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quinta-feira, 12 de setembro de 2024

'Grand Tour' é o candidato de Portugal a Melhor Filme Internacional dos Oscars 2025

O filme Grand Tour, de Miguel Gomes, é o candidato de Portugal à categoria de Melhor Filme Internacional, na 97.ª edição dos Oscars, os Prémios da Academia Americana de Cinema. A cerimónia acontece a 2 de Março de 2025, em Los Angeles (EUA).

Os membros da Academia Portuguesa de Cinema votaram, entre 13 de Agosto e 10 de Setembro, e Grand Tour foi o filme eleito com mais votos. Em consideração, estavam também A Flor do Buriti, de João Salaviza e Renée Nader Messora (Karõ Filmes), Manga d’Terra, de Basil da Cunha (Continue Walking e Akka Films), O Teu Rosto Será O Último, de Luís Filipe Rocha (Ukbar Filmes) e O Vento Assobiando Nas Gruas, de Jeanne Waltz (C.R.I.M.)

Realizado por Miguel Gomes e produzido pela produtora Uma Pedra no Sapato, Grand Tour "retrata a história de Edward (Gonçalo Waddington), um funcionário público do Império Britânico, em Rangum, Birmânia, no ano de 1918. No dia da chegada da sua noiva Molly (Crista Alfaiate) para o casamento, Edward foge, dando início a uma jornada pela Ásia onde o pânico cede lugar à melancolia. Durante a viagem, ele reflecte sobre o vazio da sua existência e questiona o que terá acontecido a Molly. Determinada a casar-se, Molly decide seguir o rasto de Edward neste Grand Tour asiático".

O filme de Miguel Gomes já conquistou o prémio de Melhor Realização no Festival de Cannes e está também entre as 29 primeiras obras seleccionadas para os Prémios do Cinema Europeu e é candidato à categoria de Melhor Filme Europeu na 39.ª edição dos Prémios Goya, de Espanha. Grand Tour tem estreia marcada nos cinemas portugueses para o próximo dia 19 de Setembro.

sábado, 12 de agosto de 2023

Anunciados os 4 filmes portugueses candidatos a Melhor Filme Internacional nos Oscars

A Academia Portuguesa de Cinema divulgou os quatro filmes nomeados para a votação do candidato de Portugal à categoria de Melhor Filme Internacional na 96.ª edição dos Oscars. 

Légua, de Filipa Reis e João Miller Guerra (Uma Pedra no Sapato), Mal Viver, de João Canijo (Midas Filmes), Nayola, de José Miguel Ribeiro (Praça Filmes), e Viver Mal, de João Canijo (Midas Filmes) foram os quatro escolhidos, entre as 35 longas-metragens elegíveis. 

O comité responsável por esta pré-selecção era composto por Ana Rocha de Sousa (realizadora), Clara Agapito (Clara Diaz-Bérrio) (montadora), David Bonneville (realizador), Fátima Ribeiro (guionista) Frederico Serra, (produtor), Isabel Abreu (actriz), José António Loureiro (director de fotografia), Manuel Mozos (realizador), Miguel Guilherme (actor), e Mina Andala (actriz).

O processo de selecção passa agora por um período de votação entre os membros da Academia Portuguesa de Cinema, que decorre de 15 de Agosto a 12 de Setembro, até à revelação do filme seleccionado, anunciado a 14 de Setembro.

A 96.ª edição dos Oscars acontece no dia 10 de Março de 2023, em Hollywood, Los Angeles.

Sobre os filmes candidatos:

Légua - Crítica do Hoje Vi(vi) um Filme

Mal Viver - Crítica do Hoje Vi(vi) um Filme

Nayola - Crítica do Hoje Vi(vi) um Filme

Viver Mal - Crítica do Hoje Vi(vi) um Filme

sábado, 15 de abril de 2023

Prémios NICO 2023: Vencedores

A Academia Portuguesa de Cinema atribuiu os Prémios NICO 2023 - que distinguem jovens talentos do cinema nacional - ao realizador Ary Zara (Um Caroço de Abacate), ao actor Ivo Arroja (Restos do Vento e Nação Valente) e à actriz Leonor Vasconcelos (Mal Viver, Viver Mal e Restos do Vento).

