:

Melhor Filme
American Fiction
Anatomy of a Fall 
Barbie 
The Holdovers
Killers of the Flower Moon
Maestro
Oppenheimer
Past Lives
Poor Things
The Zone of Interest 

Melhor Actor
Bradley Cooper (Maestro)
Colman Domingo (Rustin)
Paul Giamatti (The Holdovers)
Cillian Murphy (Oppenheimer)
Jeffrey Wright (American Fiction)

Melhor Actriz
Annette Bening (Nyad)
Lily Gladstone (Killers of the Flower Moon)
Sandra Hüller (Anatomy of a Fall)
Carey Mulligan (Maestro)
Emma Stone (Poor Things)

Melhor Actor Secundário
Sterling K. Brown (American Fiction)
Robert De Niro (Killers of the Flower Moon)
Robert Downey Jr. (Oppenheimer)
Ryan Gosling (Barbie)
Mark Ruffalo (Poor Things)

Melhor Actriz Secundária 
Emily Blunt (Oppenheimer)
Danielle Brooks (The Color Purple)
America Ferrera (Barbie)
Jodie Foster (Nyad)
Da’Vine Joy Randolph (The Holdovers)

Melhor Realizador
Justine Triet (Anatomy of a Fall)
Martin Scorsese (Killers of the Flower Moon)
Christopher Nolan (Oppenheimer)
Yorgos Lanthimos (Poor Things)
Jonathan Glazer (The Zone of Interest)

Melhor Argumento Original
Anatomy of a Fall (Justine Triet e Arthur Harari)
The Holdovers (David Hemingson)
Maestro (Bradley Cooper & Josh Singer)
May December (Argumento de Samy Burch; História de Samy Burch & Alex Mechanik)
Past Lives (Celine Song)

Melhor Argumento Adaptado
American Fiction (Cord Jefferson)
Barbie (Greta Gerwig & Noah Baumbach)
Oppenheimer (Christopher Nolan)
Poor Things (Tony McNamara)
The Zone of Interest (Jonathan Glazer)

Melhor Filme de Animação
The Boy and the Heron
Elemental 
Nimona
Robot Dreams
Spider-Man: Across the Spider-Verse

Melhor Filme Estrangeiro
Io Capitano (Itália)
Perfect Days (Japão)
Society of the Snow (Espanha)
The Teacher’s Lounge (Alemanha)
The Zone of Interest (Reino Unido)

Melhor Fotografia
El Conde (Edward Lachman)
Killers of the Flower Moon (Rodrigo Prieto)
Maestro (Matthew Libatique)
Oppenheimer (Hoyte van Hoytema)
Poor Things (Robbie Ryan)

Melhor Montagem
Anatomy of a Fall (Laurent Sénéchal)
The Holdovers (Kevin Tent)
Killers of the Flower Moon (Thelma Schoonmaker)
Oppenheimer (Jennifer Lame)
Poor Things (Yorgos Mavropsaridis)

Melhor Design de Produção
Barbie (Sarah Greenwood e Katie Spencer)
Killers of the Flower Moon (Jack Fisk e Adam Willis)
Napoleon (Arthur Max e Elli Griff)
Oppenheimer (Ruth De Jong e Claire Kaufman)
Poor Things (James Price, Shona Heath e Zsuzsa Mihalek)

Melhor Guarda-Roupa
Barbie (Jacqueline Durran)
Killers of the Flower Moon (Jacqueline West)
Napoleon (Janty Yates and Dave Crossman)
Oppenheimer (Ellen Mirojnick)
Poor Things (Holly Waddington)

Melhor Caracterização
Golda (Karen Hartley Thomas, Suzi Battersby e Ashra Kelly-Blue)
Maestro (Kazu Hiro, Kay Georgiou e Lori McCoy-Bell)
Oppenheimer (Luisa Abel)
Poor Things (Nadia Stacey, Mark Coulier e Josh Weston)
Society of the Snow (Ana López-Puigcerver, David Martí e Montse Ribé)

Melhor Banda Sonora Original
American Fiction (Laura Karpman)
Indiana Jones and the Dial of Destiny (John Williams)
Killers of the Flower Moon (Robbie Robertson)
Oppenheimer (Ludwig Göransson)
Poor Things (Jerskin Fendrix)

Melhor Canção Original
The Fire Inside de Flamin’ Hot (Música e Letra: Diane Warren)
I’m Just Ken de Barbie (Música e Letra: Mark Ronson e Andrew Wyatt)
It Never Went Away de American Symphony (Música e Letra: Jon Batiste e Dan Wilson)
Wahzhazhe (A Song for My People) de Killers of the Flower Moon (Música e Letra: Scott George)
What Was I Made For? de Barbie (Música e Letra: Billie Eilish e Finneas O’Connell)

