terça-feira, 15 de julho de 2025
Sugestão da Semana #674
domingo, 30 de abril de 2023
Sugestão da Semana #558
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Crítica: O Menu / The Menu (2022)
domingo, 20 de fevereiro de 2022
Sugestão da Semana #495
terça-feira, 25 de maio de 2021
Crítica: Aqueles Que Me Desejam a Morte / Those Who Wish Me Dead (2021)
"Talk to me and I'm gonna help you. Alright?"
Hannah
*4.5/10*
Aqueles Que Me Desejam a Morte, de Taylor Sheridan, leva-nos às vastas florestas do Montana e aos grupos de combate a incêndios, para uma história de crime e perseguição.
Taylor Sheridan não nos revela as motivações dos assassinos, nem os segredos que Connor guarda consigo. Se, por um lado, tal poderia contribuir para o adensar do suspense da longa-metragem, por outro, torna todos os acontecimentos quase irrelevantes. Ao mesmo tempo, é uma pena o pouco foco da narrativa no trabalho dos bombeiros e dos outros operacionais no combate aos incêndios (Só Para Bravos, de Joseph Kosinski, faz isso com distinção).
Aqueles Que Me Desejam a Morte entretém e vale pelas cenas nocturnas, mas, infelizmente, não se leva muito a sério.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Oscars 2019: Red Carpet
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Crítica: A Favorita / The Favourite (2018)
Eis o trio de actrizes mais triunfal do ano: Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone. Yorgos Lanthimos está de regresso com A Favorita, um filme que sai um pouco dos cânones a que nos tem acostumado. Uma longa-metragem de época especialmente bem filmada, com protagonistas assombrosas, que vagueia entre a comédia negra e o drama com a destreza que só mesmo o realizador grego consegue captar.
Repleto de influências de outros filmes e cineastas (o filmSPOT tem um bom artigo sobre isto mesmo), a verdade é que A Favorita consegue destacar-se pela identidade própria que traz em si.
No início do século XVIII, a Inglaterra está em guerra com a França. No entanto, as corridas de patos continuam a prosperar e comem-se ananases ostensivamente no reino. Uma frágil rainha Anne (Olivia Colman) ocupa o trono e a sua amiga mais próxima, Lady Sarah (Rachel Weisz), governa o país por ela, ao mesmo tempo que cuida da saúde precária de Anne e gere o seu temperamento imprevisível. Quando a nova criada Abigail (Emma Stone) chega, o seu charme conquista Sarah. Abigail vê uma oportunidade de voltar às suas raízes aristocráticas. Como a guerra acaba por consumir o tempo de Sarah, Abigail entra em cena subtilmente para assumir o papel de dama de companhia da rainha e não deixará que nenhuma mulher, homem, política ou coelho se coloque no seu caminho.
São as mulheres que dominam as decisões do reino, e apenas a personagem de Nicholas Hoult, Robert Harley, se destaca no que toca a influências masculinas. A palavra final é da rainha, que não gosta de pensar em demasia (já Fernando Pessoa falava na dor de pensar), e tanto Sarah como Abigail lutam por serem o cérebro da realeza, a favorita de Anne.
Olivia Colman é enorme no papel de rainha, transfigurando-se conforme a debilidade da personagem. Uma mulher atormentada pelas dores física e psicológica, ingénua, desnorteada e apaixonada, em especial pelos seus 17 coelhos de estimação. Anne parece, por vezes, uma criança mimada ou um bebé indefeso. A actriz engordou cerca de 16 kg para vestir a pele da rainha Anne e é grande parte da alma do filme.
Ao seu lado, as duas servas rivais - Rachel Weisz, Lady Sarah, a melhor amiga da rainha que assume as decisões do reino a favor das suas simpatias políticas e que mais possam convir ao marido; uma mulher fria e calculista, que acaba por ser também manipulada; e Emma Stone, a criada Abigail, ambiciosa e sem escrúpulos, que vagueia entre o ar mais angelical e inocente ao mais perverso e maquiavélico. As duas actrizes superam-se, Weisz com maturidade e seriedade, num desempenho cheio de elegância e talento, Stone com a rebeldia que lhe é característica. Mais uma vez, revela-se uma excelente actriz de comédia e apenas fica a faltar-lhe um pouco mais de maldade - que a personagem pede muito.
Com A Favorita, Yorgos Lanthimos saiu da sua zona de conforto, onde deixa a plateia desconfortável com os seus retratos-limite da sordidez humana (Canino, A Lagosta, O Sacrifício de um Cervo Sagrado...), para se aventurar num filme menos complexo mas repleto das suas marcas autorais e influências. E temos de confessar, nem num filme de época ele nos dá sossego. E ainda bem.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Sugestão da Semana #363
Ficha Técnica:
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Comic Con Portugal 2018: 3º dia em Resumo
No corredor do canal Cinemundo assistimos à arte urbana inspirada na Sétima Arte, vimos as freiras de The Nun - A Freira Maldita a passearem-se pelo recinto, Asterix, Obelix e Panoramix faziam poções no seu caldeirão, filas de famílias aguardavam para entrar na tenda de O Mistério da Casa do Relógio, o Cinema City esteve a dar brindes e pipocas, o AMC promoveu divertidas guerras de almofadas, e tantas outras actividades a acontecer.
Pelas 12h00 o auditório New Genesis encheu para assistir ao Hollywood in Concert, com a LisbonFilm Orchestra a interpretar as mais icónicas bandas sonoras do cinema.
Dolph Lundgren esteve no auditório Olimpo numa conversa informal com o público e com António Raminhos. Seguiu-se a conferência de imprensa de Nicholas Hoult. O actor revelou alguma timidez perante os jornalistas, mas foi acessível. Falou-se sobre os seus papéis em X-Men, como Besta ou em Mad Max: Estrada da Fúria como Nux - papel cujo casting demorou cerca de quatro horas. Falou-se igualmente no próximo filme de Yorgos Lanthimos, The Favourite que ainda irá estrear por cá, da futura longa-metragem em que irá interpretar J. R. R. Tolkien (autor de O Senhor dos Anéis, O Hobbit, etc.) e Hoult confessou ainda que adora interpretar vilões.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Crítica: Mad Max: Estrada da Fúria / Mad Max: Fury Road (2015)
"If I'm gonna die, I'm gonna die historic on the Fury Road!"
Nux
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Esta Quinta-feira, dia 4 de Outubro, são muitas as estreias que vão encher as salas de cinema de todo o país. Nove filmes, um pouco para to...
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"I think I've made a terrible mistake." Zhenya *7.5/10* Há quem não nasça para ser pai ou mãe, há filhos que ...


