Este ano, os troféus serão entregues aos vencedores no dia 19 de Abril, pelas 18h00, no Cinema Fernando Lopes, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), durante o evento onde serão anunciados os nomeados para os Prémios Sophia 2023.

Cada um dos três jovens receberá ainda um prémio monetário de mil euros, para o qual conta com o apoio da empresa DR. Lima e Sá, Serviços de Saúde, que se associa pela primeira vez aos Prémios NICO.

Em 2022, foram distinguidos com os Prémios NICO a actriz Bárbara Branco, o actor José Condessa e a realizadora Catarina Vasconcelos.


Sobre os vencedores:

Ary Zara, 22 de Novembro de 1986

"Licenciado em Cinema pela ULHT, Ary Zara estudou também guionismo, como bolseiro, na Universidade do Texas em Austin. Vendeu o seu primeiro guião de longa-metragem à Ukbar, mas é com a Take it Easy que inicia o seu percurso como realizador dirigindo a curta-metragem Um Caroço de Abacate, protagonizada por Ivo Canelas e Gaya de Medeiros.

A curta-metragem Um Caroço de Abacate teve estreia nacional no IndieLisboa 2022, tendo sido galardoada com o Prémio do Público e o Prémio Novo Talento The Yellow Color, bem como uma menção honrosa. Marcou também presença em festivais internacionais como o BFI, o AFI FEST (menção honrosa), Clermont Ferrand (Melhor Curta-Metragem Queer e Prémio Estudante), Film Court Brest (Prémio do Público), Regard (Prémio do Público, Menção Especial Jurí da Critica Quebec e Menção Especial Short & Queer) Newfest LGBTQ, Interfilm e LSFF.

Ary Zara trabalha como director criativo do Queer Art Lab, plataforma que apoia artistas LGBTQI+ e é co-criador do projeto activista T Guys Cuddle Too, através do qual se tornou palestrante em diversos eventos e performer no colectivo BRABA."


 Ivo Arroja, 11 de Fevereiro de 2001

"Ivo Arroja nasceu no Porto, tendo frequentado a Academia Contemporânea do Espetáculo entre 2017 e 2020. Em 2018, participa na série O Nosso Cônsul em Havana, de Francisco Manso, seguindo-se a série Causa Própria, de João Nuno Pinto, em 2022, e Histórias da Montanha (2023). No grande ecrã, destacam-se as suas participações nos filmes Restos do Vento, de Tiago Guedes, e Nação Valente, de Carlos Conceição, este último com estreia a 20 de Abril nas salas de cinema portuguesas."


Leonor Vasconcelos, 2 de Maio de 1998 

"Leonor Vasconcelos teve a sua primeira experiência artística quando, com apenas 5 anos, ingressou no Grupo de Teatro Infantil Animarte. Quatro anos mais tarde teria a sua primeira experiência profissional na série televisiva Chiquititas, desde então tem vindo a participar em inúmeros projectos.

Enquanto frequentava o curso de Artes e Humanidades, pertenceu ao Grupo de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa de 2017 a 2020. Leonor Vasconcelos consolidou a sua formação na área da representação através da participação em vários cursos nacionais e internacionais, em escolas de prestígio como Guildhall School of Speech and Drama, The Lee Strasberg Theatre & Film Institute e Royal Conservatoire of Scotland.

Viver Mal (do díptico Mal Viver/Viver Mal) e Restos do Vento são as suas principais participações no grande ecrã. Já em televisão, destacam-se diversas séries e telenovelas como Santiago, Histórias da Montanha, Ao Largo, Há-de Haver Uma Lei, Chegar a Casa, Dancin’ Days e Pai à Força."

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Livro: Um Percurso Pelo Cinema Português de Animação - Vol. 1, 1900-1929, de Paulo Cambraia

A propósito do centenário do cinema de animação português, destacamos o livro Um Percurso Pelo Cinema Português de Animação - Vol. 1, 1900-1929, de Paulo Cambraia, editado pela Academia Portuguesa de Cinema.