Melhor Som
The Creator (Ian Voigt, Erik Aadahl, Ethan Van der Ryn, Tom Ozanich e Dean Zupancic)
Maestro (Steven A. Morrow, Richard King, Jason Ruder, Tom Ozanich e Dean Zupancic)
Mission: Impossible – Dead Reckoning Part One (Chris Munro, James H. Mather, Chris Burdon e Mark Taylor)
Oppenheimer (Willie Burton, Richard King, Gary A. Rizzo e Kevin O’Connell)
The Zone of Interest (Tarn Willers e Johnnie Burn)

Melhores Efeitos Visuais
The Creator (Jay Cooper, Ian Comley, Andrew Roberts e Neil Corbould)
Godzilla: Minus One (Takashi Yamazaki, Kiyoko Shibuya, Masaki Takahashi e Tatsuji Nojima)
Guardians of the Galaxy Vol. 3 (Stephane Ceretti, Alexis Wajsbrot, Guy Williams e Theo Bialek)
Mission: Impossible — Dead Reckoning, Part One (Alex Wuttke, Simone Coco, Jeff Sutherland e Neil Corbould)
Napoleon (Charley Henley, Luc-Ewen Martin-Fenouillet, Simone Coco e Neil Corbould)

Melhor Documentário
Bobi Wine: The People’s President
The Eternal Memory
Four Daughters
To Kill a Tiger
20 Days in Mariupol

Melhor Curta Documental
The ABCs of Book Banning 
The Barber of Little Rock 
Island in Between 
The Last Repair Shop 
Nǎi Nai & Wài Pó 

Melhor Curta de Animação
Letter to a Pig 
Ninety-Five Senses 
Our Uniform 
Pachyderme
War Is Over! Inspired by the Music of John & Yoko

Melhor Curta
The After 
Invincible 
Knight of Fortune
Red, White and Blue
The Wonderful Story of Henry Sugar

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Crítica: Maestro (2023)

"If the summer doesn't sing in you, then nothing sings in you. And if nothing sings in you, then you can't make music."
Felicia


*9/10*

Maestro é um filme grandioso, a todos os níveis, revelando um Bradley Cooper maduro, que respira verdadeiramente cinema, dos dois lados da câmara. Um retrato comovente, empolgante e sem preconceitos de Leonard Bernstein e da sua companheira de vida, a actriz Felicia Montealegre Cohn Bernstein.

"Da sua paixão pela música até à fama como o primeiro maestro americano de renome mundial, seguindo sempre a sua ambição de compor tanto obras sinfónicas como populares musicais da Broadway", o filme acompanha as várias fases da vida de Bernstein e a sua relação com os que o rodeavam, em especial com a esposa Felicia.


Se dúvidas houvesse, depois de Assim Nasce uma Estrela (2018), Maestro fá-las dissipar e é a prova da emancipação de Bradley Cooper enquanto actor e realizador. O filme resulta de seis anos de preparação, tanto para interpretar Leonard Bernstein, como a pensar o filme, plano a plano. Este empenho e coragem sentem-se a cada cena, a cada linha de diálogo.

Com um início que deambula entre a realidade e os sonhos, onde a montagem sugere a magia da imaginação e as ambições que se concretizam mais depressa do que se espera, é aqui que as vidas de Lenny e Felicia se encontram e unem (apesar das relações extraconjugais pouco discretas que Bernstein teve ao longo do tempo). A vida avança e as carreiras dos dois seguem o seu caminho, sendo que Felicia adia os seus objectivos para ficar na sombra do marido, a apoiá-lo e incentivá-lo, chamá-lo à realidade quando o sucesso o tenta com excessos e vícios. Descurando a família, o maestro vive tudo tão intensamente que perde, por vezes, a razão de ser da sua obra. Até que Felicia regressa no momento certo, ela também novamente em ascensão, e o casal se reencontra na doença e no conforto e, desta vez, é ele quem passa a viver para ela.


E se Carey Mulligan está irrepreensível como Felicia Montealegre, artista que estudou afincadamente e que nem o característico sotaque descurou; Bradley Cooper desaparece enquanto Leonard Bernstein - e não é só graças à fantástica caracterização e próteses que usou, para interpretar o maestro em diversas fases da vida. Cooper alterou a voz, aprendeu a conduzir orquestras e a movimentar-se com o mesmo entusiasmo em palco que Bernstein, apreendeu gestos e expressões e o resultado é arrepiante.

