domingo, 27 de novembro de 2022
Sugestão da Semana #536
terça-feira, 15 de novembro de 2022
Crítica: Crimes do Futuro / Crimes of the Future (2022)
domingo, 22 de maio de 2022
Sugestão da Semana #508
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
KINO 2021: Berlin Alexanderplatz (2020)
terça-feira, 15 de dezembro de 2020
Berlin Alexanderplatz abre a 18.ª KINO - Mostra de Cinema de Expressão Alemã
A 18.ª edição da KINO - Mostra de Cinema de Expressão Alemã abre com o filme Berlin Alexanderplatz, de Burhan Qurbani, protagonizado pelo luso-guineense Welket Bungué.
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| Berlin Alexanderplatz © Stephanie Kulbach |
Serão apresentadas 18 longas-metragens oriundas da Alemanha, Áustria, Suíça e Luxemburgo que se destacaram nos festivais internacionais. O filme de abertura Berlin Alexanderplatz faz uma actualização do romance homónimo de Alfred Döblin, já adaptada por Rainer Werner Fassbinder numa série de televisão com o mesmo nome. Agora, "em vez de um ex-presidiário, os espectadores acompanham a descida aos infernos de um refugiado africano numa Berlim dos dias de hoje".
A secção Visões, que inclui obras de realizadores e elencos já consagrados, apresenta o western contemporâneo feminista Flatland, de Jenna Cato Bass, que retrata o empoderamento de três mulheres na África do Sul; My Little Sister (Schwesterlein), da dupla suíça Stéphanie Chuat e Véronique Reymond, que, a partir de uma história de doença terminal, aborda igualmente a abnegação feminina, com um elenco liderado por Nina Hoss e Lars Eidinger; Stroke of Luck (Glück gehabt), de Peter Payer, uma comédia negra que surpreende até o protagonista com uma improvável história de amor; e Cortex, a primeira obra de realização do actore Moritz Bleibtreu, num thriller psicológico inspirado em obras de realizadores de culto.
A secção Perspetivas inclui filmes como No Hard Feelings (Futur Drei), de Faraz Shariat, em que um jovem gay, alemão, filho de exilados iranianos, encontra num casal de irmãos refugiados uma singular afinidade a três; You Tell Me (Sag Du Es Mir), de Michael Fetter Nathansky, que envolve o espectador numa tragicomédia entre vítimas e culpados; ou Cocoon (Kokon), de Leonie Krippendorff, que acompanha uma jovem de 14 anos na descoberta de um admirável mundo novo num verão quente berlinense.
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| No Hard Feelings © Juenglinge Film |
A KINO apresenta ainda uma secção de documentários premiados, na qual se destaca a viagem de Ines Johnson-Spain em Becoming Black onde confronta as suas origens, apercebendo-se das consequências que a negação e preconceito tiveram na sua existência numa RDA que fechou os olhos face a todas as diferenças; e a complexa abordagem multi-dimensional disfarçada de comédia no filme In the Name of Scheherazade or the First Beergarden in Teheran (In the Name of Scheherazade oder der erste Biergarten in Teheran), de Narges Kalhor, sobre a construção de identidade e alteridade - na vida, como artista, e em particular na Alemanha.
A mostra acontece de 21 a 27 de janeiro de 2021, no Cinema São Jorge e na plataforma de streaming Filmin.pt. Mias informações sobre a KINO em https://www.goethe.de/ins/pt/pt/kul/sup/kpo.html.
terça-feira, 22 de setembro de 2020
Crítica: Treino Periférico (2020), de Welket Bungué
sábado, 12 de setembro de 2020
MOTELx'20: Melhor Curta de Terror Portuguesa
domingo, 30 de agosto de 2020
FUSO 2020: Vencedores
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| Metalheart, de Welket Bungué |
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Crítica: Jah Intervention / Intervenção Jah (2019)
terça-feira, 16 de junho de 2020
Young South Film Festival: Curtas-metragens de afro-descendentes para ver online até 28 de Junho
terça-feira, 9 de junho de 2020
Crítica: Bustagate (2020), de Welket Bungué
Depois de Eu Não Sou Pilatus, Welket Bungué regressa com mais um filme-manifesto, seguindo a linha da curta-metragem sobre a manifestação na Avenida da Liberdade, que se seguiu ao caso de violência policial no Bairro da Jamaica, em Janeiro de 2019 (lê a entrevista que deu ao Hoje Vi(vi) um Filme aqui).
Em 2020, o realizador apresenta-nos Bustagate (começamos logo com um jogo de palavras no título), um filme-activista em homenagem ao jovem Luís Giovani Rodrigues, o estudante cabo-verdiano que morreu em Dezembro de 2019, após ter sido agredido por pelo menos dez homens, em Bragança, e dedicado ao povo português, «aos tradicionalmente "nativos" e aos descendentes do continente africano que nasceram aqui», como explica na sinopse.
Em Bustagate, a violência da colonização volta a estar na origem dos muitos problemas graves de desigualdade social que existem em Portugal. Welket Bungué "faz o recorte de um panorama escandaloso e desajustado de violência e desigualdade social em Portugal. Aqui está um filme-intervenção póstumo ao personagem imaginário aqui chamado Pretugal (personificando o Luís Giovani Rodrigues)", explica o artista.
O realizador inspira-se no caso real de Cláudia Simões (cujas imagens circularam nos vários meios de comunicação e redes sociais), agredida por um polícia na Amadora, em Janeiro de 2020, intercalando estas imagens virais com filmagens nas ruas do Bairro Eugénio Lima, na cidade da Praia, em Cabo Verde, e ainda a vídeo-instalação da intervenção-performance Não, Somos Daqui, com as actrizes Cleo Tavares e Isabél Zuaa.
Desde o sentimento de pertença/não pertença ao país que é nosso mas não nos tem como seus, ou ao país que nos acolhe mas onde há alguém que prefere usar da violência e do preconceito para não nos tratar como iguais, retirando direitos a quem os detém, Bustagate clama a defesa dos que foram e ainda são oprimidos pela brutalidade retrógrada. Clama Liberdade, Igualdade e Justiça.
Um trabalho de denúncia "mais-que-pertinente" no momento actual, em que o mundo se uniu contra o racismo e violência, e sempre fundamental, até que todos os preconceitos e injustiças sejam ultrapassados - em Portugal e no Planeta.
Podes ver a curta-metragem completa aqui:
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Entrevista a Welket Bungué, realizador de Eu não sou Pilatus: "Temos que criar estratégias não somente anti-racistas mas contra racistas"
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| Créditos: Kristin Bethge |
Eu não sou Pilatus é o teu manifesto. Consideras que seja um filme activista?
domingo, 27 de outubro de 2019
Doclisboa'19: Eu Não Sou Pilatus / I'm not Pilatus (2019) + Santikhiri Sonata (2019)
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Esta Quinta-feira, dia 4 de Outubro, são muitas as estreias que vão encher as salas de cinema de todo o país. Nove filmes, um pouco para to...
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"I think I've made a terrible mistake." Zhenya *7.5/10* Há quem não nasça para ser pai ou mãe, há filhos que ...




