Este primeiro volume foca-se nos primeiros anos da animação em Portugal, numa investigação que vai dos filmes desaparecidos, dos quais apenas há breves referências (Almada Negreiros, em 1913, com filmes de cartões animados, e filmes publicitários de Luís Nunes para His Master’s Voice, em 1921-1922), àqueles dos quais ainda se preservaram fragmentos ou materiais, sendo o primeiro deles O Pesadelo de António Maria, datado de 1923, realizado por Joaquim Guerreiro.

Um Percurso Pelo Cinema Português de Animação resulta de um trabalho árduo, mas recompensador, como refere o autor Paulo Cambraia na introdução à obra: “Investigar as origens da Animação Portuguesa é um pouco como fazer paleontologia à procura de elos perdidos. Com um bocado de sorte conseguem-se encontrar algumas pistas, e depois é preciso continuar a escavar e a escavar até se conseguir encontrar um esqueleto muitas vezes incompleto… (…) O período percorrido por este primeiro volume, 1900-1929, tem um pouco de tudo isto: pistas recolhidas em jornais contemporâneos do filme; entrevistas publicadas contendo referências, não documentadas, a algo supostamente acontecido 46 anos antes; testemunhos de memórias com 68 anos de idade".

Resultam deste trabalho de investigação os seguintes títulos:

Filme de Cartões Animados, Almada Negreiros, 1913

His Master's Voice, Luís Nunes, 1921-1922

O Pesadelo de António Maria, Joaquim Guerreiro, 1923

Tip-Top, Fred Neto, ~1925

Cintas Pompadour, Luís Nunes, 1926

A Indigestão, de Manuel Luiz Vieira, 1927

Extintores de Incêndio - Total, 1929

Conservas de Atum, 1929

As encomendas do livro poderão ser feitas directamente à Academia Portuguesa de Cinema ou na Livraria Linha de Sombra, na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.

Os próximos volumes desta colecção terão uma periodicidade anual e serão também da autoria de Paulo Cambraia. 

terça-feira, 20 de setembro de 2022

'Alma Viva', de Cristèle Alves Meira, é o candidato português para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

O filme Alma Viva, de Cristèle Alves Meira, é o candidato português à categoria de Melhor Filme Internacional, na 95.ª edição dos Oscars.

A votação decorreu de 1 a 18 de Setembro, entre os cinco filmes que o comité de selecção tinha nomeado – Alma Viva, Lobo e Cão, Mal Viver, Restos do Vento e Salgueiro Maia – O Implicado –, tendo Alma Viva sido o mais votado entre os membros da Academia Portuguesa de Cinema (APC).

Cristèle Alves Meira filmou a sua primeira longa-metragem "no norte de Portugal, na região de Vimioso, de onde a sua família é originária, a história de Salomé, uma menina filha de emigrantes portugueses em França que vem todos os anos passar as férias de Verão com a sua avó, com quem tem uma forte ligação afectiva e espiritual. O filme retrata a emigração portuguesa, as famílias que se separam e as complexas diferenças económicas e sociais que daí advêm".

Alma Viva é uma co-produção entre a Midas Filmes, a francesa Fluxus Films e a belga Entre Chien et Loup, com o apoio do Fundo Eurimages, ICA, RTP e Fundo do Turismo. A direcção de fotografia é de Rui Poças e o elenco conta com Lua Michel, Jacqueline Corado, Ana Padrão, Ester Catalão, Duarte Pina e Nuno Gil.

O filme teve a sua estreia mundial na Semana da Crítica do Festival de Cannes em 2022 e tem estreia nacional marcada para 3 de Novembro.

A 95.ª edição dos Oscars está marcada para 12 de março de 2023 em Los Angeles, nos Estados Unidos da América.

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Oscars 2023: Academia Portuguesa de Cinema revela os 5 nomeados para candidato português a Melhor Filme Internacional

A Academia Portuguesa de Cinema revelou quais os cinco filmes nomeados para a votação do candidato de Portugal à categoria de Melhor Filme Internacional na 95.ª edição dos Oscars. 