Também de destacar, é a gloriosa direcção de fotografia que tira o melhor proveito da película (35mm, a preto e branco e a cores e com diferentes formatos, consoante a época dos acontecimentos), e esconde em si pequenos detalhes que ajudam a construir a personalidade das personagens. Ao mesmo tempo, é capaz de planos avassaladores, como é o caso do concerto na Ely Cathedral - momento de tirar o fôlego - em que é o próprio Bradley Cooper quem conduz a London Symphony Orchestra, numa cena que foi gravada ao vivo.


Maestro tem o dom de causar os sentimentos mais fortes e antagónicos na plateia, indo do delírio do sucesso à mais profunda tristeza. E, mais do que uma marcante experiência cinematográfica, o filme de Bradley Cooper é um retrato realista e comovente da relação entre dois artistas - tão diferentes, mas que se complementaram de forma tão humana. 

domingo, 10 de dezembro de 2023

Sugestão da Semana #591

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Maestro, realizado e protagonizado por Bradley Cooper. Uma experiência que vale mesmo a pena não perder em cinema, antes de estrear na Netflix.

MAESTRO

Ficha Técnica:
Título Original: Maestro
Realizador: Bradley Cooper
Elenco: Bradley Cooper, Carey Mulligan, Maya Hawke, Sarah Silverman, Sam Nivola, Matt Bomer, Michael Urie
Género: Biografia, Drama, Música
Classificação: M/14
Duração: 129 minutos

quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Estreias da Semana #591

Esta Quinta-feira, chegam às salas de cinema portuguesas sete novos filmes. Maestro e Wonka são duas das estreias em destaque.

13 Exorcismos (2022)
Depois de uma sessão espírita, Laura Villegas começa a comportar-se de forma estranha. Alarmados com o comportamento sinistro da filha e convencidos de que o demónio a possuiu, os pais recorrem ao Padre Olmedo, um dos 15 exorcistas autorizados pelo Vaticano a intervir em casos de possessão demoníaca. A partir daí, uma série de estranhos fenómenos começa a envolver os protagonistas da história.

A Vingança do Professor Poutifard (2023)
Les Vengeances de Maître Poutifard
Professor reformado, Robert Poutifard (Christian Clavier) só tem uma coisa em mente: vingar-se dos antigos alunos por anos de provocações e vexames. Para concretizar o seu plano diabólico, tem a melhor cúmplice de todas... a sua mamã (Isabelle Nanty). Juntos, vão dar uma lição de vida. Se a vingança é um prato que se serve frio, então Robert Poutifard preparou-lhes uma surpresa digna de um chef!

Fechar os Olhos (2023)
Cerrar los ojos
O famoso actor espanhol Julio Arenas desaparece durante a rodagem de um filme. Embora o seu corpo nunca seja encontrado, a polícia conclui que ele sofreu um acidente numa falésia junto ao mar. Muitos anos mais tarde, o mistério é reavivado por um programa de televisão que tenta evocar o actor, oferecendo imagens inéditas das últimas cenas em que participou, filmadas pelo seu amigo íntimo, o realizador Miguel Garay. A caminho de Madrid, Miguel mergulha de novo no seu passado...

Hypnotic - Arma Invisível (2023)
Hypnotic
Um detective envolve-se num mistério que envolve a sua filha desaparecida e um programa secreto do governo, enquanto investiga uma série de crimes que alteram a realidade.

Lindo Menino (2022)
Meg, deg & Frank
Christian é um herdeiro milionário que conhece Sigrid, uma jovem estudante, numa aplicação de encontros. Dão-se bem, mas há apenas um problema: Christian vive com Frank, um homem que se veste e comporta, constantemente, como um cão. Christian aceita o modo de vida de Frank e toma conta dele; alimenta-o, dá-lhe banho e leva-o a passear. Mas, poderá Sigrid aceitar esta relação especial? E, na realidade, quem é Frank?

Maestro (2023)
A história da relação entre Leonard Bernstein (Bradley Cooper) e Felicia Montealegre Cohn Bernstein (Carey Mulligan) e um retrato do singular e carismático maestro. Da sua paixão pela música até à fama como o primeiro maestro americano de renome mundial, seguindo sempre a sua ambição de compor tanto obras sinfónicas como populares musicais da Broadway.

Wonka (2023)
Um jovem Willy Wonka (Timothée Chalamet) embarca numa missão para espalhar a alegria através do chocolate e rapidamente se torna um fenómeno.