Alma Viva, de Cristèle Alves Meira (Midas Filmes), Lobo e Cão, de Cláudia Varejão (Terratreme Filmes), Mal Viver, de João Canijo (Midas Filmes), Restos do Vento, de Tiago Guedes (Leopardo Filmes), e Salgueiro Maia – O Implicado, de Sérgio Graciano (Sky Dreams), são os filmes escolhidos pelo comité de de pré-seleção, composto pelos membros da Academia Portuguesa de Cinema, Alexandra Ramires (realizadora de animação), Ivo Canelas (actor), Jorge Paixão da Costa (realizador), Luís Branquinho (director de fotografia), Margarida Marinho (actriz), Paulo Furtado (compositor) e Tathiani Sacilotto (produtora).

O processo passará agora por um período de votação entre os membros da Academia, que decorre de 1 a 18 de Setembro, e o filme seleccionado será anunciado a 19 de Setembro.

A 95.ª edição dos Oscars está marcada para 12 de Março de 2023, em Hollywood, Los Angeles, nos Estados Unidos da América. 

Sobre os filmes candidatos:

Alma Viva

"Na sua primeira longa-metragem, Cristèle Alves Meira filmou no norte de Portugal, na região de Vimioso, de onde a sua família é originária, a história de Salomé, uma menina filha de emigrantes portugueses em França que vem todos os anos passar as férias de verão com a sua avó, com quem tem uma forte ligação afectiva e espiritual. O filme retrata a emigração portuguesa, as famílias que se separam e as complexas diferenças económicas e sociais que daí advêm."


Lobo e Cão

"Rodado na Ilha de São Miguel, nos Açores, com um elenco de actores não-profissionais, a longa-metragem de Cláudia Varejão vai ter estreia absoluta na 79ª edição do Festival de Veneza, que acontece até 10 de Setembro. Com produção da Terratreme e coprodução da francesa La Belle Affaire, Lobo e Cão dá-nos a conhecer a realidade insular através de Ana, do seu grupo de amigos e da sua família. O filme cruza realidade e ficção, numa ode à comunidade queer desta ilha."


Mal Viver

"O filme de João Canijo, com produção Midas Filmes, é sobre mães que não conseguem amar as filhas que, por sua vez, não conseguem ser mães. Conta a história de uma família de cinco mulheres que herdou um hotel de província e tenta salvá-lo da ruína. Com a chegada da mais nova mulher da família, feridas e disputas adormecidas são reabertas, num fim-de-semana em que os próprios clientes do hotel, vivem relações atribuladas."


Restos do Vento

"Restos do Vento, realizado por Tiago Guedes, vai ter a sua estreia nos cinemas portugueses no próximo dia 22 de Setembro. A longa-metragem baseia-se numa tradição pagã de uma vila do interior de Portugal, que deixa traços dolorosos num grupo de jovens adolescentes. 25 anos depois, ao reencontrarem-se, o passado ressurge e a tragédia instala-se."


Salgueiro Maia – O Implicado

"Salgueiro Maia – O Implicado constitui o primeiro retrato daquele que é considerado o herói e o símbolo mais puro do 25 de Abril de 1974. Fernando Salgueiro Maia, o anti-herói não ocasional, produto de uma formação académica e militar, foi um homem que soube pensar o futuro, seguir as ideias, contestando-as, vivendo uma vida cheia, alegre e fértil, solidária e sofrida – se não tem morrido prematuramente aos 47 anos, teria agora 75. Através de uma abordagem moderna, intimista e emocional, Salgueiro Maia – O Implicado retrata as histórias que ainda não foram contadas sobre o Capitão de Abril."

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

Academia Portuguesa de Cinema anuncia filmes que vão representar Portugal em prémios internacionais

A Academia Portuguesa de Cinema anunciou os filmes que vão representar Portugal nos Prémios Goya, Macondo e Colibri.

Restos do Vento, de Tiago Guedes, e Nunca Nada Aconteceu, de Gonçalo Galvão Teles, foram os seleccionados pela Academia como candidatos portugueses à categoria de Melhor Filme Europeu e Melhor Filme Ibero-americano, respectivamente, na 37.ª edição dos Prémios Goya. A cerimónia de entrega dos Goya acontecerá a 11 de Fevereiro de 2023, em Sevilha, Espanha.

Como candidato à categoria de Melhor Filme Ibero-Americano da 10.ª edição dos Prémios Macondo, a escolha recaiu em A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos. A cerimónia de entrega dos Prémios Macondo, da Academia Colombiana de Artes e Ciência Cinematográficas, decorrerá a 6 de Novembro de 2022, na cidade de Cali, na Colômbia.

Por sua vez, Campo de Sangue, de João Mário Grilo, foi o escolhido para representar Portugal na nova categoria Melhor Filme Ibero-americano, na 4.ª edição dos Prémios Colibri, da Academia de Cinema do Equador. Os vencedores serão conhecidos a 22 de Novembro em Quito, no Equador.

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Prémios Sophia 2022: Nomeados

Foram anunciados esta Quinta-feira, dia 5 de Maio, os filmes nomeados para os Prémios Sophia 2022. O Último Banho, de David Bonneville, e Bem Bom, de Patrícia Sequeira, destacam-se com 13 e 12 nomeações, respectivamente. Terra Nova, de Artur Ribeiro, soma nove indicações, enquanto Sombra, de Bruno Gascon, e O Som Que Desce da Terra, de Sérgio Graciano, têm oito nomeações cada.

O Último Banho

Os nomeados foram apresentados pelos actores Laura Dutra e João Arrais e pelo Presidente e Vice-Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, Paulo Trancoso e Carla Chambel. Foi ainda revelado que o Prémio Sophia Carreira será entregue ao cineasta e produtor cinematográfico de animação Abi Feijó.

Foram também entregues os seguintes prémios:

Prémio Arte & Técnica

Cine-Caravana (Vanessa Alvarez), "projecto de dimensão nacional que levou, de Julho a Setembro de 2021, noites de cinema português ao ar livre, gratuito, a mais de 5 000 pessoas.  Uma ideia e projecto da Pixeladepto, promovido pela Pixeladepto e Goodstaff, com o apoio Institucional do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), Ministério da Cultura (FFC) e que teve como parceiro cultural os CTT".

Manuel Matos Barbosa, "pioneiro no cinema de animação em Portugal, conta com uma filmografia de 18 filmes e encontra-se neste momento a terminar um filme de animação com apoios do Instituto do Cinema e do Audiovisual, baseado num conto do escritor Fialho de Almeida".

Melhor Cartaz

Paraíso - Autoria de Constança Villaverde Rosado e Cristina Reis

Melhor Trailer

A Metamorfose dos Pássaros - Autoria de João Braz

Melhor Filme Europeu

Druk, de Thomas Vinterberg, distribuído em Portugal pela Films4you

Prémio Nico

Bárbara Branco, Catarina Vasconcelos, Ivan Neskov e José Condessa


 A 11.ª cerimónia de entrega dos Prémios Sophia terá lugar a 18 de Junho no Casino Estoril, com transmissão televisiva na RTP2.

Eis a lista completa de nomeados:


MELHOR FILME

Bem Bom

O Último Banho

Sombra

Terra Nova


MELHOR REALIZADOR/A

Bruno Gascon, por Sombra

Catarina Vasconcelos, por A Metamorfose dos Pássaros

David Bonneville, por O Último Banho

Patrícia Sequeira, por Bem Bom


MELHOR DOCUMENTÁRIO EM LONGA-METRAGEM

A Metamorfose dos Pássaros, Catarina Vasconcelos

Prazer, Camaradas!, José Filipe Costa

Paraíso, Sérgio Tréfaut

Serpentário, Carlos Conceição


MELHOR SÉRIE/TELEFILME

Até que a vida nos separe

Pôr do Sol

Auga Seca

Glória


MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Cucha Carvalheiro, Filipa Martins e Patrícia Sequeira, por Bem Bom

David Bonneville e Diego Rocha, por O Último Banho

Filipa Poppe e Joana Andrade, por O Som Que Desce na Terra

Maureen Fazendeiro, Miguel Gomes e Mariana Ricardo, por Diários de Otsoga


MELHOR ACTOR PRINCIPAL

José Condessa, por O Som Que Desce na Terra

Martim Canavarro, por O Último Banho

Miguel Borges, por Terra Nova

Pedro Lacerda, por Terra Nova


MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL

Ana Moreira, por Sombra

Anabela Moreira, por O Último Banho

Gabriela Barros, por O Som Que Desce na Terra

Lia Carvalho, por Bem Bom


MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Eduardo Breda, por Bem Bom

João Jesus, por O Som Que Desce na Terra

João Nunes Monteiro, por Diários de Otsoga

Raimundo Cosme, por Sombra


MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

Ana Cristina Oliveira, por Sombra

Margarida Marinho, por O Som Que Desce na Terra

Margarida Moreira, por O Último Banho

Sara Carinhas, por Bem Bom


MELHOR DIRECÇÃO DE FOTOGRAFIA

Luís Branquinho, por Terra Nova

Paulo Castilho, por Sombra

Paulo Menezes, por A Metamorfose dos Pássaros

Vasco Viana, por O Último Banho


MELHOR SOM

A Metamorfose dos Pássaros

O Último Banho

Bem Bom

Diários de Otsoga


MELHOR MONTAGEM

A Metamorfose dos Pássaros

Sombra

Diários de Otsoga

Bem Bom


MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA

Diários de Otsoga

O Último Banho

Terra Nova

Bem Bom


MELHOR GUARDA-ROUPA

O Som Que Desce na Terra

O Último Banho

Bem Bom

Terra Nova


MELHOR EFEITOS ESPECIAIS/CARACTERIZAÇÃO

O Último Banho

O Som Que Desce na Terra

Bem Bom

Terra Nova


MELHOR MAQUILHAGEM E CABELOS

Bem Bom

O Som Que Desce na Terra

Terra Nova

O Último Banho


MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL

Filipe Goulart e Milton Nuñez Mora, Sombra

Hugo Leitão, Serpentário

José Alberto Gomes e Jonatan Blati, O Último Banho

Nuno Côrte-Real, Terra Nova


MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO

A Rapariga de Saturno, de Gonçalo Almeida

Cabra Cega, de Tomás Paula Marques

O Lobo Solitário, de Filipe Melo

We Won’t Forget, de Edgar Morais e Lucas Elliot Eberl


MELHOR CURTA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO

Eunice ou Carta a uma Jovem Actriz, de Tiago Durão

Saudade, de Tiago Iúri & Sandra Duarte Cardoso

Sopro, de Pocas Pascoal

Timkat, de Ico Costa


MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

A Menina Parada, de Joana Toste

A Mulher do Médico, de Bruno Simões

O Macaco, de Lorenzo Degl’Innocenti e Xosé Zapata

O Voo das Mantas, de Bruno Carnide


PRÉMIO SOPHIA ESTUDANTE

Borderline, de Leonor Rocha Oliveira, U.L.H.T.

Ímpar, de Laura Pires, Laura Equi e Marta Ribeiro, Universidade do Algarve

Os Magalhães, de Marco Bártolo, E.S.M.A.D.

Punkada, de Gonçalo Ferreira, U.L.H.T.


PRÉMIO SOPHIA CARREIRA

Abi Feijó

terça-feira, 26 de abril de 2022

Bárbara Branco, José Condessa, Ivan Neskov e Catarina Vasconcelos distinguidos com Prémios NICO 2022

A actriz Bárbara Branco (Bem Bom), o actor José Condessa (O Som Que Desce da Terra, Gabriel), o técnico de som Ivan Neskov (Bem Bom, Glória) e a realizadora Catarina Vasconcelos (A Metamorfose dos Pássaros) serão distinguidos com Prémios NICO 2022, entregues pela Academia Portuguesa de Cinema aos jovens talentos do cinema nacional. 

Os troféus serão atribuídos no evento onde serão anunciados os nomeados aos Sophia 2022, no dia 5 de Maio, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT). Cada um dos quatro jovens receberá também um prémio monetário de mil euros, com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Em 2021 foram distinguidos com os Prémios NICO a actriz Laura Dutra, o actor Michael Spencer e o realizador Bernardo Lopes.